...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

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20
Abr
10







Pois aconteceu: você, que costuma ir ver dois dos grandes criadores de imagens satíricas da Blogosfera, o "We Have Kaos in the Garden" e o "Portugal dos Piqueninos", ao entrarem lá, apanham agora com a chancela da censura em cima.
Cauda da Europa, chiqueiro de Sócrates e Cavaco...

(Trombetas de alerta, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
publicado por TC às 23:45
03
Mar
10


Imagem KAOS

Como sempre, venho de fora, e venho de uma perspetiva eventualmente totalmente errada, mas assumo que tenho direito a ela, e lá a cumprirei.

O primeiro tema são os amores: os cataclismos, como diz o Kaos, só Deus, o nazi Ratzinger e a defunta Irmã Lúcia saberão se não foram comprados com "robalos", e não vão aparecer na próxima publicação, da Páscoa, das Escutas do "SOL", como mais um ato obscuro do "Polvo" do "Chefe" Sócrates. Na realidada, o Clima, os desastres naturais e as desgraças da Madeira só vieram trazer um breve balão de fôlego a José Sócrates.
Alberto João Jardim, um bom cangaceiros das Ilhas Afortunadas, lá se casou "gaymente" com o "Engenheiro" e juntos vão reconstruir a Ilha Mais Bela com fortes injeções de robalos, e não fazem senão bem. Só lamento os mortos, cujos números nunca saberemos, "a Bem da Nação"...
Por este andar, um dia destes, ainda vemos a Odete Santos de braço dado com a "Nosferata" Nobre Guedes, em grandes beijos e linguados, mas, afora o humor, temos aqui uma prova de postura de Estado, de parte a parte, e isso faz-nos bem, de quando em vez.
Interessante vai ser o prolongamento do namoro: Manuela Ferreira Leite, de saída, dispara petardos por toda a parte, e não precisa de estar disfarçada de "Jumento" para os disfarçar. Aliás, ela não tem nada de jumento, e costumava disparar, quando era menina, sob o pseudónimo de "Arenque Fumado", que lhe ficou até aos dias de hoje, não fossem as Escutas do "Face Oculta" revelar que a Camorra do Largo do Rato falava dela como "A Bruxa". Portanto, para os incrédulos leitores, "A Bruxa", ficou-se hoje a saber, era mesmo Manuela Ferreira Leite, futura Governadora do Banco de Portugal, para assegurar o Noivado Central, e ficar muito caladinha.

A segunda parte deste divagar vai para o lamentável episódio de um jornal recente, o, se não me engano, "i online" versão, mais ou menos, mal atamancada, de um jornal universitário, seu antecessor, como aqui poderão verificar. Pouco imaginativo, portanto, já aí.

Para os apreciadores destas tricas, gente geralmente sem interesse, terá havido um serviço prestado ao País. Para mim, que leio muitos poucos blogues, exceto o do Kaos, onde vou roubar as imagens, e dois os três blogues culturais nossos vizinhos, posso arriscar que nada sei do que estava a acontecer no "Jumento", ao ponto de meter Judiciárias (!) e Interpol (!). Ignoro, portanto, se por lá se estavam a passar atos de divulgação pública de matéria classificada, e haveria qualquer indício de infração disciplinar, portanto, não me pronunciarei sobre isso. A ideia que conservo do "Jumento" é de há 4 anos atrás, quando se andava em guerra contra o Diploma de Sócrates, e ele se aliou à Grande Coligação, que desmascarou a fraude da "Independente", tempo gloriosos, e, já que estamos na fase das confissões, sempre vi nele um blogue esfusiante, pletórico, e com uma voracidade de disparos imagéticos e textuais do tamanho do Mundo. Resumindo: era precisa muita paciência, para manter aquele ritmo, e sempre imaginei -- deus me perdoe... -- por detrás da imagem do autor, um gajo reformado precocemente, sentado numa cadeira de rodas -- perdoe-me também o autor... :-) -- e que necessitava de um feroz contacto com os outros, passando o dia inteiro na sua obra. Parece que me enganei, e o tal Jornal "i" veio agora dizer que se tratava de um membro da Máquina do Estado, próximo da "Situação" PS, o que, desgraçadamente, coincidia com as informações que já me tinham passado, e que em nada adiantou à minha, nem à felicidade dos outros. Cada um na sua, e amigos, como sempre, embora continue a achar que a minha posição final, sobre o caráter dos blogues, é a que então expressei na "Carta a António Balbino Caldeira", igual vítima de perseguição, e a da Blogosfera Futura, e por aí me fico.
Quando era menino, e ouvia, através de um pesadíssimo rádio móvel, da minha avó, coisas hoje completamente perdidas e obsoletas, como o "inspetor Varatojo" e "Os Parodiantes de Lisboa", sonhava com as faces que estavam por detrás daquelas vozes imateriais, mas o sonho era dúbio, porque, no fundo, sabia que qualquer daquelas faces, quando reduzida à poeira da sua mortalidade, deveria ser irremediavelmente desinteressante, perante a formidável (i)materialização que eu tinha construído das suas imagens.

Esse é, desde o tempo dos grandes textos e dos grandes filmes, o pecado mais mortal de todos, o de confundir as personagens com o/os autores.
Em geral, o criador é sempre inferior à ficção criada, pelo que esse caminho de "investigação" é sempre um empobrecimento do nosso imaginário, e só se aconselha a pessoas que querem sofrer, pela segunda vez, o desgosto de descobrir que o Pai Natal, afinal, não existe, e os meninos não vêm, mas não vêm mesmo, no bico da cegonha.

Para mim, como para milhares de leitores, "O Jumento" é, foi, e será, sempre... "O Jumento", e podem repetir-me dezenas de vezes o nome do seu imaginativo criador que serei incapaz, por mais que o tente, de o fixar, e tenho orgulho neste lapso da minha memória, porque é sinal de que continuo a acreditar que é pelo sonho que vamos, e iremos, ai, prometo que sim :-)

Resta o cavalheiro do jornal, um aprendiz de Avillez, que poderia ter evitado ser aprendiz de avilão. Tem, em sua defesa, o estado de decadência a que chegámos, de incitamento à delação, à carta anónima, ao email vergonhoso, aos comentários ignóbeis e sem rosto, cuja tipologia já um dia abordei, em forma de esboço, enfim, à alma profunda do Socratismo das "Faces Ocultas".
Em nada adiantou, esse pôr-se hoje nos bicos dos pés, do Sr. Avillez, para o bem-estar do cidadão comum.
Melhor do que eu, sabe que os químicos, "contra o bichinho", prolongam a vida, mas todos morreremos, mais tarde, ou mais cedo, num tempo que é demasiado breve, para que insistamos em cultivar o baixo nível. Para isso, basta-nos a Política e os seus soturnos arredores.
Talvez tivesse pensado, num rasgo de coisa equívoca, que estava a recriar os grandes "furos" do inimitável Paulo Portas, dos tempos do "Independente".
Não estava e não chega lá: por mais dinheiro, publicidade e cunhas que tentem empurrar o "i" para a frente, os tempo áureos dessas coisas já passaram, e a sua primeira página, hoje, caro Martim, não foi mais do que um triste solavanco dos muitos sinais de entropia desta "aurea mediocritas" dos Idos de Março, de Portugal acelerado ao fundo.

(A quatro cascos de "Jumento", no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
publicado por TC às 00:26
09
Fev
10



Isto é uma vergonha, e mete cada vez mais nojo.
São anos e anos de cansaço, a repetir as mesmas coisas, e um poderoso abafador, cada vez mais impertinente, a tentar que a Verdade vá ao fundo.
Tenho, na minha vida, uma coisa, que é simultaneamente a minha maior sorte e o meu pior azar, e que é a de me cruzar, quando não devo, com quem menos deveria.
Para que não fique pela charada, já muitas vezes me sentei em frente de gente que conhece alguns meandros desta porcaria que se instalou me Portugal. Toda a gente sabe que não é nova: novo é o despudor com que se exibe, desmente, e candidamente rebate agora o que se tornou evidente.

Venho de uma família, que, no tempo dos afonsinos, andou de armas na mão, para que se separassem os Três Poderes, e isso parece agora Bolor da História, não se tivesse voltado a tornar... impertinente, e isnsolente.
Na minha passagem pela Democracia Portuguesa, houve dois momentos que considero os mais deploráveis de sempre: 10 anos de Cavaco Silva, acrescidos agora destes cinco -- já são cinco, não é?... -- do Sr. Sócrates, Agente Técnico de Engenharia, à pressão, e conotado com tudo o que é Corrupção, em Portugal.
Aníbal vinha de um tempo da província e da chico-espertice, que nos custou que os fundos que a então CEE enviava, para que acertássemos o passo com ela, acabassem nos bolsos dos amigos de Mira Amaral, de Ferreira e Costa, de Torres Couto, de Oliveira e Costa, de Cardoso e Cunha e de Dias Loureiro, entre outros nomes terríveis, que tanto envergonham a nossa História recente.
Com Sócrates, passámos para o provincianismo expandido aos meios da Net.
Sou do tempo do arranque da Rede, em que o Sr. José Magalhães, renegado do PCP, se pavoneava como alta autoridade para o novo meio de lavagem dos cérebros. Não por acaso, deram-lhe o nome àquela sucata informática, em que as crianças vêem pornografia, e que vende bem por cá, e na terra do Ditador Chávez, mas isso era só a aparência, porque esse cavalheiro foi posto num alto posto da Administração Interna, de maneira a pôr-nos o Big Brother dentro de cada ligação, email, e depois "post", que fazíamos.
Não me apetece voltar a essa contabilidade, mas ela fica, outra vez, feita: foderam-me o computador quando me atirei, com unhas e garras contra o maçónico Carrilho, quando ataquei, com tudo o que tinha à mão, a recandidatura do Saloio de Boliqueime, e, mais recentemente, quando contribuí, com o que podia, para que Sócrates perdesse a Maioria Absoluta. Pelo meio, vários ensaios, inclusivé uma tentativa de liquidação física, que não vou rememorar aqui, mas que deixou rastos, e anos e anos de telefones em escuta.

Nada do que vem a público é, para mim, novidade. Novidade talvez seja a amplitude que a coisa está agora a ganhar, e essa onda devemos nós, independentes, aproveitar, para a cavalgar e marcar posição, e dizer, decididamente "NÃO".

Portugal não é, nem pode continuar a ser, esta farsa de medíocres que diariamente ocupa o tempo inteiro dos Órgãos de Comunicação Social, este lixo cultural, político e social com que somos bombardeados, estes gajos, que não têm onde cair mortos, e passam, horas e horas, a tentar contornar o problema, e a evitar que se obtenham respostas para as perguntas que cada vez mais se nos avolumam.

Quem é esse Procurador-Geral da República que se preocupa com terem posto no "Youtube" as Escutas do Pinto da Costa, mas não com se terem arquivado processos com provas daquele teor de escândalo?...

Que Justiça e que País são aqueles que permitem que se feche apressadamente uma Universidade, só porque se tornou evidente que o Primeiro-Ministro tinha "contornado" o percurso académico que o conduziu a um... "diploma"?

Quem são essa Cândida Almeida que mandou arquivar um escândalo evidente, e essa Sónia Sanfona, que disse que o BPN não tinha relevância?... Quem são e a quem servem?...

Onde anda o "Casa Pia", depois DISTO continuar a receber centenas de milhar de visitas?... Quantos ficaram de fora, enquanto nós éramos assustados, e nos desviavam a atenção para o "parasistismo" da Saúde, da Função Pública, dos Professores, entre tantos enxovalhos sociais que sofremos?...

Mário Crespo começou a avisar que "devíamos, a partir de hoje, começar a trazer o guarda-chuva".
Nós sabemos, vários guarda-chuvas, aliás, porque aquilo que vem à superfície não é mais do que uma neblina de uma máquina infernal, que nos rege na sombra, e que não hesitará em nos liquidar, quando se sentir ameaçada, como agora se sente, porque esta gente MATA e mata mesmo.

São tantas coisas, e tão más, que me reservo o direito de que outros as desvelem, e pararei por aqui, porque sei que as notas e o clima já são formidavelmente negros, e que as pessoas, pobres pessoas, incultas, desinformadas, e manipuladas, intoxicadas pela permanente fachada cor de rosa das aparências, dificilmente engoliria, por exemplo, viver numa sociedade onde é a rede da Coca que manda, e que o sigilo da Pedofilia, esse pavor de Estado, que fazia o Miguel Sousa Tavares, esse traste, encolher-se todo, sempre que o tema era tocado, ter uma explicação simples.
Em que estado ficaria a Opinião Pública, se soubesse, por exemplo, que lhe pesava o que sabia da mãe -- coitada, já lá está... -- Sophia de Mello Breyner, que também tinha vivido, no corpo, esse sinistro fio negativo que ligou os "Ballet-Rose" ao "Casa Pia"?...
É mau, não é? eu sei, mas não é mais do que uma ponta, das muitas pontas enevoadas deste icebergue em cima do qual hoje somos obrigados a viver.

Compete-nos a nós, que não somos pagos para escrever, que somos livres de pensar e que adoramos saber a Verdade, por mais que isso nos doa, alinhar nesta corrente profunda, que agora despertou, para que a Liberdade de Expressão tenha sentido em Portugal, e não nos transforme, inevitavelmente, numa Venezuela europeia, gerida por um pederasta, sem qualquer pudor, nascido, ou registado, ou lá o que foi, em Vilar de Maçada, e a quem convenceram de que podia calar  e enganar 10 000 000 de bocas.

Não consegue.

(Profundamente indignado, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers")
publicado por TC às 01:18
02
Fev
10


Imagem do KAOS

Cheira mal em Portugal, e o cheiro não é de hoje, mas o dia a dia dos episódios rocambolescos vai se progressivamente aproximando do paroxismo das barracas de feira, e dos carrinhos de choque.
Como todos os impérios dos pés de barro, o Sr. José Sócrates Pinto de Sousa lida mal com a crítica e o humor. Sabe que só sobrevive dentro da couraça de uma miragem, e de um estranho ventilador, que diariamente lhe ilude a Realidade.
O problema do Sr. Sócrates não é de hoje, é um problema de má consciência, muito antigo, que começa nas suas origens, resvala pela sexualidade, atravessa os maus atos da governação, os negócios escuros de todos os inconfessáveis conluios, e, como todas as pessoas habilitadas à pressão, tem, ainda por cima, o terrível complexo de saber que nunca obteve uma licenciatura, mas um reles... diploma.

Há tempos que circulam, por email, textos de Mário Crespo, crescentemente verrinosos, e, bastantes vezes, certeiros. Para todos nós, enfim, os poucos, que têm alguns contactos com os bastidores da Informação, sabe-se que o que vem a público não é senão uma pequena parcela distorcida de coisas inenarráveis, que, postas lado a lado, nos revelariam um pântano de sufoco e inquietação.
Várias vezes li fragmentos de Mário Crespo e fiz um juízo de valor algo injusto, por ver naquela escrita um "Arrebenta" sem graça, embora mais certeiro e justicilaista, ... mas, o assumir de um tom daqueles ia muito além dos factos narrados, e mergulhava já numa necessidade de ser tronitruantemente CONTRA um estado de coisas de que nós nem faríamos a mais pálida ideia.

Hoje, foi o clímax, como já tinha sido com Manuela Moura Guedes, com José Manuel Fernandes, e tantos outros, que ocuparam aqui uma página inteira.

Portugal, por causa dos calcanhares de aquiles de uma Seita, mergulhou no Medo, e essa seita deitou-se a jogar no tudo por tudo, porque o Partido Socialista, ou, melhor, o alien que se instalou no corpo do Partido Socialista sabe que, uma vez perdido o Poder, ficará dele arredado por muitos e longos anos, e é bem feito.
Em meu redor, são centenas, e em redor dessas centenas, já há milhares, mesmo milhões de pessoas, que, em circunstância alguma, voltarão a votar PS, por mais dourada que se lhe apresente a pílula.
Outros, como José Maria Martins, foram mais audazes, e resolveram apresentar, judicialmente, uma impugnação do... "diploma". De aqui lhe bato a pala, e faço continência, pela audácia.

Com Mário Crespo, volta à baila o problema central da Liberdade da Expressão. Portugal fervilha de gente que prefere uma má história a um retrato abreviado da Realidade. Hoje, mal o escândalo tinha rebentado, já os canais oficiais de propaganda estavam na Metafísica da Bola, e, talvez por não ser dia 13, pouparam-nos -- vá lá -- andar a lamber o cu à Santa Saloia de Cara de Porcelana. Katia Guerreiro, por pudor, não cantou o Fado, aliás, acho que ela nunca cantou, mas isso não é agora chamado para aqui.

Mário Crespo enveredou por uma linguagem extrema, e tornou-se num alvo do Sistema, que pouco mais tolera do que a bajulação, a notícia comprada num jornal cor de rosa sobre os namoros femininos de um homem que não gosta de mulheres e não suporta que isso se lhe cole à pele plastificada de Primeiro Ministro, e aqui começam as impertinências do que será a História futura, quando, aqueles que, de entre nós, nos perguntarem como foi o nosso tempo, tiverem de obter estranhas respostas.
"Então o avô viveu num tempo em que se soube que o Primeiro Ministro tinha arranjado um diploma falso?... Conte lá como foi... Ele demitiu-se, e o que é que aconteceu depois?... ", e nós, engasgadamente, lá teremos de explicar a realidade, "não, ele não se demitiu, desmentiu, e pôs um da laia dele, do "lobby gay", a... fechar a Universidade, e a arquivar as provas todas...",
"ah, estranho...", dirá o netinho, e continuará,
"ó, avô, diz que no teu tempo se compravam árbitros e decidiam jogos, pagando com dinheiro e prostitutas... É verdade?... E prenderam alguém?...", e lá teremos de explicar que, em vez de se prender alguém e fazer uma auditoria a tudo o que jazia e subjazia à sujidade do Futebol, tivémos um Procurador Geral da República que, pelo contrário, desencadeou uma investigação sobre... quem teria posto as escutas na Net (?).
"Ó, avô, é verdade que os políticos abusavam sexualmente dos órfaõs da Casa Pia?... E prenderam-nos?... Isso é muito feio, violar criancinhas, o avô não ia deixar que me violassem a mim, pois não?...", e nós lá teríamos de responder, engasgadamente, que "dependeria muito da posição ocupada no Estado pelo violador, mas o avô depois explica, quando tu fores mais crescido, está bem..."

Mário Crespo encrespou-se, e passou das ideias às palavras crispadas, verbalizando toda a crispação que este clima de podridão estava a espalhar, diariamente, em mancha de óleo, sobre toda uma sociedade traumatizada, amordaçada e silenciada, o Portugal do início do séc. XXI.

Silva Pereira, Jorge Lacão, Augusto Santos Silva e outros quejandos fazem-nos lembrar a Chicago dos Anos XX. É verdade que, quanto a esses, compraram, mataram, e chegaram a viver num esplendor do Negativo, que fascinava toda uma sociedade, siderada, pela impunidade das atividades do Grupo.
100 anos são quase passados sobre essa porcaria.
Essas Bonnies and Clydes acabaram com um tiro na testa, quando as gentes deles se fartaram. José Sócrates quer enterrar consigo o Regime, e é lícito, já que os 100 anos de desastre da República talvez o mereçam.

Ouvir, ontem, Cavaco Silva, um ignaro da província, citar Guerra Junqueiro, que, se fosse vivo, o teria cilindrado em meia dúzia de quadras, foi, para mim, outro paroxismo do grau de invalidez da Coisa Pública.
Mário Crespo é apenas mais um episódio. Acontece que há certas gotas que fazem transbordar o copo de vez.
Por mim, podia ser já hoje.

(Afinal, o Quarteto era de Mafiosos, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers", solidário com Mário Crespo)
publicado por TC às 01:16
22
Out
09


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Imagem do KAOS

O "Semanário" já há muito que era uma sombra. Contudo, num país desértico, qualquer sombra é inestimável.
Acontece que o "Semanário" vai fechar as suas portas, já na sexta.
Não sei o que perdemos, assim como não é quantificável saber-se o peso de que se extinguiu mais uma espécie de borboleta, que nunca pudémos ver, por estar distante, algures, sei lá, na Nova Zelândia.
Ao "Semanário" devemos textos importantes, como o desta lista da Corja Portuguesa de Bilderberg, que vos aconselho a gravar, porque irá desaparecer, eventualmente,  já esta semana.
A crise não se extingue aqui, porque parece que o monopólio do Senhor Balsemão, o Patriarca dessa porcaria que veio, lenta e silenciosamente, a destruir o Mundo da Diversidade, está a dar prejuízo, desde 2001.
Coitado, vai ter de poupar na coca.
Não se espantem que viva hoje de subprodutos, como "Gatos Fedorentos" e Claras Ferreiras Alves.
Ao contrário do "Semanário", a obra da Seita de Balsemão foi uma das enormes responsáveis pelo obscurecimento da Realidade, durante décadas, em Portugal. Teve muitos rostos, a maioria execráveis, como o panasca mal assumido, Alexandre Melo, que, entre engates de sanitário, andava a ditar, nas folhas do "Expresso"- pasquim o que era e não era Arte.
Era Arte quem lhe dava quadros e quem lhe ia ao cu.
A Ferreira Alves, essa ignorante profunda, fazia o mesmo peneiro na Literatura, e, quando a coisa ainda baixava mais de nível, entregava a tarefa ao maçon António Guerreiro (e aos seus pseudónimos sem face e de má escrita), outro dos rostos conhecidos do circuito das retretes, sobretudo na Avenida de Berna. Quando queriam subir de nível, vinham então as merdunças do Júdice, o amigo dos pedófilos, e votante no PS e em António Costa, e os gestos de polícia sinaleiro da Marcela-quer-morcela, que já só fala para si própria.
A Blogosfera, em parte, é responsável pela destruição deste circuito fechado de comadres, a falarem umas para as outras, e reservo-me o direito de me poder orgulhar por ter contribuído, quanto pude, para isso.
Por estranho que pareça, a SIC já está agora penhorada por bancos, e o próprio "Expresso", o pior antro de vaidades e fábrica de ficções da Cauda da Europa, também já caiu na mão da Maçonaria que ora domina o Millennium/BCP, depois de ter sido corrida de lá a Opus Dei.
Sim, leitor, já sei que, neste momento, já está com vontade de vomitar, mas não vomite ainda: guarde-se para o próximo Governo do Vigarista de Vilar de Maçada, que deve estar para dar à luz em breve, numa maternidade de Badajoz, ou numa ambulância de faróis fodi... perdão, fundidos, muito perto de si.

(Só por desfastio, no "Aventar", no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", em "O Sinistro Ministro Augusto Santos Silva", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
publicado por TC às 00:07

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