...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

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(Quatro cânticos de Liberdade, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")


publicado por TC às 02:17
03
Mar
10
O parlamento é a lavandaria nacional, o palco de todas as fantochadas, o lugar onde se reúnem os rascas ignóbeis que fazem leis de tarados e outras mais espertas para garantirem a impunidade dos roubos e outros crimes dos políticos. Criam duas classes de cidadãos: a dos escravos e a dos criminosos impunes, e chamam-lhe democracia. Sede da maledicência e da pulhice, da luta pelo tacho em que tudo vale.

São estes palhaços – componentes das associações de criminosos em que os partidos de oligarquias mafiosas se constituíram – os autores das autênticas fantochadas que lá vemos, protagonistas ordinários pelo que lhes ouvimos, onde expressam claramente a sua baixeza de sentimentos pervertidos e princípios de gente infame, abjecta e obscena.

Há quem se refreie em chamar-lhes aquilo que são. Pudor desapropriado e mal colocado. Se os tratarmos como os honestos e merecedores de consideração, então somos hipócritas, estamos a negar a diferença, inequivocamente considerando ambos do mesmo modo. Este procedimento é uma desonestidade para com os raros honestos, para além da patente hipocrisia, desconsideração e ultraje para aqueles que forem assim comparados a essa canalha rasca de ladrões, parasitas, incapazes, pedantes, arrogantes, etc. É indecente e indecoroso colocar os poucos dignos no mesmo plano dos indignos ou vice-versa.

Esta imunda classe de impostores tem frequentemente a ideia luminosa de formar comissões de inquérito parlamentares, as quais pretendem substituir uma justiça incompetente, investigando seja o que for em seu lugar. Assistimos frequentemente aos resultados fracassados, mas as comissões de incapazes continuam. Se por um lado de nada têm servido, por outro são extras para os seus tachos. A sua inutilidade não admira, sabendo que a maioria dos que compõem esses bandos são advogados falhados, ineptos e incompetentes, que por incapacidade profissional se voltaram para a política, que em Portugal se presta à roubalheira e cujas qualidades requeridas são o embuste, a maledicência e a vigarice. Em tudo o patenteiam, sendo o mais evidente nas leis que a sua incapacidade aprova, com estupidez mas esperteza malandra.

O número de comissões de inquérito que nada produzem continua a aumentar exponencialmente. A propósito de três vezes nada instala-se uma nova. A escumalha não se contenta com embolsar ordenados que não merece, quer sempre mais e mais e todos os pretextos são bons para sacar o dinheiro do estado, o nosso.

Querem agora ter nova oportunidade para extras ainda mais produtivos: uma comissão de inquérito para as acusações que muitos têm apoiado contra o primeiro-ministro. É um tacho extra muito melhor do que outros inquéritos de chacha. Promete durar muito mais, portanto mais lucrativo. Inútil, afinal, porque quer o investigado seja culpado ou não – essa discussão ou possibilidade não é o objecto deste artigo, mas sobre os crimes dos políticos de todos os partidos no parlamento – jamais esses incapazes descobrirão seja o que for, a recordar quando cada casos termina. Não temos já exemplos suficientes para o provar, incluindo os últimos, os do negócio TVI e do Face Oculta? Cada um diz o que quer de ambos os lados, defendendo a sua causa; não se confronta nem se investiga, nada se comprova nem se descobre. Tudo fica na mesma menos o dinheiro atirado a esses cães como pérolas a porcos. Aliás, pérolas a porcos seria menos desapropriado.

Tudo isto acontece e continuará a acontecer por inúmeras causas. A existência do segredo de justiça, inexplicável numa democracia em que tudo deva ser do conhecimento do povo e feito às claras, mas que escondendo protege a corrupção. Uma justiça administrada por incapazes arrogantes que não prestam contas ao soberano e em que há muito ninguém confia salvo os políticos corruptos por terem parido leis que lhes garantem a impunidade. Por sermos um povo de anedotas e de atrasados, de cobardes incapazes de impor a nossa vontade a essa escória: a vontade do povo, o único soberano numa democracia. Não os governantes nem os políticos, não os magistrados nem os juízes, mas o povo apenas, ao qual todos, sem excepção, devem preito e obediência. É esse o significado único do vocábulo democracia: governo pelo povo. O resto é apenas impostura. Em países considerados mais democráticos o povo está hoje mais avançado neste ponto e a exigir um controlo dos políticos muito mais apertado. Se os deixarmos à vontade eles continuarão como até agora. Alguém os imaginará a matar a galinha dos ovos de ouro?

Este e outros artigos também publicados nos blogs do autor (1 e 2).


publicado por TC às 15:26
26
Set
09
Não, se é mais democrático não pode ser em Portugal. Por vários motivos, dos quais os principais são os mencionados nos dois parágrafos seguintes.

As pessoas não têm cultura democrática. Desde que voltaram a poder votar em quem quisessem julgaram logo que já sabiam tudo e que sempre o souberam, mas só não o puderam fazer; que obtiveram imediatamente a mesma prática daqueles que cresceram em famílias de gerações democráticas.

Por mais que o afirmem, a constituição não é democrática, pois que os governos formados em consequência das eleições não representam os resultados dos escrutínios. Portanto, também não representam a vontade dos eleitores. Basta uma simples conta para nos apercebermos da diferença da democracia entre os países mais democráticos e a nossa pseudo-democracia. Nesses países, os governos são compostos pelos eleitos de todos os partidos na sua proporção segundo as regras, como no parlamento nacional. Cá, como o partido que forma governo é geralmente eleito com aproximadamente 40% dos votos, os restantes cerca de 60% vão directamente para o lixo. No caso do governo se coligar pode fazê-lo com quem quiser e não com os que acumularam mais votos. É isto a pseudo-democracia portuguesa. Os governos representam apenas uma minoria dos eleitores (cerca de 40%), ou seja, são formados contra a vontade duma maioria de eleitores de cerca de 60%. Não representam os eleitores, não têm representação nacional. É uma constatação real e irrefutável duma palhaçada que alcunham de democracia representativa. Afirmação que, logicamente, só pode ter por trás os interesses obscuros anti-democráticos.

Na altura destas eleições, o voto útil, não para a cambada oligárquica mas para nós, só pode ser num pequeno partido e continuar assim a fazê-lo no futuro. Existe um número suficiente para praticamente todos os gostos, tanto à esquerda como à direita. Uma democracia não pode ser polarizada, nem entregar os destinos sempre aos mesmos, nem deixar uma parte dos interesses individuais e nacionais da população sem representação. A distribuição dos votos é uma das condições para a existência duma democracia. A julgar pelos resultados, o exemplo dos EUA é de longe a evitar. As maiorias governamentais e parlamentares são a evitar e aproximam qualquer regime duma ditadura arrogante.

O controlo dos políticos deve ser processado pelos eleitores, pela população e não por eles mesmos, o que é ridículo e desastroso, como se conhece por experiência. Contribui eficientemente para evitar o compadrio e a corrupção. Previne que os actos dos políticos sejam contra os desejos da população.

Um voto mais democrático, como refere o título do presente artigo é também aquele em uso na Alemanha e lá usado nas eleições deste domingo. O método está explicado num blog vizinho, onde se pode ler a descrição. Cá, seria inconcebível, pois que isso limitaria a liberdade dos partidos para substituírem os votados pelos seus barões e diminuiria o tráfico de interesses ilícitos e obscuros.

Como de costume, raros são os que conhecem factos semelhantes de inegável interesse geral. Como de costume também, a culpa não recai apenas na corrupção mafiosa das oligarquias políticas que o ocultam por interesse próprio, contra o interesse da população: é por elas partilhada com a jornaleirada que, na realidade, de nada serve senão para nos desinformar e fazer scoops diários, frequentemente sobre falsidades, como os da gripe A, há meses provado ser de longe mais benigna que a gripe comum sazonal. Aqui, também, os políticos não têm perdido a ocasião para se aproveitaremm tirando partido da desorientação provocada pelas historietas aldrabadas pela jornaleirada.

A não esquecer. Qualquer que seja o governo, impõe-se um referendo para a construção de linhas de comboio a alta velocidade e para qualquer reforma dos sistemas de Segurança Social e de Saúde. Para fazer progredir o país torna-se indispensável uma reforma da Administração do Estado, expulsando dela todos os parasitas. Tanto os militantes dos partidos que se apoderam dela e a paralisam pela sua incompetência, como os próprios funcionários que se constituíram num bando de calões incompetentes, actualmente incapazes te tratarem de qualquer assunto sem que cometam uma enxurrada de erros. Idem com os magistrados e juízes. As interferências dos políticos não podem desculpá-los pela sua arrogante incapacidade, não se misturem.


Três correcções ortográficas foram efectuadas após publicação.

Este e outros artigos também publicados nos blogs do autor (1 e 2).
publicado por TC às 23:44

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