...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

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13
Jan
10
Para quem continua a acreditar nas carradas de patranhas e histórias inventadas pela jornaleirada imunda, no puro sentido de desinformar, pois que feitos de relevo para o conhecimento geral da população são preteridos como método, vejam-se as informações existentes na Internet sobre a verdade acerca da selvajaria castelhana.

Não se suponha que aquele povo, de sentimentos selvagem se civilizou assim tanto desde a altura em que desventravam as mães americanas e rebentavam os crânios dos seus recém-nascidos contra os rochedos, espalhando-lhes os cérebros pelas pedras. Abrirem uma pessoa viva à espada era acto comum, tanto como queimá-los ou desmembrá-los também vivos.

Actualmente, continuam a honrar os assassinos máximos da sua raça, a venerá-los e a comemorá-los. Continuam convencidos de que essas acções eram boas práticas, pelo menos se feitas por eles. Isto está comprovado pelas suas diversas atitudes. Nunca reconheceram nem reconhecem a sua malvadez genética, pois que até hoje jamais pediram perdão aos descendentes das suas vítimas. E não foram poucas. Pelas contas mais modestas, algumas da época dos genocídios, estima-se que estes exterminadores assassinaram mais de 80 milhões de seres humanos, apenas para lhes roubarem os seus haveres, as suas terras e o seu dinheiro. O método usado não foi, porém, o dos ladrões vulgares, mas da mais requintada malvadez sem igual na história da humanidade. Este último facto é de certo o mais importante, aquele que nos confirma que a malvadez desse povo não tem igual.

O número de assassinados é de longe, muito longe, o maior de todos os morticínios jamais perpetrados por seres humanos contra seres humanos. É 4 vezes o número dos mortos em cada uma das duas guerras mundiais. É 12 vezes superior ao número de judeus e ciganos exterminados pelos nazis. Não se compreende, pois, que todo o mundo tanto lamente estes mortos e despreze por completo os actos que eclipsam qualquer outro na História da Humanidade. Estamos, pois, em face do acto mais selvagem e bárbaro mundial de todas as épocas, desde que a história existe.

A realidade, porém, não termina aqui. Pensar que este povo se civilizou com o decorrer dos tempos é pura ingenuidade, ignorância devida à desinformação. Tanto se tem falado contra o povo alemão, um povo verdadeiramente heróico, com bons costumes humanos, respeitador e religioso sem beatices, trabalhador. Teve um mau chefe e matou uma grande quantidade de parasitas, esquecendo-se completamente que estes também eram seres humanos e tinham direito a viver como eles. Foi o seu único erro e que durou pouco mais que uma meia dúzia de anos.

A não esquecer que a Alemanha vivia numa miséria que lhe tinha sido imposta por uma enorme dívida sobre a guerra anterior e que esse povo, por ser trabalhador, não suporta a miséria. Não suportou a que lhe foi imposta e quando alguém surgiu que os tirou da miséria, eles aceitaram as suas ideias. No entanto, os castelhanos não assassinaram outros povos durante apenas meia dúzia de anos e tampouco se contentaram com uns meros milhões. Os nazis abusaram fazendo experiências científicas sobre os seus prisioneiros; os castelhanos experimentavam quanta dor aguentava um ser humano quando o estripavam, por exemplo. Que diferença, até na maldade.

É este o povo castelhano. Continua a ser.

Hoje, os canalhas jornaleiros da desinformação escondem-nos que em Espanha se mantêm presos num estado incomunicável, que lhes é proibido comunicarem com advogados, pelo que estes, quando se apresentam no julgamento nem conhecem ao certo o caso nem a própria pessoa que vão defender. É esta a realidade actual nesse país de malditos. A tortura é praticada sempre que o governo assim o decide. É esta a realidade actual nesse país de malditos.

Em 1984, numa convenção internacional das Nações Unidas patrocinada pela Amnistia Internacional, Portugal, entre 144 países (número que cresceu desde então), acordaram e mais tarde ratificaram o compromisso de não repatriar presos para países onde existissem casos de tortura, de cuja lista a Espanha faz parte e que Portugal também assinou. Esses estados são considerados como criminosos. O acordo é oficialmente conhecido como «Convenção das Nações Unidas Contra a Tortura e Outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanas e Degradantes, adoptada em 1984 por assinatura e ratificação, após longas campanhas realizadas pela Amnistia Internacional e outras organizações.» Até à data, Portugal honrou esse acordo. (Exemplo) Seguem-se algumas notas sobre esse acordo.

A sua adopção contribuiu para tratados regionais, proibindo a tortura, e conseguiu fazer com que esta fosse incluída como crime de guerra e contra a Humanidade no Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional.

O Comité contra a Tortura analisa regularmente relatórios dos Estados-membros sobre a implementação da Convenção - fazendo pareceres e recomendações a Estados sobre formas de prevenção e punição de acções de tortura e de como compensar as suas vítimas.

Isso exige de cada Estado aderente "adoptar medidas legislativas, administrativas, judiciais ou outras efectivas para a prevenção da tortura"; e deixa claro que "nenhuma circunstância excepcional, qualquer que seja, quer se trate de Estado de guerra ou de ameaça de guerra, de instabilidade política ou de qualquer outro estado de excepção, poderá ser invocada para justificar a tortura"(Artigo2)

O Artigo 3 proíbe o repatriamento (refoulement) de qualquer pessoa para um lugar onde ele ou ela fiquem em risco de sofrer tortura e o Artigo 4 requer que todos os actos de tortura sejam definidos como crime.

Até hoje, 56 Estados assinaram este Protocolo e 34 ratificaram-no ou acederam a ele. O Protocolo mandata peritos internacionais independentes levar a cabo visitas regulares a locais de detenção nos Estados que assinaram o documento, e requer a estes a adopção de mecanismos nacionais de condução de visitas a lugares de detenção, assim como a cooperação com peritos internacionais.
Evidentemente, a Espanha não assinou este protocolo.

Em Espanha, numa tentativa de reduzir o descontentamento sobre a colonização basca, os nacionalistas são mantidos sob prisão por tempo indeterminado. Presentemente, são quase 800. Há menos de quatro anos eram cerca de 500.

Os sites da Amnistia Internacional e da Human Rights Watch cotêm muitos casos sobre a actual selvajaria castelhana. Todavia, quando existentes, as traduções para português escasseiam... Na Amnistia Internacional, o site tem um outro URL e é mantido por portugueses. Ao que parece, estes escamoteiam os casos relatados, pelo que as buscas dever ser efectuadas em inglês, onde se encontra o conteúdo completo.

Na Internet não faltam alusões, menções nem relatos sobre a barbárie castelhana. Querendo poupar tempo em buscas – aliás fáceis – ao fundo desta página encontram-se alguns links directos para alguns dos muitos existentes.

Remarcável que à excepção dos portugueses nenhum documento encontrado considera a Espanha como uma democracia. Os pobres diabos portugueses, que também não têm uma democracia nem sabem o que é, continuam a emprenhar pelos ouvidos.

Repete-se. Portugal tem honrado o acordo que assinou e que inclui a exclusão de expatriação de presos para países que pratiquem a tortura, etc., tal como nos extractos atrás. Contudo, se agora, quebrando as regras e indo contra esta constituição fantoche e acordos internacionais das Nações Unidas e da Amnistia Internacional, o Sócrates, acusado pela Human Rights Watch como traidor dos Direitos Humanos, resolver entregar os infractores da lei nacional à selvajaria da tortura castelhana, tal como se conhece, indubitavelmente nenhum paspalho nacional terá algo entre as pernas que o faça reclamar. Pobre povo de castrados mentais.


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Para quem possa cogitar e julgar encontrar motivos para que lhe permitam deduzir que o autor desta compilação possa ser movido apenas por sentimentos anti-castelhanos, aqui fica o esclarecimento.

1. Tudo o que é apresentado sobre este assunto limita-se à compilação de artigos e tópicos publicados na Internet e ao alcance de todos, de autores de idoneidade comprovada, alguns dos quais ensinam o que escreveram em universidades. Não foi por esquecimento ou por obliteração deliberada que não foram compilados outras opiniões ou artigos que testemunhem que os actos relatados não foram perpetrados sem maldade. Simplesmente, após procura, chegou-se à conclusão de que não existem testemunhos neste sentido. Porém, qualquer pessoa tem a possibilidade de fazer buscas e se algo encontrar agradece-se a informação. Não se verificando qualquer contrariedade ao que aqui foi compilado, é-se obrigado a concluir que o restante é certo. Afinal, é o que nos contam os manuais de história e o monge missionário Dominicano Frei Bartolomeu, bispo de Chiapas, que assistiu aos principais acontecimentos.

2. Na eventualidade de se querer imputar um acentuado sentimento anti-castelhano, este seria absolutamente legítimo e justificado, tanto pelos registos históricos, como pela continuidade do comportamento dessa raça maldita através de todo o tempo da sua existência. Constam ainda nesses registos os mais horrendos tribunais da Inquisição, que reservaram um lugar eterno ao Grande Inquisidor Geral Tomás de Torquemada – um herói castelhano no seu tempo – um sanguinário que torturava e matava mouros, judeus e hereges a fim de lhes sacar as suas possessões que iam direitinhas para os cofres do Reis Católicos, Fernando de Aragão e Isabel de Castela, que na altura viviam numa semi-miséria sem dinheiro para aquecerem os seus castelos no Inverno. Esse povo continua e persiste sem se desviar dos princípios humanitários dos Direitos Humanos e teima em querer dominar os outros ilegitimamente e contra os princípios mundiais, como com os Bascos, que tem massacrado durante séculos. Numa continuidade do seu passado.


Outros posts sobre o assunto ou relacionados:
Terrorismo
A Barbárie Castelhana
Sócrates Acusado de Traidor
pela Human Rights Watch

O Iberista Traidor Contra a
Amnistia Internacional



Leitura oficial de referência

Biografia do Grande Inquisidor Geral Tomás de Torquemada na Wikipedia.
Em Português.
Em Inglês, muito mais completa, com cerca do dobro das páginas da edição portuguesa.

Página com vários links.


Dos sites da Human Rights Watch e da Amnistia Internacional:

A HRW recomenda à ONU um observador para os abusos nas medidas contra-terrorismo em vários países, incluindo Espanha.

Lista de medidas contra-terrorismo em Espanha que violam os Direitos Humanos segundo a HRW e descrição.

“Espanha tem uma longa história de violência política”;
A justiça criminal foi moldada para oprimir os bascos;
Fecho de jornal basco e prisão dos jornalistas;
Anti-terrorismo selvagem provocou mais violência;
Falsas desculpas das autoridades espanholas
Negação de assistência jurídica aos bascos e “incommunicado”;
Discriminação dos bascos perante a justiça.


Espanha: Adicionando o Insulto à Injúria

Portugal e a Espanha são presentemente os únicos países da União Europeia que violam os Direitos Humanos.

Os animais dos pedantes iletrados dos jornaleiros portugueses escondem todos estes factos. Esta vara de porcos tem mantido a população desinformada. Durante o Estado Novo, mesmo com a crítica, o povo estava muito mais informado que hoje por esta canalha de animais imundos. A liberdade de que gozam, afinal, é apenas em nosso prejuízo. Referindo-nos apenas a este ponto e vistos os resultados (que é o que conta), estávamos melhor quando eles não eram livres. Inacreditável.


Este e outros artigos também publicados nos blogs do autor (1 e 2).


publicado por TC às 14:01
11
Jan
10
Ainda hoje, os mais celebrados heróis franceses modernos são aqueles que lutaram contra a ocupação alemã durante a Segunda Guerra Mundial, fazendo rebentar bombas por tudo quanto era lado onde estivessem alemães e matá-los. Em Espanha, aos heróis da resistência basca chamam terroristas.

Os heróis da resistência francesa têm sido frequentemente objecto das maiores homenagens ao mais alto nível nacional.

Difícil de acreditar em tão monstruosa maldade e falsidade quando o governo central espanhol, terrorista e opressor, afirma que quer a paz, ou não fosse o próprio povo castelhano o herdeiro das maiores selvajarias, torturas e genocídios mundiais. Se essa descomunal mentira fosse verdade, seria bem fácil de obter a paz, pois que para tanto bastaria conceder a independência ao país que colonizam impunemente. Não seria qualquer favor, mas apenas no cumprimento da Carta das Nações Unidas (Cap. I, Art°. 1, nº 2, assim como noutros lugares) e das normas de todas organizações defensoras dos Direitos Humanos.

Disse o falso do primeiro-ministro castelhano que ia acabar com a ETA. Esta afirmação acrescenta o epitáfio de louco à sua personalidade. Já provou a sua esperteza canalha noutras alturas e com essa demonstrou a sua baixa capacidade de compreensão, a sua falta de inteligência. Ao longo da história não faltam exemplos do contrário, sendo os mais recentes os constatados em Timor, na Palestina ou no Kosovo, onde povos dominados de modo idêntico ao que os bascos sofrem, lutaram pela liberdade ou morte. Sem excepção, observamos que a um aumento de opressão corresponde um aumento de resistência agressiva. É absolutamente lógico que os filhos, vendo como os pais são tratados pelos opressores se tornarão mais revoltados e agressivos do que os próprios pais. Está na natureza humana e não resta a provar. Daí, a afirmação pelo cobarde do castelhano só poderá originar risota por tanta estupidez revelada, ainda que promovida por intrínseca iniquidade. Só passará despercebido a interessados ou estultos.

De acordo com a Carta das Nações Unidas que os malvados castelhanos assinaram, Todos os povos têm direito à autodeterminação. Se esgotadas todas as tentativas pacíficas, esta lhes continuar a ser negada, têm ainda o direito em a exigir seja por que modo for.

Em tudo isto, o povo castelhano não está isento de responsabilidade. O único modo possível de obter a paz e a tranquilidade é conceder a liberdade de direito ao povo colonizado. Não há outro caminho nem alternativa para a paz. Todos os acordos quebrados pelos governos castelhanos o têm provado.

Quando se conhece a populaça estúpida castelhana, que em lugar de se manifestar exigindo do governo essa única solução, se manifesta contra os próprios oprimidos, não podemos deixar de nos recordar dos crimes sanguinários cometidos pelos avós desse mesmo povo maldito. Aquele que mais selvaticamente se comportou ao cimo da terra, duma malvadez incrível, tal como descrita por um dos seus missionários, o Dominicano sevilhano Frei Bartolomé de las Casas, mais tarde bispo de Chiapas, no México, testemunha ocular das inimagináveis torturas e carnificinas por eles perpetradas.

Os incrédulos, os enganados, os desinformados e todos aqueles que desejem tomar conhecimento sólido da verdade deveriam ler as suas crónicas traduzidas em várias línguas e publicadas num grande número de países menos em Espanha. A mais conhecida é decerto aquela que ele intitulou Brevísima Relación de la Destrucción de las Indias. Os crimes relatados e cometidos pela população normal e pessoal dos colonos atingem as raias do inconcebível de tão hediondos. Só lendo-a e conhecendo o renome da honorabilidade do autor nos podemos convencer.

As demonstrações populares a que assistimos presentemente contra os bascos, por parte dos castelhanos são efectuadas pelos descendentes directos dessa raça de malvados. Segundo as instituições humanitárias mundialmente acreditadas, a tortura e incomunicabilidade continuam a ser a regra nesse país de selvagens.

Morte aos malvados! Pelo comportamento dos governos castelhanos, adivinha-se que será infelizmente necessário matar muitos mais até que a iniquidade compreenda e ceda à razão. Em lugar de se celebrarem e honrarem os resistentes como a França fez (e faz) aos seus. A violência dos bascos que se verificou em Barcelona é condenável por os catalães terem também sido conquistados e subjugados pelos mesmos castelhanos. Todavia, sempre que dirigida ao opressor ou aos seus tentáculos é um acto lícito, visto todos os outros terem sido frustrados pela malignidade castelhana. «As causas conduzem à violência, por os poderosos não as quererem resolver e não estarem interessados em fazer cedências.»

Querendo, pode consultar-se uma página com alguns extractos, factos históricos, nomes do principais heróis da perversidade e crueldade e, sobretudo, links para a crónica acima citada, textos, testemunhos, biografia do missionário, etc., clicando aqui.

Facto altamente significativo, a raça de malditos continua a venerar e tratar por heróis os maiores criminosos da humanidade, em lugar de pedirem perdão aos descendentes daqueles a quem assassinaram, que trucidaram e dos recém nascidos a quem rebentaram com a cabeça contra os rochedos.


Em Portugal, a cambada de jornaleiros da desinformação não conta os acontecimentos nem informa imparcialmente. Com efeito, foram eles que conjuntamente com a corrupção política formaram o povo mais mentalmente e monetariamente atrasado da Europa. Para o encobrir passam o tempo a impingir um sentido de orgulho pelos mais baixos valores após terem destruído os do género que educaram, instruíram e levantaram os povos dos outros países. Os portugueses sofrem a miséria humana que de todas as formas lhes foram infligidas por essas duas variantes de ralé e como lhes sugaram a inteligência, tais como: o mais baixo nível de instrução da União Europeia e o maior número de iletrados e incapazes de pensar por eles mesmos, deixando-lhes apenas esperteza para a malandrice, os piores sistemas de saúde e de segurança social, etc. Os embrutecidos por este sistema agradecem com reconhecimento.

Se agora, quebrando as regras e indo contra esta constituição fantoche e acordos internacionais das Nações Unidas e da Amnistia Internacional, entregarem os infractores da lei nacional à selvajaria da tortura castelhana, tal como se conhece indubitavelmente, nenhum paspalho nacional terá algo entre as pernas que o faça reclamar. Pobre povo de castrados mentais.

De notar: tal como anteriormente mencionado sobre as polícias, a GNR mostrou mais uma vez a sua incapacidade desatando aos tiros como tarados. Não serão tarados, mas a falta de treino moderno e adequado e o abandono a que todos os governos os têm votado, fizeram deles o que se vê. Por isso que as armas lhes deveriam ser tiradas até que as ensinem a não só como usá-las, mas mais ainda, a como se comportarem no exercício das suas funções. No estado actual nem tampouco se lhes pode esperar eficiência profissional. Para nada serve uma polícia assim, a não ser para cometer selvajarias, fazer disparates e incapacidade profissional. Nada disto fará baixar o nível de criminalidade, pelo contrário. Agora até têm seguranças para os guardar! Isto não diz nada a ninguém?

Outros artigos também publicados nos blogs do autor (1 e 2).


publicado por TC às 22:28
04
Nov
09
O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Faria de Oliveira, considerou hoje o pedido de suspensão de mandato de Armando Vara como «um bom exemplo a ter em conta», acrescentando que «é um gesto que o dignifica» - É pois!!! Bom exemplo??? BOM EXEMPLO era não roubar o povo. Querido tio Faria, comigo a mandar ias já de vela também...

Os deputados da Assembleia da República vão deixar de poder fazer desdobramentos de bilhetes de avião e acumular créditos de milhas, segundo uma proposta, hoje aprovada, do Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama. - Já era sem tempo terem alguma vergonha na cara. Para quando passarem a usar os seus carros pessoais para se deslocarem para o EMPREGO?

A cientista (Portuguesa) Mónica Bettencourt Dias foi hoje distinguida pela Organização Europeia de Biologia Molecular (EMBO, na sigla em inglês) ao ser incluída na lista anual do organismo dos mais talentosos jovens cientistas da Europa. - Ainda há GRANDES PORTUGUESES por este mundo fora. Pena que por cá não lhes dêem mérito nem valor. Os tachos são só para os amigos e afilhados...

Agentes da PSP atingiram a tiro, na madrugada desta quarta-feira, um homem que, na companhia de um menor de 16 anos, tentava roubar uma máquina de tabaco de um estabelecimento de restauração na zona do Montalvão, em Setúbal. A polícia viu-se obrigada a disparar depois de o homem, de 22 anos, ter tentado atropelar os agentes com o carro roubado no qual se faziam transportar. - Coitado do Sr. agente que disparou. Ainda vai preso!!!

Sobrinho de Domingos oferece mil pães por cada golo do Braga - DADO!!! De borla... mesmo. Boa iniciativa. Há gente que gosta de futebol e sabe ser um verdadeiro adepto. Isto é bom para o Desporto. Chega de dar cobrimento às outras palhaçadas dos do costume.


Abraço do vosso amigo...
publicado por TC às 20:10
28
Mai
09
Assistimos recentemente à confraternização entre o canalha primeiro-ministro espanhol, que despreza os Direitos Humanos, e o seu homólogo português, não menos espezinhador dos mesmos direitos.

Este caso foi muito bem criticado pelo Porco em Pé do PSD, aquele que guincha desalmadamente no parlamento como um ordinário, ajudando a que este seja reconhecido como a Lavandaria Nacional, embora as suas alusões não terem sido todas adequadas. É o oportunista de aproveitamento político que tudo come em qualquer grau de podridão. Como um porco.

Continuando, nada de admirar que um pulha aprove um seu igual e que com ele confraternize. A continuidade destes factos está na origem de grande parte do evidente atraso de Portugal em quase tudo desde o tempo em que o Mário Soares chamou irmãos àquela escória de selvagens indignos que formam a quase totalidade da população dos nossos amaldiçoados vizinhos. Note-se que os malditos são os castelhanos e que o termo Espanha engloba povos como Catalães, Galegos e Bascos, por eles colonizados e que não têm os mesmos sentimentos nem os mesmos princípios, nem cometeram os mesmos crimes hediondos.

A jornaleirada repelente e os sórdidos políticos corruptos nacionais não deixam de nos atirar à cara com os maus exemplos da escumalha castelhana. Porquê? A resposta parece evidente, é intuitiva, sugestiva e bem provada: mostram-nos os maus resultados como se de bons se tratasse para não reclamarmos pela miséria nacional em relação aos países mais avançados de União Europeia. Se não são canalhas, então o que são?

Na verdade, os nossos vizinhos são tudo o que existe de pior na Europa e em certos pontos até em toda a humanidade. Não se trata apenas de corroborar com os factos de que a Amnistia Internacional os acusa anualmente em todos os seus incumprimentos dos Direitos Humanos, das más políticas sempre aqui citadas e agora comprovadas pelo estado da economia nesse país. Era um progresso balofo e sem bases sustentáveis. Não são casos a copiar, são tudo casos a evitar.

Com efeito, as agressões contínuas aos Direitos Humanos, incluindo o assassínio e a tortura são moeda corrente em Espanha e que não melhoram de ano para ano. A sua página na AI sobre os crimes de Espanha é muito mais longa que aquela que reflecte as misérias de Portugal. Este facto não deve, porém, dar azo a qualquer tipo de orgulho nacional desapropriado, mas fazer reflectir como exemplo a não seguir.

A Espanha maldita é um dos raros países europeus que persistem no colonialismo, desrespeitando a Carta das Nações Unidas e todas as organizações internacionais relacionadas com os Direitos Humanos e dos povos. Juntamente com os EUA e Israel é acusada pela Amnistia Internacional de abastardar a definição de terrorismo em alguns artigos do Código Penal espanhol pudesse incluir actos que não seriam apropriadamente compreendidos por essa categoria (sic). A intenção é de ludibriar, permitindo ao estado esconder a perpetração de crimes inqualificáveis contra a humanidade.

Quanto ao passado, não se compreende que tanto espalhafato publicitário se faça sobre a morte dos meros seis milhões de judeus durante a II Guerra Mundial, relativamente aos mais de oitenta milhões assassinados pelos castelhanos nas suas colónias. Os malditos chegaram a exterminar povos inteiros. Então, esses seres humanos não têm mais direito ao reconhecimento que os judeus por serem num número mais de 12 vezes superior? Será a raça maldita cispensada de pedir perdão aos descendentes dos sobreviventes? Porque se continuam a esconder os crimes dum povo bárbaro? Para lhe permitir a continuação dos seus crimes contra humanidade? Para lhes permitir de exterminar os Bascos? Para lhes permitir de matar os imigrantes ilegais?

A questão da real malvadez não se limita exclusivamente aos políticos. O povo animalesco revela os mesmos sentimentos nas demonstrações contra aquilo que querem fazer passa por terrorismo basco. Querem paz, como dizem? Pura mentira, simples falsidade, pois que se fosse verdade tomariam facilmente as mais que evidentes e simples medidas para que assim fosse. Serão tão estúpidos que não possam compreender que se lhes derem a independência a que têm direito se acabam as sequências da revolta dum povo massacrado? Ou querem fazer o mundo compreender que se tomassem essa decisão os ataques de defesa dos Bascos continuariam? Que risota! Como se pode ser tão estúpido a ponto de pensar que ninguém compreende a apresentação dum caso às avessas. No entanto têm-se servido dessa desculpa e há mesmo estúpidos que acreditam e interessados que fingem acreditar. As demonstrações do povo espanhol revelam estupidez crassa.

De espantar, ainda, é que parecem estar convencidos de que se conseguirem dominar a revolta da resistência basca, terminarão com o problema! Acreditarão verdadeiramente que vão assim resolver o problema? Esperarão que os filhos dos bascos que assassinaram não seguirão as pégadas dos pais? A história, tanto antiga como moderna, revela-nos uma outra verdade.

Veja-se um resumo dos crimes maiores dos castelhanos, aqui.
Veja-se aqui o relato do Frei Bartolomé de las Casas, missionário sevilhano e bispo de Chiapas, no México, sobre as inimagináveis e inconcebíveis torturas do mais selvagem povo sobre a terra, aquele que de longe ultrapassou os temidos Mongóis.

Um outro post relacionado sobre uma faceta do terrorismo no mundo. Um outro sobre a traição do Sócrates.

Odiar um tal povo não é ser racista, mas colocar acima de tudo os Direitos Humanos, a verdade, a justiça e a honestidade, valores hoje bem murchos em Portugal, substituídos por valores-lixo de rascas, se virmos onde nos levaram, onde o número de traidores iberistas cresce a olhos vistos. Talvez não seja de admirar se nos lembrarmos do alto grau da desinformação nacional e das palavras de Victor Hugo: a ignorância é a mãe da estupidez. A internet está literalmente infestada de lixo espanhol que todos os imbecis teimam em reexpedir para tudo quanto é e-mail. Não nos bastará já o nosso próprio lixo? Não, pois que queremos importar todo o mais que encontramos para podermos justificar o que se diz de Portugal: a estrumeira da Europa.


Adenda29-5-09 14h50

Para quem preferir rescrever a história (costume que se tem vindo a enraizar) e desmentir a queixa/pedido do missionário ao rei espanhol, segue-se um pequeno extracto. São apenas algumas das suas frases numa descrição pormenorizada que em 46 páginas num ficheiro PDF.

Todas estas universas e infinitas gentes a todo género crió Dios los más simples, sin maldades ni dobleces, obedientísimas y fidelísimas a sus señores naturales e a los cristianos a quien sirven; más humildes, más pacientes, más pacíficas e quietas, sin rencillas ni bullicios, no rijosos, no querulosos, sin rencores, sin odios, sin desear venganzas, que hay en el mundo.
...
En estas ovejas mansas, y de las calidades susodichas por su Hacedor y Criador así dotadas, entraron los españoles, desde luego que las conocieron, como lobos e tigres y leones cruelísimos de muchos días hambrientos. Y otra cosa no han hecho de cuarenta años a esta parte, hasta hoy, e hoy en este día lo hacen, sino despedazarlas, matarlas, angustiarlas, afligirlas, atormentarlas y destruirlas por las extrañas y nuevas e varias e nunca otras tales vistas ni leídas ni oídas maneras de crueldad...
...
Daremos por cuenta muy cierta y verdadera que son muertas en los dichos cuarenta años por las dichas tiranías e infernales obras de los cristianos, ºinjusta y tiránicamente, más de doce cuentos de ánimas, hombres y mujeres y niños; y en verdad que creo, sin pensar engañarme, que son más de quince cuentos.
...
La causa por que han muerto y destruído tantas y tales e tan infinito número de ánimas los cristianos ha sido solamente por tener por su fin último el oro y henchirse de riquezas en muy breves días e subir a estados muy altos e sin proporción de sus personas (conviene a saber): por la insaciable codicia e ambición que han tenido, que ha sido mayor que en el mundo ser pudo...
...
Entraban en los pueblos, ni dejaban niños y viejos, ni mujeres preñadas ni paridas que no desbarrigaban e hacían pedazos, como si dieran en unos corderos metidos en sus apriscos. Hacían apuestas sobre quién de una cuchillada abría el hombre por medio, o le cortaba la cabeza de un piquete o le descubría las entrañas. Tomaban las criaturas de las tetas de las madres, por las piernas, y daban de cabeza con ellas en las peñas. Otros, daban con ellas en ríos por las espaldas, riendo e burlando, e cayendo en el agua decían: bullís, cuerpo de tal; otras criaturas metían a espada con las madres juntamente, e todos cuantos delante de sí hallaban. Hacían unas horcas largas, que juntasen casi los pies a la tierra, e de trece en trece, a honor y reverencia de Nuestro Redemptor e de los doce apóstoles, poniéndoles leña e fuego, los quemaban vivos. Otros, ataban o liaban todo el cuerpo de paja seca pegándoles fuego, así los quemaban. Otros, y todos los que querían tomar a vida, cortábanles ambas manos y dellas llevaban colgando, y decíanles: "Andad con cartas." Conviene a saber, lleva las nuevas a las gentes que estaban huídas por los montes. Comúnmente mataban a los señores y nobles desta manera: que hacían unas parrillas de varas sobre horquetas y atábanlos en ellas y poníanles por debajo fuego manso, para que poco a poco, dando alaridos en aquellos tormentos, desesperados, se les salían las ánimas.
...
Una vez vide que, teniendo en las parrillas quemándose cuatro o cinco principales y señores (y aun pienso que había dos o tres pares de parrillas donde quemaban otros), y porque daban muy grandes gritos y daban pena al capitán o le impedían el sueño, mandó que los ahogasen, y el alguacil, que era peor que el verdugo que los quemaba (y sé cómo se llamaba y aun sus parientes conocí en Sevilla), no quiso ahogarlos, antes les metió con sus manos palos en las bocas para que no sonasen y atizoles el fuego hasta que se asaron de despacio como él quería. Yo vide todas las cosas arriba dichas y muchas otras infinitas. Y porque toda la gente que huir podía se encerraba en los montes y subía a las sierras huyendo de hombres tan inhumanos, tan sin piedad y tan feroces bestias, extirpadores y capitales enemigos del linaje humano, enseñaron y amaestraron lebreles, perros bravísimos que en viendo un indio lo hacían pedazos en un credo, y mejor arremetían a él y lo comían que si fuera un puerco. Estos perros hicieron grandes estragos y carnecerías. Y porque algunas veces, raras y pocas, mataban los indios algunos cristianos con justa razón y santa justicia, hicieron ley entre sí, que por un cristiano que los indios matasen, habían los cristianos de matar cien indios.


Um site Porto Riquenho publica o mesmo texto e testemunha do silêncio que se tem querido impor a esta malvadez.

Nesta página há imensos links para outros testemunhos nos mais diversos sites. Só corroborando com a dita malvadez se pode querer ignorá-los.
publicado por TC às 23:25

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