...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

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26
Set
10
As portagens estão na ordem do dia.
Os orçamentos familiares são cada vez mais espremidos.
Mas as injustiças continuam...

Paga classe 1 ou classe 2 nas portagens?
"A lei que define a diferenciação entre classe 1 e 2 é mais uma das que não faz sentido em Portugal" Herman De Backer, General Motors Portugal.

Em Portugal os veículos que medirem até 1,10m no eixo dianteiro pagam classe 1.
Porquê? Por que não 1,12m? Ou 1,09m?
Ninguém sabe responder.
É assim e mais nada!!!

Mas há excepções. Claro que no nosso país isso teria que acontecer.
Os monovolumes pagam classe 1 independentemente da altura do eixo dianteiro. Isto surgiu num acordo entre o governo e a auto-europa por causa da construcção da VW Sharam no nosso país.

Um Smart (2 lugares e 750kg) paga o mesmo que uma Chrysler Grand Voyager (7 lugares e 2100kg). info retirada no Guia do Automóvel 09/2010.

Mas o mais grave não é pagarem o mesmo. É haver veículos ligeiros que pagam classe dois, três ou quatro!

Um Land Rover Discovery de 1995 (valor comercial - 6000€) paga classe 2. 
Porquê? Gasta mais estrada? 
Ninguém sabe responder.
É assim e mais nada!!!

Há casos caricatos dentro do mesmo modelo de veículos. Um Mitsubishi Pajero paga classe 1 mas a versão com entrada de ar no capot para o intercooler (menos poluente) paga classe 2.
Porque?
CLARO QUE NINGUÉM SABE RESPONDER. É assim!!!.............e mais nada.
  • Se eu tiver um jipe velhinho (ex: UMM - o bom Português) e levar os cães à caça no atrelado posso ter que pagar classe 4.
  • Um lorde (tipo Durão Barroso que tinha um) que tenha um Porsche Cayenne Turbo (153.000€) e rebocar um iate num atrelado com 3, 4 ou 10 rodados paga classe 1.

Porquê?
É assim.

autohoje TT&Aventura

O nosso pedido é simples:

Veículos que se conduzam com carta tipo B (ligeiros) = Classe 1 nas portagens.

Se queres viver num país justo. Assina a Petição:

http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N3119

Petição Carta B - Classe 1.........assim há justiça.


publicado por TC às 21:31
De Diogo a 26 de Setembro de 2010 às 22:21
É difícil compreender tamanha estupidez.
De Farto de Pulhas a 27 de Setembro de 2010 às 00:21
Mais aberrante ainda é a classificação do Opel Frontera.
Experimentem ir ao site da Brisa. O 2.3 (sem entrada de ar) é classe 1, todos os outros Frontera são classe 2.
Mas o mais curioso é que NÃO EXISTE nenhum Frontera com entrada de ar. O único que tinha entrada de ar era o Opel Monterey 3.1.
Quase de certeza que a não ser o motor, não há diferença a nível de carroçaria entre o Frontera 2.3, o 2.5 ou o 2.8!!!
É mesmo o País das leis e leiszinhas, e das excepções para os amigos!
De Anónimo a 28 de Setembro de 2010 às 23:09
Há muito que digo que este país é governado por loucos e a convicção cada vez é maior!
De Magno a 29 de Setembro de 2010 às 10:23
Já para não falar dos motociclos que pagam tanto como os automoveis de classe 1. Senão vejamos, poluem menos, gastam menos e em termos de mobilidade nas grandes cidades são a melhor opção para quem opta por transporte individual.
Fora o facto que os motociclos por gastarem menos que um automvel, e pelas suas caracetristicas evitarem o para arranca, reduzem a dependência do país em relação a combustiveis fosseis.
Mas enfim este tipo de veiculos não interessa porque vai contra os lobbies corruptos instalados...
De Farto de Pulhas a 29 de Setembro de 2010 às 14:12
Mais uma: colocam 1 carro a GPl, coisa que custa 1500/1600 euros.Está provado que dos combustíveis fósseis é o menos poluente. Agora, se forem pagar o IUC, o carro é considerado a gasolina "porque pode andar a gasolina". Ou seja, vamos gastar 1600 euros para continuar a andar a gasolina. Entretanto os carros diesel de 2500/3000 cc pagam menos que um utilitário a gasolina/GL.
De Mentiroso a 29 de Setembro de 2010 às 20:39
É um post com muitas perguntas, mas que têm uma resposta única e simples. Aliás, não é novidade nem desconhecida:
Somos governados por incompetentes e irresponsáveis.
A única coisa que admira é que a população continue a aprovar que este e todos os outros factos de que se reclama continuem como se fossem naturais. Continuando a aprovar, quem vai julgar que algo alguma vez mudará? Se se aprova não se reclame; é a «democracia» portuguesa em que o povo não é soberano.

A pergunta objectiva é:
Porque se admirar ou reclamar quando se aprova? Por que continuar o «beating around the bush?

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