...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

tags

todas as tags

Pesquisa personalizada

07
Abr
10

Minados por diversos problemas que lhes foram criados, os serviços de saúde atingem o ponto mais baixo de sempre. Gente morre todos os dias por falta de assistência médica ou desapropriada. A percentagem é assustadora.

Mesmo com a importação de médicos planeada pelo governo, o problema vai continuar a agravar-se. Este problema tem uma dupla origem que uns negam e outros desmentem. Como com tudo, sem que a realidade seja reconhecida não se aplicarão as curas necessárias. Aplicando-se não se cura o problema num clique. Donde, o título deste artigo não é exagerado.

Uma das causas, como é largamente conhecido, mas sempre desvalorizado por mera corrupção e impunidade, é a decisão tomada pelo Cavaco no último ano do seu governo, em diminuir drasticamente as vagas para medicina nas faculdades. Um médico, juntamente com o estágio, leva bastantes anos a formar-se até poder exercer em pleno. A sua falta só poderia começar a notar-se após esse período, quando começasse a não haver suficientes para substituir os que se iam reformando. Quanto mais anos se passaram mais a sua falta foi crescendo a ponto de hoje se ter tornado dramática. Este facto tem sido observado e sofrido desde há alguns anos pela população inteira.

O governo do Guterres passou por cima como sobre uma ponte e ninguém atribuiu valor ao assunto. O governo do Barroso fez uma enorme publicidade falsa anunciando que iam diminuir o tempo de espera na saúde, mas vimos bem que em lugar disso aumentou exponencialmente.

A segunda causa do problema é o espírito de bandalheira geral que se instalou bem no seio da população, que do tempo do Cavaco já pensava não precisar de trabalhar por o país ter aderido à UE (ver explicação detalhada de como se passou).

Para superar o atraso fenomenal do país, provocado pelas más políticas e roubos da corja do Cavaco (ver o mesmo link anterior) os governos puseram-se a atribuir subsídios em substituição de salários normais que não podem ser pagos devido ao tal atraso tecnológico provocado pelo governo dos ladrões do Cavaco e sua má administração do que sobrou do roubo e da inflação planeada. (De onde pensarão as pessoas que veio o dinheiro para a multidão de políticos parasitas que enriqueceram da noite para o dia? – eles diziam que chagava para tudo, mas vê-se.)

Após crer não ser preciso trabalhar, a população habituou-se a viver à custa dos subsídios. Hoje, poucos trabalham, limitando-se a ocupar os lugares e a fazer presença. De certo, quem tenha ido a hospitais deve ter notado os magotes de enfermeiros em conversa amena em lugar de se azafamarem nas suas funções. Produtividade = 0. Quem quer que tenha tido que tratar dom as diversas repartições da administração pública não pode deixar de ter visto comportamentos semelhantes. Produtividade = 0. Se os enfermeiros têm razão em reclamar que ganham menos que os obscenos calões da administração, a verdade é que todos eles já ganham muito acima daquilo que merecem, mesmo que já seja pouquíssimo.

Este procedimento, associado a uma burocracia obtusa, aumenta muito mais o número de mortes, como relatado no jornal Público de hoje(Há doentes que morrem à espera de cuidados continuados). É um autêntico vê-se-te-avias numa matança para a qual não vai haver solução rápida.

A conjunção destas duas causas tem ocasionado e vai continuar a ocasionar uma grande mortandade entre a população. É um assassínio colectivo aberto de que os culpados se lavam as mãos e continuam a sacar votos dos carneiros que sangram.

Entretanto, partidos formados por políticos que idealizam aumentar o fosso entre ricos e pobres, anunciam medidas de solução opostas às adoptadas em países democráticos. O que querem é obviamente criar mais hobbies da saúde à custa duma maior exploração da população, oficializando as duas velocidades já existentes. Matam-se ainda mais aqueles que não podem pagar e extorque-se o dinheiro aos que podem. Para fazer passar a ideia fazem declarações falsas em que o povo, desinformado pela cambada jornaleira, cai como tordos. Espezinham os Direitos Humanos.

A solução para pelo menos diminuir a corrupção, o roubo, o abuso, a impunidade, etc., tem sido mencionada múltiplas vezes. Para não repetir mais uma, veja-se aqui. Todavia, nada se puderá jamais fazer sem a vontade popular.

Este e outros artigos publicados nos blogs do autor.


publicado por TC às 10:26
22
Mai
08
O Correio da manhã diz que é "Assessoria milionária" mas nós chamamos-lhe outra coisa....
publicado por TC às 00:14
06
Mai
08
Vejam em:
PAULO CARVALHO
publicado por TC às 22:20
28
Abr
08
Espero que entendam bem porque é que existem listas de espera no que concerne a operações de oftalmologia???

Em 6 dias um médico Espanhol operou tanto como 5 médicos Portugueses num ano e por metade do preço cobrado na privada.

Este médico é aquele a quem "eles" chamam filho da p***. Tá a dar cabo do tacho!!!

Em seis dias, um oftalmologista espanhol realizou 234 cirurgias a doentes com cataratas no Hospital Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro, num processo que está a "indignar" a Ordem dos Médicos. Porque será???
Os preços praticados são altamente concorrenciais, tendo sido esta a solução encontrada pelo hospital para combater a lista de espera. O paciente mais antigo já aguardava desde Janeiro de 2007, tendo ultrapassado o prazo limite de espera de uma cirurgia. No ano passado chegaram a existir 616 novas propostas cirúrgicas em espera naquela unidade de saúde.
Os sete especialistas do serviço realizaram apenas 359 operações em 2007 (cerca de 50 por médico num ano). No final do ano passado, a lista de espera era de 384, e foi entretanto reduzida a 50 com a intervenção do médico espanhol.

A passagem pelo Barreiro durante o mês de Março - onde garante regressar nos próximos dois anos, embora o hospital não confirme - foi a segunda experiência em Portugal do oftalmologista José Antonio Lillo Bravo, detentor de duas clínicas na Extremadura espanhola - em Dom Benito (Badajoz) e Mérida.
Entre 2000 e 2003 já havia realizado 1500 operações no Hospital de Santa Luzia, em Elvas, indiferente às "críticas" de que diz ter sido alvo dos colegas portugueses.
"Eu percebo a preocupação deles e sei porque há listas de espera tão grandes em Portugal. É que por cada operação no privado cobram cerca de dois mil euros", diz ao DN o oftalmologista espanhol, inscrito na Ordem dos Médicos portuguesa, que cobrou 900 euros por cada operação realizada no Barreiro.

As 234 cirurgias realizadas no Barreiro, por um total de 210 mil euros, foi o limite possível sem haver necessidade de abrir concurso público internacional, sendo que o médico fez deslocar a sua equipa e ainda o microscópio e o facoemulsificador. O hospital disponibilizou somente um enfermeiro para prestar apoio.

HÁ QUE ACABAR COM A CHULAGEM DA ORDEM DOS MÉDICOS E BAIXAR AS MÉDIAS
DE MEDICINA E ABRIR NOVAS FACULDADES.

ASSIM ACABA-SE A MAMA DESTA CORJA DE PARASITAS, QUE SÓ PENSAM EM GANHAR GUITO NA PRIVADA.

publicado por TC às 22:31
19
Fev
08
Eu já tenho Médis.
No ano passado não tinha e paguei 5000€ para ser operado pois no público queriam que eu morresse.




Cá em casa somos 5 e TODOS temos seguro de saúde. E eu sou funcionário público.
publicado por TC às 17:44
04
Fev
08
Em 2007 o Estado pagou 23 milhões só em incentivos.
Quando, nos anos 90, os transplantes de órgãos em Portugal ficavam muito aquém dos números desejados, a tutela decidiu estimular os hospitais a fazer mais colheitas através de um sistema de incentivos aos médicos, sem paralelo em nenhuma outra especialidade. Mas estas operações não tem parado de crescer no País - e vão continuar a subir, até porque a lei passou a permitir o recurso a dadores vivos entre casais e amigos.
Em 2007, os transplantes chegaram aos 1330, mais 20% do que no ano anterior. O que custou ao Estado naquele ano 23 milhões de euros só em incentivos. Com os actuais números de transplantes, aquilo que antes era um estímulo pago aos profissionais para operar mais tornou-se, hoje, numa fortuna.


Que o diga Eduardo Barroso, o médico da unidade de transplantação do Curry Cabral que está hoje também à frente da Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação (ASST). Em Novembro do ano passado, o Curry Cabral atingiu um número recorde de 23 transplantes. E só Eduardo Barroso recebeu naquele mês 30 mil euros. Limpos.

A última actualização dos incentivos, já de 2006, determina que os hospitais recebam dos 13 mil euros (por uns rins transplantados) aos 55 mil euros (para o fígado, pulmões ou intestinos). A somar às verbas que já estão previstas nos contratos-programa. De acordo com a legislação, estes valores são dados directamente aos hospitais, que retém uma parcela e distribuem o restante pelos profissionais envolvidos (de 40 a 80%, consoante os hospitais). Nas cinco unidades que fazem estas operações, os modelos variam (os médicos podem receber por cada transplante feito no hospital, por horas extraordinárias ou por ficarem de prevenção nas escalas.

Quem faz a colheita de órgãos, também recebe uma verba extra, mas os valores são bem menores que os da transplantação.

Questionado sobre estes valores, Eduardo Barroso afirma: "Estes incentivos permitem que eu me dedique ao Serviço Nacional de Saúde com um salário semelhante ao que é praticado no privado. Porque no hospital já ganho bem, deixei a minha actividade privada. Não posso viver sem eles e não tenho vergonha de o fazer". Mas o cirurgião admite que hoje as verbas são bastantes elevadas devido ao aumento de transplantes realizados - "eu próprio acho que não era esta a finalidade dos incentivos".

E acrescenta que os valores não foram inventados por si. Até porque, como responsável pela ASST, vai propor a criação de tectos máximos para os incentivos, a partir dos quais as verbas pagas pelo Estado deixam de reverter para os médicos, principalmente os mais velhos, e passam a ser usadas apenas pelos serviços. Isto, "para corrigir eventuais exageros resultantes do aumento dos transplantes". Além disso, admite estender os incentivos a outros especialistas que até aqui não estavam contemplados nas equipas (como os internistas ou os infecciologistas). E quer também dar mais dinheiro aos serviços que fazem colheitas.

O responsável pela ASST diz mesmo que o ex-ministro Correia de Campos lhe tinha dado indicações para repensar o modelo, tendo em conta que a fórmula varia de hospital para hospital. "Enviei em Junho de 2007 uma circular a todos os hospitais pedindo informações sobre o modo como são distribuídos os incentivos". As respostas ainda estão a chegar.

Sobre os 30 mil euros que recebeu só em Novembro, responde que também "sorriu" quando viu o recibo, mas garante que "o incentivo é igual ao do seu antecessor no Hospital. A questão é mas que antes era impensável chegar aos quatro transplantes por dia".

No Curry Cabral, a distribuição dos incentivos faz-se por hierarquia e antiguidade (65% do que é atribuídos aos cirurgiões é fixo. O restante é dado pela participação nas operações). "Este modelo permite fazer tudo. Concebi-o com a anterior administração do Curry, e acabou com as verbas pagas em horas extraordinárias. E creio que é mais equitativo e menos dispendioso que outros. O pagamento por se estar de prevenção ou por horas extra não fica mais barato", refere Eduardo Barroso.
COMENTÁRIO: Só com o incentivo (milhares de €€€) é que se dedicam!!! 30.000??? O S.N.S. não tem que pagar o mesmo que o privado. Nem deve! Deve é dar salários justos (os actuais são baixos) e exigir que se cumpra com o serviço. EXCLUSIVIDADE!!! É o único remédio para acabar com listas de espera e a pouca vergonha que é ver médicos a passear nos Hospitais Públicos sem fazer quase nada e à tarde a trabalharem como uns loucos nos seus consultórios.
publicado por TC às 16:52
26
Nov
07
Virgínia Melo, doméstica, deslocou-se aos HUC para fazer companhia a Conceição Carvalho, uma vizinha do Bairro da Conchada que estava nas urgências com uma filha menor.
Quando ambas esperavam pelas informações médicas, na sala de acompanhantes, entrou um indivíduo que “baixou o som da televisão e preparou uma cama para dormir”.
Segundo Conceição Carvalho, Virgínia teceu um comentário acerca da “falta de consideração” do homem e ele não gostou. “Começou a insultá-la e eu fui chamar o vigilante.” No momento em que as mulheres expunham as suas queixas, “ele deu um brutal pontapé na barriga da Virgínia e ainda lhe bateu com um livro na cabeça”, recorda Conceição.
A PSP foi chamada e o agressor foi identificado, pelas 06h00.
As autoridades abandonaram o local e aconselharam a vítima a ser consultada, para sustentar uma eventual queixa por agressão. Só que, pouco depois, “começou a sentir-se mal”. Os médicos ainda lhe fizeram manobras de reanimação, mas não a conseguiram salvar. Pelas 09h00 declararam o óbito.
“Como é possível acontecer uma coisa destas num dos melhores hospitais do País?”, interrogava-se ontem Telmo Melo, filho da vítima.
O caso está entregue à Polícia Judiciária (PJ) de Coimbra (ver caixa) e o Conselho de Administração (CA) dos HUC abriu um inquérito interno para averiguar as circunstâncias que rodearam esta morte. “Temos os meios de segurança que julgamos adequados, mas vamos avaliar. Se for possível fazer melhor, agiremos”, disse o presidente do CA, Fernando Regateiro.
PJ ESPERA POR RESULTADOS DA AUTÓPSIA
As causas da morte de Virgínia Melo só serão conhecidas depois da autópsia, que está prevista para hoje. Os resultados dos exames médico legais serão uma peça fundamental para as autoridades policiais, pois podem esclarecer se a morte derivou da agressão. Se as conclusões do Instituto de Medicina Legal não forem taxativas, cabe à Polícia Judiciária de Coimbra proceder à despistagem de todos os elementos de prova, para apurar se há motivos para avançar com uma acusação por homicídio involuntário. O autor das agressões está identificado: é um homem residente em São Martinho do Bispo, com 30 a 40 anos. Mas até à conclusão dos exames forenses, será difícil haver uma detenção. “Para já, o que sabemos é que houve uma agressão às 06h00, que a mulher se sentiu mal perto das 09h00 e acabou por morrer: Mas não é possível ainda estabelecer uma relação entre as duas situações”, explicou um elemento da PJ. Virgínia Melo tinha dois filhos, um deles o mágico Telmo Melo.
HOSPITAL INSTAUROU INQUÉRITO INTERNO
O presidente do Conselho de Administração dos Hospitais da Universidade de Coimbra, Fernando Regateiro, conta com as autoridades policiais para o apuramento das circunstâncias da morte de Virgínia Melo. A nível interno, mandou instaurar um inquérito para averiguar se o sistema de segurança funcionou e foi eficaz. Embora lamente o sucedido, o responsável salienta que a situação ocorreu numa sala de espera aberta ao público, contígua às Urgências, que é considerada “uma zona pacífica, onde as pessoas entram por bem”, sem segundas intenções. No exterior existem câmaras de videovigilância, mas Fernando Regateiro recusa revelar se as agressões foram registadas pelo sistema. “Está tudo nas mãos da polícia”, justificou.
COMENTÁRIO:
Porque é que a polícia não o prendeu? RIDÍCULO! Só cá! Porque é que o administrador do hospital não revelou se havia ou não vídeo? AINDA VÃO DECIDIR SE O VÍDEO COMPROMETE O HOSPITAL? E se assim for desaparece!!!

publicado por TC às 21:34
28
Out
07

«São 362 partos no espaço de cerca de um ano e quatro meses, o que está dentro do que eram as expectativas. Até está um pouco abaixo das previsões, que eram mais um parto por dia no hospital», disse Marcelino Borrallo Moreno.

O director médico do Hospital Materno Infantil de Badajoz falava à Lusa na cidade espanhola de Badajoz, à margem do curso Saúde sem Fronteiras, que termina hoje.

O curso, que começou quinta-feira, esteve integrado no encontro Ágora - O Debate Peninsular e abordou vários temas relacionados com a cooperação transfronteiriça na área sanitária entre Espanha e Portugal.

A região portuguesa do Alentejo e a Extremadura espanhola são duas das regiões dos dois países que têm desenvolvido, desde 2002, um conjunto de projectos comuns em termos de saúde.

A assistência às grávidas de Elvas e Campo Maior no Materno Infantil de Badajoz, depois da sala de partos do Hospital de Elvas ter encerrado, em Junho do ano passado, é uma dessas parcerias.

De acordo com Marcelino Borrallo Moreno, dos 362 partos, 198 aconteceram já este ano e os restantes 164 verificaram-se em 2006.

publicado por TC às 23:35
24
Set
07
Na minha inocência, pensava que é proibido, é infracção, o tráfico de droga, a sua circulação, a sua posse em quantidades elevadas.

Mas agora fiquei a saber que há excepções. Os muros das prisões que era suposto serem bem vigiados podem ser impunemente permeáveis à droga. Um estabelecimento do Estado não cumpre a lei.

Como se passa isto? Como é possível que cá fora continue a ser proibido o tráfico de droga? Como é possível que, continuando essa proibição cá fora, a droga consiga chegar à prisão e entrar livremente? Que controlo? Que recuperação social será permitida aos presos?

Problema complicado, com inúmeros factores, positivos e negativos, que merece reflexão cuidada da parte dos responsáveis pela Justiça, prisões, Saúde, etc. Como tornar coerente tudo o que se balanceia ao sabor dos vários factores do fenómeno?
publicado por TC às 17:38
28
Jun
07
A directora do Centro de Saúde de Vieira do Minho, Maria Celeste Cardoso, foi exonerada pelo ministro da Saúde por não ter retirado um cartaz das instalações do centro contendo declarações de Correia de Campos «em termos jocosos».

O despacho de exoneração da licenciada Maria Celeste Vilela Fernandes Cardoso foi publicado quinta-feira em Diário da República, cuja cópia foi fornecida à agência Lusa por deputados socialistas que se manifestaram «incomodados com a situação».
No despacho do Diário da República pode ler-se o seguinte:
«Pelo despacho (...) do Ministro da Saúde, de 05 de Janeiro, foi exonerada do cargo de directora do Centro de Saúde de Vieira do Minho a licenciada Maria Celeste Vilela Fernandes Cardoso, com efeitos à data do despacho, por não ter tomado medidas relativas à afixação, nas instalações daquele Centro de Saúde, de um cartaz que utilizava declarações do Ministro da Saúde em termos jocosos, procurando atingi-lo», refere-se.
Perante este caso, considera-se demonstrado a situação de Maria Celeste Cardoso «não reunir as condições para garantir a observação das orientações superiormente fixadas para a prossecução e implementação das políticas desenvolvidas pelo Ministério da Saúde».
O despacho está datado de 01 de Junho.

COMENTÁRIO: como esta Sra. não "bufou" quem tinha colocado o cartaz como o Hipopótamo da DREN...

publicado por TC às 19:00
03
Abr
07
Clique na imagem para ampliar
publicado por TC às 13:52
21
Mar
07
Uma criança nasceu, esta quarta-feira, numa ambulância na auto-estrada A14, quanto se dirigia para uma maternidade em Coimbra. Este é o segundo caso similar em 15 dias, após o encerramento do bloco de partos do hospital da Figueira da Foz. O edil local espera que isto leve o Governo a repensar o encerramento.
Uma criança nasceu esta quarta-feira numa ambulância dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz (BVFF), ao quilómetro 22 da auto-estrada A14, no concelho de Montemor-o-Velho, quando seguia de Buarcos para uma maternidade de Coimbra.
O parto foi assistido por uma equipa médica de uma viatura do INEM, que seguia junto com a ambulância.
Este é já o segundo nascimento em semelhantes circunstâncias em 15 dias, após a 8 de Março uma menina ter nascido de parto normal naquela auto-estrada, também a bordo de uma ambulância dos BVFF.
Em declarações à TSF, o presidente da Câmara da Figueira da Foz disse esperar que estes dois casos levem o Governo a reconsiderar o encerramento, no início de Novembro, do bloco de partos do Hospital Distrital da Figueira da Foz.
«Interrogo-me se é mais seguro ter crianças em ambulâncias do que em maternidades» e se «o ministério da Saúde pretende que as crianças nasçam nas estradas», ironizou Duarte Silva.
«Felizmente tudo correu bem nos dois casos», disse, acrescentando esperar que o Governo «reflecta» agora sobre as suas decisões.
O fecho do bloco de partos do hospital da Figueira da Foz, que levantou várias criticas entre a autarquia e os cidadãos, exige agora que as utentes se desloquem para as maternidades Daniel de Matos e Bissaya Barreto, em Coimbra, e para o Hospital de Santo André, em Leiria.
COMENTÁRIO: Regionalização Já!!!
publicado por TC às 13:14
19
Mar
07
O Estado português não assume o pagamento das urgências hospitalares quando os pacientes são vítimas de violência. Nos casos em que não é apresentada queixa, ou em que não fica provada a culpa do agressor, a despesa é assumida pela vítima, o que faz com que esta pague de 14 a 17 vezes mais do que o paciente comum. Uma situação que pode, no limite, inibir o agredido de ser visto por um médico.
Num caso de que a agência Lusa teve conhecimento há cerca de duas semanas, Filomena Ferreira dirigiu-se, com uma familiar que havia sido vítima de violência doméstica, às urgências do Hospital de São Bernardo, em Setúbal. Contudo, quando se preparava para fazer a inscrição da vítima, foi alertada por uma funcionária para o facto de "sendo um caso de agressão, existir, além da taxa moderadora de 7,5 euros, um outro valor associado à consulta". Este valor, que ascende a 106 euros, deve ser pago pelo agressor ao hospital, embora - se a vítima não apresentar queixa ou o agressor for absolvido - recaia na pessoa agredida.
Face a este cenário, a vítima optou por voltar para casa, "apesar das contusões no pescoço e das nódoas negras nas pernas, para que não fosse imputada ao marido uma despesa que ainda é elevada para a sua situação económica", explicou Filomena Ferreira, para quem a possibilidade de a conta por pagar "suscitar de novo a ira do agressor" constitui um factor que inibe a vítima de se "deslocar ao hospital para receber tratamento ou a leva a ocultar a agressão, o que falseia as estatísticas".
Os responsáveis pelo Hospital de São Bernardo não teceram qualquer comentário sobre o assunto, mas Renato Nunes, médico do Serviço de Urgência do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC) - que reúne os hospitais de São José, Capuchos, Santa Marta e Estefânia - esclareceu a existência do valor cobrado ao agressor e explicou que "em caso de doença natural, o utente paga a taxa moderadora do episódio de urgência, que num hospital central é de 8,5 euros [7,5, num distrital] e o Estado encarrega-se do valor do episódio de urgência em si, que num hospital central está fixado em 143,5 euros" contra 106 num distrital.
Contactado pelo DN, João Lázaro, secretário-geral da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, disse que "a regra faz sentido, para prevenir situações de fraude, mas não deve ser aplicada em situações de violência doméstica", em que as vítimas se encontram num estado de grande fragilidade. Para João Lázaro, a funcionária do Hospital de Setúbal errou: "As questões processuais devem sempre ser deixadas para mais tarde. O papel dela era apoiar aquela mulher e prestar-lhe um acompanhamento emocional e humano."
As vítimas não devem nunca abdicar de procurar cuidados médicos por receio de pagar eventuais facturas, resume o dirigente da APAV. "Isso equivaleria a abdicarem de direitos que são inalienáveis." Já Renato Nunes garante que "a prioridade é tratar da pessoa, pelo que não se assusta a vítima com um valor que será cobrado muito a posteriori, pois o pagamento fica suspenso enquanto decorre o processo". *Jornalista da Lusa
publicado por TC às 16:02
20
Jan
07
INEM
Odemira: É a segunda morte em menos de 15 dias. Homem de 57 anos teve ataque cardíaco na praia e foi transportado para o centro de saúde. Esperou mais de quatro horas por transferência. Acabou por falecer
publicado por TC às 20:38
15
Jan
07
Homem sofreu acidente em Odemira, mas só em Lisboa poderia receber o tratamento médico adequado às lesões que apresentava. Acabou por morrer antes de chegar. INEM diz que fez «o que os meios disponíveis permitiram»
Um homem de 54 anos, que sofreu um acidente de viação esta segunda-feira em Odemira, demorou sete horas a chegar ao hospital, acabando por morrer. Segundo a TSF, o INEM enviou para o local do acidente uma ambulância sem qualquer apoio médico.
Posteriormente, a vitima foi levada para o Serviço de Apoio Permanente de Odemira, onde esteve duas horas, mas não recebeu a assistência médica apropriada porque a unidade não dispõe de médios para socorrer uma vítima politraumatizada e com lesões cranioencefálicas, como era o caso.
Depois disso, foi chamada uma viatura médica de emergência e reanimação do INEM, estacionada no hospital de Beja, que demorou uma hora a chegar ao local e outra para tentar estabilizar a vítima, explica a TSF.
Foi então decidido evacuar o ferido por helicóptero para o hospital de Santa Maria, em Lisboa, mas, dada a gravidade das lesões, o helicóptero teve de voar a baixa altitude e a reduzida velocidade, tendo o indivíduo acabado por morrer.
Em declarações à rádio, Nelson Pereira, director dos serviços médicos do INEM, afirmou que as equipas envolvidas no socorro fizeram o que os meios disponíveis lhes permitiram.
Após averiguar o ocorrido, Nelson Pereira disse que a actuação dos seus profissionais, «em três momentos diferentes», decorreu «dentro da normalidade».
«Evidentemente que lamentamos sempre que estas situações ocorram», mas «se nos referirmos ao facto de que Odemira é, infelizmente, como algumas zonas do país, deficitária em termos de acessibilidades a cuidados de saúde diferenciados, em determinadas especialidades, é possível que situações destas aconteçam, referiu Nelson Pereira.
Nelson Pereira justificou que para o local foi enviada uma viatura sem apoio médico, porque «em Odemira não existem viaturas com apoio médico». Em todo o distrito de Beja, o maior do país, apenas existe uma viatura de emergência médica, que estava a 100 quilómetros do local.
No entanto, Nelson Pereira adiantou que esta situação pode mudar num futuro próximo, já que «está a ser equacionada, há algum tempo atrás, a possibilidade de ter outras unidades no distrito». «O sistema duplicou o número de unidades nos últimos três anos e vai continuar com certeza a alargar a sua actividade», explicou.
O ministro da Saúde, Correia de Campos, disse à TSF que está «interessado em conhecer» o sucedido e acrescentou que irá «necessariamente actuar procurando conhecer o que se passou» e perceber «se por ventura alguma coisa de errado funcionou».
publicado por TC às 00:28
10
Jan
07
Artigo do Dr. Luís Canavarro*

Senhor Primeiro-Ministro
Excelência
Escrevo na qualidade de médico das carreiras hospitalares e faço-o numa publicação profissional por julgar que o assunto é do interesse de todos os meus colegas.Dirijo-me ao Estado, entidade abstracta, meu empregador, que V.ª Ex.ª, por força das últimas eleições, legítima e indiscutivelmente representa.
E, desde já, asseguro que não me move qualquer intuito político.
Debalde poderá V.ª Ex.ª buscar qualquer filiação partidária, que não tenho, nunca tive e julgo nunca terei. Tampouco achará V.ª Ex.ª no meu curriculum atitudes de reivindicação, de reclamação ou de contestação, fora do mais estrito âmbito laboral. Esta carta é tão-somente um pedido de decência nas relações de trabalho com a minha entidade patronal, ditada pelo frustrar do que cuidava serem as mais legítimas expectativas.
Quando há mais de um quarto de século aceitei começar a trabalhar para o Estado, fi-lo na convicção de que era uma entidade recta e íntegra ou, como em linguagem vulgar se diz, uma pessoa de bem.
Não o é, como ao longo dos anos vim constatando:
O Estado é um gestor ruinoso do bem comum, que todos pagamos. As contas públicas não deixam margem para dúvidas.
O Estado é caloteiro, paga pouco, tarde e mal mas, reciprocamente, é o mais temível dos credores. Basta ver como nega o princípio da compensação.
O Estado é iníquo e corrupto. Confirme-se, a cada nova ronda de eleições, o baile de apaniguados a ocupar furiosamente os lugares públicos, sem concurso, sem justificação e, pior que tudo, sem competência. De tal situação, deu V.ª Ex.ª o mais despudorado exemplo.O Estado denega a Justiça. Ao recusar criar condições para uma laboração rápida e exemplar dos tribunais, ao legislar diplomas dúbios, efémeros, se não contraditórios, perpetua-se o primado do acordo de circunstância ou do acto administrativo sobre o que devia ser Justiça, límpida e rigorosa.
Mas, ainda que tenha criado do Estado uma tão má imagem, nunca julguei que se pudesse chegar a violar princípios fundamentais do Direito, como o da não retroactividade das leis. Princípios que fazem parte dos direitos, liberdades e garantias universais de cujo reconhecimento Portugal é signatário. Ao que parece pouco convicto.
Declarou V.ª Ex.ª publicamente a suspensão da progressão nas carreiras e o aumento da idade da reforma. A menos que se trate de mais uma afirmação para não cumprir, a que V.ª Ex.ª nos vai habituando, tal representa, pura e simplesmente, legislar com efeitos retroactivos à data de início do contrato de trabalho - 26 anos, no meu caso.
Ora, quando me vinculei à Função Pública, foi-me asseverado que teria o meu direito à reforma aos 60 anos e à progressão na carreira conforme prevista nos regulamentos aplicáveis.Os descontos a que fui sujeito ao longo destes anos a favor da segurança social não são mais um imposto, mas sim uma quantia que é minha e que confiei ao Estado para que a guardasse, investisse e finalmente provesse à minha reforma, segundo os termos acordados.Nas recentes medidas económicas de excepção, sacrificou V.ª Ex.ª, uma vez mais, aqueles que pagam, sempre o fizeram e assim continuam.
Quanto à oligarquia de riqueza ostensiva, na qual se inclui a classe política, continua arrogante, impune... e não tributada. No outro extremo, marginais que nunca trabalharam são encorajados a jamais o fazerem, mediante subsídios da Segurança Social, numa pedagogia leviana e suicidária, conquanto que eleitoralmente muito rentável. Não sendo político não necessito de ser politicamente correcto. V.ª Ex.ª sabe, por demais, a quem maioritariamente são entregues os subsídios da Segurança Social: àqueles grupos étnicos que, justamente, perfazem o grosso da nossa população prisional.
Assim, in limine, o subsídio é, na realidade, um suborno pago aos marginais para os manter controlados. Dada a maneira como V.ª Ex.ª trata as polícias e a magistratura faz todo o sentido. É mesmo muito inteligente e pragmático.
Não sei é se será ético mas, olhando em redor, essa é uma palavra em desuso.Ora o certo é que a Segurança Social não vive das contribuições dos políticos, - reformados ao fim de oito exaustivos anos de trabalho.
Vive das nossas.
E V.ª Ex.ª, ao alterar, de forma unilateral e, repito, retroactiva, o contrato que me ligava ao Estado, denunciou esse contrato.
V.ª Ex.ª decerto concordará que, se não fosse o Estado mas uma pessoa individual a praticar estes actos, tal teria um nome pejorativo e uma sanção penal. Assim como se se tratasse de uma empresa ou qualquer outra entidade patronal haveria, indiscutivelmente, lugar a uma indemnização por quebra de contrato.
Pelo que, reportando-me aos princípios de equidade que seria suposto regerem o país, peço em meu nome, e dos médicos das carreiras públicas, igualdade de tratamento com os senhores deputados da nação, naquilo que V.ª Ex.ª muito bem definiu como «justas expectativas».Respeitosamente.Coimbra, 28 de Junho de 2005

* Assistente Hospitalar Graduado de Psiquiatria nos HUC
publicado por TC às 13:46
03
Jan
07
Então os Srs. Administradores Hospitalares não querem picar o ponto.
Assim já não podem entrar e sair quando lhes apetece. E já não podem fazer só duas horitas no público, ganhar o carcanhól e ir para o privado atender pagos a peso de ouro.
É vergonhoso! Quando num país dito civilizado (eu não acredito) não há profissionais de saúde responsáveis e competentes. Haver há, no privado!
Gostava de lembrar os que não sabem que foi no Hospital Pedro Hispano que me enviaram duas vezes (2 dias) para casa e me diagnosticaram a olhómetro uma infecção urinária. Eu, por um acaso, e como detesto o SNS, fui a um Hospital privado e tinha somente uma Apendicite Aguda com Peritonite. Para quem não sabe, eu se não fosse lá, ía para casa MORRER!
Claro que assim paguei 6000€ mais uns trocados em consultas pós operatórias.
É ridiculo! E ninguém vai preso. Nem sequer a Sra. Dra. que me atendeu no 2º dia e que MENTE no relatório clinico a dizer que me tinha feito isto e aquilo. Não fez nada. E não foi em 40 min. (tempo q demorei a chegar ao privado) que fiquei no estado em que fiquei.
Só quando for obrigatório exclusividade nos Hospitais isto vai ao sítio. Como está só serve para eles empatarem o público e ganharem no privado.
Só mais uma coizinha - o que me aconteceu foi em Outubro de 2006.
Em vários países civilizados da Europa não há medicina privada.
Pensem nisso.
publicado por TC às 23:14
05
Dez
06
Deixo-lhe uma novidade que li na revista Sábado de 11.11.2006:
O ex-ministro Coelho teve um tumor num ouvido. Ficou muito assustado mas não contou à família. Apenas contou ao amigo do PSD Dias Loureiro e pediu uma cunhazita para se tratar no estrangeiro. Dias Loureiro falou com o presidente francês Chirac e dois dias depois o Coelhone estava numa clínica francesa. Tratou-se e parece que se curou porque ainda não ouvi dizer que tenha morrido.
Quem terá pago as viagens??? E o tratamento??
Isto parece-me crime - tráfico de influências e, mais grave ainda, terá sido contado pelo próprio Coelhone sem qualquer pudor!!!!
Quantas pessoas terão morrido entretanto em Portugal por não conhecerem o Chirac nem nenhum outro francês nem terem dinheiro para irem ao estrangeiro tratarem-se devidamente???
A julgar pela forma como nos querem impingir os nossos hospitais e centros de saúde, devem ser muito bons!!
Porque razão foi o ex-ministro a França???
publicado por TC às 22:17

links

Ganha dinheiro na Net

L-Image-4_1-216x54

tags

todas as tags

blogs SAPO