...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

Posts mais comentados
tags

todas as tags

Pesquisa personalizada

08
Set
08
Imagem do KAOS
Não, não sou parvo, mas às vezes apetece-me acreditar no Pai Natal, pelo que esperei por hoje para retomar a palavra, findas as Festas do "Avante" e a "Universidade" (?) de Verão do P.S.D. Quanto ao P.S., já se tinha adiantado, e gloriosamente, já que a sua "rentrée" se resume ao Escândalo Pedroso: boa promessa, como todos verificaram.
No que a Jerónimo de Sousa respeita, ficou-me na cabeça uma frase, em tempos solta na "Grande Loja do Queijo Limiano", que resumia um estado de alma muito semelhante ao meu: também "prefiro a Quarta Classe do Jerónimo ao Diploma do Sócrates"... Tirando isso, Jerónimo e a sua facção política estão a batalhar uma velha guerra num cenário que mudou radicalmente, e, ou o Partido se (re)faz ao novo piso, ou perde a batalha das novas Sereias, mas isso é um mero problema interno deles.
A "Universidade" de Verão do P.S.D. é uma designação que desacredita toda a Vida Académica: passei-lhe os olhos pelo alto, para ver vexames como o Vitorino, o Pimenteiro das Saunas "Bear", do P.S., fazer figuras ridículas, defronte do tal Coelhinho, que foi Secretário da Bruxa Leite, quando ela tutelou a Educação. Suponho que isto seja uma coisa de que as pessoas se esquecem facilmente, mas uma mulher daquelas também ocupou uma das raras pastas que, em Portugal, diz a experiência, qualquer um pode ocupar, e ela, airosamente, fê-lo, mais o Coelho, que nem Licenciado era, como Secretário de Estado de Qualquer Coisa, no tal Ministério de Qualquer Um. Ressurge agora, com os dentinhos de fora, e suponho que promotor dessa tal "Universidade": entre aquilo e um Banco de Urgências das "Novas Oportunidades", para sacar o 9º Ano, havia pouca diferença, e pressuponho que falhou, porque a ideia é que não houvesse diferença nenhuma. Terão de planear a coisa melhor para o ano, porque este... falhou.
Ferreira Leite estava gloriosa. Já não sei quem, disse-me que um estudo americano demonstrava que os homens eram incapazes, auditivamente, de suportar mais do que um determinado período de tempo, as frequências elevadas (agudas) presentes no timbre médio feminino. Já não sei se era Baudrillard, sei que li isso num sítio qualquer, as "tias", do Estoril, por exemplo, ou as da Galeria São Mamede desenvolviam, então, aquele típico gutural arrastado, de quem tem uma coisa qualquer permanentemente entalada na garganta, salvo seja, e isso acabava por modificar, fisiologicamente, o próprio aparelho fonador. Para mim, que gosto de arranjar explicações simples -- sou um Malpertusiano -- feitas as contas, os gajos refugiavam-se, dos guinchos delas, nas tabernas, para ficarem com a voz pastelosa do carrascão, e elas ganhavam voz de lixa, para irem lixando o juízo umas às outras, enfim, um pequeno paraíso, e tudo isto para dizer que estive suspenso do maravilhoso timbre de voz de Ferreira Leite, do qual não se foge pelos agudos, mas pela semelhança -- uma sinestesia -- entre o tom e aqueles vasculhos com que os limpa-chaminés, do tempo da vovó, desentupiam os canos do fogão.
Em suma, Manuela Ferreira Leite tem voz de fuligem, e está cheia de mofo, por fora e por dentro.
As apreciadeiras poderão avançar que estava bem vestida, sim, parecia um candelabro Napoleão III, mas na fase da anorexia, com laivos de bulimia: de quando em vez, ela -- e eu -- tínhamos de virar a boca para o lado, para vomitar as prateleiras de um frigorífico muuuuuuuuuito antigo, que tínhamos emborcado às escondidas.
Cavaco Silva, um desastre português -- bom título para um filme... -- sempre gostou de gajas nasaladas, com pequenos horrores mentais dentro de si. Que me lembre, havia mais, temos a Nela Leite e a outra, a dos hemofílicos, que parecia uma sirigaita sonora, essa, sim, de tapar os ouvidos, e fugir, para qualquer taberna, nem que fosse um poleiro Champalimaud. Como com Paulo Pedroso, acusações, que ficam a pairar no Insconsciente Colectivo, são sempre recompensadas. Neste caso, é o Aníbal, do "Pugrèsso", da "Assembleia Nacional" e outros atavismos mal resolvidos, a tentar reviver, por procuração -- elementar, meu caro Watson --, um segundo período de "Great Portuguese Disaster"...
Vamos agora à parte séria, já que é necessário que nos reposicionemos para um ano particularmente difícil para o comum Português, que irá sofrer com todo o Vazio atrás descrito.
Enquanto Aldeão Global, com uma cultura razoavelmente acima da média, e desiludido de quaisquer ideologias, mesmo da tradicional divisão Esquerda/Direita, há muito que escolho as figuras políticas por razões outras. Num princípio de selecção "ad nauseam", há muito que não "voto em", mas sim, "voto contra"... sim... deixem-me cá pensar... acho que votei uma vez num gajo que me parecia simpático, o Guterres, a quem nunca deram Maioria Absoluta, e deixaram que a Boceta de Pandora se abrisse em seguida, e depois acabou.
Presentemente, julgo os Políticos por princípios morais, e pragmatismos humanos: há aqueles que poderão melhorar o meu quotidiano, financeiro, social e cultural, em suma, aqueles que poderão melhorar os tais Índices de Conforto Humano, de que tanto se fala, e os que poderão piorá-los. Na minha estratégia de intervenção eleitoral, os segundos estão liminarmente excluídos, por razões que me excuso explicar.
No meu imaginário, ou, pior, na minha memória, Manuela Ferreira Leite está associada aos segundos e a tudo o que de pior foi feito, em Portugal, para melhorar (?) a Condição Humana. É um pequeno horror, algures desentranhado no tempo em que Cavaco Silva, nadando em Fundos de toda a ordem, destruía a Coesão Social Portuguesa, dissipando e deixando dissipar todas as sementes que nos iriam aproximar da Europa. O tempo da desestruturação da Agriculturas, das Pescas e da Indústria, o tempo da ascensão do Novo-Rquismo, da Estupidez de Estado, da Droga e das Finanças Sujas.
Cavaco cunhou, durante dez anos, apenas Má Moeda.
Com ele entrámos na Cauda dos Doze, e com ele iremos acabar na Cauda dos Vinte e Sete, pela mão de Ferreira Leite, de Sócrates, ou de um Pedroso ou Vitorino, regenerados, o que me é totalmente indiferente.
A Manuela Ferreira Leite de voz abagaçada, que hoje encerrou a sua "Universidade" de Verão, não tinha, aliás, como nunca teve, qualquer ideia: quando olho para ela, vejo sempre uma velhaa máquina registadora de merceearia, com frenicoques prateados, daquelas que se dava à manivela, tilintavam, e abriam uma gaveta, para deixar sair uma moedas de baixo valor.
Manuela Ferreira Leite é uma figura secundaríssima, incapaz de qualquer voo, tipo ema, que muito se esforça por muito correr, mas nunca levantará voo.
O próprio Cavaco, no tempo em que ainda não estava senil, disso se apercebeu, indo-a chutando das Finanças Públicas, de cada vez que os "deficit" se agigantavam, porque essa mesma mulher, que agora vem falar de "contas que nunca estiveram tão desiquilibradas" esquece-se do que foi o desastre da sua passagem por essas mesmas contas, e do pântano em que então lançou Portugal.
Comecei mal, e vou acabar agora, ainda pior: no meio do vazio do seu discurso, rememoro uma ameaça, a "de que não se voltaria a criar Emprego à custa da Tributação". Se não estiver a pensar mal, isso quer dizer que, com as Contas Públicas mais desequilibradas do que nunca (sic.) iremos pagar os mesmos, ou mais, impostos, não para resolver as misérias sociais do País, mas para tapar os buracos de sempre, de um Sistema que impunemente rouba, e sistematicamente tributa quem não pode fugir aos Impostos.
Queixava-se a Voz de Bagaço da nossa "crítica a curto prazo, e impossibilidade de visão a longo prazo". Pois eu vou-lhe dar aqui um chuto de longo prazo: Srª. Dª. Ferreira Leite, um Horror Português, vou agora à mais impiedosa classificação que costumo fazer dos Políticos Portugueses, puramente Emocional, e Historicamente irremediável: sendo nós um Povo de Matriz Pessimista, a minha escolha política sempre foi para aqueles que, vencendo os atavismos, nos acendiam a ilusão de uma luz ao fundo do túnel. Houve vagos momentos em que Soares, Cavaco, ou Guterres o souberam fazer, e disso lhes fico imensamente grato, embora de pouco nos possa ter valido. A Senhora, pelo contrário, ao lado de Durão Barroso e de Sócrates é uma das criadoras da imagem do "País de Tanga", que nos lançou nesta dolorosíssima Depressão, que se tornou crónica.
Você é a Mãe de todos os Pessimismos.
Em 2009, portanto, o meu VETO irá para si e para Sócrates, o traidor.
Nunca, no meu perfeito juízo, poderia conceder o meu voto a gente que humilhou, pontapeou e enxovalhou todas as esperanças de gerações de Portugueses.
Volte, pois, à suas contas de merceeira, e esqueça, desde já, o meu apoio.
A seu tempo, o revelarei.
Muito bom ano, e os sinceros desejos de uma derrota total.

(Pentágono esotérico, no "Arrebenta-SOL", no "A Sinistra Ministra", o "Democracia em Portugal", o "KLANDESTINO", e "The Braganza Mothers")

publicado por TC às 00:51
05
Set
08
Imagem do KAOS, e dedicado à Moriae, que todos queremos rapidamente em plena forma
A "Rentrée" aí vem aos bocados, tal qual o país: deprimida, desgastada e com vontade de fugir imediatamente de aqui.
Quem queria juntar mais um beco sem saída ao labirinto de becos sem saída em que já estávamos, já o conseguiu, com este permanente e orquestrado espectáculo da violência: a Favela Portuguesa chegou à sua Maioridade e teima em exibir as ancas por tudo o que é sítio.
Pessoalmente, estou a adorar. Gosto da Bruxa da Educação, do sinistro "Grupo do I.S.C.T.E.", ao qual, cruzado com a má-raça da "Mariana" dos Lindos-Olhos, devemos o descalabro dos Ensinos Secundário e Superior -- e o pior ainda está para vir... -- gosto do Sr. Sócrates, em certos meios, tratado por "Engenheiro", que veio falar de melhorias dos Estabelecimentos de Ensino. Como tudo no seu discurso, vai ser rapidíssimo, cheio de "néons" e tecnologias, com "palettes" de saídas profissionais, mas só conseguiu que as câmaras nos mostrassem... contentores, o que já não é mau, nos tempos que correm: breve, teremos tecto a céu descoberto.
O Saloio de Boliqueime anda pela Polónia, a saúdar a beatices da Opus Dei e a vangloriar os empresários portugueses que foram tirar empregos de cá, para os colocar... lá.
Paulo Pedroso, um dos meus heróis políticos, em nome de uma suposta carreira política, conseguiu que os Tribunais, que não funcionam para nada, e o País Falido, lhe dessem uns milhares de euros, sem se dar conta de que isso não lhe iria limpar imagem coisa alguma, antes agravar a sensação de permanente escândalo e impunidade em que estamos imersos, e desencadear um incontrolável extremar de posições e juízos de valor. Como diz um amigo meu: "problema dele". Sim, problema dele.
Todavia, como o Sistema se tornou Skinneriano, depois de um choque desses, vem, no dia imediato o pseudo-esticão de sinal oposto. Há meses que a televisão brasileira, num imitar das modas europeias, só via Pedofilia por tudo quanto era canto -- e eu gosto bastante de assistir ao Jornal da Band, de São Paulo -- e com alguma razão, talvez pondo os olhos directamente onde nós fingimos estar agora a retirá-los. O Nordeste Brasileiro, zona de algumas das mais belas praias da Aldeia Global, sabe bem o que isso é, os camionistas de longo curso que pagam o bobó a 5 Reais, às meninas que as mães vêm deixar à borda da estrada, ou, mais de acordo com os gostos pederastas portugueses, a célebre rede norueguesa, que operava em Natal, onde bastava entrar em certas discotecas, e o puto, o efebo, ou o jovem garanhão já vinham, por medida, e com pedido feito antes, pelo cliente (desconheço como se processava a reserva, sei que o sistema foi abafado recentemente, sinal de que já deve haver dez a substituí-lo...)
A sensação, neste início de Setembro, é a de que o estado de coisas cada vez presta menos, e ainda não veio o célebre discurso da Ogreza do PSD, para nos mostrar que ainda estamos no Ensaio Geral do Desânimo.
Este fim de semana, no extremo oposto, irá começar a "Festa do Avante", que não frequento, tão-só porque detesto multidões, e não me apetecem quaisquer conotações políticas, excepto as que eu escolher, e quando me apetecer. De qualquer modo, os parabéns antecipados ao P.C.P., porque, no clima em que estamos, suponho que irão ter a casa cheia. Aliás, 2009 anuncia-se como um ano bastante favorável para todas as franjas partidárias, que não tenham lá dentro duas letras, a "P" e a "S", com mais bigode e menos saias, mais histerias e menos mentiras.
Sim, porque é realmente tempo de os Portugueses começaram a "frequentar outros colos"...
(Pentagrama no "Arrebenta-SOL", na "Sinistra Ministra", no "Democracia em Portugal", no "KLANDESTINO" e no "The Braganza Mothers")
publicado por TC às 01:23
02
Set
08
Manuela Ferreira Leite diz que o Casamento é para procriar.
Manuela Ferreira Leite pertenceu ao Conselho de Estado,
logo, o Conselho de Estado é para procriar.
(Pentágono esotérico, no "Arrebenta-SOL", no "A Sinistra Ministra", o "Democracia em Portugal", o "KLANDESTINO", e "The Braganza Mothers")
publicado por TC às 01:39
28
Ago
08
Imagem generosamente dedicada, a mim, pelo KAOS

Tinha decidido não o fazer, antes de 1 de Setembro, mas a força das circunstâncias leva-me a quebrar o silêncio, tão-só porque Aníbal, o peso-morto que vegeta em Belém, deu público início a inconfessáveis manobras perigosas.

Se eu tivesse de escolher uma figura na qual descarregar todas as responsabilidades e peso pelo Desastre Europeu Português, essa figura chamar-se-ia Aníbal Cavaco Silva.

Nos seus bons tempos, que foram péssimos para mim, tempos de fraude, de desvio de Fundos Estruturais, de ladrões, pedófilos, incompetentes a ocuparem os mais altos postos do Estado, do novo-riquismo a chocar pessoas, que, como eu, detestavam tudo o que aí se incarnava, Cavaco Silva lançou as sementes de tudo o que presentemente sofremos. Foi o criador da mancha da Droda, da impunidade dos Dinheiros Sujos, do Vale-Tudo dos amigalhaços políticos.

Aníbal começou como euro-céptico, até descobrir que "Europa" rimava com Milhões, Politicamente cobarde, e humanamente igualmente cobarde, o homem-das-mãos-que-suam, que se fazia transportar numa viatura blindada (!), com medo de que lhe "fizessem a folha", e que agora manda interditar o espaço aéreo do palheiro onde foi passar as suas saloias férias de 2008, com ridículos "Jesus Christ Superstar" pelo meio, Aníbal, o filho do Homem da Bomba, muito conhecido das feiras baixas do Algarve interior -- "O meu filho é o maior político de Portugal!... (sic.)", berrava ele na funesta campanha presidencial de 2005, onde o desanquei até onde puderam as minhas forças pessoais -- Aníbal prepara-se para começar a estrebuchar no sentido que (ainda) menos nos convém.

Esse Cavaco está AQUI satirizado para sempre, e não vale a pena sonharmos com outro, porque o presente está apenas mais velho, afectado por acidentes neurológicos, mas nunca esquecerei aquela mãozinha medrosa, que na marquise da noite das Eleições, só se atreveu a abrir o vidro, depois de contada e reconfirmada a trágica contagem eleitoral. Ainda lhe podiam dar um tiro de misericórdia. Na mesma situação, à mesma hora, já Soares, com todo o seu penoso currículo, teria feito um discurso ecoante por toda a Europa.

Aníbal é o mesmo que, em 1985, traiu esse mesmo Mário Soares, e se lançou numa aventura chavista, apoiado por um Partido de má memória, alicerçado noutro valente traste do panorama português, um tal de Ramalho Eanes, que começou como General e acabou como lambe-botas da Opus Dei. Essas mesmas forças, agora, com outra cara, um tal de M.M.S. -- "Movimento Mérito e Sociedade" -- que começa já a mandar "atirar a matar", estão-se a preparar para tomar de assalto os lugares do Poder. Não são os únicos: juntem-lhe Ferreira Leite e o M.E.P., e só faltarão movimentos Neo-Fascistas, como em França e Itália, assim por alto.
Um dos problemas que estamos a atravessar chama-se OPUS DEI e as gentes que apoia na sombra, mas isso é apenas a ponta de um icebergue.

Foi ela, que, na sombra, ajudou a eleger, em 2006, o Incómodo de Belém.
Aníbal cumpre todos os requisitos da Opus: é discreto, medíocre, e sabe SERVIR. Na hora da verdade, não tem excrúpulos em dar golpes baixos. Eles aí estão.
Aníbal é uma permanente ausência dos momentos críticos da Sociedade Portuguesa, e só intervém com comunicações, promulgações e vetos de conveniência, da conveniência retrógada dos sectores que representa: a última, foi uma tal Lei do Divórcio, que já alastrou pela Europa de Vanguarda, excepto cá, porque o casamento, em Portugal, é para procriar.

Muitos duvidaram desta longa mansidão do Sr. Profesor de Boliqueime, pois eu não.
Professor do raio que o parta: muita da minha escola de resistência a ele o devo, e nunca o esquecerei.
Ele agora voltou, e agora volto também eu.
Fala-se de Violência, e já há meses a nossa equipa era consensual em que a "coisa" tinha de esplodir por qualquer lado, e, ou estoirava em bloco, e havia uma reviravolta do "Status", ou ia alastrar em mancha de óleo, esquina a esquina, porta a porta, homem contra homem, mano a mano.

Isso é o que se quer apresentar como estando a acontecer, ora, eu duvido profundamente de que tal corresponda à real Verdade.
Tal como o Sr. Sampaio, outro dos Trastes de Belém, está em curso uma preparação de um Golpe de Estado Parlamentar, para desencadear, nas populações a iminência da necessidade de uma reviravolta governamental. Sampaio e as forças que o acolitavam foram sinistras no seu acto, e, em três meses, atiraram para a rua um gajo que se arriscava a pôr em causa as jogadas do Sistema, e colocaram no Poder, com Maioria Absoluta, um Servo das Forças Externas, e nós aplaudimos.
Sócrates já cumpriu o seu dever: vendeu o que restava da Identidade Nacional, por um punhado de folhas, chamado Tratado de Lisboa, e usualmente conhecido, nos meios esclarecidos, por "Tratado de Bilderberg". Nele, o cidadão e os pequenos estados ajoelham-se, perante as conveniências de uma porcaria, chamada Pântano do Desenvolvimento, Sufoco da Inflação e Paralisia dos Mercados. O Fim do Iluminismo.

Em Bilderberg não há lugar para o indivíduo, mas apenas lugar para a Máquina dos Interesses.
Sócrates cumpriu o seu ridículo papel, e está na hora de o pôr a andar.
Os métodos são sempre os mesmos, Medo, Instabilidade e Insegurança.

São velhos, em Portugal, assim que me lembre, desde o tempo de D. Miguel, em que os acólitos do Absolutismo, andavam pelas ruas, e espancavam, até à morte, quem se lhes opusesse. Hoje, chamam-se "encapuzados" (como insistem em grafar e pronunciar os aprendizes de analfebetismo da Comunicação Social...), "carjackers" (como pretendem os que julgam não saber viver numa América pequeníssima, e desconhecem o Português-Língua), os sequestradores, os assaltantes de bombas e velhinhas, os infindáveies, e súbitos, sincronizados, salteadores de balcões de bancos e correios.

Os métodos, meus senhores, são sempre os mesmo: a "coisa" começa sempre pelos Verões, e é designada por "Verão Quente". É, nada mais, nada menos, do que a Camorra profunda que realmente gere isto tentar dar um piparote nos fantoches políticos que já não lhes servem convenientemente os interesses circunstanciais, através de meios clássicos. Sócrates ascendeu ao Poder no meio de um País devastado por incêndios criminosos. Através da sua "máquina de controlo dos meios de Comunicação Social", ou de quem, por ele, a manipula, e bem, escondeu-se, do país, que, até Julho, a área florestal ardida dupicara (!), relativamente ao ano transacto. Você lembra-se de ver a televisão em chamas, como se fez, quando se tratou de correr com Santana Lopes?... Eu não vi, nem me lembro, portanto, a arma dos fogos estava obsoleta e excluída, era preciso pensar em algo de melhor, que batesse à porta de todos os cidadãos.

Portugal é um país de "gente-a-mando": a mando para mandar matar um segurança de discoteca, a mando para fazer calar um traficante que pode pôr em risco as caras insuspeitas dos jantares do "Eleven", a mando para assustar quem sabe o que não deve sobre as redes pedófilas que imperam em todo o Estado Português, nos jogos das armas, da carne humana, dos circuitos em que somos apenas oleodutos das Mafias Russa e Turca, dos "off-shores", blindados por detrás de sorrisos de solário sapiente, como o sinistro Borges, da Ferreira Leite e do palerma do Constâncio.

Escapou à máquina de Sócrates que lhe pudessem tirar o tapete sem ser através do método clássico dos... "Incêndios".
Antigamente -- ontem -- para os saloios e saloias que acreditam no Ídolo de Fátima -- eu partia esse ídolo à martelada, se alguma vez lá fosse!... -- os fogos bastavam.

Subitamente, "Suddenly this Summer", as Forças das Trevas decidiram pôr em campo os homens a mando da Violência.

Há, para a minha crença, um EXCESSO de sincronia de "encapuzados", de salteadores e agressores, de gente a atacar em lugares simbólicos, como Poço de Boliqueime -- a fossa onde o outro nasceu -- ou os escritórios de advogados, como o de Vitalino Canas, outro de bom currículo, do P.S. Não nos espantemos que o próximo assalto seja à caixa registadora dos Jerónimos...

Esses cavalheiros de baixa extracção -- [a mando de] --- cumprem ordens de outros que tais, com a diferença de que a extracção é a mesma, mas os lugares de chegada diversos: são os mais altos postos da Decisória Política, Económica e Financeira da Cauda da Europa, que, no centro dos ares condicionados, desencadeiam as operações de campo.

Diz Aníbal que nos falta muito para atingir a Média Europeia. É verdade: devia ter-se lembrado disso há 20 anos, quando dispôs de todos os meios para o fazer, e só conseguiu que Portugal, que já estava na Cauda de Fora da Europa, passasse a estar na Cauda de Dentro da Mesma. Tudo o resto foram sequelas e consequências. o Pântano do Presente.

Como Sampaio fez o jogo sujo de Sócrates, Aníbal prepara-se agora para fazer o jogo daquele Horror chamado Ferreira Leite, só que, hoje, nós já conhecemos o cenário, os sintomas e os métodos.

Sr. Aníbal Cavaco Silva, desiluda-se: a sua Rainha é uma megera, estúpida, empedernida, e, como Vossa Excelência, com todas as más provas dadas. Já a conhecemos em todos os papéis falhados: chegou a sua Secretária das Finanças, e teve de correr com ela, porque tinha das Finanças uma visão de merceeira, que, desde então, se agravou. Foi sua Ministra da Educação, e ajudou a que a Educação se tornasse no Chiqueiro em que se tornou. Devia haver uma Modalidade Olímpica que fosse "Luta de Mulheres na Lama", onde pudéssemos saborear o nocaute entre Ferreira Leite e Lurdes Rodrigues, bem boas uma para a outra. Lembram-se de um tal de Coelho, que tinha cara de Coelho, de onde Coelho era alcunha e não apelido, que chegou a Secretário de Estado da Educação, sem sequer ser licenciado?... Eu lembro: faz-me lembrar o Gás Sócrates, mas em mau. É hoje representante, com nível de Deputado Europeu, da desgraçada República Portuguesa, ou seja, de mim, escritor, e de si, leitor atento.

Que se desiludam as forças a mando com um novo Golpe de Estado de Verão.

Este texto vem para incendiar atmosferas: nós sabemos que é fácil mandar matar e assustar, que o digam facínoras como Pinto da Costa, Valentim Loureiro, Cónegos Melos ou José Eduardo dos Santos. Eles andam aí, e deram ordem de soltura a bandos de idiotas que pensam que estão, por 200 € (confirmem o valor) a tentar semear pelo país uma atmosfera de Pavor.

Não há Violência: há tão-só uma manipulação da Violência para perturbar um ciclo político, terrível, que execramos, mas, constitucionalmente, legítimo.

Na sombra, as forças que nos governam, e cujos verdadeiros rostos desconhecemos, e desconheceremos, estão, mais uma vez, a tentar demonstrar que o exercício das Urnas é uma mera gracinha, que, de tempos a tempos, se concede ao ignaro Português. Afora isso, quem manda são eles.

Este é um apelo a toda a Blogosfera, e da Blogosfera à Atmosfera: Cidadãos, conterrâneos, pessoas que ainda sentem e pensam, neste destroçado rectângulo de tão ilustres passados: a hora é de cavar trincheiras, de desconfiar e de lutar até ao fim.

NÃO PASSARÃO!

(Pentágono em "Arrebenta-Sol", a "Sinistra Ministra", "Democracia em Portugal", o "KLANDESTINO" e "The Braganza Mothers")

publicado por TC às 02:40

links

Ganha dinheiro na Net

L-Image-4_1-216x54

tags

todas as tags

blogs SAPO