...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

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29
Mar
10
Durante o decorrer das eleições para chefe do bando de associação de criminosos conhecido como PSD, fomos assaltados pelas reportagens e pelos discursos paranóicos de ladrões à conquista dum grande tacho. Em Portugal, continua a crer-se que democracia é permitir aos corruptos que vendam a sua banha da cobra e se aproveitem de todas as ocasiões para fazer campanha política, seja sob que disfarce seja.

Não foi um caso isolado, é o costume com a mesma propaganda nojenta de todas as máfias oligárquicas políticas. Sob a bandeira das suas eleições, as alusões dos candidatos ao seu acto eleitoral limitou-se a pequenas, curtas e isoladas referências. O fundo expandido dos seus discursos baseou-se apenas em propaganda política de ataque a outros partidos, sem qualquer ligação com o evento. Aproveitaram a ocasião que lhes foi oferecida sobre uma bandeja pela jornaleirada imunda para pura propaganda partidária.

Que interesse tem para o país tal diarreia verbosa de banha da cobra e de marketing corrupto, impregnado de falsidades, da parte dessa canalha? Ninguém vai tampouco votar, senão os mafiosos. Portanto, nada do que fazem não tem o mínimo interesse por o povo permanecer completamente à parte do acontecimento.

Os sabichões e crentes mentecaptos que digam em que país democrático se passa semelhante palhaçada e abuso permitido aos políticos e aos jornaleiros? Em que país as eleições internas dos partidos ocupam a maior parte dos noticiários nacionais televisivos, já de si maiores que os de todos os outros países, para nos impingirem o seu excremento? Jornaleirada que em lugar de nos dar notícias, fabrica-as, fazendo tão frequentemente montagens para os telespectadores dementes. Dementes porque as aceitam e estúpidos por pensarem ser democracia. Em que país democrático se ouvem os políticos vender a sua trampa corrupta em todos os noticiários? Em que país democrático lhes é dado tanto tempo de antena?

Os jornaleiros insultam-nos com este procedimento e outros do género. Fabricam notícias e escondem o importante. Porque o importante para um povo que vive enganado é precisamente mostrar-lhe a realidade. Este procedimento, nas circunstâncias vigentes, é literalmente classificável como malvadez. Têm assim contribuído para os piores males nacionais: desinformação, dissimulação dos procedimentos condenáveis dos políticos. Consequentemente, têm engendrado a ignorância a nível nacional. Será, então, apenas malvadez ou algo bem pior e inqualificável?

O que se passa em Portugal – neste aspecto como em tantos outros – simplesmente não existe em nenhum país democrático. Contudo, ainda há embrutecidos que imaginam viver numa democracia. É impossível crer em tais balelas sem que se seja de verdade profundamente ignorante e atrasado. Nem se vê como são feitas as leis que permitem privilégios anti-democráticos, que garantem impunidade e irresponsabilidade face ao roubo e a decisões que desgraçam o país? Que dão direito às quadrilhas de se apoderarem do nosso dinheiro. Democracia? Onde? Aqui não, parvalhões atrasados que têm sido gozados através de décadas.

Este e outros artigos publicados nos blogs do autor.


publicado por TC às 19:00
27
Jun
09
O último post do Arrebenta merece uma menção especial pela sua objectividade que o caracteriza. É o que Por isso que este post, inicialmente um comentário, foi para aqui transferido com ligeiras modificações para o enquadrarem no novo local e apagado onde se encontrava.

Cuidado com as simpatias políticas, não são de fiar. Assim como o partido do Sócrates não é o partido socialista, como diz o post, também o PSD de hoje se afastou das ideias sociais do tempo longínquo em que foram os PSDs dos três países dos Vikings que financiaram o PS português, viabilizando a sua implantação no nosso país. Facilmente se conclui que nessa altura ambos faziam parte da mesma família socialista. Admira também – mesmo com a má memória dos portugueses, que estes rapidamente se esqueçam de quem os lixa e logo voltam neles de novo – que ninguém mais fale nos roubos da quadrilha cavaquista aquando de primeiro-ministro e roubou e rebentou com os fundos europeus do modo que muitos ainda se recordarão, do mar de novos-ricos que apareceram do nada, deixando o país preparado para chegar onde chegou. A razão da falta de médicos e do estado do sistema de saúde. Tudo esquece o povo alarve. Só tem garganta para repetir o que as máquinas de propaganda política lhe impingem, aquilo com que os emprenham pelos ouvidos. Até o blog do Arrebenta sobre o Cavaco se calou.

Não há inocentes entre os políticos, mas apenas mais ou menos culpados da desgraça actual. As excepções são numa proporção àquele observada no parlamento aquando da votação da lei do financiamento dos partidos: menos de 0,4%! Para conhecer a mentalidade desmiolada nacional basta ouvir os políticos e discorrer, não sobre o sentido do que dizem, frequentemente vazio, mas em que sentido querem que a parvalheira nacional seja ludibriada. Por exemplo, se reflectirmos bem ao ouvir a Manela Leiteira facilmente chegaremos à conclusão do desespero do seu partido em colocar os seus militantes em lugares estratégicos para poderem roubar à grande e que ela, afinal, consegue ser ainda pior que o próprio Sócrates. Como diz o velho ditado: que venha o diabo e escolha. Com efeito, os partidos estão minados pela corrupção e conduziram o país ao estado calamitoso em que se encontra. Nem foi mais nada, cada um a seu modo e por seu turno.

Vejam-se alguns factos. O PSD é o autor incontestável de todos os projectos de grandes obras que o Sócrates seguiu e em que a Manela foi a principal colaboradora. Foram anunciados em alto e bom som quando o partido estava no governo. Agora recusa-os todos, porque se o governo segue as suas próprias ideias, como vai a sua máfia oligárquica fazer oposição? Vira-casacas ou falsidade? Ou ambos comportamentos? Podemos confiar em gentalha assim para nos governar? Outro ponto é o modo como o Cagão Feliz quer acabar com a Segurança Social, universal e solidário e fazer uma para ricos e outra para menos ricos e pobres. Os ricos deixariam mesmo de descontar para a Seg. Soc. Diz o vigarista que é assim que se faz nos outros países europeus. Mente com todas as dentolas que tem na comua. Um outro sistema existe, mas não como ele falseia.

Sobre as obras em questão, a polémica que surgiu é enganadora e estúpida, cada um puxando a brasa à sua sardinha. A afirmação de que as obras produzem riqueza é incontestável. Não se trata de saber se sim ou se não, é mundialmente reconhecido que sim, donde qualquer opinião em contrário só pode ser por ignorância, se afirmada por políticos será de má fé. Agora, o exagero descomunal de construir linhas de comboio a alta velocidade, absolutamente desnecessárias e despropositadas, que para nada servem o país nem a população, como a ideia idiota do PSD logo seguida pelos não menos idiota PS, isso já é outra coisa. Produz riqueza, sem dúvida, mas apenas no momento da obra, em que pões centenas de empresas a trabalhar, gerando enorme número de emprego, mas a seguir à riqueza de pouca duração vêm perdas descomunais, proprocionais ao investimento. Que bando de alarves orgulhosos das suas bestialidades! Investimentos, sim, mas em obras necessárias ao desenvolvimento futuro do país, que não faltam.

Não há, nem jamais haverá, solução enquanto não se domarem esses animais gananciosos e ladrões. Reconheçamos que dos países europeus (mais próximos e com quem nos queremos assemelhar) quanto maior o domínio da população sobre os políticos, maior a democracia e melhor eles vivem. A maioria da jornaleirada tenta enganar-nos e praticamente só nos enfiam pelos olhos comparações com a outra estrumeira nossa vizinha. Não pode haver opinião divergente.

É nessa base de controlo político que está o mal português e nada mudará enquanto se andar “beating around the bush”. Comece-se por impedir o assalto dos políticos aos cargos públicos a cada mudança de governo e para todas as outras funções públicas e importantes que nada tenham a ver com política. Encurralem-se esses animais no seu redil. Sem isto qualquer voto é inútil e serve apenas para substituir uma máfia oligárquica por outra máfia oligárquica. Não existe outro caminho para que o Arrebenta ou alguém mais alcance a realização dos desejos que formula no seu post.

Será talvez uma esperança vã, ao lermos os primeiros comentários ao seu post, os dois primeiros justos mas mal colocados por fora de sítio; depois o do anónimo, que nos mostra a sua mioleira tão bem como se a tivesse espalhado pelo chão à nossa frente.
publicado por TC às 16:37
30
Abr
09
Escândalo!

Em consenso unânime, os partidos aprovaram hoje uma lei cuja única finalidade possível é a da fomentação e da protecção à corrupção política.

Numa conjuntura em que se impõem medidas económicas, as oligarquias partidárias – mais uma vez demonstrando que apenas governam para roubar a nação – aprovaram uma lei sobre o financiamento dos partidos, por unanimidade, que lhes permite encobrir os roubos por corrupção, aumentando 55 vezes o limite desse financiamento em dinheiro líquido. Tudo isto apenas sob o pretexto da necessidade de financiamento do PC na festa do Avante. Em princípio, a lei seria apenas no sentido de permitir a recolha de fundos em dinheiro na festa do Avante, embora com a definição de um limite, e deveria também diferenciar o montante das multas em função da dimensão do partido a que se refere. Os vigaristas mafiosos não perderam a ocasião para a transformar numa defesa da sua própria corrupção. Não restam dúvidas de que os partidos portugueses são associações de malfeitores que se apoiam mutuamente na defesa dos interesses ilícitos comuns.

Sobre o PS já conheciamos as peripécias sobre o assunto e as suas recusas em fazer algo significativo para diminuir a corrupção política. Agora, vê-se também e transparentemente a que ponto a Manela Leiteira nos mente e é vigarista. Nenhuma das pequenas medidas ou mezinhas que o governo tem aposto para fingir contrariar a corrupção tem escapado às críticas da miserável impostora que é a chiba, por insuficientes. De certo que têm sido até mais que insuficientes, mas ela revele-nos agora claramente o seu pensamento ao juntar-se aos outros corruptos para aprovar a lei que lhes permite roubar sem prestar contas, a lei que lava as mãos aos criminosos.

Todos os partidos têm feito um grande alarido contra a corrupção e agora prova-se que, tal como de costume, tem sido tudo banha da cobra barata para papalvos e o que pretendem é unicamente aumentar a corrupção que fingem reprovar paralelamente com a sua impunidade. É a maior afronta e o maior escândalo de todos os tempos, bem superior à arrogância e marketing do Sócrates ou da Leiteira sozinhos; Nem tem equivalente ou semelhança, pois que vem alargar o caminho da corrupção e da sua impunidade.

Num tempo recorde, a lei foi discutida combinada e aprovada por unanimidade pela cambada de deputados corruptos de todos os partidos, facto que atesta o grau e a expansão da corrupção política nacional.

Constata-se claramente como todas as alegações neste sentido expostas neste blog, assim como no do Leão Pelado, no blog da Mentira! ou no Site da Mentira! Apenas pecam por insuficientes.

Somos governados por criminosos de direito comum e de alto calibre.

Vamos continuar a votar nas associações de malfeitores constituídas em partidos políticos, nas oligarquias da máfia? Corramos com eles! Ponham-se-lhes rédeas bem curtas, obriguem-se a prestar contas aos que os elegem. Vote-se em branco, que nenhum dos partidos merece a mínima confiança. Votar num ou noutro é o que eles querem para se irem revezando na exploração: ora rouba uma oligarquia, ora rouba outra. Votar neles é aprová-los, a eles e ao sistema. O sistema tem que passar a impossibilitar a promulgação de leis que não obtenham a aprovação directa da população, num sistema de democracia directa.

Aguardemos agora para ver como o Cavaco se pronunciará, o principal autor da actual miséria nacional à excepção da parte causada pela crise mundial e que pretende chorara lágrimas de crocodilo.

Vejam-se os detalhes:
Público
Diário de Notícias
Sol
Notícias
publicado por TC às 16:19
22
Mar
09
Que espectáculo, a substituição do Provedor de justiça! A ganância dos políticos não é nada que não se saiba, mas o modo como este caso tem transpirado tem sido dos mais úteis por demonstrativo. Com o seu cinismo habitual, a Manela Leiteira quer-nos convencer do contrário, de que um assunto público por natureza não deveria vir a público. Felizmente que isso aconteceu para mostrar aos mais ingénuos a corja que constitui os partidos nacionais.

Têm-se invectivado de ambos os lados, no que a Manela tem de certo grande prática e habilidade. Com a sua falsidade costumeira tem querido sempre atirar com as culpas para os outros, nunca para os seus. Ao que parece, aqui, caso se atribua aos corruptos o direito de açambarcarem todos os lugares importantes, a culpa parece ser a dividir pelo meio.

Todos os políticos procedem de modo idêntico, é essa a desgraça do país. A maior desgraça, todavia, é a da população parecer cada vez mais anestesiada e totalmente incapaz de inverter a situação. A ignorância geral está bem demonstrada no que se ouve: quando se está desiludido pelos políticos abstém-se de votar. Com tal desinformação jamais se chegará a qualquer lado e nada poderá mudar.

Interessante, que nos venha hoje a chiba da Leiteira dizer que o governo actual é o culpado da desgraça na agricultura portuguesa. É evidente que só pode fazê-lo sem o mínimo receio de se mostrar ridícula por estar certa de que o povo desmiolado não se pode recordar de como os governos do Cavaco destruíram pescas, indústria e agricultura. Já todos se esqueceram? Se o povo não fosse tão estulto no seu conjunto, a máfia corrupta não se aventuraria a tanta banha da cobra e não se admitiria uma tal corrupção. Todavia, o atraso mental é tão grande que muitos até acreditam que também eles se podem aproveitar da corrupção geral fazendo-a jogar em seu favor. Só os ricos dela se podem realmente aproveitar e sempre á custa dos pobres. Ora, num país em que a pobreza tanto se desenvolveu por isso mesmo, já se vê a conclusão.

É inconcebível que a democracia não tenha ainda chegado a esta ponta da Europa por simples culpa da corrupção das oligarquias políticas assembladas em famílias autenticamente mafiosas. É inconcebível que esses execrandos não parem de falar em democracia com a única intenção de ocultarem a sua inexistência. Por outro lado, a ignorância nacional geral é tão profunda que existe, efectivamente, uma enorme maioria da população genuinamente (estupidamente) convencida de que Portugal é uma democracia, apenas porque se vota (também se votou durante a maior parte do tempo que o Estado Novo durou). Como o poderia se, quando os seus princípios básicos apenas existem nas palavras? Nenhum país é uma democracia por ter uma constituição que o afirme nem por não se parar de nelas se falar; uma democracia vive-se. Quanto mais nela se fala menos ela existe. É assim em todo o mundo e Portugal não é nisso excepção.

A correria dos cães esfaimados ao ataque dos postos que deveriam ser postos a concurso para gente competente tem que acabar. O aberto parasitismo dos incapazes que mais nada sabem fazer na vida senão parasitar tem de terminar de vez. Sem que acabe, a administração pública será sempre aquilo em que o parasitismo e a incompetência dos dirigentes dela fizeram e que tão bem conhecemos. Trata-se dum travão para o progresso nacional. É este o primeiro passo para uma democracia. Muitos outros há, mas este é o mais significativo: não há democracia com corrupção. A corrupção é humana não poderá ser erradicada por completo, mas este caso é o seu maior exagero possível e a origem de toda a corrupção subsequente.
publicado por TC às 23:49

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