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O Jardim da Celeste

...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

O Jardim da Celeste

07
Out10

O esfomeado tiririca Ricardo "O Palhaço" Gonçalves

TC

Pois bem...

...isto vai de mal a pior. Já não chegavam as medidas estupidas de um governo estupido liderado por incompetentes...

 

E ainda nos insultam!!!

 

Ainda nos chamam de BURROS!!!

 

Ricardo "O Palhaço" Gonçalves insultou todos aqueles Portugueses que lutam para sobreviver às medidas coveiras do pinóquio. Este Zézé tem a lata de dizer que não tem dinheiro para comer pois também lhe retiraram 5% do ordenado. E diz mais... "acham que 60€ de ajudas de custo dá para tudo?".

 

Vejam bem:

Pensava que nada me podia surpreender na política, mas eis que um deputado me acorda para a triste realidade: Portugal. O absurdo é o limite. O horizonte da estupidez ganha novos desígnios e contornos todo o santo dia. Ao deputado Ricardo Rodrigues dos gravadores junta-se agora o deputado Ricardo Gonçalves das refeições.

Se o primeiro meteu gravadores no bolso. Este afirma que o que lhe põem no bolso não chega para tudo, mesmo que seja um valor a rondar os 3700€/ mês. Uma miséria. "Se abrissem a cantina da Assembleia da República à noite, eu ia lá jantar. Eu e muitos outros deputados da província. Quase não temos dinheiro para comer" Correio da Manhã (vou fazer uma pausa para ir buscar uns kleenex...)

O corte de 5% nos salários irá obrigá-lo, como "deputado da província", a apertar o cinto e consequentemente o estômago, levando-o a sugerir com ironia mas com seriedade (!?) a abertura da cantina da AR para poder jantar. Uma espécie de Sopa dos Pobres mas sem pobres e sem vergonha. Só com políticos, descaramento e sopa.

"Tenho 60 euros de ajudas de custos por dia. Temos de pagar viagens, alojamento e comer fora. Acha que dá para tudo? Não dá" Valerá a pena acrescentar alguma coisa? Não me parece. Só dizer que as almôndegas que comi ao jantar não se vão aguentar no estômago durante muito tempo depois de ter feito copy/paste desta declaração

Mas continuando a dar voz ao Sr. Deputado: "Estamos todos a apertar o cinto, e os deputados são de longe os mais atingidos na carteira". Pois é, coitadinhos, andam todos a pão e água. Alguns são meninos para largar os bifes do Gambrinus.

Bem sabemos que os grandes sacrificados do novo pacote de austeridade do Governo vão ser os senhores deputados. Ninguém tinha dúvidas quanto a isto. E ajuda a explicar o "aperto de coração" que o Primeiro-Ministro sentiu ao ter de tomar estas "medidas duras". Sabia perfeitamente que ao fazê-lo estava a alterar os hábitos alimentares do Sr. Deputado Ricardo Gonçalves, o que é lamentável.

Que tal um regresso à província com o ordenado mínimo e um pacote senhas do Macdonalds? Ser deputado não é o serviço militar obrigatório. Pela parte que me toca de cidadão preocupado está dispensado. Não o quero ver passar necessidades.

Há quem sobreviva com pensões de valor equivalente a 4 dias de ajudas de custo do senhor deputado. Quem ganha o ordenado mínimo está habituado a privações, paciência. Agora com 3700€ por mês e 60€/dia de ajudas compreendo que seja mais difícil saber onde cortar. Podíamos começar por cortar na pouca-vergonha. Mas isso seria pedir demais.

In Expresso

 

Claro que alguém tinha que lhe responder:

Maria José Nogueira Pinto chamou-lhe PALHAÇO!

Ao vivo e a cores.

Nem mais. É isto que todos aqueles que este PALHAÇO insultou pensam dele. Sem ofensa para os palhaços.

 

Então agora juntando este Ricardo "O Palhaço" Gonçalves aos outros badamecos da Assembleia temos:

  • Pedófilos
  • Ladrões
  • Palhaços
  • Homossexuais
  • Exploradores do povo
  • Incompetentes.
02
Out10

Cunhada de Sócrates com um bom tacho

TC

 

Cunhada de Sócrates é assessora na EPAL

A EPAL, empresa pública tutelada pelo Ministério do Ambiente, contratou em Junho deste ano, já em plena derrapagem das contas públicas, a cunhada do primeiro-ministro para assessora do conselho de administração. A admissão de Mara Mesquita Carvalho Fava, irmã de Sofia Fava (ex-mulher de José Sócrates), nos quadros da EPAL ocorreu após quase dois anos como trabalhadora da empresa a recibos verdes. A cunhada de José Sócrates terá um salário mensal bruto de 2103 euros, acrescido de 21,5% do ordenado por isenção de horário de trabalho.

O ingresso de Mara Fava nos quadros da EPAL foi revelado pelo próprio jornal da empresa: na edição de Junho de 2010 do ‘Águas Livres’, na coluna Movimento de Pessoal, indica-se que foram admitidas Mara Fava e Mariana Barreto Dias de Castro Henriques, mulher de Jorge Moreira da Silva, ex-secretário de Estado do Ambiente, ex-consultor do Presidente da República e vice-presidente do PSD.

 

A Comissão de Trabalhadores, em resposta ao CM, assume que o assunto "é falado entre os trabalhadores da EPAL e em termos nada abonatórios para os envolvidos directa ou indirectamente na sua admissão, assim como para a justificação do vencimento mais isenção de horário de trabalho".

 

COMENTÁRIO: Assessora de um assessor!!!! looooooooooooooool 2103€ + 452€ (21,5%) = 2555€ por mês!!! Para quem era precária....de um momento para o outro não é nada mau!!! É para isto que ser vem os Institutos Públicos, Empresas Municipais, Fundações...

01
Out10

Cortar salários, ou cortar cabeças?...

TC
Imagem do Kaos

É sempre bom, quando as coisas se tornam claras. Ontem, o Sr. Sócrates, conhecido por "Engenheiro", o que, em Portugal, é sempre uma prova de parolice e subserviência, como o clássico "Sr. Doutor", da puta que o pariu, veio provar que era, de facto, um mero fantoche, ao serviço de grandes dinâmicas mundiais, nas quais, para todos os efeitos, já não temos lugar, a não ser como capachos, dobradiças e caixotes de lixo. É bom que se saiba isso, e é quase indiferente que seja o seu nariz de batata, travestido de Armanis, a dar-nos a boa nova. Para os entendidos, a boa nova já era muito velha, só estava à espera de uma balda para poder aparecer.

Aparentemente, passámos de um destino de navegadores a clientes de segunda de alfaiatarias, uma, dos anos 50, da Rua dos Fanqueiros, outra, ainda mais miserável, de um gajo "licenciado" nas Novas Oportunidades, que se deslumbra com tecidos que lhe assentam francamente mal.

Vou ser breve, e introduzir já a frase com que se deverá concluir este texto: chegámos ao tempo em que é preciso fazer cortes, mas não nos salários, e, sim, em certas cabeças.

O Sr. Aníbal, de Boliqueime, com a sua corja de Ferreiras do Amaral, de Leonores Belezas, de Miras Amarais, de Dias e Valentins Loureiros, de Duartes Limas, do pedófilo Eurico de Melo, de Durões Barrosos e tantos outros nomes do estrume que já se me olvidaram, inaugurou o derradeiro ciclo de declínio de Portugal, quando vendeu o Estado a retalho, e permitiu que os Fundos, que nos iam fazer Europeus, fossem fazer de forro de fundo de bolsos de gente muito pouco recomendável. A apoteose dessa desgraça teve vários rostos, as Expos, do ranhoso Cardoso e Cunha, e a mais recente, o BPN, onde estavam todos, 20 anos depois, refinados, enfim, tanto quanto o permite o refinamento da ralé, e isso custou ao Estado um formidável desequilíbrio, que a máquina de intoxicação, feita de comentadores de bancada, de ex-ministros que tinham roubado, e queriam parecer sérios, e de carcaças plurireformadas, de escória, em suma, que há muito devia estar arredada do palco da Opinião, nos fez crer ser uma "Crise".

Depois, veio a outra "Crise", a Internacional, cozinhada em Bilderberg, e que se destinava, como se destinará, a criar um Mundo mais pobre, de cidadãos mais miseráveis, cabisbaixos, e impotentes. Nem Marx sonhou com isso: é mais Asimov, Orwell e uns quantos lunáticos de ficção científica reciclada em Realidade, e vamos ter, nós, os intelectuais, de prever e preparar as novas formas de reagir, contra esse pântano civilizacional. A seu modo, será uma Idade do Gelo Mental e Social, minuciosamente preparada, para a qual, aviso já, não contem comigo.

Como na Epopeia de Jasão, depois do miserável Cavaco, vieram os Epígonos, os "boys-Matrix" do Sr. Sócrates, um Matrix de Trás os Montes, o que, já de si, cheira a ovelha, animal que só estimo naquela classe de afetos que São Francisco de Assis pregava, e nada mais. Podem chamar-se o que quiserem, Pedros Silvas Pereiras, a cadela Isabel Alçada, a aquecer os motores para substituir o marido na Gulbenkian, mal ele se reforme; a mulher a dias do Trabalho, os pedófilos dos olhos descaídos e aquele pequeno horror, chamado Augusto Santos Silva, que parece, e é, uma barata de cabelos brancos e alma pegajosa. Esta gente toda convive connosco, quer-nos levar ao abismo, e fala da inevitabilidade de "cortes". Eu também estou de acordo: toda a frota de carros da Administração Pública deve ser vendida em hasta pública -- pode ser aos pretos da Isabel Dos Santos, que adoram essas coisas... -- e passe social L123, para todos os Conselhos de Administração, com fedor de Vara, Cardona, Gomes, ou Zeinal Bava. Os gabinetes imediatamente dissolvidos, e os assessores reenviados para os centros de reinserção social, para aprenderem o valor do Trabalho, e não confundirem cunhas com cargos; os "Institutos", de quem o Vara era especialista, e o Guterres, num súbito fulgor de não miopia chamou "o Pântano"; os "off-shores"; a tributação imediata de todas as especulações financeiras com palco português, feitas em plataformas externas; a indexação do salário máximo, dos tubarões, aos índices mínimos das bases, enfim, uma espécie de socialismo nórdico, não o socialismo da rabeta, inaugurado pelo Sr. Soares, e transformado depois, nesta fase terminal, em esclavagismo selvagem, pela escória que nos governa.

Acontece que, se os Portugueses sentissem que estavam a ser governados por gente honesta, e tivesse acontecido um descalabro financeiro, prontamente se uniriam, para ajudar a salvar o seu pequeno quintal. Na realidade, a sensação geral é a de que há, ao contrário, um bando de criminosos, inimputáveis, que se escaparam de escândalos inomináveis, de "Casas Pias", de "Freeports", de "BPNs", "BPPs", "BCPs", "Furacões", "Independentes", Hemofílicos", "Donas Rosalinas", "Noites Brancas" e tanta coisa mais, que dispõem de um poder de mafia e associação tal que destruíram a maior conquista do Liberalismo, a separação dos Poderes, tornando o Judicial uma sucursal dos solavancos políticos, do rimel das Cândidas e das menos cândidas, das Relações, e das relações dos aventais, das "ass-connections" e das Opus, enfim, de uma Corja, que devia ser fuzilada em massa, que roubou, desviou, pilhou e, agora, vem tentar sacar a quem tem pouco, muito pouco, ou já mesmo nada.

Somos pacíficos, mas creio que chegou a hora de deixarmos de o ser.
Pessoalmente, mas não tenho armas, já escolhi alguns alvos.
Curiosamente, se pudesse, nem seria um Político aquele que eu primeiro abateria, seria uma coisa, uma lêndea, um verme pútrido, chamado Vítor Constâncio, que julga que, por estar longe, fugiu da alçada de um qualquer desvairado que se lembre de ainda o esborrachar com o tacão.
Infelizmente, ou felizmente, nem sou violento, nem tenho armamento em casa, porque é chegada a hora, não dos cortes no bem estar de quem tem pouco, mas nas cabeças que provocaram, ao longo de décadas, o imenso horror em que estamos.
Toda a gente lhes conhece os rostos, e suponho que será unânime na punição.
Por muito menos, há quase 100 anos, deitou-se abaixo um regime, cuja corrupção era uma brincadeira, ao lado do que estamos a presenciar.

Não tenho armas, digo, mas menti, porque, de facto, tenho uma, e que é a pior de todas, o Dom da Palavra, e acabei, esta noite, de voltar a tirá-la do bolso.


("Aux armes, citoyens", no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers" )
30
Set10

Coices e Desinteresse

TC
Desde há algum tempo que assistimos à agressividade verbal de ignomínias em defesa ou conquista dos tachos pelos partidos. Não passam disso, para além de demonstrarem o desinteresse deles pelo país, pelos resultados obtidos.

A pouco e pouco o Pedro Coelho vai tirando a máscara de santinho carunchoso com que pretende enganar os incautos na óbvia intenção de lhes sacar votos, interesse único dos políticos de todas as cores, pelo que quem o julgava isento desse sofisma de certo já perdeu a ilusão ou é tolo. Aguardemos e veremos ainda a concretização dos restantes prognósticos sobre ele e o seu partido como anteriormente aqui expostos.

Ora se a máfia mais importante do partido degenerado anuncia há alguns anos a mudança de direcção do partido e que ele próprio afirmou várias vezes antes de ser padrinho daquela família, como acreditar ou mesmo até compreender que desde esse dia tenha mudado de intenção, como passou a afirmar. Só um falsário e impostor pode assim proceder. O seu propósito mais caro é o de alargar o fosso entre ricos e pobres, fazer cada um pagar pela saúde e descontar para a sua reforma.

Se assim não fosse, se fosse verdade que queria implantar um sistema de saúde solidário e universal completamente privado, de certo falaria nele e o explicaria abertamente, porque existe na Europa, como na Suíça, para o qual o estado não versa um centavo, salvo para os casos sociais, que nesse país se sabe serem poucos. Esse exemplo demonstra como um estado pode seguir uma política 100% capitalista, embora social e democrata. De certo que não é a um tal sistema a que o alarve se refere, pois que é um exemplo a copiar, mas demasiado democrático para o seu gosto e que diminui o fosso nacional entre ricos e pobres, o maior da Europa, causado principalmente pelos vencimentos da corja corrupta de políticos.

Após ouvirmos o Sócrates anunciar as suas medidas coxas contra a crise, algumas perguntas e observações têm lugar. Paralelamente, a seguir a cada tópico e em itálico, segue-se a análise do discurso do palrador do PSD após o anúncio destas medidas pelo Sócrates, em que algo simplesmente ressalta à vista. Não tinha a que se agarrar nem reclamações lógicas a apresentar, pelo que foi um discurso vazio, à toa, oco. Como reclamar eficientemente quando a maioria das medidas eram do seu agrado?

Um erro crasso foi o abandono dos investimentos do estado, pois que sem eles, no estado actual duma indústria quase inexistente, não haverá progresso financeiro e ajudará ao aumento do desemprego. Vê-se como as demonstrações de trabalhadores europeus insistem a este propósito por conhecerem que isto os empobrecerá. Também eles reclamam do dinheiro entregue aos bancos, enquanto em Portugal não só se faz isso como ainda os seus impostos não sofreram senão um aumento ridículo.

O palrador do PSD, em lugar de contestar o abandono dos investimentos públicos, que serviriam para algum lucro e evitar um maior desemprego, ainda queria que o estado abandonasse todos aqueles em que apenas participasse.

Ridícula, de 5%, foi também a baixa anunciada nos vencimentos dos que trabalham para o estado a todos os níveis. Esperava-se que se baixassem esses ganhos dos que mais recebem, alguns escandalosamente. Que os mais bem pagos sofressem um justa baixa na ordem dos 30%. São os que mais ganham que mais devem contribuir e não aqueles que menos têm.

O palrador do PSD aprovou sem mencionar que era ridiculamente pouco. Disse que havia mais onde cortar, mas ainda não foi desta que concretizou nem propôs. Melhor calado que repetir tal revelação de contrariedade por sofisma.

Seria também de esperar que os vencimentos dos políticos e cargos governamentais tivessem sido ajustados ao nível europeu proporcional. Se fizermos as contas como deve ser, os nacionais estão ao dobro dos países ricos europeus. De lembrar que as contas não se fazem como os burlões nos dizem: jamais se comparam directamente, mas a parte que representam relativamente ao custo de vida e à média nacional, isto em e para qualquer país ou caso.

Falar num ajuste dos vencimentos dos governantes, isso então nem pensar, pois que o partido espera vir a lucrar com esse tipo de roubo aos cidadãos.

Não foram tomadas medidas para democratizar o sistema de cálculo de pensões, como era a ocasião de o fazer, de modo a que tenha alguma semelhança com os dos países democráticos, em que existe um máximo e um mínimo. As pessoas podem receber mais, mas para isso contratam seguros e planos de reforma como também existem em Portugal. Não há justificação para que o recebam à conta da restante população.

O palrador do PSD falou muito, mais que os dos outros partidos (porquê?!), mas não neste problema por se tratar de assunto democrático, portanto sem sentido para um partido que hoje repudia a democracia.

O aumento dos IVA é injusto, mal aplicado por ser igual para todos, afectando sem distinção os mais ricos e os mais pobres.

O palrador do PSD desaprovou, como era de esperar, mas não fez qualquer referência ao aspecto democrático, evidentemente. Reprovou, mas não disse onde queriam que o estado fosse buscar o dinheiro. O Coelho tem berrado que nem um bode contra as despesas do estado, geralmente com plena razão, mas jamais apresentou um plano ou proposta à parte a tal redução ridícula dos vencimentos gerais de 5%, de que o governo se serviu por falta de melhor. Sem interesse político corrupto não se compreenderia também que os adeptos economistas portugueses que ouvimos contrariassem as opiniões de todos os seus colegas internacionais, sem excepção, os quais não se têm calado no sentido de se aumentarem os impostos. Como justificar a opinião destes economistas do PSD? Se o país não se encontrasse no lamentável estado económico em que está ainda se lhes poderia conceder algum crédito, mas sendo como é não têm o mínimo, pois que eles mesmos contribuíram eficazmente para o mal actual.

Alguém reprovou €10 milhões que o governo já começou a estoirar com as comemorações dos cem anos dos assassinos da carbonária?

A não esquecer que os recentes aumentos dos juros que todos pagam em Portugal se devem à ganância do Coelho e acólitos pela conquista dos tachos, que com a sua vociferação contra um aumento de impostos fizeram aumentar o descrédito financeiro internacional no país e assolaram os especuladores contra ele. Tão claro que nem necessita de detalhes justificativos. O Coelho sacrificou, assim, todos os portugueses à ávida mesquinhez do seu partido. Ninguém lerá a imprensa estrangeira, já que a nossa, em aberto conluio, só nos desinforma? Os corruptos sabem que os pacóvios os ouvem, babados, em lugar de se interessarem pela realidade.


Há ainda mais sobre o aumento dos impostos. O estado a que se chegou não foi por acaso nem se podia ter originado em meia dúzia de anos. Ninguém pediu contas ao Cavaco pela destruição da indústria, das pescas ou da agricultura, nem pelo roubo, desperdício e mau uso dos fundos europeus de coesão, precisamente destinados a evitar a crise actual. Em lugar disso, os papalvos demonstraram-lhe reconhecimento, elegendo-o. Por demais, todos os governos que se lhe seguiram apenas contribuíram, sem excepção, para agravar a situação em lugar de tentar salvar o país do buraco em que o Cavaco o meteu. Como sempre, ninguém prestou contas dos seus actos ao povo desmiolado que não é soberano nem mostra querer sê-lo. Se o povo renuncia a ser o soberano e se submete aos desígnios da corrupção e da ganância políticas, então que acarrete com as consequências, que pague o preço sem reclamar. Sejamos realistas: ou democracia ou aceitação das consequências, não só políticas, mas também económicas e sociais.

Visto as circunstâncias se manterem imperturbavelmente, como poderá a conclusão sobre este assunto variar? Ou se aceita o estado actual como consequência dum sistema que não é democrático ou se actua para provocar a mudança que se almeje e se creia necessária.

Como acreditar que algo mudará um dia, quando a população se esforça para a sua manutenção? Para que tudo se preserve eternamente basta continuar como até agora e ir votando nos mesmos, levando ora um partido ora outro ao governo para que se encham à vez. Não é isso o que eles pretendem? Não é por isso que se atacam mutuamente? Quando menos democracia, mais ouvimos os políticos. Quanto mais democrático o país, menos valor se lhes reconhece e menos importância tem quem estiver no governo, pois que o povo é o soberano que o controla. Num país democrático não existe tal expressão ridícula como «órgãos de soberania» visto que o único soberano é o povo. É um caso bem expressivo da «democracia» portuguesa. A imaturidade política ainda não permitiu que se compreendesse que, como em todo o mundo, sem controlo dos políticos pelo povo não pode haver democracia.

A igualdade democrática não pode ter lugar neste habitat. O fosso entre ricos e pobres e as enormes diferenças sociais continuarão os maiores da Europa e do mundo civilizado e democrático; a justiça podre perdurará e não se matará a galinha dos ovos de ouro da corrupção política, mas haverá paz social. Pelo que se observa só pode ser isto o que o povo português pretende. É também a opinião dos observadores internacionais sobre o país. Por isso que a aura que Portugal tem criado é absolutamente justificável. O presidente Roosevelt, dos EUA, disse uma vez «Se tiver que escolher entre a rectidão e a paz, escolho a rectidão.» Frase incompreensível para a mentalidade geral nacional de carneiros, corrupta e podre e com princípios e valores rascas concretizados na geração a que se deu esse nome no tempo da presidência do Mário Soares, os pais da miséria humana que hoje pulula pelas escolas nacionais, agridem os professores e não lhes permitem ensinar os seus desgraçados rebentos. Que esperar?


Adenda

Algumas horas após a publicação deste artigo, o Fundo Monetário Internacional confirmou a afirmação acima (já mencionada em posts anteriores) de que estas medidas adicionadas à suspensão dos investimentos iriam suspender, por sua vez, o crescimento económico e aumentariam o desemprego. Não era difícil de preconizar e para tanto bastaria usar o nosso próprio discernimento em lugar de emprenhar pelos ouvidos com os discursos dos impostores corruptos e o encobrimento sistemático dos vigaristas que tudo nos escondem e implementam a ignorância nacional, a jornaleiragem dos mérdias.


Este e outros artigos também publicados nos blogs do autor (1 e 2).

30
Set10

Redução da Despesa Pública

TC
As medidas anunciadas pelo Pinóqui para o PECIII são vergonhosas.
Pisar ainda mais os Funcionário Públicos!!!
Sem mexer no bolso de quem ganha milhões!!!

Retirar 5% a quem ganha 1500€ é muito pior que retirar 10% a quem ganha 5000€:
  • 1000€ - 5% = 1425€.  75€ para quem ganhava 1500€ é muito dinheiro para sustentar filhos, casa, transportes, alimentações, doenças, roupa, impostos. Pois quem ganha 1500€ não tem subsídios!!!
  • 5000€ - 10% = 4500€ que continua a ser uma fortuna mensal!!! 100 contos para quem ganha mil é uma ninharia.
Mas já repararam que as medidas não mexem no bolso DELES?
Não falo nos salários pois retirar 10% de 4000/5000€ para quem tem carro de borla, casa de borla, alimentação de borla, viagens de borla........ não é nada!

ELES não mexem no futuro deles.
Tecto nas reformas? zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
Privilégios? zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
Apertar com os Bancos e Grandes Empresas (que lhes dão tachos no futuro)? zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz

Recebi hoje uma petição para a redução da despesa pública. Não concordo com tudo mas ASSINEI. Há coisas que acho exageradas mas ASSINEI. Há coisas que acho prioritárias mas ASSINEI. Há coisas que acho que faltam dizer mas ASSINEI.


Diz o seguinte (com acrescentos sinalizados meus):

1. Redução de todos os ordenados de cargos políticos para o máximo de dois ordenados mínimos nacionais.
2. Suspensão imediata do subsídio de reintegração de ex-deputados.
3. Venda das viaturas excedentes do Estado
4. Suspensão imediata de todas as reformas com cargos políticos que as acumulem com outras reformas.
5. Revisão – anulação quando assim se justifique – de todas as PPP (Parcerias Público-Privadas)
6. Suspensão imediata dos cartões de crédito dos gestores de empresas públicas ou revisão dos limites dos mesmos para um ordenado mínimo nacional.
7. Suspensão do subsídio de deslocação de todos os deputados.
8. Proibição de viajar em primeira classe para todos os detentores de cargos públicos - com a opção de que se o fizerem paguem de imediato o excedente ao Estado.
9. Eliminar os Governos Civis
10. Eliminar a atribuição de motoristas (com excepção para o Presidente da República, Primeiro-Ministro, Presidente da Assembleia da República e Presidente do Supremo Tribunal de Justiça)
11. Suspender definitivamente o pagamento de indemnizações compensatórias à RTP
12. Cortar em 50% as despesas com gabinetes de advogados - Nos ministérios há muitos advogados que devem TRABALHAR. Não é necessário ir buscar fora. Só o é por interesses instalados.
13. Cortar em 50% as despesas com gabinetes de estudo -  Os estudos devem ser efectuados pelos próprios ministérios pois têm competência para isso. Seriedade é que talvez não.
14. Gestão eficaz do património do Estado
15. Controlo dos horários de trabalho praticados na Saúde e na Educação. Mais controlo? Na Educação é ao minuto! Um professor não se pode atrasar!!!
16. Criar um sistema de desempenho eficaz para toda a Função Pública, aplicando as melhores práticas do sector privado.
17. Privatização imediata da TAP e da RTP . A RTP deve sempre existir. Mas só para serviço público!!!
18. Extinção das Fundações sem objecto útil e concreto.
19. Redução das despesas feitas em almoços e jantares oficiais em 60%
20. Revisão do Código do IVA para que não permita injustiças fiscais
21. Reavaliar a função dos 640 Institutos públicos existentes para posterior eliminação dos que não prestam, de facto, qualquer serviço público
22. Suspensão imediata das obras públicas de grande envergadura (TGV, Aeroporto de Lisboa)
23. Eliminação do 13º e 14º mês para toda a classe política.
24. Eliminação em 70% do número de assessores políticos pagos pelo Estado Português.
25. Fim dos subsídios atribuídos a Fundações privadas
26. Limitação das reformas do Estado ao mínimo de 70% do salário médio aferido nos últimos 5 anos e a um máximo de €3000 com efeitos imediatos. Esta era JÁ!!! Em Espanha já há um tecto nas reformas há uma década. Mas não só nas reformas do Estado!!! Em todas!!!
27. Proibição total de alterações de design ou estilo aos logotipos, anúncios, bandeiras, Estacionários e outros em todos os institutos públicos, ministérios ou qualquer outra entidade gerida pelo estado.
28. Revisão de todos os alugueres pagos pelo Estado para ocupar edifícios no centro de Lisboa com institutos, Comissões, Gabinetes e outros organismos do Estado.
29. Proibição imediata de qualquer ajuste directo do Estado sem a aprovação do respectivo Ministro da Tutela.
30. Proibição de gastos com festas de aniversário, Natal e outras pelos organismos do Estado.
31. Revisão dos custos e eliminação de todos os que envolvam a edição de sites de Organismos do estado por entidades externas.
32. Revisão das clausulas estatutárias dos organismos do estado que obrigam ao pagamento de mais de um ano de indemenização de Administradores.


Há muita coisa que ELES podiam fazer para reduzir facilmente a despesa pública mas não lhes interessa mexer no futuro deles!!!
29
Set10

O "Parolo"

TC
A nova profissão
ao que isto chegou...
O Parolismo e o Ridículo sem limites...
 

Quando passar numa das principais artérias da cidade de Lamego, não vai precisar de muita atenção para esbarrar numa original placa. Não se trata de um escritório de advogado, ou um consultório médico, nem mesmo de um gabinete de contabilidade, mas sim da novíssima profissão liberal de, imagine lá... deputado!! A mediocridade não enxerga além de si mesma, já dizia Doyle e, antigamente este tipo de pessoas recebiam apropriado adjectivo mas hoje, ainda que tal aconteça pouco lhes importa... já perderam a noção do ridículo e a vergonha!
26
Set10

Carta B - Classe 1.........assim há justiça.

TC
As portagens estão na ordem do dia.
Os orçamentos familiares são cada vez mais espremidos.
Mas as injustiças continuam...

Paga classe 1 ou classe 2 nas portagens?
"A lei que define a diferenciação entre classe 1 e 2 é mais uma das que não faz sentido em Portugal" Herman De Backer, General Motors Portugal.

Em Portugal os veículos que medirem até 1,10m no eixo dianteiro pagam classe 1.
Porquê? Por que não 1,12m? Ou 1,09m?
Ninguém sabe responder.
É assim e mais nada!!!

Mas há excepções. Claro que no nosso país isso teria que acontecer.
Os monovolumes pagam classe 1 independentemente da altura do eixo dianteiro. Isto surgiu num acordo entre o governo e a auto-europa por causa da construcção da VW Sharam no nosso país.

Um Smart (2 lugares e 750kg) paga o mesmo que uma Chrysler Grand Voyager (7 lugares e 2100kg). info retirada no Guia do Automóvel 09/2010.

Mas o mais grave não é pagarem o mesmo. É haver veículos ligeiros que pagam classe dois, três ou quatro!

Um Land Rover Discovery de 1995 (valor comercial - 6000€) paga classe 2. 
Porquê? Gasta mais estrada? 
Ninguém sabe responder.
É assim e mais nada!!!

Há casos caricatos dentro do mesmo modelo de veículos. Um Mitsubishi Pajero paga classe 1 mas a versão com entrada de ar no capot para o intercooler (menos poluente) paga classe 2.
Porque?
CLARO QUE NINGUÉM SABE RESPONDER. É assim!!!.............e mais nada.
  • Se eu tiver um jipe velhinho (ex: UMM - o bom Português) e levar os cães à caça no atrelado posso ter que pagar classe 4.
  • Um lorde (tipo Durão Barroso que tinha um) que tenha um Porsche Cayenne Turbo (153.000€) e rebocar um iate num atrelado com 3, 4 ou 10 rodados paga classe 1.

Porquê?
É assim.

autohoje TT&Aventura

O nosso pedido é simples:

Veículos que se conduzam com carta tipo B (ligeiros) = Classe 1 nas portagens.

Se queres viver num país justo. Assina a Petição:


Petição Carta B - Classe 1.........assim há justiça.


25
Set10

PROPOSTA DO PSD, PARA A REVISÃO CONSTITUCIONAL!

TC

Retirar da Constituição o desarmamento geral, simultâneo e controlado, bem como a dissolução dos blocos político-militares.

Retirar o respeito pelos princípios fundamentais do Estado de direito democrático.

Incluir em direitos das pessoas colectivas o bom nome, a imagem e a reserva das sedes e da comunicação, como se não fosse um dever das organizações ter bom nome e boa imagem!

Incluir o benefício dos arguidos, pela aplicação da pena mais suave, quando se promulgarem Leis com retroactividade.

Ampliar direitos dos arguidos, pelo direito ao silêncio e à não auto-inculpação.

Interditar o acesso às sedes das pessoas colectivas, por limitação da acção judicial.

Limitar a autorização judicial, nos mandatos à invasão de domicílios e sedes de pessoas colectivas.

Limitar a infiltração informática, para efeitos de investigação criminal.

Extrair a importância do sector público na comunicação social.

Limitar o seguimento de pessoas, em investigação criminal.

Permite ao legislador de ocasião definir o que é motivo de despedimento.

Retira as comissões de trabalhadores e os sindicatos da elaboração dos planos sócio-económicos.

Inclui os incentivos à iniciativa económica privada, como elemento fundamental da política de emprego.

Inclui compensações pela cessação contratual em direitos e garantias especiais, de acordo com a vontade do legislador de ocasião.

Proíbe o confisco de bens privados.

Define introdução de regras especiais de protecção social, consoante os casos.

O SNS deixa de ser tendencialmente gratuito.

Acaba-se com o desenvolvimento da educação sanitária do povo.

Introduz a liberdade de escolha pela unidade de saúde.

Elimina a criação de sistema público de ensino, sendo apenas obrigação do Estado assegurar por outros sistemas a cobertura das necessidades de ensino.

Elimina o direito de participação na gestão democrática da escola, condicionando-a à vontade do legislador.

Elimina o direito à cultura física e foca-se apenas no direito ao desporto.

Elimina a coexistência do sector público, com privado e com cooperativo e social na propriedade dos meios de produção.

Elimina o zelo pela eficiência do sector público e prefere o incentivo à actividade empresarial e ao investimento estrangeiro.

Elimina a obrigação de promover a correcção das desigualdades das regiões e prefere o desenvolvimento das relações económicas externas.

Elimina a obrigação de acabar com os latifúndios.

Substitui os instrumentos jurídicos e técnicos de planeamento democrático do desenvolvimento económico, por apoio ao empreendedorismo.

Elimina a cooperação internacional na política de energia, na área da preservação de recursos.

Elimina a obrigação do Estado de apoiar as experiências de auto-gestão.

Introduz a possibilidade de as tributações terem uma contrapartida económica, a definir pelo legislador, como já se faz para os bancos.

Reforça as restrições para a elegibilidade, que se mantém nos 35 anos.

Elimina o limite de revisão constitucional quanto à coexistência do sector público e privado na detenção dos meios de produção e quanto à existência de planos económicos, no âmbito da economia mista. (esta intenção anula o projecto de revisão, já que este prevê uma alteração que a presente Constituição não autoriza; era necessário fazer uma revisão intercalar para os limitas da Constituição.

Assim, informando, damos a conhecer as intenções do actual directório, que se diz social-democrata...!
25
Set10

PT Comunicações- O Povo e os Tios- O Numero Secreto!

TC
Caros amigos

A PT comunicações faz descriminação no tratamento entre o Zé Povinho e a " elite".

Se cairem no logro que eu cai no Ano passado ao aceitar um pacote MEO que só me deu dores de cabeça e precisarem de usar os numeros do Zé Povinho, 16200 ou 16208 ficam horas pendurados no telefone e as semanas passam sem que vejam os vossos problemas resolvidos.

Mas graças a um amigo de dentro da PT eu descobri o numero mágico que resolve todos os nossos problemas!

A PT comunicações tem uma equipe denominada GOE ( Grupo de Operações Especiais) se estiverem enrascados com qualquer problema com a PT basta ligar para este número e perceber a diferença de atendimento entre o 16200 e o GOE.

Neste numero a pessoa que vos atende toma conta da reclamação, vai resolver as coisas e depois entra em contacto com vocês.

Se for uma avaria e houver necessidade de deslocação ao vosso local é agendada uma hora. 15 minutos antes o GOE liga a dizer que a equipa está a caminho. Quando a equipe chega tem de ligar ao GOE a informar que chegou. Depois do trabalho concluido tem de ligar a informar e finalmente o GOE entra em contacto com vocês a perguntar se estão satisfeitos...mesmo parecido com o atendimento 16200....

Se na vossa área houver 2000 avarias os GOE tem prioridade inclusivé sobre hospitais na reparação.

E porque eu não sou egoista a acho que a democracia é para todos aqui fica o numero mágico 800207207

Se alguém vos perguntar onde arranjaram o numero digam que foi de um amigo da administração.

Registem e espalhem!

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