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O Jardim da Celeste

...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

O Jardim da Celeste

30
Out07

Noé em Portugal

TC
Um dia, o Senhor chamou Noé que morava em Portugal e disse-lhe:
Dentro de 6 meses, farei chover ininterruptamente durante 40 dias e 40 noites, até que todo o Portugal esteja coberto pelas águas. Os maus serão destruídos, mas quero salvar os justos e um casal de cada espécie animal. Vai e constrói uma arca de madeira.
Chegada a altura, os trovões deram o aviso e os relâmpagos cruzaram o céu. Noé chorava, ajoelhado no quintal da sua casa, quando ouviu a voz do Senhor soar furiosa, entre as nuvens:
- Noé, onde está a arca?

- Perdoe-me, Senhor, suplicou o homem!
- Fiz o que pude, mas encontrei dificuldades imensas:
- Primeiro tentei obter uma licença da Câmara Municipal, mas, além das taxas elevadas para obter o alvará, pediram-me uma contribuição para a campanha do Partido, para a reeleição do presidente.
- Precisando de dinheiro, fui aos bancos mas não consegui empréstimo, mesmo aceitando aquelas taxas de juros...
- Os Bombeiros exigiram um sistema de prevenção de incêndio, mas consegui contornar a situação, subornando um funcionário.
- Começaram então os problemas com o Instituto Florestal para a extracção da madeira.
- Eu disse que eram ordens Suas, mas eles só queriam saber se eu tinha o “Projecto de Reflorestamento” e um tal “Plano Sectorial”.
- Neste meio tempo, a Protecção dos Animais descobriu alguns casais de animais guardados no meu quintal. Disseram-me que eram espécies protegidas! Além de pesada multa, fui colocado em prisão preventiva pela posse dos animais. Valeu-me a pulseira electrónica!
- Quando comecei a obra, apareceu a Inspecção do Trabalho. Multou-me porque eu não tinha um engenheiro naval responsável pela construção.
- Fui à Universidade Independente e comprei um diploma de engenheiro
- Fecharam a Universidade e tive de pôr o diploma no papelão!
Veio o Sindicato e exigiu contrato de funcionário público para os carpinteiros.
- Em seguida vieram as Finanças! disseram-me que a arca era
um “sinal exterior de riqueza“ e agravaram-me o IRS. Não tive dinheiro para pagar e
colocaram-me a arca sob penhora.
- Finalmente, quando a Secretaria de Estado do Ambiente pediu o “Relatório de Impacto Ambiental“ sobre a zona a ser inundada, juntei-lhe o mapa de Portugal. Enviaram-no para o INAG que só vai apreciar o assunto depois de resolver o problema da Costa da Caparica!
Noé terminou o relato a chorar.
Senhor! Que hei-de eu fazer mais?
Notou então que o céu clareava e perguntou:
- Senhor, sempre vais destruir Portugal?
- Não! - Respondeu a Voz entre as nuvens - Já vi que cheguei tarde! O Sócrates chegou primeiro!

NOTA: Recebi este texto por e-mail em formato pps. Achei interessante a coincidência com os títulos que aparecem hoje nos jornais a dizer que Administração Pública tem de ser mais rápida e eficaz, que há funcionários a mais, que existe burocracia em demasia tolhendo as iniciativas dos cidadãos em vez de os apoiar e incentivar, etc. É frequente apercebermo-nos que os funcionários públicos esquecem que a sua missão é servir o povo e, pelo contrário, o consideram como inimigo a torpedear a cada momento com o máximo sadismo possível.
Pobre Noé; se estivesse em Portugal, não conseguiria salvar a espécie humana. A razão: perdeu-se a noção da finalidade da administração pública, da máquina administrativa do Estado. Nada está organizado com clareza, simplicidade, tarefas bem definidas por forma a responsabilizar os servidores, seriedade e repulsa pela corrupção. É indispensável uma verdadeira reforma administrativa para os cidadãos serem bem servidos e apoiados, mas que não fique no tinteiro...

29
Out07

AJUDA

TC

"A associação "Abraço" recebeu 30 meninos com HIV. Estamos a necessitar de

roupa para rapariga de qualquer idade e para rapaz dos 6 aos 14 anos para

este projecto (trinta crianças a cargo).

Se quiserem colaborar por favor contactem:

Maria José Magalhães Telef.: 217997500 - (Associação "Abraço") / 223756655

- (VILA NOVA DE GAIA) / 800225115 (LINHA AZUL).

Se não puderem ajudar pelo menos passem a mensagem para os vossos

contactos, por favor, não custa nada e pode estar a fazer a diferença.

OBRIGADO!"

29
Out07

Mais uma golpada.... Assembleia da República

TC
Assembleia da República
Foi agora notícia a aprovação na Assembleia da República de uma nova versão do estatuto dos deputados em que foi introduzida a novidade de cada deputado passar a dispor de "assistente individual".
Importa recordar, para que não se pense que os senhores deputados andam por lá a tirar as fotocópias de que precisem ou a meter no correio as cartas que decidam enviar, que os deputados têm à sua disposição, para aquilo que precisarem, o secretariado dos seus grupos parlamentares, com os respectivos assessores e técnicos, e que podem também recorrer aosserviçosde apoio técnico da assembleia, constituídos por funcionários do quadro da Assembleia da República.
Muita gente, e bem paga.
A inovação do " assistente individual ", que acrescerá a tudo isso, representa portanto o abrir de uma porta para resolver os problemas de desemprego de uma multidão de jovens apaniguados e parentes que se acotovelam nas sedes partidárias e andam insistentemente a moer a cabeça aos venerandos parlamentares. É a questão do desemprego das segundas e terceiras filas da classe política, um dos dados mais relevantes para entender certos projectos que ciclicamente surgem na ribalta.
O que é assustador é antever as possíveis consequências da medida. Lembramos que para além de honorários e prebendas próprias do exercício docargo esses " assistentes individuais" entram logo para o quadro da função pública. O que vale por dizer que é previsível a cobiça que tal cargo vai despertar, e a alta rotatividade que o irá caracterizar (são 230 decadavez...).
Vai funcionar em bola de neve... em poucos anos entrarão mais uns milhares de funcionários públicos, para um quadro que se dizia congelado, e em época de contenção e austeridade.
O que é difícil é calcular os milhões que esse processo irá custar (para além do escândalo que será observar as identidades dos privilegiados com essa entrada, num tempo em que para os outros as portas estão todas fechadas).
Vai parecer um arrastão...
28
Out07

Quase 400 Alentejanas deram à luz em Badajoz

TC

«São 362 partos no espaço de cerca de um ano e quatro meses, o que está dentro do que eram as expectativas. Até está um pouco abaixo das previsões, que eram mais um parto por dia no hospital», disse Marcelino Borrallo Moreno.

O director médico do Hospital Materno Infantil de Badajoz falava à Lusa na cidade espanhola de Badajoz, à margem do curso Saúde sem Fronteiras, que termina hoje.

O curso, que começou quinta-feira, esteve integrado no encontro Ágora - O Debate Peninsular e abordou vários temas relacionados com a cooperação transfronteiriça na área sanitária entre Espanha e Portugal.

A região portuguesa do Alentejo e a Extremadura espanhola são duas das regiões dos dois países que têm desenvolvido, desde 2002, um conjunto de projectos comuns em termos de saúde.

A assistência às grávidas de Elvas e Campo Maior no Materno Infantil de Badajoz, depois da sala de partos do Hospital de Elvas ter encerrado, em Junho do ano passado, é uma dessas parcerias.

De acordo com Marcelino Borrallo Moreno, dos 362 partos, 198 aconteceram já este ano e os restantes 164 verificaram-se em 2006.

28
Out07

SIS, E AS ESCUTAS...

TC

O ministro da Justiça, Alberto Costa, defendeu hoje a possibilidade de os Serviços de Informações fazerem escutas telefónicas para «garantir a segurança nacional», em casos como para prevenir atentados terroristas.

«Se é possível interceptar comunicações para investigar crimes já ocorridos, será também de contemplar a mesma possibilidade para garantir a segurança nacional, por exemplo, para prevenir um atentado terrorista», afirmou Alberto Costa, em entrevista ao semanário Sol.

In: Portugal Diário

Resta-nos saber, a nós, cidadãos comuns, quem controlará essas escutas, quem controlará o SIS, quem controlará os abusos, que de uma forma ou outra, acabarão por surgir? Mas o pior ainda está para vir, pois sobre o mesmo ideal, que era em defesa do estado a PIDE/DGS, tinha livre arbítrio para decidir quem prender, quem torturar, quem manchar o nome, enfim, tinha a faca e o queijo, com a conivência claro está do estadista, esse iluminado que deixou Portugal atrasado em mais de quarenta e tal anos. Não posso, deixar de me manifestar contra aquilo a que sob o pretexto de que Portugal estará sob ameaça Terrorista, o SIS, ou outro organismo qualquer, a vigiar o que dizemos ou sequer pensámos.

Ou será, que também houve um combinado atentado ao solo Português aquando da visita de Sócrates aos EUA?

São questões pertinentes a que eu estou atento, mas quero também dizer que não embarco em euforias histéricas de que agora somos todos vigiados, apenas sigo os factos, como o caso do blogue "Do Portugal Profundo", o caso "Charrua", etc. Acho que é estranho, e são estranhas as declarações do Ministro da Justiça, apenas e só.

27
Out07

A vergonha continua na Casa Pia

TC
"A justificação da pedofilia
Grande Pedro Namora! Porque é nas alturas críticas, nos momentos de pressão, ameaça e perseguição, como esta de agora em que foi lançada uma campanha orquestrada contra a dra. Catalina Pestana, que importa defender a verdade e reclamar a justiça.

A denúncia do herói Pedro Namora ao CM de hoje, 27-10-2007, de que "pessoas importantes deste País continuam a ir buscar crianças para jantar" e de que na Casa Pia "há crianças que continuam a ser procuradas e a ser abusadas" (reafirmada na entrevista ao Jornal das ... Sete da SIC-Notícias de 27-10-2007, onde confirmou o que escreveu no seu blogue sobre a política actual de permissividade face à pedofilia, na sua prevenção, repressão e punição, nomeadamente na inclusão dos abusos sexuais de crianças na figura do crime continuado) que se segue à 2.ª parte da entrevista ao Sol da ex-provedora Catalina Pestana de 13-10-2007, tem de merecer para as autoridades públicas a mesma indignação e prioridade que o povo atribui.A prioridade da investigação, repressão e punição da pedofilia não deve ter mesma prioridade da corrupção do futebol, nem a prioridade da fraude fiscal do Furacão: tem de ter uma prioridade muito maior, tendo em conta o alarme social que provoca. Todavia, contra o sentimento de profunda indignação do povo, vemos as prioridades invertidas, pois segundo o CM de hoje, 27-10-2007, relativamente às novas denúncias de pedofilia, a Procuradoria-Geral da República informa que... "não foi constituída, até agora, nenhuma equipa especial por tal não se justificar"!!!...

Sem controlo sobre o exercício das funções públicas pelos seus representantes, resta ao povo a denúncia pública dos factos e a manifestação da indignação pelos abusos continuados, perante a imunidade e impunidade do salvo-conduto político de cúmplices, amigos e medrosos. E, apesar das ameaças de morte e da perseguição oficial e oficiosa, manter a chama viva da protecção das crianças portuguesas e da luta contra a rede pedófila de controlo do Estado - que não controla tudo nem sempre, mas influencia o Estado, entendido numa perspectiva alargada, incluindo também os media e outras instituições de poder, para garantir uma quase-completa imunidade e impunidade para este crime de horror quando praticado por pessoas de poder."
Este post foi copiado do Portugal Profundo. Abraço Balbino
22
Out07

PJ PERDE 84 INSPECTORES NUM ANO...

TC

Falta de elementos levou a quebras significativas de operacionalidade em vários departamentos. Criminalidade não diminuiu, mas há menos detenções, buscas e prisões preventivas. Directoria de Lisboa é a mais afectada. Ministro anunciou contratação de operacionais em 2009, mas ainda não serão suficientes

A Polícia Judiciária perdeu 84 inspectores no espaço de um ano, revela a edição desta segunda-feira do DN. Segundo o jornal, estes números revelam uma quebra de 7,6 por cento, comparando com igual período de 2006 e revelou quebras significativas de operacionalidade em vários departamentos.

O DN avança que a perda de eficiência se destaca sobretudo, na Directoria de Lisboa, onde diminuíram as detenções (32 por cento), as buscas (13 por cento) e as prisões preventivas, mas não diminui a criminalidade.

Os sectores em que se regista uma maior perda de inspectores (10 por cento) são a Direcção Central Investigação e Combate ao Crime Económico e Financeiro (DCICCEF) e a Direcção Central de Combate ao Banditismo (DCCB), o mesmo acontecendo em Aveiro e Braga (14 por cento), Porto (8 por cento) Faro (7 por cento) e Lisboa (7 por cento). Desde fins dos anos 90, a PJ perdeu 240 elementos de investigação criminal e recentemente o Ministro da Justiça anunciou a contratação de 150 operacionais em 2009. O que significa que, ainda assim, o défice vai manter-se.

No combate ao crime económico-financeiro, embora o departamento tenha perdido 10 por cento dos investigadores, as buscas aumentaram quase 80 por cento, comparando-se ambos os semestres, verificando-se um crescimento ainda maior no número de intercepções telefónicas (52-130). O número de arguidos também cresceu significativamente, tal como as vigilâncias. Em contrapartida, baixaram as detenções (13 por cento) e as prisões preventivas.

A minha análise:

Porque será, que isto acontece numa polícia deste calibre, que deveria ser o garante da democracia, e trabalhar em prol desta? Está-se mesmo a ver a quem interessa este deficit de elementos, os números acima não enganam, o sector de criminalidade mais beneficiado com a falta de uma PJ apetrechada, são o “CRIME ORGANIZADO” ou o de “COLARINHO BRANCO”. Pois, é a par de outras medidas, ainda que algumas encapotadas, é que se nota a vontade política destes canalhas que nos têm governado, como por exemplo:

- A falta de combustível, ou a forma de o obter, reinam na PJ.

- A falta de um parque automóvel capaz, de armamento eficaz, e meios técnico-científicos de vanguarda, face ao grau de criminalidade complexo cada vez mais crescente.

- E para mim, o mais importante de todos, o DESCRÉDITO, em que a instituição tem caído, aos olhos da Comunicação Social, por culpa deste nosso PR, e PM, incapazes de bater o pé, a meia dúzia de “HOOLIGANS”, que apareceram em Portugal, armados em “DAMAS DE FERRO”, e em bons “PURITANOS”, arrastando na lama o bom nome da PJ, e de PORTUGAL. Aos Ingleses, esses arrogantes prepotentes, lhes digo uma só coisa, BAIXEM A BOLINHA, POIS O GUARDA-REDES É ANÃO, E SE, SE SENTIREM INCOMODADOS, RUA!!!!

VIVA A PJ, VIVA PORTUGAL!!! CÁ MANDÁ-MOS NÓS…(Se o Sócrates, e o Aníbal não dizem nada… digo eu!)

A MIM NINGUÉM ME CALA!!!

OBS: Eu retirei esta notícia do Portugal Diário, mas o incómodo é tanto, que algumas horas depois já não consta nada nesse site. Mas podem vê-la aqui no Diário Digital
22
Out07

Escutas para quê? Chantagem?!

TC
Um Portugal desconhecido e muito atento

Ferreira Fernandes

O PGR Pinto Monteiro disse ao Sol suspeitar que ele próprio era alvo de escutas ilegais: "Como vou lidar com isso? Não sei. Como vou controlar isso? Não sei."

Pinto Monteiro, é a autoridade maior da investigação em Portugal... Estamos, pois, em plena guerra. Falo da "Guerra" de Solnado. "- Sargento, fiz um prisioneiro! - Onde é que ele está? - Não quis vir..."

Ainda sobre elas, as escutas, relembro a recente entrevista ao JN de Amália Morgado, que foi juíza no Tribunal Criminal do Porto durante 11 anos. Quando a PJ lhe apresentava números para escutar A ou B (os juízes têm de validar), ela confirmava se os telefones eram mesmo deles e "não poucas vezes", garante, não pertenciam à pessoa indicada. É simples curiosidade que leva a estas malandrices? Claro que não. Fazer escutas ilegais comporta esforço e riscos. Logo, quem o faz tem de ganhar com isso. Logo, existe uma indústria de chantagem. Não se sabia? Pois, a chantagem é um negócio discreto.

Sobre este assunto pode ler-se também:

Advogados exigem explicações do Governo sobre Pinto Monteiro

O telemóvel do procurador
20
Out07

Excesso de assessores e má gestão não resultam bem

TC
É do conhecimento geral que as autarquias se debatem com dificuldades de vária ordem, sendo muitas de difícil solução devido à interacção de factores diversos. Um dos problemas resulta do excesso de pessoal político.

Como aqui foi referido, por várias vezes, os organismos do Estado têm sido transformados em centros de emprego, vocacionados para os jovens menos dotados e que se distinguem pela sua «devoção» ao partido como forma de sobrevivência. Como afirmou, há cerca de um ano, uma vereadora da Câmara Municipal de Lisboa, a propósito do excesso de assessores no município, estes são nomeados com base na confiança política e não na competência técnica. Conscientes desse favor que o político amigo lhes faz, procuram não lhe desagradar, para não perderem o chorudo salário (actualmente são 4.000 € mensais) e para garantirem uma candidatura nas próximas eleições legislativas ou autárquicas e, assim, prosseguirem na «carreira» política.

Esta situação de excesso de parasitas que nada de útil produzem e da necessidade de encomendar estudos fora a amigos políticos, condicionados à partida com o objectivo que é marcado, criam custos elevadíssimos, levando à realidade surgida com frequência nos jornais com títulos como este «Câmaras atoladas em dívidas».

Porquê tantas dificuldades e tantas dívidas? Só pode, em termos gerais, ser atribuída a falta de boa gestão dos assuntos das autarquias, porque os assessores não se limitam à quantidade necessária e não possuem competência e experiência técnica que lhes permita serem úteis, assessorando correctamente os decisores. Estudos que deviam ser feitos por eles, têm de ser encomendados, também a amigos correlegionários. Para obter tal competência, as Câmaras, tal como todos os outros sectores públicos, devem renunciar ao apadrinhamento dos «boys» e «girls» da família oligárquica, deixar de ser centro de emprego de amigos e começar já obter pessoal através de concursos públicos devidamente preparados e bem conduzidos, sem favores nem corrupção.

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