...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

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20
Mai
10
Trata-se da publicação de um comentário ao post Chamam-lhe Democracia, publicado num blog do autor. As contas, feitas por alto, parecem bastante significantes. De qualquer modo, quem discordar poderá apresentar a sua opinião e nela incluir o seu ponto de vista.


PRIMOS-IRMÃOS

Rogério Barroso [20-04-2010]

Sócrates e Alberto João reuniram-se ontem e anteontem, fizeram salamaleques um ao outro, juraram mútua fidelidade, e também a juraram aos princípios da família, da grande família neo-liberal, a qual, mentindo, vêm afirmando que se chama social-democrata.

Nenhum deles pertence a família que não seja a mesma a que pertencem os dois.

Nenhum deles tem ideias socialistas e ambos praticam a anti-democracia.

Não podem ser sociais-democratas, que o digam aqueles que o são – quanto ao epíteto «socialista», esse nem sequer alguma vez ficou bem ao que é agora primeiro-ministro do Estado de Portugal, e até já passou de moda: que o digam aqueles que, apesar de não saberem o que é, ainda se dizem «socialistas». O resto que se diga é p’ra enganar o Zé!

Tais bandalhos reuniram-se para concluir o que as respectivas máquinas partidárias, instaladas que estão nos órgãos de comunicação social do regime, divulgaram agora: cada português tem de entrar com 70,00 euros para o Estado de Portugal, para que o Estado de Portugal entregue esses euros todos à máquina da Região Autónoma da Madeira, e esta entregue a maior parte para as mais diversas traficâncias do bando do Alberto João, que vai da droga proibida até ao branqueamento de dinheiro e ao mais descarado gamanço.

E não se trata de um empréstimo, como no caso da Grécia, que pode dispor dessa grana dos cidadãos portugueses quando quiser, bastando que o governo do Estado da Grécia informar o seu apetite ao governo de Portugal.

Solidariedade? A puta que os pariu! Onde estão as actividades de solidariedade da família política neo-liberal (que abrange PS, PPD e CDS) para com os 25% de portugueses situados abaixo no nível mínimo de pobreza europeu?

Onde está essa dita solidariedade para com os 45% de portugueses analfabetos segundo as mais recentes normas de literacia europeia? Trata-se de facto consumado sobre os parcos haveres de muitos portugueses que são os mais fracos no processo de extorsão a que o Estado procede, com o voto maioritário dos cidadãos que têm direito a voto e votam, e com o aplauso unânime de quase todos os espoliados.

O administrador-chefe da TAP disse ontem que as cinzas vulcânicas e o excesso de zelo das autoridades nacionais de transportes aéreos estão a fazer com que a TAP perca dois milhões de euros cada dia que passa, enquanto não puder fazer os voos que habitualmente tem programados.

Nós sabemos pela comunicação social do regime (insuspeita nesta matéria) e pelas contas apresentadas, que a TAP vem perdendo, já de antes da erupção vulcânica da Islândia, 100.000,00 euros por dia. Nós sabemos dos números apresentados pela TAP que a TAP paga 75.000,00 euros por dia em salários, valor que já influencia o número anterior.

Nós sabemos que a TAP, segundo os seus divulgados números, poupa, cada dia que os aviões não voam, um milhão de euros em combustível, o que quer dizer que, nestes dias de influência vulcânica, poupou 750.000,00 euros por cada um desses dias. Se a TAP perde habitualmente 100.000,00 euros por dia e, nestes dias vulcânicos, poupou 750.000,00 euros por dia em gasolina, sobram de ganhos 650.000,00 euros por dia.

Se a TAP acusa, ainda assim, um prejuízo diário de 2.000.000,00 euros, não terá a Procuradoria-geral da República curiosidade (como é sua obrigação legal) em saber para onde estarão a ser desviados mais ou menos dois milhões e meio de euros por cada dia vulcânico que passa? Ou contentar-se-á com o dito de que os governos europeus estão a fazer todos os possíveis a favor da segurança dos passageiros?

Tudo gama, minha gente! É fartar, vilanagem!, qu’o Povo nã s’importa!!!



Embora pareça secundário, deve destacar-se a contagem do número de iletrados e de analfabetos no país, inseparáveis do número total de ignorantes. Como no comentário no post que precede este, «A população foi mantida numa ignorância a tal ponto profunda que quem se recordar reconhece ser muito superior àquela que se vivia no tempo do Estado Novo.» Se antes a ignorância estava quase restrita a analfabetos e iletrados, ela cobre hoje a quase totalidade da população, como se verifica. Essa ignorância foi propositadamente imposta à população por políticos para dela se aproveitarem, como se tem constatado, roubando à vontade e parindo leis que lhes permitem fazê-lo impunemente sem que ninguém conteste, o tudo por ignorarem que em democracia tal não é possível existir. Fizeram crer à população que vive em democracia por ela nem saber o que isso é, pois que na realidade se vive num estado totalitário governado pelas famílias mafiosas em que os partidos oligárquicos se transformaram. De salientar que este estado só foi possível de atingir com a estreita colaboração duma classe de biltres mentirosos e desinformadores que é a cambada dos jornaleiros ordinários de hoje.

Diz-se que o 25 de Abril trouxe a democracia e a liberdade. Poderia ter sido, mas é falso porque logo os oportunistas de tudo se apoderaram, roubaram, legislaram para se protegerem e maltrataram o povo como nunca, papagueando que isso era democracia. É factual que essa malta ordinária de políticos e jornaleiros não tinha liberdade antes da Abrilada e que agora tem, mas utilizou-a contra o povo. Assim, quem quer que se recorde e não tenha tido interesses políticos, sabe que o povo em geral tem hoje muito, mas muito menos liberdade do que tinha antes. Francamente, que nos interessa a liberdade de políticos e jornaleiros quando eles a usam invariavelmente para nos tramar a vida, nos fazer miseráveis, ignorantes, pobres e maltratados por serviços de saúde ignóbeis e outros sociais igualmente degradantes? Todos mal concebidos desde o início e de modo a permitir os conhecidos hobbies em que impera uma mixórdia de política com economia e com regalias e privilégios que proíbem a democracia.

Que fazer dum povo que pensa que democracia é fazer tudo o que se quer, pelo que tanto eles como os políticos têm direito a roubar? Que esperar duma mentalidade que acha que quando alguém é roubado a culpa é da vítima que se deixou roubar e não do criminoso que o roubou?

O povo deveria ter tomado o destino nas suas mãos controlando os políticos como democracia significa, mas não o fez. Terá agora capacidade para o fazer com a mentalidade que desenvolveu, ou seria ainda pior nas circunstâncias vigentes?




Outros artigos também publicados nos blogs do autor (1 e 2).

publicado por TC às 17:24
10
Fev
10
A apresentação da candidatura do pior, mais ordinário, mais rasca, mais sacana e mais antidemocrático político nacional mostra o estado da mentalidade do povo. De outro modo, um animal que berra, gesticula e esperneia como um capado na Lavandaria Nacional, que mais mente e é impostor nas suas alocuções, que vomita as maiores irracionalidades, jamais ousaria avançar com tais pretensões. Aliás, foi o mesmo atraso mental, anteriormente citado, que o elegeu ao PE.

No enaltecimento ao seu partido ao anunciar a sua candidatura, obliterou completamente o que originou a miséria, a pobreza e a desgraça actuais. Como se destruíram as indústrias, a agricultura e as pescas. Como os seus pares enriqueceram roubando descaradamente os fundos europeus e extraviando o restante, provocando uma inflação de mais de 5%. Foi obra!

Tudo isto se passou enquanto os outros países aproveitaram os mesmos fundos para se prepararem para o futuro. A falha de Portugal neste ponto produziu a miséria que se conhece. Os paspalhos que viveram esse tempo já se esqueceram de tudo! Deixaram que lhes lavassem a memória e emprenham agora pelos ouvidos em lugar de usar a sua própria mioleira.

Acreditando na passividade dum povo embrutecido por uma jornaleirada desinformadora, tem razão em pretender poder ganhar a simpatia dos tolos.

Um facto é certo e a pouco e pouco os políticos o reconhecerão, pois que as circunstâncias o transformarão no seu interesse. Afinal, só os interesses deles para eles contam. A miséria que levou tantos anos a implantar-se não vai desaparecer por toque de varinha mágica. A miséria implantou-se para durar décadas, mais tempo quanto aquele que demorou a implantar-se.

Todos estes factos eram bem previsíveis na altura. Outras consequências seriam impossíveis dado o sistema que os governos do Cavaco seguiam. Não era preciso ter qualquer dote especial para o compreender, mas apenas não emprenhar pelos ouvidos, observar e comparar o que se passava em Portugal com os outros países. Parece que ninguém viu, mas isto foi escrito logo depois de ter acontecido e encontra-se há anos publicado na internet.

Portanto, o que diz o título do presente não pode ser considerado como uma novidade, mas apenas uma continuidade lógica e normal, tal como aquando da preparação da nossa miséria. Porque será que o povo tão atrasado prefere ser dominado pelas corjas de ladrões corruptos e desinformadores reles? Será por masoquismo?

Este e outros artigos também publicados nos blogs do autor (1 e 2).


publicado por TC às 21:45
27
Jun
09
O último post do Arrebenta merece uma menção especial pela sua objectividade que o caracteriza. É o que Por isso que este post, inicialmente um comentário, foi para aqui transferido com ligeiras modificações para o enquadrarem no novo local e apagado onde se encontrava.

Cuidado com as simpatias políticas, não são de fiar. Assim como o partido do Sócrates não é o partido socialista, como diz o post, também o PSD de hoje se afastou das ideias sociais do tempo longínquo em que foram os PSDs dos três países dos Vikings que financiaram o PS português, viabilizando a sua implantação no nosso país. Facilmente se conclui que nessa altura ambos faziam parte da mesma família socialista. Admira também – mesmo com a má memória dos portugueses, que estes rapidamente se esqueçam de quem os lixa e logo voltam neles de novo – que ninguém mais fale nos roubos da quadrilha cavaquista aquando de primeiro-ministro e roubou e rebentou com os fundos europeus do modo que muitos ainda se recordarão, do mar de novos-ricos que apareceram do nada, deixando o país preparado para chegar onde chegou. A razão da falta de médicos e do estado do sistema de saúde. Tudo esquece o povo alarve. Só tem garganta para repetir o que as máquinas de propaganda política lhe impingem, aquilo com que os emprenham pelos ouvidos. Até o blog do Arrebenta sobre o Cavaco se calou.

Não há inocentes entre os políticos, mas apenas mais ou menos culpados da desgraça actual. As excepções são numa proporção àquele observada no parlamento aquando da votação da lei do financiamento dos partidos: menos de 0,4%! Para conhecer a mentalidade desmiolada nacional basta ouvir os políticos e discorrer, não sobre o sentido do que dizem, frequentemente vazio, mas em que sentido querem que a parvalheira nacional seja ludibriada. Por exemplo, se reflectirmos bem ao ouvir a Manela Leiteira facilmente chegaremos à conclusão do desespero do seu partido em colocar os seus militantes em lugares estratégicos para poderem roubar à grande e que ela, afinal, consegue ser ainda pior que o próprio Sócrates. Como diz o velho ditado: que venha o diabo e escolha. Com efeito, os partidos estão minados pela corrupção e conduziram o país ao estado calamitoso em que se encontra. Nem foi mais nada, cada um a seu modo e por seu turno.

Vejam-se alguns factos. O PSD é o autor incontestável de todos os projectos de grandes obras que o Sócrates seguiu e em que a Manela foi a principal colaboradora. Foram anunciados em alto e bom som quando o partido estava no governo. Agora recusa-os todos, porque se o governo segue as suas próprias ideias, como vai a sua máfia oligárquica fazer oposição? Vira-casacas ou falsidade? Ou ambos comportamentos? Podemos confiar em gentalha assim para nos governar? Outro ponto é o modo como o Cagão Feliz quer acabar com a Segurança Social, universal e solidário e fazer uma para ricos e outra para menos ricos e pobres. Os ricos deixariam mesmo de descontar para a Seg. Soc. Diz o vigarista que é assim que se faz nos outros países europeus. Mente com todas as dentolas que tem na comua. Um outro sistema existe, mas não como ele falseia.

Sobre as obras em questão, a polémica que surgiu é enganadora e estúpida, cada um puxando a brasa à sua sardinha. A afirmação de que as obras produzem riqueza é incontestável. Não se trata de saber se sim ou se não, é mundialmente reconhecido que sim, donde qualquer opinião em contrário só pode ser por ignorância, se afirmada por políticos será de má fé. Agora, o exagero descomunal de construir linhas de comboio a alta velocidade, absolutamente desnecessárias e despropositadas, que para nada servem o país nem a população, como a ideia idiota do PSD logo seguida pelos não menos idiota PS, isso já é outra coisa. Produz riqueza, sem dúvida, mas apenas no momento da obra, em que pões centenas de empresas a trabalhar, gerando enorme número de emprego, mas a seguir à riqueza de pouca duração vêm perdas descomunais, proprocionais ao investimento. Que bando de alarves orgulhosos das suas bestialidades! Investimentos, sim, mas em obras necessárias ao desenvolvimento futuro do país, que não faltam.

Não há, nem jamais haverá, solução enquanto não se domarem esses animais gananciosos e ladrões. Reconheçamos que dos países europeus (mais próximos e com quem nos queremos assemelhar) quanto maior o domínio da população sobre os políticos, maior a democracia e melhor eles vivem. A maioria da jornaleirada tenta enganar-nos e praticamente só nos enfiam pelos olhos comparações com a outra estrumeira nossa vizinha. Não pode haver opinião divergente.

É nessa base de controlo político que está o mal português e nada mudará enquanto se andar “beating around the bush”. Comece-se por impedir o assalto dos políticos aos cargos públicos a cada mudança de governo e para todas as outras funções públicas e importantes que nada tenham a ver com política. Encurralem-se esses animais no seu redil. Sem isto qualquer voto é inútil e serve apenas para substituir uma máfia oligárquica por outra máfia oligárquica. Não existe outro caminho para que o Arrebenta ou alguém mais alcance a realização dos desejos que formula no seu post.

Será talvez uma esperança vã, ao lermos os primeiros comentários ao seu post, os dois primeiros justos mas mal colocados por fora de sítio; depois o do anónimo, que nos mostra a sua mioleira tão bem como se a tivesse espalhado pelo chão à nossa frente.
publicado por TC às 16:37
31
Jan
09

Verdadeiramente escandaloso, por cá, em terras lusas, também existe, embora mais camuflada, e em menor escala, também devido, o escândalo, à dimensão do território, que na Madeira é muito mais significativo, pois a concentração de poderes mafiosos são em elevado grau “Per capita“.

Recebi, os seguintes dados via e-mail, de pessoa devidamente identificada.

Pode-se de certeza concluir que a ilha da Madeira encontra-se completamente minada..vejamos(vale a pena ler até ao fim).

Alberto João Jardim - Presidente do Governo Regional
Filha - Andreia Jardim - Chefe de gabinete do vice-presidente do Governo Regional

João Cunha e Silva - vice-presidente do governo Regional
Mulher - Filipa Cunha e Silva - é assessora na Secretaria Regional do Plano e Finanças

Maurício Pereira (filho de Carlos Pereira, presidente do Marítimo) assessor da assessora
Nuno Teixeira (filho de Gilberto Teixeira, ex. conselheiro da Secretaria Regional) é assessor do assessor da assessora

Brazão de Castro - Secretário regional dos Recursos Humanos
Filha 1 - Patrícia - Serviços de Segurança Social
Filha 2 - Raquel - Serviços de Turismo

Conceição Estudante - Secretária regional do Turismo e Transportes
Marido - Carlos Estudante - Presidente do Instituto de Gestão de Fundos Comunitários
Filha - Sara Relvas - Directora Regional da Formação Profissional

Francisco Fernandes - Secretário regional da Educação
Irmão - Sidónio Fernandes - Presidente do Conselho de administração do Instituto do Emprego
Mulher - Directora do pavilhão de Basket do qual o marido é dirigente

Jaime Ramos - Líder parlamentar do PSD/Madeira
Filho - Jaime Filipe Ramos - vice-presidente do pai

Vergílio Pereira - Ex. Presidente da C.M.Funchal
Filho - Bruno Pereira - vice-presidente da C.M.Funchal, depois de ter sido director-geral do Governo Regional.
Nora - Cláudia Pereira - Trabalha na ANAM empresa que gere os aeroportos da Madeira

Carlos Catanho José - Presidente do Instituto do Desporto da Região Autónoma da Madeira
Irmão - Leonardo Catanho - Director Regional de Informática (não sabia que havia este cargo)

Rui Adriano - Presidente do Conselho de administração da Sociedade de Desenvolvimento do Norte e antigo membro do Governo Regional
Filho - ???? - Director do Parque Temático da Madeira

João Dantas - Presidente da Assembleia Municipal do Funchal, administrador da Electricidade da Madeira e ex. presidente da C.M.Funchal
Filha - Patrícia - presidente do Centro de Empresas e Inovação da Madeira.
Genro (marido da Patrícia) - Raul Caíres - presidente da Madeira Tecnopólio (sabem o que isto é?)
Irmão - Luís Dantas - chefe de Gabinete de Alberto João Jardim
Filha de Luís Dantas - Cristina Dantas - Directora dos serviços Jurídicos da Electricidade da Madeira (em que o tio João Dantas é administrador)
João Freitas, marido de Cristina Dantas director da Loja do Cidadão

E a lista continua…….

Uma autêntica República das Bananas - (sem ofensa para as bananas!)

E depois ainda falam do Rubert Mugabe!

Só se for pela cor?!

Então e o senhor Silva (aquele que agora é Presidente da República) não diz nem faz nada?

Onde é que anda o rigor e sentido de Estado de que tanto fala ?!?!?!?!?!

Ah, já sei porque não interessa o que se passa na Madeira.

É que são todos militantes do PSD! E os cubanos (nós, os camelos) a pagar toda aquela corrupção e gestão danosa!

MAS A MIM NINGUÉM ME CALA

É preciso por o nome nos bois… Pois é tudo gente boa, a governarem-se à nossa custa, estes C*******

publicado por TC às 18:48

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