...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

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29
Mar
07
Ministério da Saúde

Apesar dos milhões gastos anualmente a saúde das populações está de uma forma geral bastante pior que há uns anos atrás. Isto parece um contra senso, como é possivél que com melhor tecnologia os resultados sejam piores.
Temos de analizar a questão da saúde sob vários angulos, os principais a saber:
1) Prevenção.
2) Complementaridade.
3) Gestão e reorganização dos recursos.
Na prevenção devemos actuar nas escolas, dando formação aos alunos, não só na questão da reeducação alimentar, como na formação destes em disciplinas especificas que lhes permitam resolver alguns problemas de saúde do dia a dia sem terem necessidade de andar sempre por qualquer espirro a correr para o centro de saúde ou hospital.
Desenvolvendo um pouco o tema, temos de quebrar o ciclo de envenenamento da cadeia alimentar por parte das empresas de agro toxicos (pesticidas, fertilizantes, herbicidas, insecticidas) apostando na alimentação e agricultura Biológica. Ter em atenção que estas mesmas empresas que nos envenenam a comida, são depois as que nos vendem a droga quando ficamos doentes.
Temos de ensinar os alunos a reconhecer sintomas e a saber utilizar tecnicas terapeuticas como a acupunctura, os chás, etc. para resolver as coisas simples como uma constipação, etc.
Em matéria de prevenção deve ainda fazer-se uso a nivél de centros de saúde dos recursos tecnológicos já existentes de forma a detectar as patologias precocemente, podendo actuar melhor e mais eficazmente.
Na questão da complementariedade defendemos a integração das medicinas alternativas no Sistema Nacional de Saúde e a criação de grupos inter disciplinares constituidos por profissionais de ambas as áreas de forma a ser aplicada ao paciente a técnica mais eficaz e de melhor custo.
Porquê operar uma coluna, com os riscos inerentes quando um osteopata, uma ozonoterapia, uma acupunctura conseguem na maior parte das vezes resolver o problema melhor com menos sofrimento e a melhor custo e mais rapidamente!
Porquê andar a aplicar paliativos numa ferida necrosada, quando a ozonoterapia, uma camara hiperbárica, a larvoterapia conseguem resultados em poucos dias ou semanas, onde os pensos demoram meses e às vezes nunca se consegue resultados.
Finalmente a reorganização dos recursos o grosso das despesas de saúde vai para os exames e para os medicamentos.
Na área do medicamento defendemos que o estado deve criar um laboratório onde deve produzir todos os medicamentos a serem usados no sistema nacional de saúde que serão disponibilizados à população a preços quase de custo. Para que se tenha uma ideia uma caixa de aspirina não custa mais de 40 centimos e é vendida por mais de 4 euros, isto significa um lucro para as farmaceuticas de cerca de 1000% sendo o estado a produzir o medicamento, mesmo que ganhe alguma coisa, se vender o produto a 60 centimos ganhando 50% o custo final ao consumidor reduz-se a valores simbólicos. Por outro lado ao quebrar-se a cadeia do lucro os profissionais passam a receitar o que o paciente necessita efectivamente e não as cargas de medicamentos que às vezes vemos na cabeceira dos doentes que vão acumulando medicamentos consoante o numero de médicos que consultam e as necessidades que estes tem de satisfazer os seus compromissos com os laboratórios de forma a atingir as metas que dão as tais viagens e brindes que todos conhecemos.
O estado deve produzir medicamentos quimicos e naturais de preferencia sempre que possivél, estimulando dessa forma a agricultura nomeadamente a produção de plantas aromáticas e medicinais e a apanha de plantas silvestres, devidamente organizada de forma a reduzir inclusivé o risco de incencios, através de um bom aproveitamento dos recursos.
O estado deve investigar no seu laboratório farmaceutico, alternativas terapeuticas de eficácia e de melhor relação custo/ eficiencia.
Para além dos medicamentos o estado deve apostar nas medicinas alternativas. Se a acupunctura funcionar melhor que a droga, espeta-se as agulhas, se uma massagem tirar a dor não se dá uma injecção, etc.
Deve ser implementada a fagoterapia em desfavor dos antibióticos, pois está provada ser esta técnica mais eficáz com menos custos.
Na área do diagnóstico, devem ser implementadas as técnicas de pré diagnóstico, que permitem uma selecção mais fina dos exames a fazer. Quero com isto dizer que existem recursos técnicos que permitem orientar à partida o paciente para o exame adequado a fazer, sem que este tenha de fazer a via sacra de todos os exames. Se é preciso fazer uma ressonancia magnética, não vale a pena perder tempo com RX e Tac, que não vão dar o resultado que se pretende e vão provocar o gasto inutil de recursos.
Defendemos que todas as unidades de saúde, devem ter o seu próprio laboratório de analises e no minimo um equipamento de ecografia, electrocardiograma, com respectivos profissionais a operarem com os sistemas de forma a dar respostas rápidas.
O estado deve ainda criar um centro de desenvolvimento de equipamento hospitalar, onde deverá produzir a maior parte dos equipamentos de diagnóstico e terapia, podendo inclusivé, vender para fora.
Só com a aplicação deste sistema que enuncio o estado pode dar melhor saúde às populações a baixo custo quer para o sistema quer para o doente, podendo desta forma incrementar o aumento das pensões de reforma dando por essa via também melhor qualidade de vida às populações.
Quem não entender isto vai continuar a deitar dinheiro para um saco sem fundo a encher a barriga a parasitas, sem que o povo e a saúde beneficiem.
publicado por TC às 18:59

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