...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

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Fev
09
Com base na notícia do Público transcrita surge a esperança de em 17 meses, se não houver mais despedimentos e se os «empregos de transição» forem mantidos, ficarem cumpridas as promessas do PM de conseguir 180 mil empregos (150+30).

A promessa dos 150 mil foi feita já há mais de quatro anos. Por isso, a perspectiva dos 17 meses (tanto tempo!) parece ser demasiado optimista, só credível por pessoas de muito boa vontade ou, quem sabe, de profunda ingenuidade.

Sócrates garante que 11.000 desempregados “já estão activos” através de “empregos de transição”

Público. 25.02.2009 - 16h26 Nuno Simas
Debate quinzenal na Assembleia da República

O primeiro-ministro, José Sócrates, aproveitou hoje o debate quinzenal no Parlamento para apresentar “resultados” de “um mês” das medidas do programa Iniciativa Emprego 2009, como “os cerca de 11.000 desempregados que já estão activos”, através de “empregos de transição”.

A crise económica e financeira acabou por dominar a primeira hora deste debate, em que o partido da maioria, o PS, quis discutir resultados do Plano Tecnológico e do programa do computador Magalhães. Neste período foi também confrontado com os últimos números do desemprego.

A propósito do programa Iniciativa Emprego 2009, com cerca de um mês de aplicação, Sócrates afirmou que cerca de 35.000 micro e pequenas empresas, “abrangendo 91.000 trabalhadores, já beneficiam de uma redução de três pontos percentuais na taxa social única”, desde que mantenham os níveis de emprego.

Além disso, cerca de 1.800 trabalhadores estão já abrangidos por acções de formação “em período de redução de actividade” e que 3.000 jovens estão a beneficiar de estágios profissionais.

José Sócrates assinalou os “sorrisos das bancadas da oposição” quando falou no Plano Tecnológico e no “Magalhães”, garantindo que até final do terceiro trimestre 195 mil crianças do primeiro ciclo terão um computador, para “ajudar na escola”. “Portugal será o primeiro país do mundo em que todas as crianças dos seis aos dez anos terão um computador” para usar nos estabelecimentos de ensino.
publicado por TC às 17:06
29
Out
08

Empresários declaram guerra ao aumento do salário mínimo

A Associação Nacional das Pequenas e Médias Empresas ameaça instruir os seus associados a suspenderem as renovações de contratos a termo, caso o Governo de José Sócrates "insista" na actualização do salário mínimo.

O presidente da Associação Nacional de PME considera que o aumento do salário mínimo terá como consequência directa a expansão do número de beneficiários do subsídio de desemprego. A jusante, vaticina Augusto Morais, obrigará o Governo a elaborar um orçamento rectificativo.

"A Associação não se vai manifestar, mas vai determinar junto dos associados que não renovem os contratos, o que significa que o primeiro-ministro vai ter uma aumento do desemprego", afirmou o responsável.

"O aumento do desemprego vai levar os trabalhadores a recorrerem ao fundo de desemprego, obrigando o Governo a fazer um orçamento rectificativo", avisou.

Porra, o aumento já é só por si uma miséria que não dá para nada... Afinal que merda de país é este?

triatlo publicado aqui e em: "Beezz..." e "A voz do Povo"
publicado por TC às 22:19
06
Jul
08
Desde sempre, as grandes catástrofes e as crises, mesmo que de âmbito menos grave, resultam em alterações de comportamentos com ajustamentos de procedimentos e adequação das despesas, cortando com consumos menos necessários ou facilmente substituíveis por outros.

Actualmente, as pessoas estão perante grandes elevações de preços desde as energias até aos alimentos imprescindíveis. A falta de treino nas contas dificulta uma adaptação rápida mas, mesmo com atrasos, ela está a aparecer.

Segundo diz o ditado «a necessidade aguça o engenho» e a capacidade de improviso e de desenrascanço da população está a evidenciar a sua engenhosidade na procura de soluções.
Hoje no Diário de Notícias e no Jornal de Negócios é tornado pública a grande queda do consumo de gasolina, principalmente a de mais octanas e um ligeiro aumento do consumo de gasóleo.

Isto representa que muita gente optou por deixar o carro parado e por utilizar os transportes públicos. E aqueles que não podem deixar de usar o carro, passaram a consumir gasolina mais barata quase deixando de ser vendida a aditivada e a preferir carros a gasóleo por motivo de economia. Por outro lado, diminuiu o culto do carro novo o que levou as vendas de carros a baixar significativamente.

O aspecto negativo do fenómeno, além de significar um amortecimento da actividade económica, é o risco de encerramento de muitas empresas que se dedicavam à venda de combustíveis e de veículos, com o respectivo aumento do desemprego. Mas as pessoas ao gerirem os seus problemas não podem limitar-se com essas consequências. Isso acontece sempre que há alterações económicas e tecnológicas; quando começaram a ser utilizados os automóveis, há cerca de um século, deixou de haver trabalho para os ferradores, construtores e reparadores de carroças e tratadores de cavalos. Há que fazer a reconversão das empresas que encerrarem e a reciclagem das suas actividades. A flexibilidade de emprego é cada vez mais frequente e exige dos trabalhadores mais capacidade e vontade de aprender novas tarefas em actividades diferentes. O progresso não se compadece com incapacidade de adaptação das pessoas. É bom que todos se compenetrem deste fenómeno e o encarem de modo positivo, construtivo.

É nas crises que é fundamental a possibilidade de adaptação a novos trabalhos, o improviso, a inovação e a competência que permita produtividade crescente.
publicado por TC às 21:43

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