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O Jardim da Celeste

...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

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O Jardim da Celeste

31
Mar07

Um poema...

TC
"Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança."


António Gedeão

Até isto, que apenas é, não mais do que a última parte do poema, até isto, este pensar, esta forma de estar, o SALAZAR proibiu... Bem como proibiu, centenas de musicas de serem mostradas, centenas de quadros de serem pintados, centenas de textos de serem publicados...

Enfim, SALAZAR, tinha medo do quê? Quarenta e tal anos após a sua morte, e depois destes exemplos, ainda há quem o julgue o melhor Português de todos os tempos... Safa!!!
31
Mar07

Tribunal contas arrasa com governos!

TC
Tribunal de ContasRelatório do TC arrasa contas dos últimos três governos 31.03.2007 - 00h02 Ricardo Dias Felner

Uma trapalhada. A primeira auditoria realizada pelo Tribunal de Contas (TC) aos gabinetes ministeriais e dos primeiros-ministros dos últimos três governos revela falta de transparência nos processos de admissão, total discricionaridade na tabela salarial e mesmo situações ilegais.
O relatório final, com data da passada quarta-feira, foi entregue ao primeiro-ministro e ao Presidente da República, com a indicação de que, dentro de seis meses, o Governo dê conta das recomendações e das medidas adoptadas. Entre as críticas apontadas, relativas a uma análise do período entre 2003 e 2005, está “a opacidade do teor e conteúdo de múltiplos despachos de recrutamento de pessoal dos gabinetes (...) e até da sua não publicação no Diário da República”. Por outro lado, o TC constatou também que o número de colaboradores recrutados para apoio aos gabinetes, durante o triénio, “não obedeceu a quaisquer limites” e que a sua selecção “nem sempre” assentou em critérios “claros e objectivos”. No mesmo sentido, lê-se no relatório, “observaram-se as mais díspares remunerações para funções idênticas”. Como é que tudo isto é possível, existindo leis que regulam estas matérias? Com truques, responde o TC. Um dos exemplos mais citados é, por exemplo, a entrada para gabinetes, com o quadro já completo, de “especialistas”, equiparados a adjuntos e secretários pessoais. Esta figura jurídica, de acordo com a lei, só deve ser usada para trabalhos, estudos ou missões de carácter eventual e extraordinário, mas quase todos os ministros e secretários de Estado subverteram este carácter temporário. Sendo clara a tentativa dos autores do estudo – cujo relator foi Carlos Moreno – de não distinguir a forma como actuaram os executivos de Durão Barroso, Santana Lopes e José Sócrates, ressaltam alguns dados sobre a gestão de cada um deles.Tomando apenas em consideração os 184 gabinetes estudados e validados (de um total de 205, para o período), as despesas de funcionamento foram de 151,5 milhões de euros. O Governo de Sócrates é o que sai melhor do retrato, apresentando cerca de 36,5 milhões de euros de despesas com pessoal, bens e serviços, contra 36,7 do Governo de Santana Lopes, e 77 milhões de euros do executivo de Durão Barroso. Mesmo tendo em conta que o período analisado em que Barroso foi primeiro-ministro é cerca do dobro do dos seus sucessores, o estudo indica uma contracção da despesa em 2005. Por outro lado, no entanto, o relatório indicia que o Governo de José Sócrates terá sido aquele que mais admissões permitiu e que mais recorreu a formas pouco transparentes no processo de recrutamento. Numa amostra de 30 gabinetes analisados com mais pormenor, verificaram-se 484 admissões, sendo que, de entre estas, 74 foram de especialistas.
30
Mar07

A imigração nem sempre é uma bênção

TC

Quando se fala do cartaz que alerta para o problema da imigração, considero oportuno recordar a carta que, há quase dois anos, publiquei nos jornais sobe este tema:

A imigração nem sempre é uma bênção
(Publicada no Diário de Notícias em 29 de Junho de 2005, p. 11)

Existem países dotados de acentuado grau de desenvolvimento que devem aquilo que são aos imigrantes a quem abriram as portas. Incluem-se na lista os Estados Unidos, o Canadá, a Austrália, o Brasil e a Argentina, nos seus tempos áureos. Os imigrantes com capacidades profissionais úteis às estratégias de desenvolvimento do país de acolhimento, devidamente enquadrados em organizações económicas eficientes, constituíram factores insubstituíveis de crescimento. Ainda, há pouco tempo os EUA se declararam interessados em receber mais de duas centenas de engenheiros informáticos da Índia. A estratégia consistiu sempre em receber profissionais úteis e não pessoas indiscriminadas e sem especialização profissional.

Para lr mais clique aqui
29
Mar07

Capitulo 22

TC
Ministério da Saúde

Apesar dos milhões gastos anualmente a saúde das populações está de uma forma geral bastante pior que há uns anos atrás. Isto parece um contra senso, como é possivél que com melhor tecnologia os resultados sejam piores.
Temos de analizar a questão da saúde sob vários angulos, os principais a saber:
1) Prevenção.
2) Complementaridade.
3) Gestão e reorganização dos recursos.
Na prevenção devemos actuar nas escolas, dando formação aos alunos, não só na questão da reeducação alimentar, como na formação destes em disciplinas especificas que lhes permitam resolver alguns problemas de saúde do dia a dia sem terem necessidade de andar sempre por qualquer espirro a correr para o centro de saúde ou hospital.
Desenvolvendo um pouco o tema, temos de quebrar o ciclo de envenenamento da cadeia alimentar por parte das empresas de agro toxicos (pesticidas, fertilizantes, herbicidas, insecticidas) apostando na alimentação e agricultura Biológica. Ter em atenção que estas mesmas empresas que nos envenenam a comida, são depois as que nos vendem a droga quando ficamos doentes.
Temos de ensinar os alunos a reconhecer sintomas e a saber utilizar tecnicas terapeuticas como a acupunctura, os chás, etc. para resolver as coisas simples como uma constipação, etc.
Em matéria de prevenção deve ainda fazer-se uso a nivél de centros de saúde dos recursos tecnológicos já existentes de forma a detectar as patologias precocemente, podendo actuar melhor e mais eficazmente.
Na questão da complementariedade defendemos a integração das medicinas alternativas no Sistema Nacional de Saúde e a criação de grupos inter disciplinares constituidos por profissionais de ambas as áreas de forma a ser aplicada ao paciente a técnica mais eficaz e de melhor custo.
Porquê operar uma coluna, com os riscos inerentes quando um osteopata, uma ozonoterapia, uma acupunctura conseguem na maior parte das vezes resolver o problema melhor com menos sofrimento e a melhor custo e mais rapidamente!
Porquê andar a aplicar paliativos numa ferida necrosada, quando a ozonoterapia, uma camara hiperbárica, a larvoterapia conseguem resultados em poucos dias ou semanas, onde os pensos demoram meses e às vezes nunca se consegue resultados.
Finalmente a reorganização dos recursos o grosso das despesas de saúde vai para os exames e para os medicamentos.
Na área do medicamento defendemos que o estado deve criar um laboratório onde deve produzir todos os medicamentos a serem usados no sistema nacional de saúde que serão disponibilizados à população a preços quase de custo. Para que se tenha uma ideia uma caixa de aspirina não custa mais de 40 centimos e é vendida por mais de 4 euros, isto significa um lucro para as farmaceuticas de cerca de 1000% sendo o estado a produzir o medicamento, mesmo que ganhe alguma coisa, se vender o produto a 60 centimos ganhando 50% o custo final ao consumidor reduz-se a valores simbólicos. Por outro lado ao quebrar-se a cadeia do lucro os profissionais passam a receitar o que o paciente necessita efectivamente e não as cargas de medicamentos que às vezes vemos na cabeceira dos doentes que vão acumulando medicamentos consoante o numero de médicos que consultam e as necessidades que estes tem de satisfazer os seus compromissos com os laboratórios de forma a atingir as metas que dão as tais viagens e brindes que todos conhecemos.
O estado deve produzir medicamentos quimicos e naturais de preferencia sempre que possivél, estimulando dessa forma a agricultura nomeadamente a produção de plantas aromáticas e medicinais e a apanha de plantas silvestres, devidamente organizada de forma a reduzir inclusivé o risco de incencios, através de um bom aproveitamento dos recursos.
O estado deve investigar no seu laboratório farmaceutico, alternativas terapeuticas de eficácia e de melhor relação custo/ eficiencia.
Para além dos medicamentos o estado deve apostar nas medicinas alternativas. Se a acupunctura funcionar melhor que a droga, espeta-se as agulhas, se uma massagem tirar a dor não se dá uma injecção, etc.
Deve ser implementada a fagoterapia em desfavor dos antibióticos, pois está provada ser esta técnica mais eficáz com menos custos.
Na área do diagnóstico, devem ser implementadas as técnicas de pré diagnóstico, que permitem uma selecção mais fina dos exames a fazer. Quero com isto dizer que existem recursos técnicos que permitem orientar à partida o paciente para o exame adequado a fazer, sem que este tenha de fazer a via sacra de todos os exames. Se é preciso fazer uma ressonancia magnética, não vale a pena perder tempo com RX e Tac, que não vão dar o resultado que se pretende e vão provocar o gasto inutil de recursos.
Defendemos que todas as unidades de saúde, devem ter o seu próprio laboratório de analises e no minimo um equipamento de ecografia, electrocardiograma, com respectivos profissionais a operarem com os sistemas de forma a dar respostas rápidas.
O estado deve ainda criar um centro de desenvolvimento de equipamento hospitalar, onde deverá produzir a maior parte dos equipamentos de diagnóstico e terapia, podendo inclusivé, vender para fora.
Só com a aplicação deste sistema que enuncio o estado pode dar melhor saúde às populações a baixo custo quer para o sistema quer para o doente, podendo desta forma incrementar o aumento das pensões de reforma dando por essa via também melhor qualidade de vida às populações.
Quem não entender isto vai continuar a deitar dinheiro para um saco sem fundo a encher a barriga a parasitas, sem que o povo e a saúde beneficiem.
29
Mar07

Capitulo 21- O Governo da Nação (continuação)

TC
Ministério dos negócios estrangeiros:
O Ministério dos negócios estrangeiros deve ser por eleição o Ministério da espionagem e contra espionagem. Quase todos os governos e potencias mundiais trabalham a partir das suas embaixadas na gestão dos seus interesses no estrangeiro e na recolha e processamento de informação.
Por esse motivo aparece a tal figura “ persona non grata” quando um espião é apanhado em aventuras para além do aceitavél.
No caso Português e por via deste ministério deveria haver um papel activo na consolidação das nossas posições nas ex. Colónias quer a nível empresarial quer de influencia geo-politica e geo-estratégica e o mesmo se deveria aplicar ao fortalecimento dos laços com as comunidades de emigrantes.
Por exemplo nos EUA a comunidade portuguesa e luso descendente, tem peso para influenciar decisões da administração/ governo e dessa forma a politica da nossa embaixada deveria ser feita no sentido de colocar na liderença dessa comunidade pessoas fieis a Portugal e que por via da sua situação possam fazer lobbie de acordo com os nossos interesses.
Um exemplo da nossa força foi quando do pós massacre do cemitério de Santa Cruz em Timor.
Não foi a esperteza dos nossos governantes a resolverem a situação, foi a indignação do nosso povo, expressa em milhares de telefonemas para familiares e amigos nos EUA e também as telefonistas da TAP a pressionarem os influentes Luso descendentes americanos, muitos deles senadores, para que todos mantivessem o governo americano sob pressão. È daqui que resulta a independencia de Timor, o resto são detalhes....
Os portugueses são pela sua natureza pessoas afaveis e que facilmente estabelecem relações, por esse motivo este ministério deve ser dirigido para os propósitos aqui enunciados.
O outro propósito deste Ministério é a defesa dos interesses dos cidadãos portugueses nos diferentes paises e o seu apoio, como por exemplo no caso do piloto que esteve inocentemente preso vários meses na Venezuela. Portugal portou-se abaixo dos niveis da indecencia abandonando completamente o senhor.
Para finalizar o tratamento eficiente das questões pessoais dos nossos emigrantes, certidões, declarações e toda uma panoplia de documentos oficiais.
29
Mar07

Capitulo 20 - O Governo da Nação (continuação)

TC
Ministério das Finanças:
Em Portugal o maior problema com as finanças advém do excesso de impostos com baixas contra-partidas e os desperdicios financeiros causados pela má gestão dos dinheiros públicos.
O primeiro ponto a resolver é a moralização da classe politica e a sua responsabilização, os senhores politicos não se podem aumentar escandalosamente e pedir ao pais sacrificios. Os senhores politicos não podem permitir derrapagens financeiras que chegam às vezes aos 200 e 300% nas obras publicas, os senhores politicos não podem viver fastosamente enquanto o povo aperta o cinto, os senhores politicos tem de ser um exemplo para a nação, porque enquanto não o forem o povo não tem motivação para cumprir.
Repare-se apenas os exemplos dos ultimos dias, falta de segurança, escolas fora de controlo e taxas moderadoras na saúde mais caras que uma consulta no privado. Fica então a questão que se coloca a todo o cidadão, afinal pago impostos para quê?
Estas questões são as primeiras a ser resolvidas.
Deve acabar-se com os impostos directos para que o povo tenha mais dinheiro no bolso, possa comprar mais conseguindo mais bem estar e fazendo o dinheiro fluir, que como já disse é o oxigénio da economia
Depois a questão da fuga aos impostos nas empresas como já disse em capitulos anteriores, aplicava os principios já enunciados no Cap 6:
“O Estado sabe que não consegue fiscalizar todas as empresas, ninguém melhor para o fazer que os próprios empregados. O que é melhor para o Estado, ter um imposto IRC virtual que 90% das empresas não pagam, ou ter dinheiro em circulação onde pode ir apanhando o IVA.
A minha proposta é pois muito simples o IRC acaba e o estado cria em sua substituição um sistema opcional onde as empresas podem escolher pagar o imposto a favor dos trabalhadores ou dar uma fatia de capital social aos trabalhadores, em um ou outro caso o valor corresponderia a 25% sobre os lucros/ capital. Também teriam de ser restringidas ou impostos limites aceitáveis para certas despesas que por enquanto ainda são aceites para efeito de contabilização dos lucros, isto para obviamente as empresas apresentarem lucros.
Esta proposta creio que será do agrado de todos, o estado passa a ver lucros onde antes não os via e o dinheiro vai circular, pois os trabalhadores com mais dinheiro, vão investir e gastar mais (logo o estado vai cobrar em IVA o que deixou de cobrar em IRC). O trabalhador, passa a estar mais motivado, pois sabe que quanto mais lucro der à empresa, mais leva para casa no fim do ano, apara além dos ordenados, dentro da empresa haverá uma tendência natural para a crítica aos inaptos e preguiçosos obrigando estes a uma melhor prestação de trabalho.
O empresário fica mais feliz por passar a contribuir para a riqueza do seu pessoal e não ter a sensação de dinheiro deitado ao lixo, que é o IRC.
O trabalhador, também passa a ter o direito de fiscalizar as contas da empresa e de solicitar uma fiscalização caso suspeite que ainda assim o empresário está a roubar. O apuramento desta fiscalização, multas, dividas, etc. reverterão a favor dos trabalhadores. Se a opção da empresa for a distribuição de 25% do capital pelos trabalhadores, estes passam a ter o direito de nomeação de um membro do conselho de administração em sistema de rotatividade.”
Uma medida muito importante de moralização da administração pública, diz respeito à situação escandalosa de uma empresa vender ao estado, depois de facturar ter de pagar os impostos e estar anos e anos para cobrar a divida do estado, muitas empresas não aguentam e tem de fechar por via desta situação.
A primeira medida é um acerto de contas onde os fornecimentos ao estado passam a ser isentos de imposto, não tem lógica o dinheiro andar a dançar de um lado para o outro se o dono final é sempre o estado, esta medida permite baixar as dividas em volume de factura e assim sendo permitir a sua liquidação mais atempada.
Esta medida terá como consequência o abaixamento dos preços por parte dos fornecedores, uma vez que os preços são muitas vezes inflacionados por força do tempo de espera. Também para obrigar o estado a comportar-se como pessoa de bem deve pagar juros de mora em caso de atraso de pagamentos a fornecedores.
O estado deve ser um exemplo para a sociedade de cumprimento e honorabilidade, só dessa forma pode exigir à sociedade.
As finanças públicas devem ser junto com o ministério da economia um pólo de desenvolvimento do pais, enquanto os políticos não entenderem que as finanças não podem agir como o xerife do Robin dos bosques que agarra no povo pelos pés e o coloca de cabeça para baixo aos safanões até caírem todos os tostões, estamos mal. Temos de encontrar um justo equilíbrio entre o pagar e o ter dinheiro no bolso que nos permita a satisfação e o conforto de uma vida digna. Entre o pagar e o receber por parte do estado o cumprimento das suas obrigações enquanto estado, referentes à satisfação do fornecimento de serviços que só o estado pode assegurar.
Mal estaremos se não se entender isto e se o estado tal como agora só servir para confiscar o dinheiro dos cidadãos e os estrangular, é um estado condenado à morte!
29
Mar07

Personal Trainer

TC

“A actividade física é uma das recomendações mais preconizadas pelos médicos aos seus pacientes. As guidelines estabelecidas pelo ACSM (American College of Sports Medicine) referem que os benefícios para a saúde significativos podem ser obtidos pela inclusão de uma quantidade moderada de actividade física (por exemplo 30 minutos de marcha vigorosa) na maioria ou totalidade dos dias da semana.”
O exercício físico combate o sedentarismo e a obesidade, diminui o risco cardiovascular, diminui a ansiedade e depressão e aumenta a auto-estima.
Mas cada vez mais o exercício carece de um acompanhamento por um profissional de exercício qualificado – Personal Trainer – que seja capaz de construir, monitorizar e motivar um programa de exercício adequado tendo em conta os padrões intrínsecos e saúde e bem-estar de um indivíduo.

Ainda que o exercício possa e deva constituir uma prática comum e sem custos para a população em geral, a grande maioria dos indivíduos estão conscientes do valor do bem estar físico e desejam exercitar-se, mas não têm tempo ou estímulo. Existem também aqueles que necessitam de mais segurança na rotina de exercícios e, ainda os que buscam resultados estéticos tão almejados, porém nunca atingidos em actividades físicas padronizadas.

Por outro lado, temos indivíduos sob condições especiais (como gravidez, diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares ou reumáticas, entre outras) que necessitam de um trabalho específico, principalmente o que envolve reabilitação.
Portanto, tornou-se essencial a existência do que apelidamos de Treino Personalizado, mais conhecido na versão inglesa como Personal Training, sendo um programa de exercício físico personalizado e elaborado de acordo com os objectivos e necessidades individuais, com privacidade e acompanhado de um profissional habilitado. Para os indivíduos que possuírem alguma patologia ou qualquer outra situação médica que condicione a prática regular de exercício físico, o respectivo programa deverá ser articulado com o Médico responsável.

Fora de horários rígidos ou de ambientes repletos de multidões que caracterizam a grande maioria dos health-clubs de hoje, o Personal Training ao domicílio, nas empresas ou mesmo ao ar livre constitui uma opção válida para aqueles que prezam a sua privacidade, horário ou mesmo o contacto com a natureza.

Portanto, opte pela solução que mais se adequa às suas necessidades e exigências pois a prática de exercício físico terá os seus resultados se encarada como um simples e puro divertimento. Certifique-se sempre que tem sempre ao seu lado um profissional qualificado e apto - Personal Trainer - para monitorizar o seu treino se for essa a sua pretensão.

personal.trainer.saude@gmail.com

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