...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

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Dez
07
A Comissão Europeia criou uma normativa (directiva 91/439/CE) para que seja possível a condução de motociclos até 125cc por possuidores de carta de categoria B (ligeiros).

A aplicação desta normativa traria vários benefícios:

- diminuição de consumos de combustível;

- diminuição dos níveis de poluição;

- diminuição dos problemas de transito;

- Menos dificuldade de estacionamento.

- Outro aspecto em termos de segurança, andarmos de mota torna-nos melhores condutores de carros.

- Menos carros na estrada significaria maior segurança para as motas (está provado que a maioria dos acidentes com motos são provocados pelos carros).

Portugal é dos poucos países da UE onde esta normativa está ainda por ser implementada.

A aplicação desta normativa traria um impacto grande ao nível da utilização das motas, particularmente das scooters no nosso país.

Ensaios lá fora

A Alemanha, que adoptou a medida em 1996, viu os seus níveis de mortalidade nas estradas serem reduzidos. Em 1995, a taxa de mortalidade neste país, a nível de motociclos, era cerca de 10% para 1 milhão de habitantes. Até 2001, o aumento da mortalidade foi de apenas 0.54%, números que revelam, não um agravamento significativo de mortes, mas sim, “um aumento exponencial de utilizadores de motos. Apurámos que as pessoas que começaram a utilizar a moto, eram condutores de automóveis”.

A Itália, país em que a circulação de motos é massiva, revelou-se um “caso paradigmático”: após a transposição da directiva 91/439/CE para o direito italiano, o crescimento da sinistralidade foi na ordem dos 3%. Valores reduzidos, que levaram as autarquias a promover a utilização das motos, cientes de que se não fosse tão elevado o número de utilizadores nas suas cidades, o fluxo de tráfego tornar-se-ia incomportável.

Em França, a adopção da directiva, trouxe consigo a apologia da utilização das motos, por parte das entidades oficiais. Por seu lado, em Inglaterra, a directiva veio permitir a utilização das motos sem o pagamento de portagem.

Os nossos vizinhos espanhóis decidiram pela adopção da directiva 91/439/CE, no passado ano de 2003. E fizeram-no, na óptica de João Lopes, “de forma interessante”. A resistência inicial à introdução da directiva na legislação espanhola, foi uma medida proteccionista: uma vez que a Espanha não possuía, nos seus fabricantes de motos, modelos que se encaixassem no âmbito da directiva, “o governo deu espaço para que a indústria espanhola desenvolvesse este tipo de veículos, para que, na altura em que fosse adoptada a directiva, fossem os próprios espanhóis a tirarem, desse facto, partido. O que, para os portugueses, acaba por ser uma lição”.

A scooter, mais do que qualquer outro tipo de moto, proporciona ao seu condutor uma agradável condução, circula a baixa velocidade não sendo tão prejudicial ao ambiente como os automóveis ou as motos de maior cilindrada. Além disso, é fácil de estacionar, cómoda e, uma vez que tem um consumo reduzido, a bolsa do utilizador não sofre tanto.

Vantagens da utilização de uma scooter:

• Utilidade do dia a dia
• Possibilita fáceis deslocações e manobras suaves
• Estacionamento garantido
• Simples de conduzir
• Segurança
• Aparência elegante
• A 4 tempos, sendo menos poluente
• Ligeiras, de peso reduzido
• De design simples, mas gracioso
• Preço mais acessível que as motos de alta cilindrada
• Ausência de mudanças
• Menos complexa de manusear do que outros modelos da mesma cilindrada (devido à ausência de mudanças)
• Os travões são manuais
• Boas performances
• Condução fácil e acessível
• Beleza e dinamismo
• Estrutura ligeira
• Simplicidade
• Baixos custos de manutenção
• Alta durabilidade
• Alto rendimento
• Conforto e fiabilidade

Para o vice-presidente da Federação Nacional de Motociclismo, António Manuel Francisco, Portugal só não adopta a directiva por “falta de coragem política”. “Os dirigentes políticos temem que a introdução de uma medida deste tipo provoque um aumento da sinistralidade. Contudo, esse acréscimo não se verificou nos Estados-membros que a adoptaram”, referiu. Segundo António Francisco, “70 por cento dos acidentes de moto ocorrem com a intervenção de um terceiro e, em 60 por cento dos casos, a culpa é do automobilista”. A possibilidade de conduzir um motociclo tornaria assim os automobilistas mais conscientes”, acrescentou António Francisco.

FIM DE BUROCRACIA
Para a Federação Nacional de Motociclismo questões burocráticas ligadas à necessidade de uma outra carta de condução para conduzir uma moto é a principal causa para que mais automobilistas não optem por comprar uma moto.

CINCO ANOS DE CARTA
Para a Federação Nacional de Motociclismo “um automobilista só deve circular com uma moto se tiver carta de condução há pelo menos cinco anos e se durante esse período não lhe tiver sido averbada uma contra-ordenação que indicie ser um perigo” na estrada.

ASSINEM A PETIÇÃO
Blogers: ajudem-me a divulgar esta petição. Pelo transito. Pela poluição. Pela economia. Pela segurança. MESMO QUE NÃO GOSTEM DE MOTOS!!!

publicado por TC às 23:44
De Mário Relvas a 21 de Dezembro de 2007 às 19:40
Caros amigos que aqui participam neste blog,

mais uma vez vos envio votos solidários durante 365 dias do ano, juntamente com a família e amigos.

Que a todos não falte trabalho para o ano que vem, que a saúde nãos vos abandone.

Que deixemos de ser hipócratas e pratiquemos o Natal TODOS os dias do ano de 2008!


FELIZ NATAL NA DEMOCRACIA
COM
AROMAS DE PORTUGAL

M
Á
R
I
O

R
E
L
V
A
S NECAS E BRUNO
De Karl a 22 de Dezembro de 2007 às 17:41
Embora tenha carro, e agora com família aumentada, ainda tenha de o usar mais, fui motard durante cerca de 30 anos (embora geralmente de motos de média/alta cilindrada), e concordo plenamente com o que o Tiago aqui escreveu.

Além disso, vivi em Itália, e presenciei o fenómeno muito antes da dita directiva da CE.

Contudo, o que se passa em Portugal é simplesmente sinistro: estamos a ser alvo de uma experiência de controlo social, tentando os «powers that be» restringir ao máximo a mobilidade dos cidadãos, quer com bandas sonoras e lombas por todo o lado, provocando acidentes atrás de acidentes, como e não bastassem os buracos das estradas e ruas, quer com rotunda atrás de rotundas, com os mesmos resultados das bandas, quer com impostos, coimas, restrição de estacionamento, etc., acabando por uma redução cada vez mais notória do transporte público.

Ora as motos (e os jipes) são veículos difíceis de «controlar», pois passam por qualquer sítio e, no caso das motos de grande cilindrada, simplesmente dão uma «ratada» estrondosa em todos os Subarus e motos da BT. É claro que isto não é agradável para os instauradores de um estado policial, como os actuais desgovernantes. Assim, de tempos a tempos, é vermos os portageiros da Brisa a anotarem as matrículas de todas as motos e jipes que não passem pela «via verde» (a propósito, destruí o meu identificador, pois com ele os carros e motos são seguidos por satélite (verídico) desde 1996!).

Os desgovernantes, ciosos da «experiência» de controlo totalitário, nunca irão transpor a dita directiva, continuando com a campanha maciça de difamação das duas rodas. Será preciso primeiro corrermos com os criminosos que nos desgovernam, e só depois podermos aspirar a termos uma legislação mais coerente e voltada para o cidadão (de forma benigna, e não maligna, como agora).

Um Bom Natal a todos.
De Pata Negra a 22 de Dezembro de 2007 às 17:52
Já assinei e vou divulgar.
Vou recorrer a um link para aqui.
Um abraço sobre duas rodas
De SILÊNCIO CULPADO a 23 de Dezembro de 2007 às 23:07
Venho desejar-te um Feliz Natal com tudo o que de bom ambicionares.
De Anónimo a 24 de Dezembro de 2007 às 17:12
Um cidadão a conduzir uma moto e não ser taxado por isso, só porque já está habilitado a conduzir ligeiros?
Um Estado que vive apenas de taxas e de impostos, que nada produz nem gere, alem de taxas e de impostos, não vai permitir.

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