De Diogo a 26 de Setembro de 2010 às 22:21
É difícil compreender tamanha estupidez.
De Farto de Pulhas a 27 de Setembro de 2010 às 00:21
Mais aberrante ainda é a classificação do Opel Frontera.
Experimentem ir ao site da Brisa. O 2.3 (sem entrada de ar) é classe 1, todos os outros Frontera são classe 2.
Mas o mais curioso é que NÃO EXISTE nenhum Frontera com entrada de ar. O único que tinha entrada de ar era o Opel Monterey 3.1.
Quase de certeza que a não ser o motor, não há diferença a nível de carroçaria entre o Frontera 2.3, o 2.5 ou o 2.8!!!
É mesmo o País das leis e leiszinhas, e das excepções para os amigos!
De Anónimo a 28 de Setembro de 2010 às 23:09
Há muito que digo que este país é governado por loucos e a convicção cada vez é maior!
De Magno a 29 de Setembro de 2010 às 10:23
Já para não falar dos motociclos que pagam tanto como os automoveis de classe 1. Senão vejamos, poluem menos, gastam menos e em termos de mobilidade nas grandes cidades são a melhor opção para quem opta por transporte individual.
Fora o facto que os motociclos por gastarem menos que um automvel, e pelas suas caracetristicas evitarem o para arranca, reduzem a dependência do país em relação a combustiveis fosseis.
Mas enfim este tipo de veiculos não interessa porque vai contra os lobbies corruptos instalados...
De Farto de Pulhas a 29 de Setembro de 2010 às 14:12
Mais uma: colocam 1 carro a GPl, coisa que custa 1500/1600 euros.Está provado que dos combustíveis fósseis é o menos poluente. Agora, se forem pagar o IUC, o carro é considerado a gasolina "porque pode andar a gasolina". Ou seja, vamos gastar 1600 euros para continuar a andar a gasolina. Entretanto os carros diesel de 2500/3000 cc pagam menos que um utilitário a gasolina/GL.
De Mentiroso a 29 de Setembro de 2010 às 20:39
É um post com muitas perguntas, mas que têm uma resposta única e simples. Aliás, não é novidade nem desconhecida:
Somos governados por incompetentes e irresponsáveis.
A única coisa que admira é que a população continue a aprovar que este e todos os outros factos de que se reclama continuem como se fossem naturais. Continuando a aprovar, quem vai julgar que algo alguma vez mudará? Se se aprova não se reclame; é a «democracia» portuguesa em que o povo não é soberano.

A pergunta objectiva é:
Porque se admirar ou reclamar quando se aprova? Por que continuar o «beating around the bush?