...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

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16
Jul
10
Um governo minoritário ou composto por vários partidos em coligação – esta última sendo o comum nos países nórdicos mais democráticos – deveria produzir os melhores resultados, além de representar melhor os eleitores, pois que as maiorias que se têm tido têm sempre representado cerca de 40% dos votos, indo os restantes (a maioria) para o lixo.

Por esta e outras razões já várias vezes enunciadas [Vejam-se os links ao fundo do artigo], Portugal nunca teve um governo democrático, nem representativo, nem mesmo legal.

Ora, verifica-se de novo que a ganância das oligarquias mafiosas não permite uma verdadeira democracia. Assistimos em contínuo a uma guerra pelo tacho, pelo enriquecimento ilícito e pelo roubo impune (tudo à nossa custa), em que as armas são os resultados da desgraça nacional usadas nos ataques entre os figurões empregando palavreado dirigido a uma população de atrasados mentais incapazes de discernir a malvadez do que é justo ou a verdade da patranha. É nisto apenas que esses energúmenos contam para sacar os tachos. Iguais de todos os lados, o palavreado apenas muda consoante a ocasião.

Ultimamente, por um lado ouvimos o governo apresentar vários dados manipulados em seu favor sobre vários sectores de interesse, como a economia e a pobreza.

Por outro lado os outros mafiosos tentaram transformar os dados em apoio de críticas ao governo. Um deles, diferente por errado, foi a crítica do Paulo Portas de que uma diminuição registada da pobreza duma ordem de 0,1% era um agravamento. Ora, tendo em conta a recessão, esse resultado até deve ser equiparado a um milagre. Está bem longe do que se precisa, mas em evidente contrariedade com a afirmação do Portas.

O Sócrates tem-se visto obrigado – e muito bem – a engolir a sua arrogância ao felizmente ter perdido a maioria. Do lado do PSD e do CDS ouvem-se autênticas bestialidades desarrazoadas por desprovidas de sentido. Dizem que é arrogante como antes quando todos sabemos bem isso lhe ser agora impossível, ainda que o queira ou quisesse ser. É que há sempre os crédulos que ouvem sem ver nem pensar. A voz vai-lhes directamente ao coração sem lhes passar pela cabeça. Não será por isso que os germânicos dizem que os portugueses pensam com o coração e sentem com a cabeça? Bom, na verdade até dizem muito pior e mais grave.

Se tirarmos o motivo único destes ataques de ambos os lados – a ganância e o roubo impune – nada fica de útil. Estamos num país sem igual na Europa, onde os mais favorecidos ganham seis vezes menos que os outros, ou vice-versa. Alguém ouviu algum partido ou jornaleiro dizer ou fazer algo para fechar o fosso? Alguns dos últimos aludem por vezes, envergonhadamente, mas para eles não dá para os scoops da coxinha com música de pranto ou outros com maior encenação.

Ou melhor, sim, houve dois que apontaram a essas diferenças tão exageradas. Um foi o Pedro Coelho a gozar a população com uma proposta quase envergonhada de diminuir os ganhos dos que mais auferem em 5%. Gozar, porque entre 5% e seis vezes, apenas no seu ver de ganancioso, pode ser adequado. Não obstante, ainda ontem se ouviu na Lavandaria Nacional um alarve apregoar que os portugueses podiam contar com o PSD. Viu-se e continua a ver-se como.

O outro que condenou as diferenças exageradas foi o Hernâni Lopes, um velho que, por o ser, por se ter retirado da luta partidária e por já não ser atingido por qualquer medida do dessa ordem, alvitrou mesmo reduções de 30%, muito mais justas.

O esbanjamento do nosso dinheiro pelas associações de criminosos tem de acabar. Mesmo que difícil quando os mais altos cargos da nação estão ocupados pelo pior primeiro-ministro de sempre, e pelo segundo pior. Aquele que permitiu o roubo dos fundos de coesão que deveriam ter preparado o país para enfrentar o futuro; e o aldrabão e vigarista que o tem secundado com na destruição do país. Pior é só não haver quem os substitua. Que desgraça!

Após a ordinária e pulha da Manela Leiteira temos um velhaco finório bem treinado em sonsice. Diga-se em abono da verdade, que se os portugueses tiverem capacidade para discernir – e até agora tem-se provado o contrário – tudo é preferível à bruxa que ele substituiu. O grande mal do Coelho é apenas ser um extremista em neoliberalismo, o que implica o inexorável aumento do fosso entre mais ricos e mais pobres e um maior afastamento democrático da Europa em prejuízo dos últimos. Tirar aos que menos têm para dar aos que mais têm. Estranho, que os raros que se encontram no meio possam continuar que jamais serão atingidos, mesmo com o que nesta altura presenciamos.

Calma, estamos ainda longe do fim e muitos deles irão ainda ficar desempregados. Os partidos nada farão senão utilizar esta questão incontrolável para propaganda. O governo mostrará que fez muito e bem e a realidade dirá se sim ou se não consoante a miséria aumente pouco ou muito, embora um aumento seja inevitável. Os outros esperam pelo aumento para acusarem, mesmo se ele for relativamente pequeno. Não é uma previsão, é a própria lógica mesmo, a sequência dos factos aliada ao conhecido procedimento das corjas. De qualquer modo, não terão grande dificuldade em derrotar o governo, visto tradicionalmente nenhum consiguir ultrapassar uma crise financeira que aumente muito a miséria nacional.

Pelas ideias, idiotas mas prenhas de malícia, com que nos bombardeiam, pode deduzir-se sem margem de erro que, à parte as diversas seitas mafiosas a que pertencem, os métodos das oligarquias são absolutamente idênticos, tentando manipular os casos à medida das suas conveniências consoante forem aparecendo e de que lado o vento sopre. Apenas se preocupam em mentir para atraiçoar os que, estupidamente, continuam a votar neles. O seu procedimento é análogo ao de qualquer associação de criminosos.

Estes métodos são, ainda assim, compreendidos por um certo número a quem repugnam e provocam desinteresse e abandono do voto. Vêm a inutilidade da escolha e abstêm-se. Não é todavia assim que se conseguirá virar o bico ao prego. Há que martelar no prego com força e acerto. Há que dominar a besta, pôr-lhe açamo, rédea curta, fazê-la passar fome e chicoteá-la, coisa que nem aos animais de carga se deve fazer, porque esta besta que nos rói a alma e a carne, ou a dominamos mesmo ou ela nos deixa com os ossos limpos de cerne e de pele. Procedamos antes que até o tutano nos chupe, que depois já não haverá salvação. Se a bem não for possível, a mal terá que ser. Assim é que não se pode continuar.



Este e outros artigos também publicados nos blogs do autor (1 e 2).


publicado por TC às 11:08
03
Mar
10
O parlamento é a lavandaria nacional, o palco de todas as fantochadas, o lugar onde se reúnem os rascas ignóbeis que fazem leis de tarados e outras mais espertas para garantirem a impunidade dos roubos e outros crimes dos políticos. Criam duas classes de cidadãos: a dos escravos e a dos criminosos impunes, e chamam-lhe democracia. Sede da maledicência e da pulhice, da luta pelo tacho em que tudo vale.

São estes palhaços – componentes das associações de criminosos em que os partidos de oligarquias mafiosas se constituíram – os autores das autênticas fantochadas que lá vemos, protagonistas ordinários pelo que lhes ouvimos, onde expressam claramente a sua baixeza de sentimentos pervertidos e princípios de gente infame, abjecta e obscena.

Há quem se refreie em chamar-lhes aquilo que são. Pudor desapropriado e mal colocado. Se os tratarmos como os honestos e merecedores de consideração, então somos hipócritas, estamos a negar a diferença, inequivocamente considerando ambos do mesmo modo. Este procedimento é uma desonestidade para com os raros honestos, para além da patente hipocrisia, desconsideração e ultraje para aqueles que forem assim comparados a essa canalha rasca de ladrões, parasitas, incapazes, pedantes, arrogantes, etc. É indecente e indecoroso colocar os poucos dignos no mesmo plano dos indignos ou vice-versa.

Esta imunda classe de impostores tem frequentemente a ideia luminosa de formar comissões de inquérito parlamentares, as quais pretendem substituir uma justiça incompetente, investigando seja o que for em seu lugar. Assistimos frequentemente aos resultados fracassados, mas as comissões de incapazes continuam. Se por um lado de nada têm servido, por outro são extras para os seus tachos. A sua inutilidade não admira, sabendo que a maioria dos que compõem esses bandos são advogados falhados, ineptos e incompetentes, que por incapacidade profissional se voltaram para a política, que em Portugal se presta à roubalheira e cujas qualidades requeridas são o embuste, a maledicência e a vigarice. Em tudo o patenteiam, sendo o mais evidente nas leis que a sua incapacidade aprova, com estupidez mas esperteza malandra.

O número de comissões de inquérito que nada produzem continua a aumentar exponencialmente. A propósito de três vezes nada instala-se uma nova. A escumalha não se contenta com embolsar ordenados que não merece, quer sempre mais e mais e todos os pretextos são bons para sacar o dinheiro do estado, o nosso.

Querem agora ter nova oportunidade para extras ainda mais produtivos: uma comissão de inquérito para as acusações que muitos têm apoiado contra o primeiro-ministro. É um tacho extra muito melhor do que outros inquéritos de chacha. Promete durar muito mais, portanto mais lucrativo. Inútil, afinal, porque quer o investigado seja culpado ou não – essa discussão ou possibilidade não é o objecto deste artigo, mas sobre os crimes dos políticos de todos os partidos no parlamento – jamais esses incapazes descobrirão seja o que for, a recordar quando cada casos termina. Não temos já exemplos suficientes para o provar, incluindo os últimos, os do negócio TVI e do Face Oculta? Cada um diz o que quer de ambos os lados, defendendo a sua causa; não se confronta nem se investiga, nada se comprova nem se descobre. Tudo fica na mesma menos o dinheiro atirado a esses cães como pérolas a porcos. Aliás, pérolas a porcos seria menos desapropriado.

Tudo isto acontece e continuará a acontecer por inúmeras causas. A existência do segredo de justiça, inexplicável numa democracia em que tudo deva ser do conhecimento do povo e feito às claras, mas que escondendo protege a corrupção. Uma justiça administrada por incapazes arrogantes que não prestam contas ao soberano e em que há muito ninguém confia salvo os políticos corruptos por terem parido leis que lhes garantem a impunidade. Por sermos um povo de anedotas e de atrasados, de cobardes incapazes de impor a nossa vontade a essa escória: a vontade do povo, o único soberano numa democracia. Não os governantes nem os políticos, não os magistrados nem os juízes, mas o povo apenas, ao qual todos, sem excepção, devem preito e obediência. É esse o significado único do vocábulo democracia: governo pelo povo. O resto é apenas impostura. Em países considerados mais democráticos o povo está hoje mais avançado neste ponto e a exigir um controlo dos políticos muito mais apertado. Se os deixarmos à vontade eles continuarão como até agora. Alguém os imaginará a matar a galinha dos ovos de ouro?

Este e outros artigos também publicados nos blogs do autor (1 e 2).


publicado por TC às 15:26
06
Jan
10
Não, não é exactamente como no filme com o nome do título, no fim da Segunda Guerra Mundial, em que após uma última reunião dos alemães o Marlon Brando (oficial alemão da Wermacht) e os outros seus colegas foram assassinados. Aqui, os malditos não são assassinados, são reconhecidos por uma população que os aplaude. Se não os aplaudisse não continuaria a elegê-los, corria com eles, subjugava-os e mantinha-os à rédea curta e esticada.
[ Clique no link abaixo para continuar a ler ]

Os espectáculos a que assistimos a praticamente todas as sessões do parlamento não ficam nada a dever ao que se passa em países que erradamente consideramos menos democráticos que Portugal. (Aliás, segundo se constata pelo post imediatamente anterior, até por outros acontecimentos Portugal é mesmo uma república das bananas, ou pior.) Não nos dizem se embora assim procedam se preocupam pelos interesses nacionais e se deles se ocupam. Aqui, sabemos que os nossos deputados definitivamente não fazem uma coisa nem outra.

O modo como falam é próprio de gente ordinária com capa de verniz. As expressões empregues dificilmente poderiam ser mais claras sobre os seus interesses e intenções. Mostram-nos bem que a única coisa por que demonstram interesse é o tacho. Não apresentam qualquer proposta de interesse. Não são capazes de falar do país sem irem buscar os outros partidos para os atacar, em evidente defesa do tacho. São animais imundos, de baixos sentimentos, indignos, inferiores, medíocres e rascas, com visíveis instintos de ladrões, aliás constantemente comprovados. Não há distinção entre os partidos, são todos feitos da mesma massa e moldados na mesma forma. São oligarquias formadas em associações criminosas e mafiosas. Não é como seitas da máfia que se confrontam? Se isto persiste só pode ser pelo enorme número de ingénuos incrédulos que os apoia e aprova votando neles.

O facto dos políticos corruptos ludibriarem a população e o estado da instrução adicionado à desenfreada e incrível desinformação dos jornaleiros, criou gerações de incultos e ignorantes sem a mínima noção do que se passa à sua volta, sem a mais remota ideia de como funciona uma democracia. O simples facto dos políticos falarem em democracia a torto e a direito, por tudo e por nada, é a prova número um de que a democracia em Portugal só existe nas suas bocas. Em países autenticamente democráticos ninguém fala em democracia, vive-se. Os factos mais simples são os mais significativos e demonstrativos da realidade.

Daí, o a causa dos problemas e a falta de remédio está unicamente nas próprias pessoas, na sua mentalidade, na falta de civismo, de conhecimentos e na falta de vontade das pessoas em se imporem aos políticos.

Ao ouvir o Portas e a Manela a falar vê-se mais do que bem como eles contam com o atraso mental geral para que não só todas as bestialidades de ganância política passem, como até de esperar aprovação e ganhar mais votos do que com honestidade. E têm razão, porque os desmiolados ouvem-nos e aprovam-nos, apenas emitindo queixinhas inócuas como crianças inconscientes. Acção, zero. Haverá melhor testemunho do estado mental geral?

Desde as últimas eleições que assistimos a uma espécie de jogo do garo e do rato. O PS ganhou as eleições sem maioria absoluta. Felizmente e para o bem do país, que nenhum partido volte a ter maioria absoluta. Se não são suficientemente civilizados para assim governarem, que se civilizem.

O PSD degenerou completamente e está actualmente no mais baixo, uma autêntica desgraça para o país, a prova de que sem dominar os políticos nada será possível. Cada vez que falam sobressai o seu desinteresse pelo país; não perdem uma única oportunidade para falarem mal uns dos outros e não demonstram outro interesse para além do de se apoderarem do poder. As palavras pouco valor têm; o que vale é o seu sentido, o que se lê «entre as linhas». Isto não aconteceria em qualquer país onde os eleitores tivessem um pouco de mioleira, pois que tal procedimento seria o suicídio político do partido: não votariam nele. Porém, as inteligências nacionais têm menos raciocínio que um macaco.

Só o poder interessa os partidos porque em Portugal os torna imunes ao roubo, irresponsáveis por todos os crimes que cometam, etc. O PSD aplica-se agora em conquistar o poder desesperadamente, não por competência ou desejo de fazer algo de bem para o país, tendo em atenção a sua argumentação.

Até há bem pouco tempo por queria convencer toda a gente de que o Sócrates era culpado. A Manela Leiteira, depois de querer interromper a democracia passou a querer substituir a justiça. O Sócrates poderá bem ser culpado, mas isso não lhes diz respeito, não é à Manela de o julgar, que se dedique a estudar planos de recuperação sem aumentar a fossa entre ricos e pobres, como tem proposto. Todos os métodos e estratagemas tentam para conquistar os tachos e a impunidade no roubo e no crime. Quem poderá tomar esta escumalha por gente digna sem que seja louco? Que respeito ou consideração pode merecer tal cambada de vigaristas e ladrões?

Por outro lado, o PS está a esforçar-se por se mostrar ingénuo e melhor intencionado do que os outros para ganhar as próximas eleições com uma maioria que lhes deixe as mão livres para fazerem como antes. Ou melhor ainda, segundo os acontecimentos e se possível, tentar a queda do governo para as ganhar antes. Aparentemente, a oposição está jogar o jogo deles. A suspensão da lei sobre as contribuições demonstra o desinteresse dos partidos pelos interesses do país, colocando estes muito atrás dos seus. É mais uma de que o PS não vai deixar de aproveitar em seu favor. O procedimento da oposição, incapaz de refrear as suas intenções gananciosas, tem jogado a seu favor e se assim continuarem é bem possível que ganhe mesmo. O caso próximo do orçamento vai-nos esclarecer ainda mais sobre este ponto.

Tão bons são uns como os outros e a desinformação anti-social, baseada em scoops e historietas da treta só serve para adormecer e enganar a população. Esta canalha reles e indigna transformou o parlameto nacional num autêntico Baile dos Malditos.

Este e outros artigos também publicados nos blogs do autor (1 e 2).


publicado por TC às 02:14
30
Jul
09
Após tantas tentativas para decapitar os patriotas bascos, as bombas continuam a explodir numa demonstração daquilo que todos conhecem e que os castelhanos teimam em ignorar: tal como na Palestina e noutros casos idênticos, quanto maior for a repressão odiosa maior será a reacção. Os filhos dos sacrificados multiplicarão as acções contra os ocupantes agressores.

É evidente que o governo central Castelhano se esforça por manter a situação tal como ela se encontra. Se o governo e a população alguma vez quisessem mudar e optar pela paz, adoptariam a única medida existente nesse sentido e que eles bem conhecem: a autonomia total do país de acordo com a Carta das Nações Unidas.

Enquanto não o fizerem os Bascos têm o direito universalmente reconhecido de lutar contra a ocupação exactamente da mesma forma que os franceses o fizeram contra a ocupação alemã durante a Segunda Guerra Mundial. A resistência francesa, comandada pelo General De Gaule, foi e tem sido alvo dos maiores elogios e honras nacionais, enquanto os seus colaboradores que mais bombas fizeram rebentar são considerados heróis. Não podemos separar os dois casos e apadrinhar medidas diferentes para um mesmo problema.

Os Bascos não têm qualquer relação étnica com os Castelhanos nem povos vizinhos, nem mesmo de longe. Que fazem lá, pois, os Castelhanos? Aprisionar e matar os Bascos só pode resultar numa palestinização do problema. Quantos mais os tentarem esmagar maior será a reacção. A experiência tem-no-lo demonstrado.

As discussões sobre a paz têm sido sempre sabotadas pelos governos Castelhanos, como se sabe. O povo espanhol, estúpido ou estupidificado pelos seus políticos, faz demonstrações contra os Bascos em lugar de exigir a paz do governo. Os espanhóis não querem a paz, mas um domínio colonial.

Os Castelhanos sempre foram os criminosos mais sanguinários da História Universal e os seus genocídios e torturas espantam por uma crueldade viciosa e única no mundo. Não obstante, confessam-se orgulhosos pelos herois, um bando de assassinos e exterminadores, dando os seus nomes a ruas em cidades. Tentam esconder os seus crimes, mas podemos lê-los em muitos livros. Estes dois links são bem expressivos:
http://en.wikipedia.org/wiki/Bartolomé_de_las_Casas
http://recherche.univ-lyon2.fr/grimh/ressources/concours/Carlos%20V/Casas%20Destruccion.pdf

Agressão colonial é o modo como respondem ao grito dos Bascos pela autonomia. Franco deu permissão à Luftwafe para bombardear e matar no país basco para se treinar. Já todos se esqueceram do quadro de Picasso, Guernica, e o que ele costumava referir a seu propósito? Não sabemos que a Espanha se opõe sempre à liberdade e autonomia de qualquer país, seja ele qual for? Porquê? Não querem a paz.

Para termos conhecimento de como estes casos são abordados pela imprensa internacional, basta-nos uma simples pesquisa na internet usando as palavras «Basque» e «bomb», por exemplo; quando sobre um caso em perticular acrescentar o nome do local. Não lemos nenhuma crítica do género das da jornaleirada imunda portuguesa. Jamais se lê a palavra «terrorismo» ou qualquer dos seus compostos ou derivados em relação aos Bascos. Só a canalha nacional imita a canalha castelhana chamando de terrorista a um povo ou a actos a que todo o mundo classifica como de separatista. É verdadeiramente ignóbil o modo como a falsa matrona correspondente da RTP em Espanha apresenta estes casos.

A jornaleirada nacional, incapaz e sem profissionalismo, mente e encobre. Em tudo e com tudo. Do lixo fabrica scoops. Veja-se mais sobre estes assuntos aqui e aqui.
publicado por TC às 18:10

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