...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

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30
Out
07
Um dia, o Senhor chamou Noé que morava em Portugal e disse-lhe:
Dentro de 6 meses, farei chover ininterruptamente durante 40 dias e 40 noites, até que todo o Portugal esteja coberto pelas águas. Os maus serão destruídos, mas quero salvar os justos e um casal de cada espécie animal. Vai e constrói uma arca de madeira.
Chegada a altura, os trovões deram o aviso e os relâmpagos cruzaram o céu. Noé chorava, ajoelhado no quintal da sua casa, quando ouviu a voz do Senhor soar furiosa, entre as nuvens:
- Noé, onde está a arca?

- Perdoe-me, Senhor, suplicou o homem!
- Fiz o que pude, mas encontrei dificuldades imensas:
- Primeiro tentei obter uma licença da Câmara Municipal, mas, além das taxas elevadas para obter o alvará, pediram-me uma contribuição para a campanha do Partido, para a reeleição do presidente.
- Precisando de dinheiro, fui aos bancos mas não consegui empréstimo, mesmo aceitando aquelas taxas de juros...
- Os Bombeiros exigiram um sistema de prevenção de incêndio, mas consegui contornar a situação, subornando um funcionário.
- Começaram então os problemas com o Instituto Florestal para a extracção da madeira.
- Eu disse que eram ordens Suas, mas eles só queriam saber se eu tinha o “Projecto de Reflorestamento” e um tal “Plano Sectorial”.
- Neste meio tempo, a Protecção dos Animais descobriu alguns casais de animais guardados no meu quintal. Disseram-me que eram espécies protegidas! Além de pesada multa, fui colocado em prisão preventiva pela posse dos animais. Valeu-me a pulseira electrónica!
- Quando comecei a obra, apareceu a Inspecção do Trabalho. Multou-me porque eu não tinha um engenheiro naval responsável pela construção.
- Fui à Universidade Independente e comprei um diploma de engenheiro
- Fecharam a Universidade e tive de pôr o diploma no papelão!
Veio o Sindicato e exigiu contrato de funcionário público para os carpinteiros.
- Em seguida vieram as Finanças! disseram-me que a arca era
um “sinal exterior de riqueza“ e agravaram-me o IRS. Não tive dinheiro para pagar e
colocaram-me a arca sob penhora.
- Finalmente, quando a Secretaria de Estado do Ambiente pediu o “Relatório de Impacto Ambiental“ sobre a zona a ser inundada, juntei-lhe o mapa de Portugal. Enviaram-no para o INAG que só vai apreciar o assunto depois de resolver o problema da Costa da Caparica!
Noé terminou o relato a chorar.
Senhor! Que hei-de eu fazer mais?
Notou então que o céu clareava e perguntou:
- Senhor, sempre vais destruir Portugal?
- Não! - Respondeu a Voz entre as nuvens - Já vi que cheguei tarde! O Sócrates chegou primeiro!

NOTA: Recebi este texto por e-mail em formato pps. Achei interessante a coincidência com os títulos que aparecem hoje nos jornais a dizer que Administração Pública tem de ser mais rápida e eficaz, que há funcionários a mais, que existe burocracia em demasia tolhendo as iniciativas dos cidadãos em vez de os apoiar e incentivar, etc. É frequente apercebermo-nos que os funcionários públicos esquecem que a sua missão é servir o povo e, pelo contrário, o consideram como inimigo a torpedear a cada momento com o máximo sadismo possível.
Pobre Noé; se estivesse em Portugal, não conseguiria salvar a espécie humana. A razão: perdeu-se a noção da finalidade da administração pública, da máquina administrativa do Estado. Nada está organizado com clareza, simplicidade, tarefas bem definidas por forma a responsabilizar os servidores, seriedade e repulsa pela corrupção. É indispensável uma verdadeira reforma administrativa para os cidadãos serem bem servidos e apoiados, mas que não fique no tinteiro...

publicado por TC às 17:34
29
Out
07

"A associação "Abraço" recebeu 30 meninos com HIV. Estamos a necessitar de

roupa para rapariga de qualquer idade e para rapaz dos 6 aos 14 anos para

este projecto (trinta crianças a cargo).

Se quiserem colaborar por favor contactem:

Maria José Magalhães Telef.: 217997500 - (Associação "Abraço") / 223756655

- (VILA NOVA DE GAIA) / 800225115 (LINHA AZUL).

Se não puderem ajudar pelo menos passem a mensagem para os vossos

contactos, por favor, não custa nada e pode estar a fazer a diferença.

OBRIGADO!"

publicado por TC às 23:03
Assembleia da República
Foi agora notícia a aprovação na Assembleia da República de uma nova versão do estatuto dos deputados em que foi introduzida a novidade de cada deputado passar a dispor de "assistente individual".
Importa recordar, para que não se pense que os senhores deputados andam por lá a tirar as fotocópias de que precisem ou a meter no correio as cartas que decidam enviar, que os deputados têm à sua disposição, para aquilo que precisarem, o secretariado dos seus grupos parlamentares, com os respectivos assessores e técnicos, e que podem também recorrer aosserviçosde apoio técnico da assembleia, constituídos por funcionários do quadro da Assembleia da República.
Muita gente, e bem paga.
A inovação do " assistente individual ", que acrescerá a tudo isso, representa portanto o abrir de uma porta para resolver os problemas de desemprego de uma multidão de jovens apaniguados e parentes que se acotovelam nas sedes partidárias e andam insistentemente a moer a cabeça aos venerandos parlamentares. É a questão do desemprego das segundas e terceiras filas da classe política, um dos dados mais relevantes para entender certos projectos que ciclicamente surgem na ribalta.
O que é assustador é antever as possíveis consequências da medida. Lembramos que para além de honorários e prebendas próprias do exercício docargo esses " assistentes individuais" entram logo para o quadro da função pública. O que vale por dizer que é previsível a cobiça que tal cargo vai despertar, e a alta rotatividade que o irá caracterizar (são 230 decadavez...).
Vai funcionar em bola de neve... em poucos anos entrarão mais uns milhares de funcionários públicos, para um quadro que se dizia congelado, e em época de contenção e austeridade.
O que é difícil é calcular os milhões que esse processo irá custar (para além do escândalo que será observar as identidades dos privilegiados com essa entrada, num tempo em que para os outros as portas estão todas fechadas).
Vai parecer um arrastão...
publicado por TC às 17:37
28
Out
07

«São 362 partos no espaço de cerca de um ano e quatro meses, o que está dentro do que eram as expectativas. Até está um pouco abaixo das previsões, que eram mais um parto por dia no hospital», disse Marcelino Borrallo Moreno.

O director médico do Hospital Materno Infantil de Badajoz falava à Lusa na cidade espanhola de Badajoz, à margem do curso Saúde sem Fronteiras, que termina hoje.

O curso, que começou quinta-feira, esteve integrado no encontro Ágora - O Debate Peninsular e abordou vários temas relacionados com a cooperação transfronteiriça na área sanitária entre Espanha e Portugal.

A região portuguesa do Alentejo e a Extremadura espanhola são duas das regiões dos dois países que têm desenvolvido, desde 2002, um conjunto de projectos comuns em termos de saúde.

A assistência às grávidas de Elvas e Campo Maior no Materno Infantil de Badajoz, depois da sala de partos do Hospital de Elvas ter encerrado, em Junho do ano passado, é uma dessas parcerias.

De acordo com Marcelino Borrallo Moreno, dos 362 partos, 198 aconteceram já este ano e os restantes 164 verificaram-se em 2006.

publicado por TC às 23:35

O ministro da Justiça, Alberto Costa, defendeu hoje a possibilidade de os Serviços de Informações fazerem escutas telefónicas para «garantir a segurança nacional», em casos como para prevenir atentados terroristas.

«Se é possível interceptar comunicações para investigar crimes já ocorridos, será também de contemplar a mesma possibilidade para garantir a segurança nacional, por exemplo, para prevenir um atentado terrorista», afirmou Alberto Costa, em entrevista ao semanário Sol.

In: Portugal Diário

Resta-nos saber, a nós, cidadãos comuns, quem controlará essas escutas, quem controlará o SIS, quem controlará os abusos, que de uma forma ou outra, acabarão por surgir? Mas o pior ainda está para vir, pois sobre o mesmo ideal, que era em defesa do estado a PIDE/DGS, tinha livre arbítrio para decidir quem prender, quem torturar, quem manchar o nome, enfim, tinha a faca e o queijo, com a conivência claro está do estadista, esse iluminado que deixou Portugal atrasado em mais de quarenta e tal anos. Não posso, deixar de me manifestar contra aquilo a que sob o pretexto de que Portugal estará sob ameaça Terrorista, o SIS, ou outro organismo qualquer, a vigiar o que dizemos ou sequer pensámos.

Ou será, que também houve um combinado atentado ao solo Português aquando da visita de Sócrates aos EUA?

São questões pertinentes a que eu estou atento, mas quero também dizer que não embarco em euforias histéricas de que agora somos todos vigiados, apenas sigo os factos, como o caso do blogue "Do Portugal Profundo", o caso "Charrua", etc. Acho que é estranho, e são estranhas as declarações do Ministro da Justiça, apenas e só.

publicado por TC às 11:49
27
Out
07
"A justificação da pedofilia
Grande Pedro Namora! Porque é nas alturas críticas, nos momentos de pressão, ameaça e perseguição, como esta de agora em que foi lançada uma campanha orquestrada contra a dra. Catalina Pestana, que importa defender a verdade e reclamar a justiça.

A denúncia do herói Pedro Namora ao CM de hoje, 27-10-2007, de que "pessoas importantes deste País continuam a ir buscar crianças para jantar" e de que na Casa Pia "há crianças que continuam a ser procuradas e a ser abusadas" (reafirmada na entrevista ao Jornal das ... Sete da SIC-Notícias de 27-10-2007, onde confirmou o que escreveu no seu blogue sobre a política actual de permissividade face à pedofilia, na sua prevenção, repressão e punição, nomeadamente na inclusão dos abusos sexuais de crianças na figura do crime continuado) que se segue à 2.ª parte da entrevista ao Sol da ex-provedora Catalina Pestana de 13-10-2007, tem de merecer para as autoridades públicas a mesma indignação e prioridade que o povo atribui.A prioridade da investigação, repressão e punição da pedofilia não deve ter mesma prioridade da corrupção do futebol, nem a prioridade da fraude fiscal do Furacão: tem de ter uma prioridade muito maior, tendo em conta o alarme social que provoca. Todavia, contra o sentimento de profunda indignação do povo, vemos as prioridades invertidas, pois segundo o CM de hoje, 27-10-2007, relativamente às novas denúncias de pedofilia, a Procuradoria-Geral da República informa que... "não foi constituída, até agora, nenhuma equipa especial por tal não se justificar"!!!...

Sem controlo sobre o exercício das funções públicas pelos seus representantes, resta ao povo a denúncia pública dos factos e a manifestação da indignação pelos abusos continuados, perante a imunidade e impunidade do salvo-conduto político de cúmplices, amigos e medrosos. E, apesar das ameaças de morte e da perseguição oficial e oficiosa, manter a chama viva da protecção das crianças portuguesas e da luta contra a rede pedófila de controlo do Estado - que não controla tudo nem sempre, mas influencia o Estado, entendido numa perspectiva alargada, incluindo também os media e outras instituições de poder, para garantir uma quase-completa imunidade e impunidade para este crime de horror quando praticado por pessoas de poder."
Este post foi copiado do Portugal Profundo. Abraço Balbino
publicado por TC às 22:27
24
Out
07

Clica na foto para aumentar
publicado por TC às 20:44
22
Out
07

Falta de elementos levou a quebras significativas de operacionalidade em vários departamentos. Criminalidade não diminuiu, mas há menos detenções, buscas e prisões preventivas. Directoria de Lisboa é a mais afectada. Ministro anunciou contratação de operacionais em 2009, mas ainda não serão suficientes

A Polícia Judiciária perdeu 84 inspectores no espaço de um ano, revela a edição desta segunda-feira do DN. Segundo o jornal, estes números revelam uma quebra de 7,6 por cento, comparando com igual período de 2006 e revelou quebras significativas de operacionalidade em vários departamentos.

O DN avança que a perda de eficiência se destaca sobretudo, na Directoria de Lisboa, onde diminuíram as detenções (32 por cento), as buscas (13 por cento) e as prisões preventivas, mas não diminui a criminalidade.

Os sectores em que se regista uma maior perda de inspectores (10 por cento) são a Direcção Central Investigação e Combate ao Crime Económico e Financeiro (DCICCEF) e a Direcção Central de Combate ao Banditismo (DCCB), o mesmo acontecendo em Aveiro e Braga (14 por cento), Porto (8 por cento) Faro (7 por cento) e Lisboa (7 por cento). Desde fins dos anos 90, a PJ perdeu 240 elementos de investigação criminal e recentemente o Ministro da Justiça anunciou a contratação de 150 operacionais em 2009. O que significa que, ainda assim, o défice vai manter-se.

No combate ao crime económico-financeiro, embora o departamento tenha perdido 10 por cento dos investigadores, as buscas aumentaram quase 80 por cento, comparando-se ambos os semestres, verificando-se um crescimento ainda maior no número de intercepções telefónicas (52-130). O número de arguidos também cresceu significativamente, tal como as vigilâncias. Em contrapartida, baixaram as detenções (13 por cento) e as prisões preventivas.

A minha análise:

Porque será, que isto acontece numa polícia deste calibre, que deveria ser o garante da democracia, e trabalhar em prol desta? Está-se mesmo a ver a quem interessa este deficit de elementos, os números acima não enganam, o sector de criminalidade mais beneficiado com a falta de uma PJ apetrechada, são o “CRIME ORGANIZADO” ou o de “COLARINHO BRANCO”. Pois, é a par de outras medidas, ainda que algumas encapotadas, é que se nota a vontade política destes canalhas que nos têm governado, como por exemplo:

- A falta de combustível, ou a forma de o obter, reinam na PJ.

- A falta de um parque automóvel capaz, de armamento eficaz, e meios técnico-científicos de vanguarda, face ao grau de criminalidade complexo cada vez mais crescente.

- E para mim, o mais importante de todos, o DESCRÉDITO, em que a instituição tem caído, aos olhos da Comunicação Social, por culpa deste nosso PR, e PM, incapazes de bater o pé, a meia dúzia de “HOOLIGANS”, que apareceram em Portugal, armados em “DAMAS DE FERRO”, e em bons “PURITANOS”, arrastando na lama o bom nome da PJ, e de PORTUGAL. Aos Ingleses, esses arrogantes prepotentes, lhes digo uma só coisa, BAIXEM A BOLINHA, POIS O GUARDA-REDES É ANÃO, E SE, SE SENTIREM INCOMODADOS, RUA!!!!

VIVA A PJ, VIVA PORTUGAL!!! CÁ MANDÁ-MOS NÓS…(Se o Sócrates, e o Aníbal não dizem nada… digo eu!)

A MIM NINGUÉM ME CALA!!!

OBS: Eu retirei esta notícia do Portugal Diário, mas o incómodo é tanto, que algumas horas depois já não consta nada nesse site. Mas podem vê-la aqui no Diário Digital
publicado por TC às 21:16
Um Portugal desconhecido e muito atento

Ferreira Fernandes

O PGR Pinto Monteiro disse ao Sol suspeitar que ele próprio era alvo de escutas ilegais: "Como vou lidar com isso? Não sei. Como vou controlar isso? Não sei."

Pinto Monteiro, é a autoridade maior da investigação em Portugal... Estamos, pois, em plena guerra. Falo da "Guerra" de Solnado. "- Sargento, fiz um prisioneiro! - Onde é que ele está? - Não quis vir..."

Ainda sobre elas, as escutas, relembro a recente entrevista ao JN de Amália Morgado, que foi juíza no Tribunal Criminal do Porto durante 11 anos. Quando a PJ lhe apresentava números para escutar A ou B (os juízes têm de validar), ela confirmava se os telefones eram mesmo deles e "não poucas vezes", garante, não pertenciam à pessoa indicada. É simples curiosidade que leva a estas malandrices? Claro que não. Fazer escutas ilegais comporta esforço e riscos. Logo, quem o faz tem de ganhar com isso. Logo, existe uma indústria de chantagem. Não se sabia? Pois, a chantagem é um negócio discreto.

Sobre este assunto pode ler-se também:

Advogados exigem explicações do Governo sobre Pinto Monteiro

O telemóvel do procurador
publicado por TC às 19:32
20
Out
07
É do conhecimento geral que as autarquias se debatem com dificuldades de vária ordem, sendo muitas de difícil solução devido à interacção de factores diversos. Um dos problemas resulta do excesso de pessoal político.

Como aqui foi referido, por várias vezes, os organismos do Estado têm sido transformados em centros de emprego, vocacionados para os jovens menos dotados e que se distinguem pela sua «devoção» ao partido como forma de sobrevivência. Como afirmou, há cerca de um ano, uma vereadora da Câmara Municipal de Lisboa, a propósito do excesso de assessores no município, estes são nomeados com base na confiança política e não na competência técnica. Conscientes desse favor que o político amigo lhes faz, procuram não lhe desagradar, para não perderem o chorudo salário (actualmente são 4.000 € mensais) e para garantirem uma candidatura nas próximas eleições legislativas ou autárquicas e, assim, prosseguirem na «carreira» política.

Esta situação de excesso de parasitas que nada de útil produzem e da necessidade de encomendar estudos fora a amigos políticos, condicionados à partida com o objectivo que é marcado, criam custos elevadíssimos, levando à realidade surgida com frequência nos jornais com títulos como este «Câmaras atoladas em dívidas».

Porquê tantas dificuldades e tantas dívidas? Só pode, em termos gerais, ser atribuída a falta de boa gestão dos assuntos das autarquias, porque os assessores não se limitam à quantidade necessária e não possuem competência e experiência técnica que lhes permita serem úteis, assessorando correctamente os decisores. Estudos que deviam ser feitos por eles, têm de ser encomendados, também a amigos correlegionários. Para obter tal competência, as Câmaras, tal como todos os outros sectores públicos, devem renunciar ao apadrinhamento dos «boys» e «girls» da família oligárquica, deixar de ser centro de emprego de amigos e começar já obter pessoal através de concursos públicos devidamente preparados e bem conduzidos, sem favores nem corrupção.
publicado por TC às 11:34
19
Out
07
Este é sem dúvida o melhor jogo para PC de sempre!!!


Eu fiz 72356

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publicado por TC às 18:20
18
Out
07
Realmente o Sr. P.R. devia ter muita vergonha de dizer as barbaridades que diz!!!

Cópia do post de 5 de Dezembro de 2006:

Terça-feira, Dezembro 05, 2006

Sr. Presidente - Não havia necessidade!
Comentários para quê?
ANIBAL CAVACO SILVA Actualmente recebe três pensões pagas pelo Estado, distribuídas da seguinte forma:
¤ 4.152,00,00 euros - Banco de Portugal.
¤ 2.328,00 euros - Universidade Nova de Lisboa.
¤ 2.876,00 euros - Por ter sido primeiro-ministro.

Podendo acumulá-las com o vencimento de P.R. !
Porque será que, o Expresso, o Público, o Independente, o Correio da Manhã e o Diário de Notícias, não abordaram este caso, mas trataram os outros conhecidos, elevando-os quase à categoria de escândalos, será que vão fazer o mesmo que fizeram com os outros???
Não será por isto a falência da Segurança Social?
Um abraço
publicado por TC às 11:20
17
Out
07
Hoje, aquando duma visita a um bairro social, o Presidente da Republica, disse aos jornalistas sentir-se envergonhado com a pobreza em Portugal. (Ler aqui)

Mas o Sr. Presidente da Republica de Portugal, está assim tão perturbado com a pobreza, e diz a certa altura aos jornalistas, e passo a citar:

«Envergonho-me um pouco desta posição» falando acerca de Portugal estar na cauda da EUROPA, quanto aos países mais pobres da UNIÃO.

«Estou convencido que o Estado só por si não consegue resolver estes problemas»

E diz ainda:

«...que os cidadãos se organizem, trazendo ao de cima a sua consciência social...»

E então pergunto eu:

- Oh, Sr. Presidente da Republica Portuguesa, então o Sr., assim tão incomodado com os números da pobreza no nosso país, não poderia abdicar de uma das quatro pensões que recebe, em benefício do combate à pobreza, e assim dar o exemplo a outros milhares de políticos em Portugal, na mesma situação, exigindo destes a tal consciência social, ou é só para o trabalhador por conta de outrem, e para meia dúzia de empresários (pequenos e médios, que os grandes , tá quieto), será só para esses a consciência Social?

- E onde é que o Sr. estava, quando era primeiro ministro, estas situações já existiam, e o que é que o seu governo de então fez? Agora, que não tem poderes governativos é que o choca?

HAJA DECÊNCIA, HAJA HONESTIDADE E ACIMA DE TUDO, DEIXEM DE SER HIPÓCRITAS!!!
publicado por TC às 21:38
16
Out
07
Julgar a Justiça

Por Manuel António Pina, jornalista do Jornal de Notícias

O próximo julgamento mediático (se saltar para os media o debate que vai nos meios judiciários) será o julgamento do julgamento do processo Casa Pia, que se arrasta interminavelmente (e, para alguns, como a ex-provedora, suspeitamente) na Boa Hora.

A importância do julgamento desse julgamento e das circunstâncias que o têm rodeado é que ele poderá ser o julgamento do mito da independência do poder judicial (e, com a nova Lei de Segurança Interna, da investigação criminal) face não só ao poder político-partidário mas aos poderes fácticos que alegadamente se movem nos seus bastidores.

Neste quadro, as declarações da ex-provedora ao "Sol" são perturbadoras menos pelo que dizem do que pelo que deixam entredito, tanto mais que parecem vir ao encontro daqueles que, magistrados e juristas (entre eles figuras prestigiadas como o prof. Costa Andrade), têm visto nas recentes reformas das leis penais uma "resposta" ao processo Casa Pia, que, nas palavras do ex-director-geral da PJ, Santos Cabral, terá criado "certo desconforto na classe política".

Pior do que leis "ad hoc" e aparentemente feitas "por medida" podem gerar nos cidadãos é o descrédito da ideia de uma Justiça independente e igual para todos, que é um dos pilares fundamentais do sistema democrático.

NOTA: Será grave dizerem-se tais coisas da Justiça? Ou será mais grave a Justiça dar motivo a tais palavras? O certo é que era suposto a Justiça ser cega e tratar os processos segundo critérios rigorosos independentes da qualidade social, profissional ou política dos arguidos. Mas «errar é humano», «a carne é fraca», «no melhor pano cai a nódoa», poucos resistem às grandes tentações. Estou a recordar um quadro «o bom e o mau juiz» que em 1982 estava no antigo tribunal de Monsaraz, de onde se conclui que o conceito de «cegueira» da Justiça não implica obrigatoriamente que todos os seus agentes sejam rigorosos na sua aplicação.
publicado por TC às 16:41
14
Out
07
OE 2008: Finanças admite gralha beneficiando reformas altas

O Ministério das Finanças admitiu a existência de uma gralha no Orçamento do Estado para 2008, que gerava benefícios aos pensionistas com reformas mais elevadas, num comunicado distribuído à comunicação social.

A admissão da gralha no OE surge depois de vários órgãos de comunicação social (OCS) terem noticiado que as alterações propostas no âmbito das deduções de IRS para os pensionistas teriam como efeito um benefício das reformas mais altas e uma penalização daqueles que aufiram pensões mais baixas.

Resta a dúvida de esta gralha poder ter sido intencional, como aconteceu no Código do Processo Penal (Ver Fantasmas entre os legisladores???!!!) e, se os OCS não tivessem detectado essa injustiça, ela ficaria com orça de lei a aumentar as distâncias sociais entre ricos e pobres.

A lição a retirar é a que tem sido repetida com as sugestões de usar o direito de expressar a indignação, ou de não se resignar. É preciso estar atento às tropelias dos detentores do Poder e levantar a voz. Com as manifestações de desagrado, algumas localidades fizeram o ministro da Saúde recuar no encerramento de maternidades, de centros de saúde e de urgências. Eles deitam o barro à parede a ver se pega. O povo tem de estar de olho abertos, para impedir a consolidação de trafulhices.
publicado por TC às 12:41
12
Out
07
Para pessoas a quem desapareceu uma filha, o negócio dos McCann vai muito bem.

http://store.findmadeleine.com/acatalog/Wristbands.html#a7

Que vergonha!

Coitados dos gémeos...
publicado por TC às 19:13
11
Out
07

Magistralmente explicado por António Barreto, o perfil ditatorial do actual Primeiro-Ministro.

Passe por favor este post, contribuindo assim para a consciencialização das pessoas do perigo que se avizinha para a democracia em Portugal.

Sócrates o ditador por António Barreto

A saída de António Costa para a Câmara de Lisboa pode ser interpretada de muitas maneiras. Mas, se as intenções podem ser interessantes, os resultados é que contam.

Entre estes, está o facto de o candidato à Autarquia se ter afastado do Governo e do Partido, o que deixa Sócrates praticamente sozinho à frente de um e de outro. Único senhor a bordo tem um mestre e uma inspiração. Com Guterres, o primeiro-ministro aprendeu a ambição pessoal, mas, contra ele, percebeu que a indecisão pode ser fatal.

A ponto de, com zelo, se exceder: prefere decidir mal, mas rapidamente, do que adiar para estudar. Em Cavaco, colheu o desdém pelo seu partido. Com os dois e com a sua própria intuição autoritária, compreendeu que se pode governar sem políticos.

Onde estão os políticos socialistas? Aqueles que conhecemos, cujas ideias pesaram alguma coisa e que são responsáveis pelo seu passado? Uns saneados, outros afastados. Uns reformaram-se da política, outros foram encostados. Uns foram promovidos ao céu, outros mudaram de profissão. Uns foram viajar, outros ganhar dinheiro. Uns desapareceram sem deixar vestígios, outros estão empregados nas empresas que dependem do Governo.

Manuel Alegre resiste, mas já não conta.

Medeiros Ferreira ensina e escreve. Jaime Gama preside sem poderes. João Cravinho emigrou. Jorge Coelho está a milhas de distância e vai dizendo, sem convicção, que o socialismo ainda existe. António Vitorino, eterno desejado, exerce a sua profissão. Almeida Santos justifica tudo. Freitas do Amaral reformou-se. Alberto Martins apagou-se. Mário Soares ocupa-se da globalização. Carlos César limitou-se definitivamente aos Açores. João Soares espera. Helena Roseta foi à sua vida independente. Os grandes autarcas do partido estão reduzidos à insignificância. O Grupo Parlamentar parece um jardim-escola sedado. Os sindicalistas quase não existem. O actual pensamento dos socialistas resume-se a uma lengalenga pragmática, justificativa e repetitiva sobre a inevitabilidade do governo e da luta contra o défice. O ideário contemporâneo dos socialistas portugueses é mais silencioso do que a meditação budista. Ainda por cima, Sócrates percebeu depressa que nunca o sentimento público esteve, como hoje, tão adverso e tão farto da política e dos políticos. Sem hesitar, apanhou a onda.

Desengane-se quem pensa que as gafes dos ministros incomodam Sócrates. Não mais do que picadas de mosquito. As gafes entretêm a opinião, mobilizam a imprensa, distraem a oposição e ocupam o Parlamento. Mas nada de essencial está em causa. Os disparates de Manuel Pinho fazem rir toda a gente. As tontarias e a prestidigitação estatística de Mário Lino são pura diversão. E não se pense que a irrelevância da maior parte dos ministros, que nada têm a dizer para além dos seus assuntos técnicos, perturba o primeiro-ministro. É assim que ele os quer, como se fossem directores-gerais. Só o problema da Universidade Independente e dos seus diplomas o incomodou realmente. Mas tratava-se, politicamente, de questão menor. Percebeu que as suas fragilidades podiam ser expostas e que nem tudo estava sob controlo. Mas nada de semelhante se repetirá.

O estilo de Sócrates consolida-se. Autoritário. Crispado. Despótico. Irritado. Enervado.

Detesta ser contrariado. Não admite perguntas que não estavam previstas. Pretende saber, sobre as pessoas, o que há para saber. Deseja ter tudo quanto vive sob controlo.

Tem os seus sermões preparados todos os dias. Só ele faz política, ajudado por uma máquina poderosa de recolha de informações, de manipulação da imprensa, de propaganda e de encenação. O verdadeiro Sócrates está presente nos novos bilhetes de identidade, nas tentativas de Augusto Santos Silva de tutelar a imprensa livre, na teimosia descabelada de Mário Lino, na concentração das polícias sob seu mando e no processo que o Ministério da Educação abriu contra um funcionário que se exprimiu em privado. O estilo de Sócrates está vivo, por inteiro, no ambiente que se vive, feito já de medo e apreensão. A austeridade administrativa e orçamental ameaça a tranquilidade de cidadãos que sentem que a sua liberdade de expressão pode ser onerosa. A imprensa sabe o que tem de pagar para aceder à informação. As empresas conhecem as iras do Governo e fazem as contas ao que têm de fazer para ter acesso aos fundos e às autorizações.

Sem partido que o incomode, sem ministros politicamente competentes e sem oposição à altura, Sócrates trata de si. Rodeado de adjuntos dispostos a tudo e com a benevolência de alguns interesses económicos, Sócrates governa. Com uma maioria dócil, uma oposição desorientada e um rol de secretários de Estado zelosos, ocupa eficientemente, como nunca nas últimas décadas, a Administração Pública e os cargos dirigentes do Estado. Nomeia e saneia a bel-prazer. Há quem diga que o vamos ter durante mais uns anos. É possível. Mas não é boa notícia. É sinal da impotência da oposição. De incompetência da sociedade. De fraqueza das organizações. E da falta de carinho dos portugueses pela liberdade.»

António Barreto faz o retrato de Sócrates

publicado por TC às 22:38
Já muito se tem falado dos "Computadores" a 150€, e da internet de Banda Larga por 15€ por mês, mas o que não tem sido dito, na minha modesta opinião, é o que verdadeiramente se poderá chamar de "Vigarice". Na blogosfera, tem-se grado uma contestação ao Plano Tecnológico de Sócrates, no meu entender, está errado, senão vejamos:
  1. O estado, tem proporcionado aos alunos do 10º ano, aos professores e aos formandos das novas Oportunidades, COMPUTADORES a um valor acessível (150€) quando na maioria dos casos, estes equipamentos, ascendem entre os 600€ e 700€. Até aqui, nada de mal, acho muito bem o governo porporcionar povo meios para a sua instrução.
  2. Estes computadores, serão acompanhados por acesso à Internet de Banda larga, e aqui é que começa a dita, e-Vigarice, ou então, os compadrios. Já foram entregues + de 50000 computadores, e todos eles, agarrados à TMN.
Não que eu queira ser contra esta operadora pioneira nas telecomunicações móveis, nada disso, quero é dizer que, na altura da inscrição, no site e-escola, disponibilizavam, ou pretendiam disponibilizar, 4 redes à escolha, sendo elas: SAPO, OPTIMUS, VODAFONE e TMN. O que aconteceu, é que quem quisesse fazer a inscrição no dito site, deparava-se com o cenário de só a TMN, poder ser a escolhida, dando assim um handicap à partida a todas as outras.

Se, o governo quer ajudar a TMN, deve fazê-lo mas de cara aberta, não com subtrefúgios da pior espécie, como os descritos anteriormente, e sabendo eu de fonte segura, que atrasaram a entrega destes aparelhos nas outras operadoras ao máximo, para assim a TMN levar a Vantagem.

Não embarco, nas opiniões de muitos bloggers, embora as respeite, mas o Governo, dá assim com uma mão, retirando com as duas. E este plano tecnológico, é uma coisa boa, sim senhor, mas também é uma panelinha, onde todos comem.
publicado por TC às 20:32
09
Out
07
Um artigo publicado recentemente num blog vizinho descreve com realce as situações equívocas de acontecimentos recentes criadas pela falsidade e pela arrogância políticas. Será que esses alarves só se arvoram em defensores das necessidades nacionais até ao dia em que são eleitos e depois, quando se desviam dos seus compromissos e obrigações, desresponsabilizam-se procurando bodes expiatórios? Por definição, um irresponsável é um bandalho indigno. Ou não? E quem conta histórias e faz promessas falsas com o fim de obter qualquer coisa por logro comparável a saque, não usa o método dos burlões?

A dita descrição é tão realista que se transcreve para aqui completa.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .



Quem não é por mim....

Tudo terá começado quando o Primeiro-Ministro, em reacção ao discurso do P.R. no 5 de Outubro, nos fez saber, de viva voz, que não tem problemas com os professores, mas com os seus sindicatos.
Dúbio e estranho sinal de quem pretende dignificar aqueles profissionais da Educação, como aconselhou o Chefe de Estado!
Se por mais não fosse, Sócrates não se pode esquecer que os sindicalistas são eles também professores e representam os seus associados, uma larga fatia desses profissionais.
Seguindo a sua linha de pensamento, os três mil policias que há dias se manifestaram no Parque das Nações não representaram o descontentamento dos elementos que integram esta força de segurança, no seu todo. Era mais um grupo de comunistas!....
Mas o que me preocupa, seriamente, são os sinais de perigoso autoritarismo que vieram de Montemor-o-Velho, na recepção ao Senhor Engenheiro.
Dois grupos distintos, cada qual pelas suas motivações, o aguardavam: um, aperaltado, de fato e gravata, como convém à adulação, com fartas palmas e convenientes salamaleques; outro, sem traje de cerimónia, exteriorizando toda a sua revolta pelas medidas lesivas de que se sentem vítimas e por repulsa pelas palavras de desconsideração de quem governa.
Mesmo após terem sido despojados de todos os cartazes de protesto, os agentes de autoridade ali presentes, mantiveram-nos, à força, bem distantes do grupo adulador. Não iam armados, para além das armas roucas das suas gargantas, sendo certo que o P.M. tinha a sua segurança pessoal para fazer face a qualquer palmada que lhe acertasse na face sorridente.
Mas....nada de misturas! Quem não era por Sócrates, era contra Sócrates!
E, se estes últimos não batiam palmas nem se prestavam aos tais salamaleques, não tinham o direito de se aproximar de Sua Senhoria!
Dir-me-ão que o ónus dessa medida pouco democrática ficará com o responsável pela manutenção da ordem no local. Cai por terra essa acepção: quem já esqueceu aquele episódio de há anos em que o Marocas, então investido do mais alto cargo da Nação, gritou, de forma agressiva, para os policias que abriam caminho à sua comitiva, ordenando-lhes que se fosse embora?! E eles foram....
Também ficámos a saber que as manifestações de desagrado junto do Senhor Engenheiro são de iniciativa dos comunistas, os tais que quando eu, e muito mais aquele senhor, ainda andava de cueiros, nos diziam "comerem criancinhas ao pequeno almoço". E que eram a causa de todos os males que ocorriam por terras de Santa Maria. Também naqueles tempos, quem não concordasse com o Governo era comunista....
Os comunistas são espantalho para toda a pardalada!
Cabe-me , a mim que nunca alinhei com as propostas de Lenines ou Maos, interrogar: eram só comunistas os manifestantes da Ponte 25 de Abril no caso das portagens e que foi a causa próxima para a deposição de Cavaco Silva? Lembro-me bem que, por entre os manifestantes havia muito pessoal conotado com o partido actualmente no governo, mesmo deputados! Nessa e em muitas manifs, quando o PS não era Governo...
Além do mais - e é isto que o Senhor Engenheiro não vê ou não quer ver -, são só os comunistas os lesados por esta política cerceadora de direitos adquiridos? Das alterações às regras a meio do jogo, com retroactividade só e quando lesa os servidores do Estado e outros trabalhadores? Duma política económica que nos estrangula a bolsa e acelera o desemprego? Duma falência atroz e desumana na Saúde e na Educação? Dum autoritarismo e arrogância que já se não viam desde o tempo do Tio Oliveira?
Pois, não! Mas os culpados são sempre os outros, ou os velhos comunistas ou o defunto de Santa Comba!
Haja bom senso, senhor Primeiro Ministro! Caia em si, arrepie caminho, para bem do povo (em nome de quem governa) e para bem da Democracia, pois, pressinto, que a continuar por esse trilho, não me surpreenderia se em breve o ouvir gritar:
Quem não é pela "Nação" é contra a "Nação"!
Quem não é pelo Governo é comunista!


Há ciclos da nossa História que não gostaríamos de saber reeditados!

Publicado no blog Vouguinha

publicado por TC às 01:41
08
Out
07
publicado por TC às 21:22
Por causa de um inenarrável contrato assinado em 1994, a Lusoponte tem o exclusivo rodoviário na travessia do Tejo a jusante da ponte de Vila Franca de Xira.
Quem negociou tão original contrato?
O ministro das Obras Públicas, Engº. Joaquim Martins Ferreira do Amaral.
E por causa desta exclusividade, a Lusoponte poderá vir a receber uma compensação por causa da construção da terceira ponte sobre o Tejo .
Quem é que está contente?
O presidente do Conselho de Administração da Lusoponte, Engº. Joaquim Martins Ferreira do Amaral.
publicado por TC às 14:57
06
Out
07
Corrupção: Cavaco pede mais leis, PS diz que não

Susete Francisco

É preciso ir mais longe. Cavaco Silva voltou ontem ao tema do combate à corrupção para defender a necessidade de aprofundar um quadro legal que permita uma "maior transparência da vida pública".

No discurso evocativo do 5 de Outubro, o Presidente da República sublinhou as "múltiplas iniciativas" apresentadas no Parlamento para "aumentar a eficácia da luta contra a corrupção". Mas deixou claro que não chega: "Apelo a que os senhores deputados aprofundem o esforço já empreendido."

Para ler todo o artigo do Diário de Notícias, faça clique aqui.
Sobre este tema há muitos artigos neste blog. No entanto, parece que não faltarão oportunidades de voltar ao assunto, para infelicidade da generalidade dos portugueses.
publicado por TC às 11:57
Thomas Jefferson foi o terceiro presidente dos EUA e um dos mais importantes e celebrados. Embora tivesse sido um dos fundadores do partido Democrata-Republicano, predecessor do actual partido conservador Republicano, que hoje espalha a miséria na sua nação, os seus sentimentos e a sua ideologia não foram esses.


Uma das suas frases mais célebres foi a seguinte.
When the government fears the people, there is liberty. When the people fear the government, there is tyranny.

Impregnada de sentido e de fundamento, a sua tradução é simples.
Quando o governo receia o povo, há liberdade. Quando o povo receia o governo, há tirania.

O que ele escreveu no rodar do século XVIII para o XIX continua tão actual como o era na altura.
publicado por TC às 01:50
05
Out
07
Greenspan, economista, disse:

«O que nos tem feito progredir não é o físico, mas o intelecto.»

Ficamos na dúvida do objectivo de um PM, quando, em visita oficial a um País estrangeiro, passa parte da manhã com os seus seguranças e a televisão a fazer «jogging», sendo mais lógico estar a dar uma última vista de olhos aos dossiês e refrescar os argumentos a utilizar na reunião a ter lugar de seguida.
publicado por TC às 17:06
02
Out
07
As conversas telefónicas que o semanário "Sol" publicou, no passado Sábado ,são mais uma razão para ser revogado o regime de publicação das conversas telefónicas , escutadas nos vários processos.A publicação tem de ser livre, porque é do interesse público.

O Poder, o arco PS/PSD/CDS, movimenta-se subterraneamente, ao sabor dos interesses das lojas maçónicas ,umas vezes ,e da Opus Dei outras.
No fundo, jogos de poder.
O jornal "O Sol" teve a coragem de as publicar e desmascarar José Sócrates, mais Paulo Portas, mais Rui Pereira.

Há uma outra situação preocupante. Parece que o Ministro da Administração Interna está a castigar o Juiz Dr. Carlos Alexandre, juiz de instrução do Tribunal Central de Instrução Criminal, que validou as escutas, que ordenou as buscas.

O Juiz Carlos Alexandre sofreu um "assalto" na sua casa, facto noticiado no jornal Expresso da passada semana. Terá pedido protecção, a cargo da PSP, mas o Ministério da Administração Interna, atavés da sua longa mão na PSP, não lhe terá disponibilizado segurança pessoal.

Estive no Tribunal da Boa Hora, na passada sexta-feira e o caso é comentado entre advogados e outros, grassando a revolta pela prepotência, dizem.

Se for verdade que Rui Pereira, enquanto Ministro da Administração Interna está a prejudicar e a pôr a vida, e a liberdade do Juiz Carlos Alexandre em perigo, não lhe atribuíndo segurança pessoal - ao contrário do que acontece com a Drª Ana Peres do caso Casa Pia e do próprio "Bibi" - então as coisas são muitissimo graves.

O Juiz Carlos Alexandre é só o equivalente português ao juiz Baltazar Garçon, em Espanha.

Tem a ser cargo, como juiz de instrução, os processsos "Furacão", "Portucale", "Burla às OGFE envolvendo militares , incluindo oficiais generais portugueses , polacos e bitânicos", entre outros, que mexem com o Poder.
O Poder estará a apertar o juiz Carlos Alexandre, negando-lhe segurança pessoal, condições de trabalho.
Quem como eu luta contra a corrupção, o tráfico de influências, o amiguismo e a cunha, só pode ficar preocupado. E revoltado.

O Ministro Rui Pereira tem de agir na prossecução do interesse público. Não pode interferir no Poder Judicial ,nem directa nem indirectamente. E como diz o Povo "há muitas maneiras de matar moscas".

O Presidente da República tem de tomar uma posição sobre esta questão e nós devemos denunciá-la, sem medos, sem constrangimentos.

Porque se o MAI não proporcionar ao juiz Dr. Carlos Alexandre as condições para ele se sentir livre e seguro no seu trabalho, há uma inversão total dos valores.
Um ataque ao Estado de Direito e à Liberdade da Justiça actuar.
Se acontecer alguma coisa ao Dr. Carlos Alexandre, alguém vai ter de ser responsabilizado.

Os jogos das lojas maçónicas - verdadeiros centros de emprego e tráfico de influência, como se vê das escutas publicadas pelo "Sol" - são os principais agentes do marasmo que é Portugal.

Este post foi copiado do José Maria Martins

publicado por TC às 16:32

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