...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

tags

todas as tags

Pesquisa personalizada

05
Mar
10

Já somos quase 10.000
ASSINEM - Cliquem AQUI

Acabem com as reformas milionárias
Tecto máximo de 3000€ nas reformas (como noutros países)

Redução dos salários dos Políticos em tempo de crise!!!

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=SGV
 
..
publicado por TC às 00:19
22
Jun
08
Salter Cid (SIM, é mesmo esse o nome. LOL) trabalhou 6 anos na PT ou Marconi...
Reclama agora que a sua reforma não está correcta.

17.900€ por mês é pouco, segundo o Sr.
É que trabalhar 6 anos é muito duro para poder gozar uma reformita tão pobrezinha.

Coitado do homem.
Vamos abrir uma conta solidária para ajudar este pobre reformado.
Quem alinha?
publicado por TC às 20:12
02
Mar
08
Aos 50 anos de idade e com 20 anos de descontos como Deputado, Marques Mendes acaba de requerer a Pensão a que tem direito, no valor mensal vitalício de 2.905 euros mensais. Contudo, um trabalhador normal tem de trabalhar até aos 65 anos e ter uma carreira contributiva completa durante 40 anos para obter uma reforma de 80% da remuneração média da sua carreira contributiva.

Este até que nem está muito mal, com 20 anos de descontos... Mas há coisas que me fazem confusão, por exemplo, a que descrevo a seguir, é de uma trafulhice de bradar aos céus.


António Preto, deputado do PSD cujo nome apareceu associado a um processo de corrupção em 2003 no Centro de Exames da Tábua e que foi apanhado numa escuta policial em que recebia uma mala de dinheiro de um empresário da Amadora, será o relator do novo projecto de transposição da Directiva europeia de combate ao branqueamento de capitais.

E as razões da nomeação, são: (rufo de tambores...)

1. O Carnaval ainda não acabou
2. Para grandes males, grandes remédios: chame-se um especialista
3. Era a única opção do PSD que permitia pôr tudo Preto no branco
4. É dia 1 de Abril e ninguém nos disse nada
5. A presunção da inocência é uma coisa muito bonita e as escutas são ilegais.

O que é certo, é que nós somos como o Eça nos dizia à uns bons largos anos atrás:

«Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas...»


Powered by ScribeFire.

publicado por TC às 12:18
24
Jan
08
De uma lado temos um Sr. chamado Paulo Teixeira Pinto (EX BCP) - reformado por invalidez na semana passada aos 46 anos. Só receberá 35.000€ por mês!!! É de salientar que já está a fazer um trabalhito numa consultora financeira!!!
Do outro lado temos uma Sra. Professora - reforma não aprovada pois só tem uma leucemia! VÁ TRABALHAR SRA. Tenha vergonha de querer ficar sem trabalhar!!!

No post Afinal foram só 9,732 milhões recebi os seguintes comentários:
Anónimo disse...
Pois é assim...... "passou a situação de reforma em função do relatório da junta médica" , eu pergunto que doença era essa a do Sr. Paulo Teixeira Pinto?????? é que eu tenho uma LEUCEMIA LINFOCITICA CRONICA e recebi ontem mesmo a resposta da CGA "aposentação indeferida" Estamos numa situaçao muito identica, não estamos???? bem, eu até trocava com este SR.
Anónimo disse...
Ah, esqueci-me dum pormenor Eu não sou banqueiro sou PROFESSORA.Enfim, uma pequena diferença.
Hoje ao ver o iol reparei NISTO:
Para Odete L. o melhor cenário é fazer quimioterapia toda a vida. Se parar, a leucemia crónica agrava-se, se a doença entrar em remissão total, vai acabar por voltar e aí será fatal. «É professora!», comentaram na Junta médica. Decisão: «Pedido indeferido. Não está absoluta e permanentemente incapaz»
MINHA SRA. - Não seja piegas e vá trabalhar! Todos sabemos que os professores não fazem nada. O que a Sra. quer sei eu! O Sr. PTP merece a sua pequena reforma. Ele sim produziu muito... para um Banco Privado!
publicado por TC às 14:48
22
Jan
08
As notícias que dão conta da desumanidade das juntas médicas são manifestamente exageradas. Afinal há quem não se queixe das mesmas.
Ontem mesmo, em carta enviada ao Público, Paulo Teixeira Pinto indica que passou “à situação de reforma em função de relatório de junta médica”.
Certamente ainda mal refeito da forma como foi corrido do BCP e da Opus Dei, este banqueiro de 46 anos foi considerado inapto para o trabalho, apesar de já ter arranjado um cargo numa consultora financeira.
Teixeira Pinto nega ter recebido 1o milhões de euros de "indemnização pela rescisão do contrato” com o BCP, garantindo que apenas recebeu a “remuneração total referente ao exercício de 2007”: 9.732 milhões de euros em "compensações" e "remunerações variáveis". Estas juntas médicas são as mesmas que recusam reformas a Professores com Cancro.
publicado por TC às 16:00
04
Nov
07
Reformas douradas"João Cravinho, Odete Santos e Marques Mendes, ex-deputados do PS, PCP e PSD, pediram, no decurso deste ano, a atribuição da subvenção mensal vitalícia, uma pensão concedida para toda a vida aos ex-titulares de cargos políticos. O antigo parlamentar socialista, que renunciou ao mandato de deputado em Janeiro deste ano para assumir o cargo de administrador no Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento (BERD), já tem a subvenção atribuída, mas os processos de Odete Santos e Marques Mendes estão ainda em fase de apreciação."
[Correio da Manhã]

A moral de cada um é aquilo que é, e o dinheiro é o detergente que a faz desaparecer. Lá se preparam cada um destes ex-deputados para receber vitaliciamente cerca de 3000 euros mensais, sem nada terem de fazer para o merecer. Usufruem de leis que eles próprios criaram, para assim garantirem que os seus futuros serão sempre dourados. Mais imoral ainda tudo isto se torna, quando sabemos que um está instalado em Londres na prateleira dourada onde o colocaram por querer remexer no taxo da corrupção e o outro acabou de ser nomeado para uma administração pelos seus amigos do partido (a primeira de muitas por onde passará, se tudo se passar como é normal nesta anormalidade de país). Em 2007 com as pensões vitalícias de 383 ex-titulares de cargos políticos será de 7,8 milhões de euros quando há dois milhões de portugueses que vivem na pobreza e muitos outros para lá vão caindo todos os dias.
(Post copiado do Kaos)
publicado por TC às 22:04
16
Mai
07
Um link interessante para quem gosta de saber quantas reformas chorudas continuam a sair todos os meses da C. G. A.

Clique AQUI

Não percebo como continua a ser possível. Que descaramento. Os "nuestros hermanos" há muito que colocaram um tecto nas reformas. Ainda há uns anitos eram 300 contos. E cá? Estão à espera de quê? De não haver dinheiro para ninguém?
Abraço
do vosso amigo

+ AQUI:

AS REFORMAS CHORUDAS

publicado por TC às 22:56
21
Mar
07
O número de novos pensionistas com uma reforma mensal acima de quatro mil euros, o escalão mais alto na Administração Pública, ascendeu, em 2006, a 333 pessoas. Com este resultado, obtido a partir das listas mensais da Caixa Geral de Aposentações (CGA), o universo de reformados com pensões elevadas regista um aumento de 10,8 por cento em relação a 2005. Ao todo, estas 333 pensões custam ao Estado mais de 1,5 milhões de euros por ano.
In Correio da Manhã
Nos últimos dois anos, a lista de aposentados com reformas altas inclui nomes tão famosos como Alberto João Jardim, presidente demissionário do Governo Regional da Madeira, Adelino Salvado, ex-director nacional da Polícia Judiciária, Luís Filipe Pereira, ex-ministro da Saúde, e Rodrigues Maximiano, ex-inspector-geral da Administração Interna. Já personalidades como Manuel Alegre, deputado do PS e candidato nas últimas eleições para a Presidência da República, Santana Lopes, actual deputado do PSD e ex-primeiro-ministro, e João de Deus Pinheiro, ex-ministro dos Negócios Estrangeiros e actual eurodeputado, reformaram-se com pensões superiores a três mil euros, o segundo escalão mais alto da Função Pública.
Ao todo, segundo os dados da CGA dos últimos dez anos, em Dezembro do ano passado 3409 pensionistas recebiam uma reforma mensal acima de quatro mil euros. Em 2006 reformaram-se 52 pessoas com pensão superior a cinco mil euros, uma das quais ultrapassou os seis mil euros. Justiça e Educação são os sectores onde estão concentradas as pensões mais altas.
Entre 1997 e 2006, o número de pessoas com reformas acima de quatro mil euros registou um aumento de 539 por cento, um sinal evidente do envelhecimento da população activa na Administração Pública. E, por isso mesmo, tudo indica que esta tendência de acréscimo do universo de pensionistas com reformas superiores a quatro mil euros seja uma realidade nos próximos anos.
Daí que o Governo, no âmbito da reforma da Segurança Social, tenha decidido que as pensões dos funcionários públicos com valor mensal superior a 2418 euros não são actualizadas em 2007.
127 NOVOS APOSENTADOS EM 2007
Nos primeiros quatro meses deste ano, o número de novos aposentados com pensão de valor igual ou superior a quatro mil euros totalizou 127 pessoas, contra 120 em igual período de 2006. Os sectores da Justiça, em particular ao nível da magistratura, e da Educação, no que diz respeito a professores catedráticos, registam a maior concentração de aposentados com pensões de valor mais elevado. Eduardo Catroga, ex-ministro das Finanças de Cavaco Silva, destaca-se na lista com uma pensão de 9693 euros.
Artigos relacionados:
04-11-2006 - 13:00:00 Pensões vitalícias custam 7,6 milhões
26-07-2006 - 13:00:00 364 políticos têm pensões vitalícias

publicado por TC às 09:16
18
Mar
07

Clica na imagem para aumentar
Como é prática comum nas faculdades, há professores catedráticos convidados. São aqueles que dão o nome para prestigiar os cursos mas raramente lá vão.
9.693€
Bem bom!
publicado por TC às 20:58
20
Fev
07

APESAR de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o socialista Vasco Franco, número dois do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, está já reformado.
A pensão mensal que lhe foi atribuída ascende a 3.035 euros (608 contos), um valor bastante acima do seu vencimento como vereador.
A generosidade estatal decorre da categoria com que foi aposentado - técnico superior de 1ª classe, segundo o «Diário da República» - apesar de as suas habilitações literárias se ficarem pelo antigo Curso Geral do Comércio, equivalente ao actual 9º ano de escolaridade.
A contagem do tempo de serviço de Vasco Franco é outro privilégio raro, num país que pondera elevar a idade de reforma para os 68 anos, para evitar a ruptura da Segurança Social.

O dirigente socialista entrou para os quadros do Ministério da Administração Interna em 1972, e dos 30 anos passados só ali cumpriu sete de dedicação exclusiva; três foram para o serviço militar e os restantes 20 na vereação da Câmara de Lisboa, doze dos quais a tempo inteiro. Vasco Franco diz que é tudo legal e que a lei o autoriza a contar a dobrar 10 dos 12 anos como vereador a tempo inteiro.
Triplicar o salário. Já depois de ter entregue o pedido de reforma, Vasco Franco foi convidado para administrador da Sanest, com um ordenado líquido de 4000 euros mensais (800 contos). Trata-se de uma sociedade de capitais públicos, comparticipada pelas Câmaras da Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra e pela empresa Águas de Portugal, que gere o sistema de saneamento da Costa do Estoril. O convite partiu do reeleito presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, cuja mulher é secretária de Vasco Franco na Câmara de Lisboa. O contrato, iniciado em Abril, vigora por um período de 18 meses.
A acumulação de vencimentos foi autorizada pelo Governo mas, nos termos
do acordo, o salário de administrador é reduzido em 50% - para 2000 euros - a partir de Julho, mês em que se inicia a reforma, disse ao EXPRESSO Vasco Franco.

Não se ficam, no entanto, por aqui os contributos da fazenda pública para o bolo salarial do dirigente socialista reformado. A somar aos mais de 5000 euros da reforma e do lugar de administrador, Vasco Franco recebe ainda mais 900 euros de outra reforma, por ter sido ferido em combate em Moçambique já depois do 25 de Abril (????????), e cerca de 250 euros em senhas de presença pela actuação como vereador sem pelouro.

Contas feitas, o novo reformado triplicou o salário que auferia no activo, ganhando agora mais de 1200 contos limpos. Além de carro, motorista, secretária, assessores e telemóvel.
publicado por TC às 20:18
18
Fev
07
Mariline Alves Manuel Alegre, vice-presidente da Assembleia da República, era até há pouco tempo coordenador de programas de texto da RDP (Rádio Difusão Portuguesa), cargo do qual se reformou, com 3219,95 euros mensais, segundo a lista dos aposentados e reformados divulgada pela Caixa Geral de Aposentações (CGA).

Político e escritor, Alegre tinha bem escondida dos portugueses e dos amigos a profissão de funcionário da RDP. E nem ele mesmo se lembrava, tanto que, conforme o garantiu ao CM, “se não fossem eles [CGA] a escrever” uma carta a informá-lo da reforma, o vice-presidente da Assembleia da República “nem teria dado por isso”.

Admitindo ter ingressado nos quadros da RDP pouco depois de “regressar a Portugal”, vindo do exílio em Argel, Manuel Alegre confessa que esteve “pouco tempo” nas funções de director dos Serviços Criativo e Culturais da RDP (Jaime Gama era o director dos Serviços Informativos).

Isto porque nas primeiras eleições democráticas, para a Assembleia Constituinte, realizadas no dia 25 de Abril de 1975, foi “eleito deputado”, tendo desde então sido sucessivamente reeleito, razão pela qual nunca mais voltou a trabalhar na rádio. Mas, acrescenta, “se por alguma razão não fosse eleito deputado, teria regressado para RDP”.

Ana Sara de Brito, socialista responsável pela logística da campanha de Alegre à Presidência da República, mostrou-se estupefacta, referindo que “talvez Mário Soares soubesse” desta actividade.

“Não me passava pela cabeça que ele fosse funcionário da rádio”, reafirmou ao CM, considerando que Alegre “devia era doar a reforma ao MIC”, Movimento de Intervenção Cívica, criado na sequência da votação obtida (mais de um milhão votos) por Alegre nas eleições presidenciais.

Também Maria de Belém, colega de bancada e amiga de Alegre, desconhecia a profissão de radialista.
“Eu não sabia mas ele também não tem de conhecer toda a minha vida”, frisou ao CM, lembrando-o nos seus tempos de juventude, com “os seus poemas e canções”, e o seu exílio em Argel. “Aí ele tinha um programa na rádio”, sublinhou, recordando ainda que Alegre tutelou a Comunicação Social.

Foi no I Governo Constitucional, entre Julho de 1976 e Dezembro de 1977, que Manuel Alegre assumiu a Secretaria de Estado da Comunicação Social – quando foi encerrado o jornal ‘O Século’ – cargo que acumulou com o de secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro [Mário Soares] para os Assuntos Políticos.

Correio da Manhã – É verdade que vai receber 3 219,95 euros de reforma da rádio?
Manuel Alegre – Vou receber um terço. Como deputado não posso acumular o vencimento com a reforma. Optei pelo ordenado e um terço da reforma.
– Quanto tempo tem de RDP?
– Fui colocado quando regressei no 25 de Abril. Em 75 fui eleito deputado e tenho sido sempre reeleito. Nunca mais lá trabalhei, mas descontei sempre.
– O cargo não consta na sua biografia do Parlamento.
– É uma lacuna, mas não da minha responsabilidade. Também é verdade que eu já não me lembrava. Eles [Caixa Geral de Aposentações] é que me escreveram uma carta por ter feito 70 anos. Eu não pedi nada.
– Não parece mal uma reforma por tão pouco tempo?
– Só posso sublinhar que é legal Se não me enviassem a carta nem dava por isso. O Presidente da República também não recebe duas ou três reformas do Estado, além do vencimento? Mas eu nem questiono isso, que ele é uma pessoa séria.
publicado por TC às 00:28
06
Fev
07

Segundo reza o Correio da Manhã de Terça Feira, 30 de Janeiro,

" Carlos Veiga Anjos ex-presidente da hidroeléctrica de Cabora Bassa, terá uma remuneração de 95 mil euros pelo trabalho de quatro meses na realização de um estudo sobre a empresarialização do Arsenal do Alfeite. Por mês ganhará 23.750 euros brutos.

Segundo um despacho dos Ministros das Finanças e da Defesa o estudo será realizado entre 10 de Dezembro de 2006 e 31 de Março de 2007, publicado no Diário da República

O Ministério da defesa justifica a escolha deste Senhor com o argumento " que se trata de um consultor a nível internacional com um vasto currículo", porque a reforma do Alfeite é um processo complexo e com prazo curto.

Como diria o Fernando Pessa "" E ESTA HEIN ""

APERTA O CINTO ZÉ POVINHO!!!!!!!!!!!!

publicado por TC às 00:48
23
Jan
07

O presidente do conselho de administração da Portugal Telecom e alguns dos membros da equipa executiva da operadora de telecomunicações vão receber indemnizações milionárias de cerca de 16 milhões de euros caso a OPA da Sonaecom avance.

Segundo um documento que a PT enviou à Securities and Exchange Commission (SEC), cita o «Jornal de Negócios» existe um contrato entre os administradores e a empresa que prevê indemnizações em caso de terem de abandonar o cargo ou não serem reeleitos.
Granadeiro recebe 2 anos de salários se sair da PT

Fonte:WWW.agenciafinanceira.iol.pt

publicado por TC às 00:05
22
Jan
07

Azeredo Lopes recebe subvenção de residência mas permanece apenas dois dias num hotel de Lisboa.

Azeredo Lopes compara a sua situação à de alguns deputados. Um despacho conjunto dos ministros das Finanças e dos Assuntos Parlamentares atribui um subsídio de residência ao presidente da ERC. Só que Azeredo Lopes continua a residir no Porto e só vem a Lisboa, em média, dois dias por semana. Tem carro da entidade e cobra os quilómetros pelas suas deslocações.
Azeredo Lopes considera a situação "absolutamente regular". Contactado pelo EXPRESSO o professor da Universidade Católica do Porto justifica: "O subsídio é estritamente de residência e não é parcelado. O critério da lei é o da distância geográfica em relação ao local de trabalho. Passe ou não sete dias por semana, dois dias, ou um dia, o legislador entendeu que não podia estar a fazer contas para saber se num caso estava dois dias se noutro estava três".
Sobre o facto de se fazer ressarcir da gasolina gasta nas viagens semanais entre Porto e Lisboa em viatura da ERC, Azeredo Lopes sustenta que "o subsídio de residência não cobre o custo da deslocação" e a utilização da viatura da ERC para uso pessoal resulta das "normas gerais aplicáveis a titulares de cargos equivalentes a gestores públicos".
Questionado se não lhe parece paradoxal alguém receber um subsídio de residência e simultaneamente ser ressarcido do dinheiro de gasolina gasto semanalmente nas viagens entre o Porto e Lisboa, o presidente da ERC respondeu: "Teria que perceber porque é que vivendo no Porto não posso ir a casa da família e um colega meu que vive em Lisboa pode". Azeredo Lopes recorre, a título de exemplo, à situação dos deputados: "O caso do deputado que resida no Porto tem direito a um subsídio de residência ainda que, por razões de funcionamento do Parlamento e das funções que desempenha, não tem que estar em Lisboa toda a semana. O critério do legislador", neste como naquele caso, "é exactamente o mesmo".Considera por isso não estar a "violar nenhum princípio legal ou ético".

publicado por TC às 23:57
08
Jan
07
A despesa pública com as subvenções vitalícias dos titulares de cargos políticos irá ultrapassar os 7,6 milhões de euros em 2007. Com o número de beneficiários a rondar as 382 pessoas, a verba afectada para o próximo ano, como prevê a proposta do Orçamento do Estado para 2007, representa um aumento de 6,4 por cento face aos cerca de 7,2 milhões de euros orçamentados para este ano. Em média, cada beneficiário recebe por ano 20 mil euros, o que dá uma pensão mensal média de 1666 euros durante 12 meses.
Entre 2003 e 2007, o regime especial da subvenção vitalícia, atribuído a membros do Governo, deputados e juízes do Tribunal Constitucional que não sejam magistrados de carreira desde 1985, já custou aos cofres do Estado 34,6 milhões de euros. Em 2005, o valor das pensões atribuídas a ex-deputados oscilou, segundo dados da Assembleia da República, entre o mínimo de 1127 euros e o máximo de 2819 euros.
O actual Governo suspendeu a subvenção vitalícia em Outubro do ano passado, mas a despesa pública deverá manter-se elevada nos próximos anos, até porque existem ainda várias dezenas de beneficiários com direito a receber a subvenção vitalícia. Essa é justamente a resposta do Ministério das Finanças às perguntas do CM sobre a causa do aumento da verba orçamentada para 2007. Não adiantando o número de beneficiários estimado para o próximo ano, o Ministério liderado por Teixeira dos Santos é claro sobre a provável tendência de crescimento da despesa pública nos próximos anos: “As disposições eliminadas [pela Lei n.º 52-A/2005, de 10 de Outubro] mantiveram-se em vigor unicamente para aplicação àqueles que, à data da sua revogação, haviam já adquirido o direito às prestações por elas concedidas, bem como para posterior aplicação aos que até ao final do mandato então em curso reunissem ainda condições para delas beneficiar.”Com a salvaguarda deste princípio, pelo menos 32 deputados actualmente em exercício de funções poderão receber, após o termo das suas funções, a subvenção vitalícia. E é previsível que outros beneficiários que ainda não pediram a pensão vitalícia, como ex-membros do Governo, ex-deputados e juízes do Tribunal Constitucional que não sejam magistrados de carreira, exerçam o seu direito nos próximos anos.
Por exemplo, ex-deputados como Almeida Santos (PS), Manuela Ferreira Leite (PSD) e Narana Coissoró (CDS-PP) só solicitaram a subvenção vitalícia em 2005, quando tinham 79, 65 e 74 anos. Mas Eduarda Azevedo e Manuel Maria Moreira, ambos do PSD, e Isabel Castro, d’Os Verdes, que a pediram também em 2005, tinham 49, 49 e 51 anos. Em 2006, pediram, até agora, a subvenção vitalíca, segundo o Parlamento, dois ex-deputados.
SÓCRATES QUERIA MORALIZAÇÃO
A extinção da subvenção mensal vitalícia atribuída aos titulares de cargos políticos foi uma das primeiras bandeiras reformistas lançadas por José Sócrates, desde que tomou posse em meados de Março de 2005. No final de Maio do ano passado, durante o debate mensal na Assembleia da República, o primeiro-ministro surpreendeu as bancadas parlamentares, e mesmo o País, com a célebre declaração de que as pensões vitalícias eram “privilégios injustificados” dos titulares de cargos políticos.
Determinado a avançar com reformas em várias áreas, como a Segurança Social, a Saúde, a Educação e a Justiça, José Sócrates deixou claro, desde o início, que a eliminação das subvenções vitalícias era um princípio indispensável para a “moralização” do sistema político. E deste modo defendia-se de eventuais críticas futuras dos agentes dos sectores onde o Governo entendia ser necessário introduzir reformas.
A revelação de que o Governo pretendia acabar com a subvenção vitalícia causou incómodos no seio da própria bancada do PS, onde um número considerável de deputados estava em condições de obter a pensão vitalícia. E, por isso mesmo, não foi fácil ao Executivo extinguir aquele “privilégio injustificado”, como dizia o primeiro-ministro. Face à pressão dos parlamentares socialistas, o Governo acabou por aceder que a subvenção vitalícia seja atribuída aos deputados que completem 12 anos de funções até ao final da actual legislatura.
O QUE PREVÊ A LEI ANTIGA - A Lei n.º 4/85, de 9 de Abril, especifica o universo de beneficiários com direito a subvenção vitalícia: “Os membros do Governo, os deputados à Assembleia da República e os juízes do Tribunal Constitucional que não sejam magistrados de carreira têm direito a uma subvenção mensal vitalícia desde que tenham exercido os cargos ou desempenhado as respectivas funções após 25 de Abril de 1974 durante oito ou mais anos, consecutivos ou interpolados.” Posteriormente, o período temporal foi alargado para 12 anos. O exercicío de funções de Governo e de deputado contam para o valor da pensão vitalícia.
VALOR MENSAL ATÉ 80% DO SALÁRIOO valor mensal da pensão vitalícia dos titulares de cargos políticos é, segundo o n.º 1 do artigo 25.º, da Lei n.º 4/85, calculado “à razão do vencimento base correspondente à data da cessação de funções do cargo em cujo desempenho o seu titular mais tempo tiver permanecido, por ano de exercício, até ao limite de 80 por cento”. O n.º 2 do mesmo artigo precisa que, “quando o beneficiário da subvenção perfaça 60 anos de idade ou se encontre incapacitado, a percentagem referida no número anterior passará a ser de oito por cento”. A mesma lei, no n.º 7 do mesmo artigo, estipula que, “para efeitos do cálculo da subvenção mensal vitalícia é contado o tempo de exercício do mandato de deputado à Assembleia Constituinte, desde a data da eleição”, que ocorreu em 1975.
UNIVERSO FUTURO - Na lista inicial do Parlamento constavam 32 deputados com entre sete e onze anos de exercício de funções. Dessa lista, Anacoreta Correia, do CDS-PP, abandonou a vida parlamentar em 2006 e já pediu a subvenção vitalícia. E Ferro Rodrigues, do PS, suspendeu o mandato de deputado, em 2005, para ser embaixador de Portugal na OCDE. Em baixo, apresenta-se o universo futuro de potenciais beneficiários e o respectivo número de anos de mandato.
NÚMERO DE ANOS
PS: Alberto Nunes - 11José Apolinário - 10Vera Jardim - 10Rui Cunha - 10António Galamba - 9Miguel Coelho - 9Jorge Strecht - 9Mota Andrade - 9Afonso Candal - 9Celeste Correia - 9Maria do Rosário Carneiro - 9Miguel Ginestal - 9Paula Cristina Duarte - 9Jorge Coelho - 8José Junqueiro - 8Leonor Coutinho - 8Nélson Baltazar - 8Sónia Fertuzinhos - 8António José Seguro - 7Ferro Rodrigues - 7
PSD: Duarte Pacheco - 12 Mota Amaral - 10Hugo Velosa - 9Luís Marques Guedes - 9Melchior Moreira - 9Sérgio Vieira - 9Carlos Pinto - 7Mendes Bota - 7
CDS-PP: Anacoreta Correia - 10
PCP: Luísa Mesquita - 11Bernardino Soares - 9
PEV: Heloísa Apolónia - 8
DETALHES BENEFICIÁRIOS
Em 2005, pediram, segundo o Parlamento, a subvenção vitalícia 16 deputados. Deste total, quatro eram do PS, nove do PSD, um do CDS-PP, um do PCP e um de Os Verdes.NOVA LEIA Lei n.º 52-A/2005, de 10 de Outubro de 2005, revogou a atribuição da subvenção vitalícia aos titulares de cargos políticos.EXCEPÇÃOInicialmente, os ex-presidentes da Assembleia da República e os ex-primeiros-ministros tinham direito à subvenção mensal vitalícia ao fim de quatro anos.
COMO FUNCIONAM AS PENSÕES VITALÍCIAS PARA TODA A VIDA
Uma subvenção mensal vitalícia é uma reforma atribuída para toda a vida. É preciso cumprir 12 anos de serviço
NARANA COISSORÓO - ex-deputado do CDS-PP solicitou a subvenção vitalícia em 2005, quando tinha 74 anos, após a idade da reforma
REFORMA ACUMULÁVEL - Segundo a Lei n.º 4/85, “a subvenção mensal vitalícia é cumulável com pensão de aposentação ou de reforma”ROGÉRIO SOUSA BRITOO ex-deputado do PCP e antigo presidente da Câmara de Alcácer do Sal solicitou a subvenção vitalícia em 2005
TRANSMISSÍVEL - A lei diz que em caso de morte do beneficiário da subvenção mensal vitalícia, 75% do montante é para o cônjuge viúvo
António Sérgio Azenha
publicado por TC às 10:08
17
Dez
06
Jorge Vasconcelos ‘bateu com a porta’. Mas o presidente da Entidade Reguladora do Serviços Energéticos (ERSE) não vai de ‘mãos a abanar’: vai receber 12 mil euros por mês até encontrar um novo emprego.

O ex-presidente da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) vai receber cerca de 12 mil euros por mês, durante o máximo de dois anos, até encontrar um novo emprego.

Jorge Vasconcelos anunciou a sua demissão esta semana, em conflito com a decisão do Governo de limitar a seis por cento os aumentos da energia para os consumidores domésticos em 2007.


Segundo apurou o Correio da Manhã, o salário do presidente da ERSE era de 18 mil euros mensais (vezes 14), a que acresciam ajudas de custo. Segundo o que estabelecem os estatutos do próprio regulador (que é uma pessoa colectiva de direito público, dotada de autonomia administrativa e financeira e de património próprio), no seu artigo 29, n.º 5, “após o termo das suas funções, os membros do conselho de administração ficam impedidos, pelo período de dois anos, de desempenhar qualquer função ou prestar qualquer serviço às empresas dos sectores regulados”. Trata-se de um compreensível “período de nojo”, que impede a existência de promiscuidades entre reguladores e regulados.

Menos compreensível é o que o referido estatuto estabelece no n.º 6 do artigo 29; durante dois anos, “a ERSE continuará a abonar os ex-membros do conselho de administração em dois terços da remuneração correspondente ao cargo, cessando esse abono a partir do momento em que estes sejam contratados ou nomeados para o desempenho, remunerado, de qualquer função ou serviço público ou privado”.

Isto significa que Jorge Vasconcelos passará a receber 12 mil euros por mês, durante dois anos, até conseguir arranjar outro emprego no sector público ou privado.

De acordo com artigo 28 dos estatutos da ERSE, os membros do conselho de administração “estão sujeitos ao estatuto do gestor público em tudo o que não resultar dos presentes estatutos”, o que afasta a aplicação das novas normas aprovadas em Conselho de Ministros no dia 19 de Outubro, onde se introduzem alterações à remuneração e às regalias auferidas pelos gestores das empresas e dos institutos públicos.

Questionado o Ministério da Economia, uma fonte oficial adiantou que o regime aplicado aos membros do conselho de administração da ERSE foi aprovado pela própria entidade que, com o estatuto de regulador é independente.

ARRE, E A FACTURA QUEM PAGA SÃO SEMPRE OS MESMOS!!!

Segundo o "Correio Da Manhã" edição de 17/12/2006
publicado por TC às 22:53
12
Dez
06
Um quadro superior da GALP, admitido em 2002, saiu com uma indemnização de 290.000,00 euros, em 2004. Tinha entrado na GALP pela mão de António Mexia (PSD) e saiu de lá para a REFER, quando Mexia passou a ser Ministro das Obras Públicas e Transportes...
O filho de Miguel Horta e Costa, recém licenciado, entrou para lá com 28 anos e a receber, desde logo, 6.600,00 euros mensais.
Freitas do Amaral (CDS, depois CDS/PS, depois Bloco Central e depois PS-doente) foi consultor da empresa, entre 2003 e 2005, por 6.350,00 euros / mês, além de gabinete e seguro de vida no valor de 70 meses de ordenado.
Manuel Queiró (CDS- “o braço direito do Algarve”, cunhado da Celeste da Caixa Geral de Depósitos Cardona), do PP, era administrador da área de imobiliário (?) 8.000,00 euros / mês.
A contratação de um administrador espanhol passou por ser-lhe (ao Manuel) oferecido 15 anos de antiguidade (é o que receberá na hora da saída), pagamento da casa e do colégio dos filhos, entre outras regalias.
Guido Albuquerque, cunhado de Morais Sarmento, foi sacado da ESSO para a GALP. Custo: 17 anos de antiguidade, ordenado de 17.400,00 euros e seguro de vida igual a 70 meses de ordenado.
Ferreira do Amaral, presidente do Conselho de Administração. Um cargo não executivo (?) era remunerado de forma simbólica: 3.000,00 euros por mês, pelas presenças. Mas, pouco depois da nomeação, passou a receber PPR,s no valor de 10.000,00 euros, o que dá um ordenado "simbólico" de 13.000 euros...
Abraço
publicado por TC às 13:00












Clique na imagem para em tamanho grande e ficar de boca aberta...
... os mais distraídos. Os mais atentos já sabiam há muito.
Abraço
publicado por TC às 12:49
05
Dez
06
Mira Amaral saiu da Caixa Geral de Depósitos (CGD) com uma reforma de gestor de 18 mil euros.
Na altura acumulava uma
pensão de 1,8 mil euros, como deputado e 16 mil euros como líder executivo da CGD.

Portugal Diário -
A REFORMA DE MIRA AMARAL
«Depois de um ano e nove meses à frente da CGD, Mira Amaral vai ter uma reforma de 18 mil euros, cerca de 3.600 contos. O valor foi denunciado pela CGTP, e já foi confirmado pelo Governo, que se justifica com a lei».

A confirmar-se - o que, aparentemente, se confirma - o que me choca não é o valor da reforma, é o facto de Mira Amaral poder auferir desta reforma - paga pelos contribuintes - ao fim de apenas um ano e nove meses
.
publicado por TC às 19:38
Comentários para quê?

ANIBAL CAVACO SILVA

Actualmente recebe três pensões pagas pelo Estado, distribuídas da seguinte forma:

¤ 4.152,00,00 euros - Banco de Portugal.

¤ 2.328,00 euros - Universidade Nova de Lisboa.

¤ 2.876,00 euros - Por ter sido primeiro-ministro.


Podendo acumulá-las com o vencimento de P.R. !

Porque será que, o Expresso, o Público, o Independente, o Correio da Manhã e o Diário de Notícias, não abordaram este caso, mas trataram os outros conhecidos, elevando-os quase à categoria de escândalos, será que vão fazer o mesmo que fizeram com os outros???

Não será por isto a falência da Segurança Social?

Um abraço
publicado por TC às 19:18
04
Dez
06
Lista de Aposentados no ano de 2005 (Janeiro a Novembro) com pensões de luxo: São os seguintes valores em Euros:
Janeiro
Ministério da Justiça
5.380,20 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
Março
Ministério da Justiça
7.148,12 € Procurador-geral Adjunto Procuradoria-Geral República
5.380,20 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5.484,41 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5.498,55 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
Empresas Públicas e Sociedades Anónimas
6.082,48 € Jurista 5 CTT Correios Portugal SA
Abril
Ministério da Justiça
5.498,55 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5.498,55 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5.338,40 € Procuradora-Geral Adjunta
Procuradoria-Geral República - Antigos Subscritores
6.193,34 € Professor Auxiliar Convidado
Maio
Ministério da Justiça
5.663,51 € Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
5.498,55 € Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
5.460,37 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5.663,51 € Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
5.338,40 € Procuradora-Geral Adjunta Procuradoria-Geral República
5.663,51 € Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
Junho
Ministério da Justiça
5.663,51 € Juiz Conselheiro Supremo Tribunal Administrativo
5.498,55 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5.498,55 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5.663,51 € Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
Julho
Ministério da Justiça
5.182,91 € Juiz Direito Conselho Superior Magistratura
5.182,91 € Procurador República Procuradoria-Geral República
5.307,63 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5.498,55 € Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
Agosto
Ministério da Justiça
5.173,46 € Conservador Direcção Geral Registos Notariado
5.173,46 € Conservadora Direcção Geral Registos Notariado
5.173,46 € Conservador Direcção Geral Registos Notariado
5.173,46 € Notário Direcção Geral Registos Notariado
5.173,46 € Conservador Direcção Geral Registos Notariado
5.663,51 € Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
5.663,51 € Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
5.498,55 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5.043,12 € Notária Direcção Geral Registos Notariado
5.173,46 € Conservador 1ª Classe Direcção Geral Registos Notariado
5.498,55 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5.498,55 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5.027,65 € Conservador Direcção Geral Registos Notariado
5.663,51 € Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
5.498,55 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5.173,46 € Conservador Direcção Geral Registos Notariado
5.498,55 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5.173,46 € Notário Direcção Geral Registos Notariado
5.498,55 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5.498,55 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5.159,57 € Conservador Direcção Geral Registos Notariado
5.173,46 € Notária Direcção Geral Registos Notariado
5.173,46 € Ajudante Principal Direcção Geral Registos Notariado
5.498,55 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5.173,46 € Notário 1ª Classe Direcção Geral Registos Notariado
5.173,46 € Notária Direcção Geral Registos Notariado
Setembro
Ministério dos Negócios Estrangeiros
7.284,78 € Vice-Cônsul Principal Secretaria-Geral (Quadro Externo)
6.758,68 € Vice-Cônsul mdash; Secretaria-Geral (Quadro Externo)
Ministério da Justiça
5.663,51 € Juiz Conselheiro mdash; Conselho Superior Magistratura
5.498,55 € Juiz Desembargador mdash; Conselho Superior Magistratura
5.498,55 € Juiz Desembargador mdash; Conselho Superior Magistratura
Ministério da Educação
5.103,95 € Presidente Conselho Nacional Educação
Outubro
Ministério da Justiça
5.498,55 € Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
Novembro
Ministério dos Negócios Estrangeiros
7.327,27 € Técnica Especialista Secretaria-Geral (Quadro Externo)
Tribunal de Contas
5.663,51 € Presidente
Ministério da Justiça
5.498,55 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5.663,51 € Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
5.498,55 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5.498,55 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5.498,55 € Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
5.015,16 € Professor Coordenador Inst. Superior Engenharia Lisboa

Que tal um TECTO nas reformas. Com efeitos retroactivos!!!
Em Espanha já existe há muito tempo.
2500€ (500 contos) não chega para um reformado?
publicado por TC às 23:00



Mais uma bomba cai no orçamento da Caixa Geral de Apoesentações.Mais três magistrados que se aposentam com reformas acima do valor do ordenado base do 1º ministro (5.366€). Como é possível que o ex-procurador-geral de Lisboa,Dias Borges e o juiz desembargador José Pires Rio,que esteve colocado no Conselho Superior de Magistratura passem a usufruir de uma reforma de 5.581€?
E o juiz conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça, Jorge Pais Amaral leve uma reforma uns "cêntimos" ainda acima, no valor de 5748€ e 46 cêntimos?
Não entendemos tanto barulho do governo, na justiça do sistema de "reformas", pedindo sacrifícios e dizendo que estamos numa situação de falência económica da CGA se depois pratica tal escândalo nacional.
Afinal o sacrifício não é para todos,mas para os mesmos de sempre, aqueles que recebem menos.
Quando é que este governo ganha efectivamente coragem, para acabar com os dois pesos e duas medidas?
É preciso vergonha na cara!
publicado por TC às 22:48

links

Ganha dinheiro na Net

L-Image-4_1-216x54

tags

todas as tags

blogs SAPO