...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

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28
Ago
07
Madrid está a levar muito a sério a hipótese de o grupo independentista basco, ETA, ter uma base em território nacional. A vinda a Lisboa de Baltasar Garzón para discutir a equipa luso-espanhola que vai investigar a presença da ETA em Portugal vem confirmar a posição de Espanha. Este juiz espanhol, que ganhou fama internacional com o mandado de detenção contra o ditador chileno Augusto Pinochet, possui vasta experiência no combate ao terrorismo, tanto basco como de origem islamita. A imprensa diz que esta cooperação poderá favorecer o lado português, menos habituado a estes desafios.

Não há muito tempo que as polícias inglesas pressionavam as portuguesas nas pesquisas sobre o desaparecimento de uma criança de entre muitas outras a quem não foi dedicado um milésimo do esforço que esta mereceu, devido a essas pressões britânicas.

Estas duas ingerências em assuntos internos portugueses com o argumento de que se trata de uma ajuda para suprir deficiência nacionais, faz recordar o conceito que entre muitas outras coisas aprendi nos escritos e nas conferências de Adriano Nogueira já aqui citado. Refiro-me ao conceito de «estado exíguo». Parece que somos considerados um mini Estado sem capacidade para fazer face a todas as suas obrigações.

Será esta ingerência espanhola um primeiro passo para concretizar a profecia de José Saramago acerca do Iberismo? Nada acontece por acaso, e no blog Mentira há um post que antecipa esta visão preocupante que deve fazer dar voltas no túmulo a Afonso Henriques, Nuno Álvares Pereira e João IV.

Sobre este tema, são muito eloquentes as seguintes notícias de hoje:
A união luso-espanhola contra a ameaça da ETA
Baltasar Garzón quer vir a Portugal investigar ETA
SIS assegura não haver sinais de instalação da ETA no país
publicado por TC às 16:50
25
Ago
07
Nós, portugueses, andamos há 30 meses a apertar o cinto, cada dia mais um pouco, estando quase asfixiados. Aumentam continuadamente os impostos, as coimas, o preço dos bens de primeira necessidade. Ganha-se menos e paga-se mais ao Estado e nas compras. Este esforço suplementar que nos é exigido e que se vem juntar às más condições de vida em relação a muitos parceiros europeus, seria logicamente considerado como um investimento do qual depressa colheríamos benefícios traduzidos em desenvolvimento do País e visível melhoria das condições de vida. Mas a realidade é que o investimento continua a fazer-se sem se vislumbrar benefício, sem se receberem dividendos. Há, sem dúvida, uma má gestão. Foi má gestão que criou a crise orçamental; é má gestão a que se compraz sadicamente em persistentes sacrifícios sem os resultados aparecerem. Há notoriamente bons benefícios para alguns mas a maioria (e esta devia ser a mais beneficiada!) sente cada mais coladas as paredes do estômago.

Mas uma notícia do DN de hoje, evidencia que há no País quem siga o caminho da moralidade em defesa dos interesses dos cidadãos humildes, que vão sobrevivendo longe da «classe» oligárquica. O Presidente da Câmara Municipal de Penalva do Castelo, no coração do País, entre as rocha graníticas do Distrito de Viseu, decidiu ontem aproveitar a possibilidade dada na nova Lei das Finanças Locais para desagravar o IRS das pessoas com domicílio fiscal no concelho.

O artigo 20º da Lei das Finanças Locais estipula que "os municípios têm direito, em cada ano, a uma participação variável até cinco por cento no IRS dos sujeitos passivos com domicílio fiscal na respectiva circunscrição territorial, relativa aos rendimentos do ano imediatamente anterior". Usando dessa faculdade, o executivo deliberou, por unanimidade, na reunião de ontem, baixar em 2,5 por cento o IRS das pessoas de Penalva do Castelo,

Segundo a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) este é "um bom desafio para o Governo" o qual «deve acompanhar este presidente de Câmara e todos os outros que lhe sigam o exemplo. Se um concelho baixar determinada percentagem dos seus cinco por cento, no caso de Penalva 50 por cento, o Governo deve acompanhar na mesma proporção em relação aos seus 95 por cento".

Leonídio Monteiro, presidente da autarquia, que há muito defende a discriminação positiva dos concelhos desfavorecidos, disse que quis precisamente dar esse "sinal" ao Governo. "Tendo eu esta possibilidade, não tive qualquer dúvida de avançar, embora seja um paliativo muito pequeno, apenas 50 por cento sobre o que a Câmara pode decidir, que são cinco por cento."

Leonídio Monteiro disse esperar que o Governo "retire um bom exemplo de uma autarquia estabilizada, que tem poucas receitas", mas "dessas poucas entendeu que devia abdicar de algumas em benefício da generalidade das pessoas que pagam impostos em Penalva".

Em Penalva do Castelo, valeu a pena apertar do cinto, porque o autarca sabe o que é ética, o que significa governar e gerir dinheiros do povo, para criar melhores condições ao povo sofredor, que tão explorado está a ser em todo o País para benefício e uns poucos incapazes de se consciencializarem dos seus deveres para com os portugueses.
publicado por TC às 11:10
O iberista já foi acusado de traidor dos Direitos Humanos pela Human Rights Watch. Que de admirar que agora tenha resolvido ajudar os bandidos e selvagens castelhanos a massacrarem o povo Basco na luta pelos seus direitos, os quais lhe têm sido negados ao longo da história. A sua «guerra contra o inimigo», como Picasso lhe chamou.

O traidor iberista sabe o que está a fazer. Pode ser bastante estúpido, mas não se diga que é inocente e incapaz de discorrer que a ajuda que der aos terroristas castelhanos para massacrarem os Bascos se reflectirá em ceder-lhes o direito para rebentarem bombas em Portugal e matarem portugueses. O cobarde traidor põe assim em risco a vida dos cidadãos nacionais. O povo português deve ajudar os Bascos na sua luta contra os sanguinários castelhanos, oportunistas falsos, segundo a HRW que demonstra como usam todos os meios internacionalmente reconhecidos como ilícitos para massacrarem os Bascos. O site da HRW está repleto de críticas a este procedimento, o qual vai ainda contra o texto da Carta das Nações Unidas e as bases da fundação dessa organização. Claro que para quem já atraiçoe os princípios fundamentais isto não passa de mais um pequeno passo, afinal na mesma direcção, a afirmação dum ser indigno e abjecto.

O Blog do Leão Pelado publicou já um artigo que engloba os problemas do terrorismo e como as suas causas se identificam. Nele se inclue uma referência ao caso basco. Trata-se dum artigo para reflectir sobre estes acontecimento internacionais que, aliás, nem se encontram tão longe de nós e em que, por de mais, nos querem mesmo imiscuir.

O Blog do Leão Pelado publicará em Setembro um artigo onde se demonstra o ódio mundial aos castelhanos em todo a parte do globo onde esses assassinos estiveram. É simples de descrever, basta citar os casos históricos e os relatos dignos de confiança, inclusivamente o dum espanhol; não é necessário acrescentar nem aumentar a triste realidade. São casos escondidos por iberistas e outros traidores mentirosos no intuito de fazerem passar as suas ideias. A razão de existência do blog da Mentira! é precisamente essa: desmascarar as mentiras.
publicado por TC às 00:22
21
Ago
07
publicado por TC às 13:09
20
Ago
07
Hoje, dia 20/08/2007, ao ouvir uma notícia no telejornal da TVI, nem queria acreditar, afinal ainda há quem pense nos outros, mesmo que isso implique um pequeno ou grande sacrifício próprio.

Quando, um jovem, ou um homem escolhe uma profissão como a de médico, sabe à partida ser uma profissão Humanitária, uma profissão de grande esforço emocional e muitas vezes de grande desgaste físico até.

Mas o que estes 5 Administradores do Hospital Pedro Hispano fizeram, é de LOUVAR. Abdicando da viatura, que por direito teriam como detentores de um cargo Público ( que no meu entender, acho um absurdo), ABDICARAM deste, em sua alternativa equiparam o Hospital com equipamento próprio para tratamento da EPILEPSIA, uma doença que afecta, infelizmente, mais de 150000 Portugueses.

Estes médicos-gestores, merecem o meu mais sincero APLAUSO, e o APLAUSO de todos os Portugueses, pois em detrimento do seu bem estar próprio, proporcionarão a milhares de Portugueses tratamento adequado e eficaz no combate a uma doença terrível.

Congratulo-me por poder dar este tipo de notícias, era bom que mais detentores de altos cargos públicos, mesmo os nossos governantes que tanto apregoam a crise seguissem este exemplo de Humanismo, e de amor à profissão, abdicando de certas mordomias em prol do bem estar dos demais cidadãos e contribuintes de PORTUGAL.

Bem hajam Senhores Doutores!!!
publicado por TC às 22:45
19
Ago
07
Sensibilizado pelo post «Democratas ou ditadores» um amigo enviou-me o link de um artigo da revista Visão de 19 de Julho em que encontrou indícios pouco agradáveis do crescente autoritarismo do Governo e de órgãos dele directamente dependentes. Apesar e vivermos, formalmente em democracia, está a desenvolver-se um clima e medo que leva as pessoas a « falar baixinho, não criticar o chefe à frente dos colegas, evitar contar anedotas sobre a licenciatura do primeiro-ministro». «Porque é que – nas escolas, nos hospitais e na administração pública – se voltou a viver em clima de medo?». Parece notório que está generalizar-se o domínio da burocracia, do espartilho, do controlo e da intimidação que é característico mais de regimes autoritários do que de vivências democráticas, de democracias amadurecidas.

No artigo são elencados vários episódio desagradáveis polémicos quanto ao que podem representar como indícios de uma evolução indesejável. Têm-se sucedido, nos últimos meses, casos de alegada perseguição política por membros do Governo, de que se destacam os seguintes

1. A Directora Regional de Educação do Norte, Margarida Moreira, instaurou um processo disciplinar a Fernando Charrua, por este ter dito uma piada sobre José Sócrates. Margarida Moreira, que recebeu a delação por SMS, diz que o professor e ex-deputado do PSD insultou o primeiro-ministro, mas Charrua recusa a acusação. Até Jorge Coelho já disse tratar-se de uma situação «ridícula e inadmissível».

2. Após três pareceres negativos da Comissão Nacional de Protecção de Dados, o Governo aprovou a interconexão de dados da Administração Pública. A Caixa Geral de Aposentações vai poder cruzar informações dos funcionários públicos e respectivas famílias.

3. A coordenadora da Sub-Região de Saúde de Castelo Branco, Ana Maria Correia, avisou os serviços de que a correspondência enviada a «determinados funcionários» seria aberta. A medida causou mal-estar junto dos funcionários e a coordenadora assumiu que a nota interna continha «um erro de linguagem», acrescentando que onde se lê «determinados funcionários» deveria ler-se «funcionários em nome individual».

4. O primeiro-ministro, apresentou uma queixa-crime contra António Balbino Caldeira, responsável pelo blogue Portugal Profundo, no qual se divulgaram informações sobre a licenciatura de José Sócrates.

5. Correia de Campos, ministro da Saúde, exonerou a directora do Centro de Saúde de Vieira do Minho, Maria Celeste Cardoso, por um médico ter afixado, nas instalações, uma fotocópia com comentários jocosos a uma entrevista do ministro de Saúde, na qual este confessava que nunca tinha ido a um Serviço de Atendimento Permanente (SAP). Mário Soares criticou a actuação do Governo e Manuel Alegre achou a reacção «desproporcionada».

6. O novo Estatuto do Jornalista altera o artigo 11.º referente ao sigilo profissional e prevê que a Comissão da Carteira passe a fiscalizar e a sancionar os jornalistas por violações deontológicas. O diploma é contestado pelo Movimento Informação é Liberdade e pelo Sindicato dos Jornalistas que pretendem evitar a promulgação do diploma.

7. A presidente da Associação de Professores de Matemática, Rita Bastos, foi expulsa da Comissão de Acompanhamento do Plano Nacional da Matemática pelo director-geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular por ter criticado a Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues.

8. O governador civil de Braga, Fernando Moniz, pediu ao Ministério Público para investigar o que se passou na manifestação de Outubro do ano passado, em Guimarães, por ocasião de uma reunião do Conselho de Ministros. Segundo o Correio da Manhã, o relatório da PSP acusava alguns dos participantes de proferirem «palavras insultuosas» dirigidas ao primeiro-ministro, mas alguns dos arguidos alegam que nem sequer estavam presentes.

Nota: Posteriormente a esta publicação de onde fizemos extractos, segundo a TSF online de 17 de Agosto, «algumas alterações à biografia do primeiro-ministro português na enciclopédia online Wikipedia foram feitas a partir de computadores ligados ao Governo português». «O objectivo destas alterações, feitas pouco depois de terem sido noticiadas na imprensa dúvidas acerca da licenciatura de José Sócrates, terá sido o de retirar aspectos mais controversos e corrigir falsidades» e repor a verdade, o ponto de vista do Governo.
publicado por TC às 10:32
18
Ago
07
Pelo que foi apurado pelo blog Zero de Conduta e depois publicado pelo Público e pelo Diário de Notícias, o Centro de Gestão da Rede Informática do Governo (CEGER), da responsabilidade de José Luís Seruya, segundo o registo da Internet, assaltou o site da Wikipedia por várias vezes, e apagou ou modificou parte das inscrições sobre o Primeiro-Ministro e o Ministro Luís Amado. Os actos de pirataria foram denunciados.

Os comentários do post estão cheios de contradições, de areia, de convicções tomadas por realidades, de anónimos cobardes e ainda quem finja não ser anónimo, pior. A existências de alguns erros de que se aproveitam não desvirtua a realidade nem retira a responsabilidade de quem a tem, ainda que a desresponsabilização seja um vício do poder admitido pelos carneiros incultos, ignorantes e incivilizados.

Com efeito, segundo apurado e que os jornais não detalham nos seus site, o governo efectuou cinco assaltos de pirataria. O primeiro e o segundo, ambos em 2 de Abril de 2007; o terceiro e o quarto em 9 de Abril. Todos estes assaltos modificaram factos relatados sobre os acontecimentos em curso relativos ao caso Sócrates-UnI, ora apagando, ora acrescentando ou introduzindo pequenas modificações invertendo o sentido do texto original sobre Sócrates.

O quinto, em 2 de Julho, apagou uma parte sobre a vida do Ministro Luís Amado. Como este é único em si e dada a especificidade, não podem restar dúvidas quanto à intenção de ambos ao compará-lo ao caso análogo do Primeiro-Ministro.

Todos os actos de pirataria foram perpetrados a partir do mesmo endereço de Internet da CEGER.

A Wikipedia publicou uma comunicação sobre o primeiro acto, em Abril com um número da ligação da Internet pertencente ao CEGER escarrapachado no título. Segundo os últimos noticiários televisivos de 17-8-2007, foi anunciado que o serviço contactado julgara por bem ter apagado aquilo de que não gostava.

Não se trata de fantasias, mas de verdadeiros actos de maquinação terrorista onde a costumada intenção de mentir e enganar é posta a nu. Os actos, tal como foram cometidos, estão amplamente descritos nos procedimentos da Wikipedia como de vandalismo. Actos típicos dos políticos corruptos portugueses, a que estes, carneiros consentidores, estão acostumados, mas ninguém o está nem admite no mundo civilizado.

Após tentar silenciar a imprensa e os blogs nacionais ao belo modo das ditaduras tradicionais, o governo efectua ainda acções de pirataria internacional, crimes informáticos, violando todas as regras e éticas, mostrando a maneira vil como procede dum modo que mais claro seria impossível. Como o mais abjecto e vilão salteador, no intuito de controlas as informações internacionais tal como já procede ao nível nacional. Contudo ainda há quem defenda o regime e não reconheça que é pior que o do Estado Novo. Não é que outro não fosse detestável, mas este faz ainda pior e pela calada. Quem pode conhecer o anterior pode comparar, comparação só por si já abjecta.

Claro que no desenvolvimento deste caso aparecerão sabujos a declarar que a Wikipédia é do domínio público, o que lhes dava direito a acesso, mesmo violando todas as regras que sistemas ditatoriais desprezam por princípio. O caso deve estender-se para lá das fronteiras e de certo que os ditadores corruptos se mostrarão nacionalmente com impudor e arrojo, afrontosa e escandalosamente orgulhosos, prenhos da arrogância dos malvados.

Venham cá agora sabujos oligarcas e ditadores falar em democracia.

Nota aos blogs: Se o IP 193.47.185.124 os vem visitar não omitam a sua publicação, embora seja possível que o número mude num futuro próximo.
publicado por TC às 01:54
17
Ago
07
Cerca de cem activistas contra os OGM (Organismos Geneticamente Modificados) destruíram esta sexta-feira cerca de um hectare de milho transgénico cultivado numa herdade em Silves, enquanto o proprietário, em lágrimas, os tentava desmobilizar, escreve a Lusa.

João Menezes, 56 anos, agricultor e proprietário da Herdade da Lameira, disse à Lusa sentir «revolta» ao ver vandalizado o seu terreno de milho transgénico.

«É disto que os meus filhos e mulher vivem. É a única fonte de rendimento. Se ceifarem este milho, eu morro à fome. Alguém tem de pagar este prejuízo», disse o agricultor, garantindo que tudo está legal e que a sua propriedade foi vistoriada pelo Ministério da Agricultura.

O engenheiro técnico responsável pela cultura do milho, Luís Grifo, afirmou-se «repugnado» com a acção dos ambientalistas e garante que a seara foi vistoriada pela Direcção-Geral da Protecção das Culturas.

«Isto só se sabe que é milho transgénico que está aqui plantado porque foram cumpridas todas as regras de notificações e avisados os vizinhos», adiantou à Lusa Luís Grifo.

O engenheiro referiu que Portugal «produz milho apenas para três meses por ano», assegurando que no resto do ano, o milho é importado e 90 por cento é transgénico.

In Portugal Diário

Perante esta situação, acho que não é desta forma que se faz activismo, é certo que somos cada vez mais invadidos por produtos adulterados, e geneticamente modificados, mas o que me parece LAMENTÁVEL, é que se prive assim uma família do seu sustento. Esta Organização, depois deste acto, poderia até ter alguma razão, mas perdeu-a ao reagir e utilizar acções de VANDALISMO, para assim chamar a atenção da opinião pública para um problema importante ao qual não será dada nenhuma importância com estas acções. Chocou-me a maneira como actuaram, a quantos mais Portugueses terá chocado?

Entendo, numa breve análise, que por este andar, e depois de ameaças de novas "ceifadelas", se estes activistas, não estarão sim, a incentivar este tipo de culturas?
publicado por TC às 21:19
"São 5.30H da manhã, o despertador não pára de tocar e não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede. Estou acabada. Não quero ir trabalhar hoje. Quero ficar em casa, a cozinhar, a ouvir música, a cantar, etc. Se tivesse um cão levava-o a passear nos arredores. Tudo menos sair da cama, meter a primeira e ter de por o cérebro a funcionar.

Gostava de saber quem foi a bruxa imbecil, a matriz das feministas que teve a ideia de reivindicar os direitos da mulher e porque o fez connosco que nascemos depois dela?

Estava tudo tão bem no tempo das nossas avós, elas passavam o dia todo a bordar, a trocar receitas com as suas amigas, ensinando-se mutuamente segredos de condimentos, truques, remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas dos seus maridos, decorando a casa ,podando árvores, plantando flores, recolhendo legumes das hortas e educando os filhos. A vida era um grande curso de artesãos, medicinas alternativas e de cozinha. Depois ainda ficou melhor, tivemos os serviços, chegou o telefone, as telenovelas, a pílula, o centro comercial, o cartão de credito, a Internet!

Quantas horas de paz a sós e de realização pessoal nos trouxe a tecnologia!

Até que veio uma tipa, que pelos vistos não gostava do corpinho que tinha, para contaminar as outras rebeldes inconsequentes com ideias raras sobre vamos conquistar o nosso espaço" Que espaço?! Que caraças!

Se já tínhamos a casa inteira, o bairro era nosso, o mundo a nossos pés!!! Tínhamos o domínio completo dos nossos homens, eles dependiam de nós, para comer, vestirem-se e para parecerem bem à frente dos amigos e agora? Onde é que eles estão???

Nosso espaço???!!! Agora eles estão confundidos, não sabem que papel desempenham na sociedade, fogem de nós como o diabo da cruz. Essa piada... , acabou por encher-nos de deveres.

E o pior de tudo acabou lançando-nos no calabouço da solteirice crónica aguda!!!!

Antigamente os casamentos eram para sempre. Porquê? Digam me porquê, um sexo que tinha tudo do melhor que só necessitava de ser frágil e deixar-se guiar pela vida começou a competir com os machos? A quem ocorreu tal ideia?

Vejam o tamanhão dos bíceps deles e vejam o tamanho dos nossos! Estava muito claro que isso não ia terminar bem.

Não aguento mais ser obrigada ao ritual diário de ser magra como uma escova, mas com as mamas e o rabo rijos, para o qual tenho que me matar no ginásio, ou de juntar dinheiro para fazer uma mamoplastia, uma lipo, ou implantes nas nádegas... Alem de morrer de fome, pôr hidratantes, anti-rugas, padecer do complexo do radiador velho a beber água a toda a hora e acima de tudo ter armas para não cair vencida pela velhice, maquilhar-me impecavelmente cada manha desde a cara ao decote, ter o cabelo impecável e não me atrasar com as madeixas, que os cabelos brancos são pior que a lepra, escolher bem a roupa, os sapatos e os acessórios,não vá não estar apresentável para a reunião do trabalho.

E não só, mas também ter que decidir que perfume combina com o meu humor, ter de sair a correr para ficar engarrafada no transito e ter que resolver metade das coisas pelo telemóvel, correr o risco de ser assaltada ou de morrer numa investida de um autocarro ou de uma mota,instalar-me todo o dia em frente ao PC, trabalhar como uma escrava,moderna claro está, com um telefone ao ouvido a resolver problemas uns atrás dos outros, que ainda por cima não são os meus problemas!!! tudo para sair com os olhos vermelhos - pelo monitor, porque para chorar de amor não há tempo!

E olhem que tínhamos tudo resolvido, estamos a pagar o preço por estar sempre em forma, sem estrias, depiladas, sorridentes, perfumadas, unhas perfeitas, operadas, sem falar do currículo impecável, cheio de diplomas, de doutoramentos e especialidades, tornámo-nos super-mulheres mas continuamos a ganhar menos que eles e de todos os modos são eles que nos dão ordens!!!!

Que desastre!

Não seria muito melhor continuar a coser numa cadeira?? Basta!!!

Quero alguém que me abra a porta para que possa passar, que me puxe a cadeira quando me vou sentar, que mande flores, cartinhas com poesias,que me faça serenatas à janela!

Se nós já sabíamos que tínhamos um cérebro e que o podíamos utilizar para quê ter que demonstra-lo a eles??

Ai meu Deus, são 6.10H, e tenho que levantar-me da cama... Que fria está esta solitária e enorme cama! Ahhhh... Quero um maridinho que chegue do trabalho, que se sente ao sofá e me diga: Meu amor não me trazes
um whisky por favor? ou: O que há para jantar? Porque descobri que é muito melhor servir-lhe um jantar caseiro do que atragantar-me com uma sanduíche e uma Coca-Cola light enquanto termino o trabalho que trouxe para casa.

Pensais que estou a ironizar ou a exagerar? Não minhas queridas amigas, colegas inteligentes, realizadas liberais.... e idiotas! Estou a falar muito seriamente: Abdico do meu posto de mulher moderna.

" E digo mais: A maior prova da superioridade feminina era o facto de os homens esfalfarem-se a trabalhar para sustentar a nossa vida boa!"

Agora somos iguais a eles!

Ai ai!!!

Recebido por e-mail, por pessoa devidamente identificada
publicado por TC às 18:15
14
Ago
07
Foi no dia 14 de Agosto de 1385 que os Portugueses mostraram ao mundo que eram um povo guerreiro.
Mostraram ao mundo que podiam vencer as adversidades mesmo quando as probabilidades não lhes eram favoráveis.
Nesse dia fomos um povo guerreiro.

Em 14 de Agosto de 1975 nasceu mais um guerreiro português.
De seu nome Tiago.
Por ter nascido nesta data eu luto contra tudo o que acho injusto e apesar das probabilidades de sucesso serem reduzidas eu vou vencer!
Abraço
do vosso amigo

publicado por TC às 10:54
Na esperança de que estas palavras possam chegar a quem tenha poderes de agilizar o processo, trago aqui este apelo de um correspondente e amigo que está indignado com erros e obstáculos dos serviços públicos, neste caso a DGV ou entidade que a substitua.

Mudou de residência, pelo que teve que actualizar toda a sua documentação e de sua esposa. Com algumas peripécias pelo meio, lá foi conseguindo, só que a dada altura esbarrou com um monstro de nome “falecida??!!” DGV.

Em 14 de Maio, há precisamente três meses, 92 dias, foi-lhe passada uma guia provisória para substituir a carta de condução, que ficou no serviço para substituição por outra com a morada actual. Em 11 do corrente, foi a uma Loja do Cidadão, á tal DGV que já não é mas que também não sabem muito bem a que Ilha pertencem, e ficou espantado porque se limitaram a renovar a guia até 11/12/2007.

O seu problema é que pretende dar um passeio a Espanha e França de carro e foi informado que não poderá conduzir porque, lá, a guia que tem não é considerada como substituta da carta e, se for apanhado pelas policias deste países ficará numa situação demasiado desconfortável.

Apesar desta situação desagradável, reconhece que a funcionária que o atendeu foi muito simpática e aconselhou-o a ir ao ACP onde, perante a guia e o respectivo pagamento, lhe emitiriam uma Carta Internacional.

Considerando-se «um cidadão que até paga tudo o que tem que pagar», manifesta a sua grande indignação pela demora devida a inépcia (incompetência) de algumas pessoas, sentindo «que se se tratasse de eles cobrarem alguma multa de trânsito ela já cá cantaria».
Lembrando-se do tal tão propagandeado «simplex» ele pergunta «mas afinal que raio de país é este?». Teve que se deslocar propositadamente a Setúbal, ida e volta 250 Km ,e agora terá que ir a Lisboa, pagar mais para conseguir algo que já pagou ao Estado. E tudo isto, devido a um serviço que não funciona devidamente.
publicado por TC às 08:04
07
Ago
07
Na competição interna de um partido da oposição, um dos candidatos alega ser o melhor para liderar o partido por ter uma estratégia eficiente para fazer a vida dura ao governo.

Na minha qualidade de cidadão apartidário com acentuada ignorância e desmedida inocência utópica, mas muito interessado com o que se passa no País, fico chocado que um líder de um partido, com vocação e intenção de ser governo, faça esta interpretação politiqueira do papel da oposição. Esperava e desejava que os políticos, pelo menos nos discursos públicos, mostrassem colocar em primeiro lugar o objectivo de melhorar os destinos dos portugueses e, portanto, colaborar na governação em todas as suas medias positivas e alertando e criticando o governo em tudo o que seja menos consentâneo com o desenvolvimento sócio-económico do País. Essa, e não a obstrução sistemática, indiscriminada e obsessiva, seria a melhor e mais patriótica actuação da oposição.

Perguntarão como é que esse procedimento se coadunaria com a corrida à alternância democrática, nas eleições periódicas. A resposta pode ser que, certamente, não deixariam de publicitar as suas ideias, propostas e sugestões para a melhor resolução dos problemas fundamentais, evidenciando a sua capacidade como alternativa de governo. E, quanto a propostas e sugestões não aceites que o futuro viesse mostrar serem correctas, poderiam mais tarde dar a conhecer ao País que eles têm soluções melhores e mais pragmáticas que o governo para desenvolver o País e criar mais adequadas condições de vida para os cidadãos.

Desta forma, os partidos seriam mais úteis ao País e granjeariam o apoio esclarecido dos eleitores sem se baixarem ao abuso de fofoquices, tricas partidárias e falsas promessas.

Porém, uma coisa são os ideias de um cidadão interessado pelo futuro do País, e outra coisa são as volubilidades, infantilidades, ambições desmedidas e incompetências dos políticos.
publicado por TC às 07:43
06
Ago
07
Denuncia-se um acontecimento constatado na segunda-feira 6-8-2007, entre cerca das 18h30 e cerca das 20h00.

Em Lisboa, junto à Universidade Católica, a Rua Azevedo Neves liga a Rua das Laranjeiras à Av. dos Combatentes e pode ser considerada como um prolongamento geográfico da Rua das Laranjeiras, apenas com mudança de nomenclatura. Esta Rua Azevedo Neves é praticamente apenas constituída por uma ponte sobre o Eixo Norte-Sul, entre a Universidade Católica e o Hotel Marriott. Em toda esta rua, antes da ponte, na ponte e depois dela, durante pelo menos todo tempo referido, estiveram estacionados 13 autocarros enormes, os quais cobriram por completo toda a faixa de rodagem no sentido Sudoeste-Nordeste, causando enormes distúrbios na circulação, como facilmente se depreende.

Para «regular» o trânsito foram destacados vários agentes da PSP.

Tratava-se duma obstrução planeada. Ou seja, na circunstância em causa, o fornecimento de transporte. Era duma dupla infracção grave do Código da Estrada: a obstrução duma via de circulação e a paragem ou estacionamento sobre uma ponte. Contrariamente ao que nos querem impor, nem a polícia nem qualquer entidade tem o direito de obstruir qualquer via de circulação ou de infringir o Código da Estrada, salvo por questão de salvamento, socorro, emergência ou outra urgência da mesma ordem. Um qualquer planeamento é uma agravação da infracção.

Porque é que em Portugal tudo se passa ao contrário do que acontece em países democráticos? Só pode ser por não ser uma democracia. Porque é que quando se trata de adaptar qualquer organização que funcione bem em países avançados e democráticos, políticos altamente malandros e corruptos nos respondem invariavelmente que para Portugal não dá? Só pode ser porque Portugal não é uma democracia nem eles querem que seja. Vejam-se as respostas sistemáticas do Cag~o Feliz, aquele que não acabou completamente com a Segurança Social (pior que estes alarves fizeram) apenas por ter ido para a rua e não ter tido tempo para o fazer. Note-se que «do mal o menos» também não é opção acertada.

Muito menos se pode compreender tal desrespeito aos cidadãos e abuso inqualificável quando se trata de transporte de pessoas (mal) organizado. Em último caso, os autocarros poderiam estar estacionados no parque existente para esse efeito em frente à entrada do Jardim Zoológico, bastante perto, e serem chamados por rádio conforma fossem sendo necessários.

Ao que se consta, qualquer atrasado mental poderia ter tomado esta solução entre outras viáveis. Pelo que o responsável que autorizou o acontecimento deverá ter um QI ainda inferior.

O que se pretende denunciar não é, porém a mentalidade extremamente atrasada do responsável – sobejamente conhecida por parte de quem ocupa lugares de (ir)responsabilidade pública – mas a corrupção que só pode ter envolvido tal acontecimento. Com efeito, que houve corrupção é indubitável, seja de que modo se tomar. Se o responsável pelo consentimento recebeu dinheiro para autorizar, é corrupção. Se em lugar disso se limitou a emitir a autorização, é corrupção por abuso de autoridade, por tomar uma decisão para a qual ninguém tem direito. Note-se que nos casos das excepções acima nomeadas, uma autorização torna-se desnecessária, pois que urgências não são previsíveis.

Estamos pois em face de mais um caso de abuso, de estupidez, de arrogância de quem deveria fazer respeitar as leis, mas que as infringe descarada e arrogantemente, que se tornam assim interpretáveis e maleáveis ao grado de quem as aplicar. Impunidade garantida. Casos deste género são tão comuns que definem a organização abandalhada, atrasada e a inexistência de democracia. Só tolos que forem atrás de qualquer publicidade podem acreditar que Portugal possa ser uma democracia, pois que tudo sem excepção nos garante o contrário, desde a corrupção no desrespeito da vontade do povo nas eleições, escolhendo os partidos quem querem, à aplicação da justiça por uma outra oligarquia onde não faltam juízes que tentam esconder a inaptidão e a mândria com acessos de arrogância.

Como sempre, ninguém tem o direito de se queixar, pois que tudo os carneiros admitem.


Marketing vergonhoso, nojento e macabro, explorando a morte dum acidentado – só mesmo de político.
Um caso recente da vigarice publicitária do governo, dias antes do supracitado, foi a publicidade sobre a excelente actuação do governo quando um avião-tanque caiu e o piloto. O ministro da administração interne dirigiu-se ao local. Quando ouvimos a reportagem ele só falava do que o seu governo tinha feito de bem contra os incêndios. Após lhe ter sido chamada a tenção pelos repórteres, por duas vezes, lá se decidiu a falar pelo que justificava a despesa da sua deslocação àquele local: a morte do piloto. Afinal, estava a usar o dinheiro gasto para uma auto-publicidade estupidamente despropositada. O que também não se compreende é como na montagem os jornaleiros não apagaram aquele lixo poluidor.

Veja a adaptação dum outro post em diapositivos, sobre porque os portugueses se suicidam na estrada.
publicado por TC às 22:48
04
Ago
07
Há dias, no Porto, o professor Cândido Agra, presidente da Sociedade Portuguesa de Criminologia enunciou os seguintes três sintomas da síndrome da "portuguesidade": medo, fuga e angústia. O medo (1) é devido a vários factores de que se destaca: falta de confiança nas instituições da Justiça, nomeadamente, a Polícia; a educação, "quanto menos informadas as pessoas estão, mais medo têm"; a influência importante da televisão; e a herança histórica.

Tendo este panorama como pano de fundo, deparamo-nos com espertalhões que exploram a situação de forma chocante e impune. Há uma injustiça social gritante que as pessoas, devido ao tal medo atávico, parecem ter receio de denunciar e até comentar. Veio a público há poucos dias que a média dos salários mais altos é 11 (onze) vezes os mais baixos. Se a média é esta, haverá, certamente, picos que passarão das 20 vezes. E, o que é ainda mais grave, ninguém procura tornar estas disparidades menos escandalosas. Na realidade, uma família tem gastos independentes do grau de riqueza e outros que são ostentação de luxo da «elite». Ora para estes luxos, seriam suficientes, para marcar a diferença de competência e de responsabilidade profissional, salários máximos de cinco ou seis vezes os mais baixos. Em casos muito excepcionais, poderão ser um pouco mais.

Mas a exploração tem outros aspectos gritantes. Não vou entrar em pormenores, deixo os links para os interessados poderem colher mais informação e limito-me a simples referências. O poder de compra está muito reduzido, não se fala de poupanças, as prestações da casa e outras estão a deixar muitas famílias em situação de falência; e as próprias dívidas (2) ao fisco cresceram muitas vezes face ao ano anterior

Em contraste com as péssimas condições que têm sido impostas ao povo, através de más políticas sócio-económicas e da focalização nos benefícios do grande capital, os lucros dos bancos privados (3) subiram 23%, os bancos (4) lucram 6,3 milhões por dia, os lucros da própria CGD (5) sobem para 490 milhões, e os seguros registam o melhor resultado (6) de sempre.

Com estes títulos nos jornais, mesmo os cidadãos menos atentos, que enfrentam um contínuo, persistente e cada vez mais doloroso apertar do cinto, sentem dentro de si os três sintomas enunciados pelo professor Cândido Agra e outros que podem inesperadamente explodir numa qualquer manifestação colectiva de que poderão sair efeitos traumatizantes. Não quer dizer que essas manifestações não sejam estimulantes para uma vida futura melhor e mais justa.
publicado por TC às 19:22
01
Ago
07
A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, afirmou perante os deputados que "houve uma conduta violadora do dever de correcção de linguagem, o que é perturbador do funcionamento dos serviços." Fernando Charrua fez um comentário sobre o primeiro-ministro nas instalações da Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), onde estava requisitado, e que a DREN considerou insultuoso. E, segundo ela, "depois de ter havido um insulto, era necessário ter havido um processo".

Apesar desta clareza sobre a falta cometida, a ministra decidiu arquivar o processo contra o professor Charrua, justificando-se aos deputados que assim procedeu por se ter verificado a existência na sociedade portuguesa de "dúvidas" sobre se este configuraria um processo por delito de opinião. Afirmou que "se prescindiu da aplicação de uma sanção de forma bastante generosa", frisando que "não podem existir dúvidas na sociedade sobre o facto de que os processos disciplinares na Função Pública não podem servir como meio de educação dos funcionários em relação a expressões menos correctas".

Merece ser meditada esta justificação da governante, que nos ajuda a compreender muito do que tem acontecido no País, por insegurança dos governantes, ausência de informação suficiente sobre as situações em que devem decidir, falta de uma directriz claramente definida e de objectivos realistas e coerentes entre si e o receio de desagradar a correntes de opinião, nem sempre orientadas pelo verdadeiro interesse nacional. Este receio não é de agora, infelizmente. Fez-se o túnel de Belas na CREL, para salvar pegadas de dinossauro que não estão visitáveis e há dúvidas sobre o seu estado actual, comprou-se a pedreira do galinha para evitar a destruição de pegadas de dinossauro, que neste momento já não devem ser visíveis devido ao efeito do tempo, parou-se barragem de Foz Côa para preservar gravuras neolíticas que o podiam ser de outra forma sem evitar a construção da barragem, a barragem do Alqueva foi atrasada com elevação de custos para não contrariar opiniões que acabaram por contemporizar, o mesmo aconteceu com a auto-estrada para o Algarve. Mais recentemente, foram decididos fechos de escolas, de maternidades, de centros de saúde, de urgências, e posteriormente, devido a pressão popular, algumas das decisões recuaram.

O recuo é um sinal de fraqueza na preparação da decisão inicial. Caso extremamente chocante é o do apoio, quase convite ou incentivo ao aborto voluntário, ao mesmo tempo que estão a ser dados subsídios para aumentar a natalidade, a fim de fazer face ao envelhecimento da população, como se refere no post «A IVG como modo de vida». Estas contradições evidenciam não haver objectivos bem definidos a orientar a governação. Os fracos de espírito não sabem o que querem e vão para onde os empurram, neste caso, ao sabor de pressões populares. Não se pode gastar recursos em sentidos opostos, porque, como diz a Dinâmica que se aprende na Física, duas forças iguais de sentido contrário anulam-se.
publicado por TC às 18:48
Era suposto eu estar a apanhar a brisa marítima mas eis que levo com isto e não me consegui conter com tanta "Filha da Putice" junta como diz um dos maiores corruptos deste país:

«A "Operação Furacão", que desde Outubro de 2005 investiga crimes de fraude fiscal, falsificação de documentos e branqueamento de capitais, envolvendo quatro bancos, várias sociedades financeiras, escritórios de advogados e empresas de construção civil, com mais de 120 arguidos já constituído e cerca de 200 buscas, pode terminar em arquivamento, sem qualquer procedimento criminal contra os prevaricadores. É o próprio Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP),onde corre a operação que, em comunicado ontem emitido, admite a possibilidade de não levar a julgamento as mais de 120 pessoas indiciadas. Basta, para isso, que devolvam ao fisco o dinheiro envolvido nas fraudes tributárias.»

[Diário de Notícias]

São Todos pessoas de bem, só ficaram com os milhões que ficaram, porque pensaram que ninguém ia notar, ou então porque tinham a certeza que se descobrissem, os "Lobbies" e os "Chulos" que estão bem infiltrados no governo iam tratar do assunto como agora se está a verificar.

Quando se mexe com os GRANDES filhos da p....., o furação passa a brisa.....

MAS A MIM NINGUÉM ME CALA!!!
publicado por TC às 11:56

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