...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

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29
Set
08
Desculpa Kaos por copiar mais um post teu..........mas está simplesmente perfeito e em total sintonia com o que eu penso.

Recebi do amigo "Protesto Gráfico" (a quem agradeço a simpatia e a qualidade do trabalho) esta imagem acompanhada pelo seguinte mail.

"Confesso que fui um dos que contribuiu para eleger o engenheiro Socrates como primeiro ministro. Pelo facto peço encarecidamente desculpa a todos os portugueses... É evidente que não tenciono repetir o erro. No entanto espanta-me a existência daqueles indivíduos que, com memória extremamente curta, se esquecem do mal que os desgovernantes oriundos do PS e PSD tem feito aos portugueses nestas últimas duas décadas; a sua arrogância, a sua completa displicência em dispôr do erário público para realizar investimentos elefantinos, o compadrio com os grandes interesses económicos, a imoralidade e falta de integridade, as políticas desastrosas ou, no mínimo, ineficazes... no fundo, e para resumir, a total falta de craveira governativa, sentido de estado e estatura moral. Este sistema perpetua-se a si mesmo com a alternância entre os dois partidos principais que se transformaram em agências de defesa dos interesses dos seus correligionários.
MERECEMOS MELHOR
Circula por aí uma campanha que diz: "Sou professor e não voto PS". Eu pretendo mais... Digo. "Sou professor e não voto PS nem PSD". E nos outros, logo se verá..."

Eu acrescentaria também o CDS que se tem amantizado com um ou com o outro só para se ir aproveitando das mordomias do poder.
Kaos

Eu acrescento ainda este comentário:

Para os que já me responderam "então votar em quem" só posso responder - PS, PSD e CDS já nos provaram em 20 e tal anos que são maus e ruinosos para o país.
Os outros? Não sei.
Pior? Duvido.
Arrisco? EU PREFIRO ARRISCAR.
O verde é de esperança.
publicado por TC às 23:14
De Deusa Odoyá a 30 de Setembro de 2008 às 03:11
Olá meu novo amigo.
Passei para lhe dar um oi.
Recheado de muito carinho e luz.
Repleto de muita fé e forte como uma energia.
um blog muito interessante, onde podemos expressar nossas insatisfações quanto aos políticos de nossos paises.
Uma semana de paz.

Beijos da amiga do lado de cá.
Regina Coeli.


TE aguardo em meu cantinho.
De Joaquim Moreira a 30 de Setembro de 2008 às 11:18
"A vereadora do PS responsável Acção Social da Câmara de Lisboa, que até ao final do ano passado pagava 146 euros de renda à autarquia por uma casa de duas assoalhadas no centro da cidade, na Rua do Salitre, tem uma reforma de cerca de 3350 euros."
Publico-30/09/2008

Palavras para quê?
Eles é que se governam e os outros que se lixem
De Tiago a 30 de Setembro de 2008 às 17:55
EU PREFIRO ARRISCAR

Eu também! Por um Portugal, mais justo e mais democrático, dê-se o poder ao povo, e lute-se pela igualdade e justiça. O voto é a arma do povo, a greve e a manifestação também o são. O silêncio é cobardia e ignorância!

Antitudo (http://antitutti.blogspot.com) IS BACK
De Beezzblogger a 30 de Setembro de 2008 às 22:18
Eu também arrisco, aliás desde os 18 anos que ando a arriscar, e o meu voto vai sempre para eles, pois ainda não os vi no poder e não sei se fariam melhor, mas tenho de arriscar, será no PCP, sempre.

Abraços
De Anónimo a 30 de Setembro de 2008 às 23:16
tita Diz:
30 Setembro, 2008 às 5:09 pm

Falta de Pudor. Só?

A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, tem aparecido na
televisão e até no Parlamento, o mesmo não sucedendo ao seu secretário
de Estado, Valter Lemos. É pena, porque este senhor detém competências
que lhe conferem um enorme poder sobre o ensino básico e secundário.
Intrigada com a personagem, decidi proceder a uma investigação. Eis os
resultados a que cheguei.
Natural de Penamacor, Valter Lemos tem 51 anos, é casado e possui uma
licenciatura em Biologia: até aqui nada a apontar. Os problemas surgem
com o curriculum vitae subsequente. Suponho que ao abrigo do acordo que
levou vários portugueses a especializarem-se em Ciências da Educação
nos EUA, obteve o grau de mestre em Educação pela Boston University. A
instituição não tem o prestígio da vizinha Harvard, mas adiante. O
facto é ter Valter Lemos regressado com um diploma na “ciência” que,
por esse mundo fora, tem liquidado as escolas. Foi professor do ensino
secundário até se aperceber não ser a sala de aula o seu habitat
natural, pelo que passou a formador de formadores, consultor de
“projectos e missões do Ministério da Educação” e, entre 1985 e 1990, a
professor adjunto da Escola Superior do Instituto Politécnico de
Castelo Branco.
Em meados da década de 1990, a sua carreira disparou: hoje, ostenta o
pomposo título de professor-coordenador, o que, não sendo doutorado,
faz pensar que a elevação académica foi política ou administrativamente
motivada; depois de eleito presidente do conselho científico da escola
onde leccionava, em 1996 seria nomeado seu presidente, cargo que
exerceu até 2005, data em que entrou para o Governo. Estava eu
sossegadamente a ler o Despacho ministerial nº 11 529/2005, no Diário
da República, quando notei uma curiosidade. Ao delegar poderes em
Valter Lemos, o texto legal trata-o por “doutor”, título que só pode
ser atribuído a quem concluiu um doutoramento, coisa que não aparece
mencionada no seu curriculum. Estranhei, como estranhei que a
presidência de um politécnico pudesse ser ocupada por um não doutorado,
mas não reputo estes factos importantes. Aquando da polémica sobre o
título de engenheiro atribuído a José Sócrates, defendi que os títulos
académicos nada diziam sobre a competência política: o que importa é
saber se mentiram ou não.
Deixemos isto de lado, a fim de analisar a carreira política do sr.
secretário de Estado. Em 2002 e 2005, foi eleito deputado à Assembleia
da República, como independente, nas listas do Partido Socialista.
Nunca lá pôs os pés, uma vez que a função de direcção de um politécnico
é incompatível com a de representante da nação. A sua vida política
limita-se, por conseguinte, à presidência de uma assembleia municipal
(a de Castelo Branco) e à passagem, ao que parece tumultuosa, pela
Câmara de Penamacor, onde terá sofrido o vexame de quase ter perdido o
mandato de vereador por excesso de faltas injustificadas, o que só não
aconteceu por o assunto ter sido resolvido pela promulgação de uma nova
lei. Em resumo, Valter Lemos nunca participou em debates parlamentares,
nunca demonstrou possuir uma ideia sobre Educação, nunca fez um
discurso digno de nota.

Chegada aqui, deparei-me com uma problema: como saber o que pensa do
mundo este senhor? Depois de buscas por caves e esconsos, descobri um
livro seu, O Critério do Sucesso: Técnicas de Avaliação da
Aprendizagem. Publicado em 1986, teve seis edições, o que pressupõe ter
sido o mesmo aconselhado como leitura em vários cursos de Ciências da
Educação. Logo na primeira página, notei que S. Excia era um lírico.
Eis a epígrafe escolhida: “Quem mais conhece melhor ama.” Afirmava
seguidamente que, após a sua experiência como formador de professores,
descobrira que estes não davam a devida importância ao rigor na
“medição” da aprendizagem. Daí que tivesse decidido determinar a forma
correcta como o docente deveria julgar os estudantes. Qualquer regra de
bom senso é abandonada, a fim de dar lugar a normas pseudocientíficas,
expressas num quadrado encimado por termos como “skill cognitivos”.
Navegando na maré pedagógica que tem avassalado as escolas, apresenta
depois várias “grelhas de análise”. Entre outras coisas, o docente
teria de analisar se o aluno “interrompe o professor”, se “não cumpre
as tarefas em grupo” e se “ajuda os colegas”.
Apenas para dar um gostinho da sua linguagem, eis o que diz no
subcapítulo “Diferencialidade”: “Após a aplicação do teste e da sua
correcção deverá, sempre que possível, ser realizado um trabalho que
designamos por análise de itens e que consiste em determinar o índice
de discriminação, [sic para a vírgula] e o grau de dificuldade, bem
como a análise dos erros e omissões dos alunos. Trata-se portanto, [sic
de novo] de determinar as características de diferencialidade do
teste.” Na página seguinte, dá-nos a fórmula para o cálculo do tal
“índice de dificuldade e o de discriminação de cada item”. É ela a
seguinte: Df= (M+P)/N
em que Df significa grau de dificuldade, N o número total de alunos de
ambos os grupos, M o número de alunos do grupo melhor que responderam
erradamente e P o número de alunos do grupo pior que responderam
erradamente.
O mais interessante vem no final, quando o actual secretário de Estado
lamenta a existência de professores que criticam os programas como
sendo grandes demais ou desadequados ao nível etário dos alunos. Na sua
opinião, “tais afirmações escondem muitas vezes, [sic mais uma vez]
verdades aparentemente óbvias e outras vezes “desculpas de mau
pagador”, sendo difícil apoiá-las ou contradizê-las por não existir
avaliação de programas em Portugal”. Para ele, a experiência dos
milhares de professores que, por esse país fora, têm de aplicar, com
esforço sobre-humano, os programas que o ministério inventa não tem
importância.
Não contente com a desvalorização do trabalho dos docentes, S. Excia
decide bater-lhes: “Em certas escolas, após o fim das actividades
lectivas, ouvem-se, por vezes, os professores dizer que lhes foi
marcado serviço de estatística. Isto é dito com ar de quem tem, contra
a sua vontade, de ir desempenhar mais uma tarefa burocrática que nada
lhe diz. Ora, tal trabalho, [sic de novo] não deve ser de modo nenhum
somente um trabalho de estatística, mas sim um verdadeiro trabalho de
investigação, usando a avaliação institucional e programática do ano
findo.” O sábio pedagógico-burocrático dixit.
O que sobressai deste arrazoado é a convicção de que os professores
deveriam ser meros autómatos destinados a aplicar regras. Com
responsáveis destes à frente do Ministério da Educação, não admira que,
em Portugal, a taxa de insucesso escolar seja a mais elevada da Europa.
Valter Lemos reúne o pior de três mundos: o universo dos pedagogos que,
provindo das chamadas “ciências exactas”, não têm uma ideia do que
sejam as humanidades, o mundo totalitário criado pelas Ciências da
Educação e a nomenklatura tecnocrática que rodeia o primeiro-ministro.

http://www.anomalias.weblog.com.pt/arquivo/401042.html
De Anónimo a 30 de Setembro de 2008 às 23:44
Eu também não votarei nesses senhores. Votarei no BE ou no PCP. Podem não ser melhores mas não se sabe se não tiverem oportunidade.
Deixo uma frase para usar na campanha eleitoral: "Português que se prese não vota PS, PSD ou CDS"
De Karocha a 1 de Outubro de 2008 às 00:10
Eu que sempre votei, vou votar nulo.
Disseram-me que se não houver 52% não há governo.
É Verdade?
De Anónimo a 2 de Outubro de 2008 às 16:53
Eu não vou votar em nenhum partido.Vou votar sim.Mas EM BRANCO, para saberem do meu desprezo e nojo pelos politiqueiros incultos e corruptos, para além de incompetentes, que são uns autênticos carneirinhos quando levantam o dedo na AR.Votando em branco desejo que o actual sistema político em vigor mude.Há outros modelos, experimente-se!Uma coisa eu tenho a certeza com os meus 45 anos: desde 1974 que tenho sido sistematicamente enganado.Infelizmente não há em Portugal alguém que OBRIGUE os partidos a cumprirem na íntegra as promessas das campanhas eleitorais.Também votei em Sócrates (mas não tenho partido)e penitencio-me, reconhecendo que votei num bando de ladrões e mafiosos, que, imagine-se, legislam leis e mais leis, que nos tribunais acabam por proteger os criminosos e penalizar os cidadãos.O célebre artigo 3º do CPP, é um nojo, execrável, onde o loby pedófilo do PS saiu vencedor e que diz que um porco pedófilo tem a mesma pena quando viola uma criança 1 vez ou 50!!! A gente que aprovou este CPP é gente criminosa, chamemos os bois pelos seus nomes.VAMOS PONTAPEAR ESTA ESCUMALHA DO PODER.
De RAMIRO a 3 de Outubro de 2008 às 09:36
CAROS INTERNAUTAS

ABSTENCAO EM FORCA .

90 POR CENTO DE ABSTENCAO --- 100 POR CENTO DE ABSTENCAO.

VAO VER QUE ESTES PULHAS APRENDEM.

MAS INFELIZMENTE NOSSO ZE POVINHO SO QUER SABER DE ;

- FUTEBOL
- FATIMA
- FADO
- FLORIBELAS

DE-LHES MUITA ABSTENCAO, E VERAO QUE ISTO MUDA.

UM ABRACO DEMOCRATICO , CA DA ARGELIA ONDE ESTOU A TRABALHAR.

RAMIRO ANDRADE

ramirolopesandrade.blogspot.com
De Anónimo a 4 de Outubro de 2008 às 19:23
Cairam as mascaras neste blog... eu voto PSD que nos deu a nós professores os melhores ministros da educação de sempre... agora estalinistas nunca...não alimento cádaveres doutrinários... nem espartanos e esquerda

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