...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

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20
Fev
10
A cidade do Funchal, na Madeira, está a ser vítima de temporais, inundações e deslizamento de terrenos devido às grandes chuvas.

Não é uma catástrofe natural inevitável, mas apenas uma das consequências do mau ordenamento do território. Efectivamente, é absolutamente possível coordenar as consequências de acontecimentos naturais do género. Tem sido demonstrado em todo o mundo. Ainda que num grau bastante inferior, constata-se a diferença observada em Lisboa aquando de grandes chuvas. Antes dos trabalhos necessários terem sido efectuados, algumas zonas, como a do Baixa (que burros cheios de auto-estima de iletrados pedantes agora chamam de pombalina, como se houvesse outra), Cais do Sodré / Av. 24 de Julho e a de Benfica tinham inundações enormes mal chovia um pouco.

Os problemas do Funchal são bem conhecidos desde sempre. O temporal de 1993 foi um dos que causaram maiores estragos. O governo regional, constituído por indivíduos nascidos e criados nas ilhas está perfeitamente consciente dessa possibilidade de catástrofe. No entanto nada fez para o evitar. Ou melhor, fingiu fazer. Tanto que disso tem sido permanentemente acusado. O Bicho da Madeira respondeu às acusações de agora dizendo que se a cidade do Funchal não desapareceu por completo foi devido às canalizações feitas nas ribeiras.

Pelos resultados vemos como se comporta esse governo, que nem salvaguarda as vidas dos cidadãos. As obras necessárias deveriam ter sido efectuadas por gente competente e não contratados por modos corruptos. Assim, parte do dinheiro necessário para as ditas obras foi gasto em obras insuficiente e mal feitas, outra parte usada literalmente na corrupção e o restante para outros objectivos que davam mais votos.

No entanto, mesmo roubando, a Madeira é a segunda região nacional mais desenvolvida. Para poderem roubar mais dando menos nas vistas, o governo, porém, exige que o dinheiro que o país deveria dar a outras regiões mais necessitadas lhe seja entregue. Faz sentido?

Assim, concretamente e só desta vez, os políticos corruptos assassinaram 42 pessoas e destruiram propriedade de altíssimo valor ainda não calculado, o tudo em nome da corrupção e da conquista de votos. «Que morram os pacóvios, o que é preciso é não perdermos os tachos.» O futuro próximo nos dirá que os assassinos ficarão impunes, como de costume, ou ainda serão louvados por terem assassinado tão pouca gente. Só em Portugal! Só em Portugal, também, tudo passa e é perfeitamente admitido e aprovado pelos carneiros em que a própria «vontade popular» enunciada no Art° 1º da constituição não é ouvida nem exercida.


Nota: O número de mortos foi modificado porque ainda continua a aumentar. Apenas uma curta notícia foi ouvida sobre a causa desta catástrofe praticamente querida e praticada pelas associações de criminosos que compõem os partidos mafiosos políticos. Bem encobertos pela outra máfia de canalhas: os jornaleiros ignóbeis.
publicado por TC às 22:58
25
Nov
09
APANHARAM OS GAJOS...Copiado do Baninha
publicado por TC às 22:28
03
Jan
09
Todos nos devemos lembrar de algumas das vezes sem conta em que Paulo Portas não perde a oportunidade de, fiando-se na ignorância geral, faz discursos que se esforça por serem persuasivos, tentando impingir-nos a idiotice de que mais polícias na rua é uma necessidade por ser a medida correcta e adequada para prevenir o pequeno crime. Não o alto crime planeado dos corruptos, que escapa sempre a também corrupta justiça nacional com dois pesos e duas medidas.

Quem quer que seja que se tenha preocupado a investigar e conhecer o que se passa pelo mundo, nem precisa de ir muito longe para conhecer o que nesse âmbito se passa e tem passado em países europeus. Os exemplos não faltam, mas o PP sabendo que poucos se têm tomado esse conhecimento, atreve-se a mentir descaradamente. Com o mesmo descaramento com que engana os eleitores pelas feiras e praças, tentando convencer os mais pobres a votarem num partido da direita, ou seja, a que se prontifiquem a sacrificarem-se voluntariamente e engordar os mais ricos com as suas migalhas.

O que o PP nos encobre, por evidente conveniência, é a realidade nua e crua. Os países com maior paz social e menos crimes são precisamente aqueles onde existe maior justiça social. Quanto mais atenuada a diferença entre os mais ricos e os mais pobres, maior é a segurança e menos polícias se vêm na rua. O que ele também esconde é que o método de pôr mais polícias na rua é comparável a dar cacetada no pobre que rouba um pão por ter fome. Evidentemente, crime é sempre crime, mas reconhecer as suas causas é admitir a realidade, o que ele não faz. De certo que os que praticam crimes não nasceram criminosos; as circunstâncias, a pré disposição e as oportunidades a isso o levaram. Também aqui se pode aplicar o velho ditado de que a «ocasião faz o ladrão». Isto não pode o PP dizer, porque equivalia a confessar a existência do enorme desnível social que ele tanto se esforça por amplificar: tirar aos pobres para poder dar aos que têm mais. Reflectindo um pouco sobre as suas palavras cada vez que ele fala chegamos sempre a esta conclusão.

Entre o Natal e o Ano Novo veio o Procurador Geral da República anunciar-nos um previsível aumento do crime para o ano que agora se inicia. Baseou ele muito bem a sua previsão no mais que certo aumento da pobreza e da miséria no país. A sua explicação desmentiu assim, mais uma vez, os contínuos embustes do PP consequentes do seu eterno propósito de tirar aos que mais precisam para dar aos que mais têm, aliás dogma de base do seu partido.
publicado por TC às 01:29
28
Jun
08
AEROPORTO: O RECUO JÁ COMEÇOU
Ainda que de uma forma tímida, encapotada e envergonhada, ilustres técnicos que defendiam a construção de um novo aeroporto para Lisboa já começaram a recuar nas suas posições. Nenhum deles, ainda, diz claramente que o novo aeroporto não deve ser construído. Por enquanto eles falam só em "faseamentos" e "flexibilizações" (ver Público ). No entanto, esta crise dos combustíveis era perfeitamente previsível e desde há muito tempo. Se estes ilustres técnicos lessem o resistir.info saberiam mais acerca do Pico Petrolífero e das suas consequências. E talvez chegassem à conclusão de que os investimentos que o governo prevê para infraestruturas rodoviárias também deveriam ser reanalisados.
Mas a batalha contra o novo aeroporto ainda não está ganha e os jogos de interesses são muitos. Continua portanto a ser válido assinar a Petição contra a construção de qualquer novo aeroporto em Portugal .

Parabéns ao RESISTIR. É excelente.
publicado por TC às 21:22

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