De Barão da Tróia II a 18 de Setembro de 2007 às 09:49
Completa e totalmente de acordo, eset Código à pressa serve só par alivrar os amiguinhos da choldra, mesmo que com isso se arrasta todaa maralha falcata para a rua. Boa semana.
De A. João Soares a 18 de Setembro de 2007 às 21:30
E hoje veio nos jornais que o PGR disse que fica mais difícil julgar os crimes económicos praticados por gente de colarinho branco.
Como as averiguações têm de ser feitas com colaboração das justiças estrangeiras, a demora é muito mais dilatada do que este código permite. Acabam por ficar impunes.
Um abraço
De Beezzblogger a 18 de Setembro de 2007 às 23:00
Claro, mas alguém duvida desta escumalha? Estes sacanas, fazem a panelinha toda ao jeitinho deles, depois o que paga, aquele que "arrota" forte e feio é sempre o mesmo, o mar bate na rocha, mas quem se lixa é o mexilhão..

Abraços do Beezz
De Mentiroso a 22 de Setembro de 2007 às 19:43
A actualização do Código é uma vergonha em dois sentidos.
O primeiro é que se chegou ao pondo de se ser o único país em que qualquer um sem tacho pode ser aprisionado sem acusação. A presunção de inocência é desprezada. Em nenhum país europeus nem um juiz nem a polícia pode “guardar” seja quem for sem uma acusação formal por mais que uns dias ou semanas. Se as condições não existem, então o Estado, que é o garante dos direitos civis, que as providencie. Se há incapacidade é porque a população continua a permitir a existência da corrupção. Portanto, o motivo invocado para a actualização é mais que válido. O problema é que ele só serve para propaganda governamental, pois que, como com tudo, o bando de ranhosos oligarcas põe sempre a carroça à frente dos bois. Não há novidade. Não há possibilidade de aplicação.
A segunda vergonha é que os trastes que fabricaram tais tretas a martelo, sem óbvio acordo, consulta ou colaboração — pois que os pedantes se julgam suficientemente conhecedores para meterem as quatro patas na poça duma só vez — ainda se arrogaram o direito de ab-rogar mais liberdades.
Afinal, reflectindo bem sobre o que foi feito, o mínimo que parece é que, se a intenção não foi a de fingir uma mezinha publicitária aproveitada para calar quem ataque a corrupção, os autores e os que os aprovam devem ir lavar latrinas. E querem que os respeitem! Que o mereçam!