...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

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17
Set
07
Pedro Santana Lopes é o ramboia meio tresloucado que se conhece. Não é uma crítica duma característica pessoal que em geral não afecta terceiros, é um constato. Contudo, essa característica associada à mania dos espalhafatos e grandezas custou caro ao país durante o pouco tempo em que presidiu o conselho de ministros. Queria o espevitado político pôr o governo em permanente vilegiatura, com sessões turísticas pastando pelos concelhos do país. Era um modo de esbanjar os míseros centavos da pobreza da população.

O presente governo tem-se esforçado por matar os velhos sem medicamentose e à fome. Pois, propaganda falsa em sentido contrário ouve-se todos os dias, mas com ela ninguém compra saúde nem alimentos. Os ordenados extraordinários como o do incompetente governador do Banco de Portugal, as reformas chorudas (algumas delas mencionadas na coluna deste blog), as contínuas distribuições de popós novos à canalha parasita e nenhum para os departamentos do estado onde fazem falta, são um roubo de assalto aos contribuintes pobres.

Agora, adoptou o governo mais uma maneira de esbanjar aquilo que rouba aqueles atrás mencionado. Seguindo o método tradicional dos políticos portugueses em copiar tudo o que está mal (de outro modo, como teriam eles criado a lixeira em que vivemos?), foi o governo copiar o mau costume do seu predecessor imediato, armando a barraca dos saltimbancos em terras longe da sua sede para as reuniões da UE. À primeira vista até podia ser interessante, se não fosse tratar-se de um dos países mais miseráveis da UE armado em grande, com o mesmo orgulho estúpido do costume.

Como não somos uma democracia, em lugar de apresentar as contas publicamente para dar satisfação ao seu suserano que as paga, os vigaristas oligarcas armados em burlões querem pespegar a ideia de que tudo é pago por milagre do céu. Encobre-se que se fosse pago em material e bens ofertados, as despesas referentes sairiam na mesma da algibeira do povo. Alguém poderá crer que se investe sem retorno ou para agradar àqueles contra quem se manifesta?

Deram-nos um exemplo. O governo economiza quase cinco milhões de euros em água engarrafada oferta. Como se isto não fosse mais que um copo de água no oceano das despesas. No mais importante não se fala: na deslocação das estruturas governamentais e da respectiva logística que compreende, entre outros, as deslocações de todo o material e pessoal, o enorme séquito governamental e famílias, ajudas de custos, extras sobre extras, hotéis de primeira, etc., etc.

Tudo se esconde, tudo se oculta, com a imprescindível bênção e colaboração da oligarquia jornaleira que atraiçoa a razão da sua existência tal como os partidos se desviam das suas ideologias de base. A dita liberdade dos primeiros não nos é mais útil do que a dos seus predecessores do tempo do Estado Novo. A liberdade dos segundos só lhes serve para nos explorarem mais e tornarem ainda mais miseráveis do que na mesma época.

O Zé Povinho paga tudo e ainda fica com um serviço de saúde reduzido, reformas de morrer à fome, assassinado nas ambulâncias pelas distâncias a percorrer, grávidas constantemente a parir nelas pela mesma causa. Mas paga um dos serviços de saúde mais dispendiosos europeus, tem menos comparticipações, tem a boca como uma estrumeira porque os serviços de saúde só têm arrancadores de dentes e, caso único em toda a Europa, nem pode consultar o médico que quer (alguém ouviu qualquer referência a este facto por jornaleiros ou polítiqueiros?). Mas os políticos corruptos podem esbanjar o dinheiro que serviria para melhor as condições sociais.

Digam-nos que os governos não são povoados por parasitas salteadores engravatados, monstros repugnantes e nojentos.
publicado por TC às 00:32
De Joana Dalila Santos a 17 de Setembro de 2007 às 14:37
é uma boa pergunta, merecia uma brilhante resposta
De A. João Soares a 17 de Setembro de 2007 às 18:06
Caro Amigo,
Muito bem observado. As pessoas morrem nas ambulâncias, mas só por enquanto porque, dentro em pouco, deixa de as haver, porque com a idade e o muito uso estão a rebentar, como é exposto aqui (http://joaobarbeita.blogspot.com/2007/09/ambulncias-em-risco-de-ruptura.html).
Há dinheiro para modernizar a frota dos carros de luxo dos políticos, mas não o há para as ambulâncias que são necessárias a populares em perigo de vida.
O que é mais importante? Um ministro ter um carro caro e novo ou uma ambulância ter boas condições para salvar as vidas em risco?
O dinheiro dos impostos que o povo paga serve para beneficiar os seus carrascos.
Abraço
De Beezzblogger a 17 de Setembro de 2007 às 22:55
Bem observado, pelo mesmo amigo de sempre, o "mentiroso", que desanca sem dó nem piedade, mas que também não é para a ter. Deixo aqui o meu muito obrigado por mais esta bela constatação, se por um lado o "Flopes" era esbanjador, outros, farinha do mesmo saco, sanguessugas, hipócritas, cretinos, ladrões, crápulas, corruptos, etc., etc., etc., e tudo o que de mau possa vir, pois já nada mais me ocorre em lhes apelidar, são uma espécie de máfia das máfias, que tudo nos roubam, e já dizia o sábio:
- Eles comem tudo, eles comem tudo, eles comem tudo, e não deixam nada...

VAMPIROS DO SÉCULO XXI

Abraços do beezz
De Mentiroso a 22 de Setembro de 2007 às 19:50
São realmente uma verdadeira Máfia. Não seguem seguem todos os princípios, desde a obediência aos chefes de clã à distribuição de cargos e benefícios? Neste sentido não há qualquer diferença entre os partidos. E porque serão assim? O povo não os controla.

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