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O Jardim da Celeste

...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

O Jardim da Celeste

30
Jun10

O Garrafão das Scut

TC




Imagem do Kaos

Pronto, acabou a praga das vuvuzelas, e acabou demasiado tarde, para o meu gosto.
Agora, é altura de cair na real, e a real é impiedosa.

Vou começar por vos mentir e escrever um pouco à Hans Christian Andersen, para que fiquem embalados, e depois apanhem ainda com mais força com tudo aquilo que vos vou despejar em cima.

Portanto, era uma vez um país decadente, governado por uma "Princesa" esquizofrénica e com tiques paranóides, que vivia isolada numa Torre do Héron Castilho, e tinha uma mãe muito boazinha, Jeová, que todos os dias lhe dizia que o Fim do Mundo era uma coisa "natural", portanto, podia continuar em frente, porque todo o desenrolar já vinha previsto nos números atrasados da "Sentinela". Essa "Princesa" era muito infeliz, porque vivia cercada de fadas que lhe faziam conspirações negras, quando o coração dela era puro e sucateiro, e tinha uma abóbora no duodeno, que se transformava em impostos, sempre que soavam as doze badaladas da meia noite. A "Princesa" sofria muito, porque não havia macho que a satisfizesse, e ela vingava-se nos seus súbditos, que, entretanto, já estavam tão fartos de golpes baixos, de vilania e de mentira que achavam todos que a "Princesa" se tinha de ir embora, e ser substituída por qualquer coisa, nem que fosse a Maya, em dia de profecias.

E aqui acaba o conto de fadas, e começa a História recente, que assim reza: o primeiro grande corrupto em grande escala que governou Portugal depois do 25 de Abril (excluo Soares, porque era de meios mais limitados) chamava-se Aníbal Cavaco Silva, e fez desaparecer, durante dez anos de Vergonha Absoluta, aquilo que a Europa para cá mandava, com o nome de "Fundos Estruturais", o que, se me não falham os conhecimentos etimológicos, eram dinheiros infraestruturais, para criar os alicerces sobre os quais se deveria erguer o novo Portugal, membro da abastada família europeia.

Cavaco, como todos os mentores da Corrupção, não roubava, fechava os olhos aos roubos, que eram tutelados por criminosos de lesa-pátria cujos nomes, entre muitos, aqui relembro: Torres Couto, Mira Amaral, Ferreira do Amaral, Miguel Cadilhe, Fernando Catroga, João de Deus Pinheiro, Dias Loureiro, Oliveira e Costa, e, só para pôr mais um, o pior de todos, Cardoso e Cunha.

Passados 10 anos, Portugal tinha destruído a sua infraestrutura ferroviária, tinha vendido os Têxteis, a Agricultura, a Metalúrgia, as Pescas, e tinha-se tornado num importador puro, ao nível das audácias do Sr. D. João V, só que este João não era João, era Aníbal, e era plebeu, e plebeu da plebe mesmo plebe, e natural de Boliqueime.

O sr. Aníbal, caso tenham esquecido, acabou num dia em que os Portugueses, povo com matriz de Toureiro, o resolveu tourear, a sério, no Garrafão da Ponte, acho que por causa de 25 tostões (!), se me não falha a memória...

Cavaco, um cobarde, sempre com as mãos transpiradas, teve medo de que os camionistas, os "motards", os audaciosos do volante, os anarquistas, a juventude, os peões e as padeiras exaltadas agarrassem em chuços e lhe fossem buscar a cabeça a S. Bento, pelo que, quando, pelo telefone laranja, o criminoso Dias Loureiro lhe perguntou, "Sr. Primeiro Ministro, posso mandar disparar?...", o Aníbal e a sua vergonhosa Maria de "Centro Esquerda" taparam os ouvidos, e responderam, em coro, "sim...", muito baixinho, mas semioticamente afirmativo, o que infaustamente fez relembrar aos Portugueses, e muito corretamente, os tempos negros da Ditadura.
Estavam, de novo, em Ditadura, e o Ditador, era, desta vez, o Gasolineiro de Boliqueime, que tinha de ser apeado, e o foi, passados uns poucos meses.

Portugal, anestesiado por estas porcarias em que vive permanentemente imerso, a morte do sinistro Saramago, a visita do criminoso Ratzinger, e os passeios da Seleção dos Narcisos pela África do Sul, esqueceu-se de que a boca se não alimenta diariamente dos reflexos dos vidros baratos das orelhas do Cristiano Ronaldo, senhor de uma pele que espelha gerações de fome e miséria, e com umas pernas iguais às do meu avô, antes de ir desta para pior, mas quis o Fado, primo do Futebol e de Fátima, que o sedativo da África do Sul tivesse terminado hoje, o que vai obrigar os Portugueses a olhar, de frente, para os presentes grandes responsáveis pela ruína do seu periclitante bem estar, dos seus escassos bens adquiridos em tempos de vacas ligeiramente gordas, e para o enorme montante de dívidas que tiveram de contrair, porque, em vez de serem aplicados nas estruturas de um país produtivo, culto e civilizado, tinham desaparecido em alcatrão roubado das estradas, em automóveis de grande cilindrada, em vivendas com piscina, em "Fundações", em "off-shores", em Bancos Suíços, em Universidades fantasma, em submarinos, em BPNs e BPPs, em paneleiros e putas de gabinete, pleonasticamente chamados de "assessores", entre 6000, 8000 e 10 000 € por mês, em Zeinais Bavas, em Mexias, em Vítores Constâncios, em Jardins e, sobretudo, em irreversíveis DESERTOS.

Num programa inacreditável, chamado "Prós e Contras", eu, que só vejo os noticiários da RTP2, a pornografia do Goucha e alguns concertos da madrugada, assisti a qualquer coisa de surreal, que era um merceeiro, a quem tratavam por "Sr. Secretário de Estado (!)", a defender que ia haver "des petites bestioles", em Inglês, "chips", que iam ser atracados às matrículas dos carros, para pagarem estradas que já tinham sido pagas várias vezes, com os dinheiros desviados para gerações de ladrões de Estado, inseridos no célebre Latrocínio Autónomo das Estradas.
A pergunta natural, porque desapareceram as fronteiras, é como é que iriam ser inseridos no sistema, em períodos de fluxo turístico, e em rotinas de fortíssimo tráfego mercantil de estrada, num país onde o Cavaco destruiu as vias férreas e o TGV se tornou obsoleto, mesmo antes de existir, todos os incautos que se aventuram neste retângulo de marginalidade, desrespeito pelo cidadão e pela Lei, a que insistem em chamar "Portugal".~

Ora, acontece que o merceeiro tinha resposta para tudo, mas num crescendo de calibre que haveria de pôr Kafka, se fosse vivo, a tirar de ali ideias para um excelente romance póstumo, que nunca se atreveria a escrever. Há limites para o Humor Negro, e para a crítica, através do discurso surreal.

Acho que já me alonguei demais, e vou, portanto, direito à mensagem.
Com os "Narcisos" corridos da África do Sul, o País sobreendividado, as famílias falidas, o Desemprego em rota crescente, a Classe Política a ser ocupada por criminosos, que, ou roubam gravadores ou roubam o que calha, mas roubam sempre e impunemente, o Sistema Judicial refém das cabalas secretas que nos governam, Maçonarias, Pedofilias, Lobbies Gay, Bilderbergers, Traficantes de Armas, Droga, Plutónio e Corpos, o Sr. Sócrates, uma pálida filigrana daquela mulher histérica, que berrava há três anos que estávamos no bom caminho, arrisca-se a ter o seu Garrafão nas Scut, mas um Garrafão em grande, disseminado pelo país inteiro, e com a rolha a saltar nas ocasiões mais imprevistas.

A isto chama-se "Direito de Indignação", e está constitucionalmente previsto.
É uma metáfora que diz que a alma de um Povo, quando esgotados todos os recursos democráticos, jurídicos e de negociação, tem o direito de obrigar o Poder a ajoelhar na rua.
Cavaco, um cobarde, teve um filho da puta que mandou disparar sobre a multidão.
Sócrates, um rato, cercado de ratos, arrisca-se a ver-se sozinho, quando a turba o decidir obrigar a pôr as rótulas na calçada portuguesa.

Os Portugueses vão entrar de férias, e estão forçados a ficar em casa, sem poderem espairecer fora de aqui. São muito e descontentes. Talvez encontrem o seu divertimento de Verão.
Por mim, podem dar já o pontapé de saída: será um dos melhores golos a que assistirei, na minha, não muito longa, mas profundamente desiludida vida.

(Em cada Scut, uma... Vuvuzela, a começar no "Arrebenta-Sol", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
29
Jun10

Augusto Santos Silva e a generosa polinização das papoilas de ópio do Afeganistão através das botifarras de mercenários da NATO

TC




Imagem do Kaos

O Augusto Santos Silva parece uma cadela nojenta, que, em tempos, deu o nó com a Lurdes Rodrigues, mas, depois de baldeado, aquilo rebentou, ficando ela com a cabecinha, e ele com os restos do pescoço... Quer isto dizer que, quando mandaram o cão de água português, para lamber as bordas da Michelle, já cá havia um sabujo, ainda mais rafeiro e servil, que devia ter ido, em vez dele, e não foi.

Eu sei que o Afeganistão tem as maiores reservas de ópio, e que, sem ópio, não há "cavalo", o que é fundamental para desmoralizar certas franjas da juventude, que, sem desvirilização, arriscavam-se a atacar o Pentagrama Mundial, ditado por Bilderberg: menos empregos, mais gente assustada, menos resposta, mais usura e mais miséria... para alguns.

A Cimeira dos G20, coisa que me interessa tanto como os golos da Seleção, na África do Sul, chegou a um consenso sobre um limite dos endividamentos das respetivas economias. Endividamento são números, e nesses números, não há qualquer margem para a balança das emoções reais em que tudo se move.
Eu explico: prefiro ter, nas mãos, um objeto que me dê prazer, e um buraco no cartão de crédito, do que ter o cartão de crédito, objeto que só me serve para me aumentar os prazeres, a zeros, e viver num vazio de emoções.
Eu sei que isto não é o cenário ideal, porque, na realidade, como Cidadão Europeu, eu deveria estar num Estado que me garantisse o suficiente para eu poder viver no grau de conforto que associo à Europa, porque, se assim não for, mais vale que vá para o Afeganistão, e ficar à altura da maneira como sou tratado, e esses G20, ou lá que merda é essa, em vez de andarem a fazer contas amealhadas, deviam olhar para os respetivos interiores e perguntar se tinham cumprido os sonhos de Igualdade, Fraternidade e Liberdade previstos pelo Iluminismo, e os indicadores todos de desenvolvimento humano que distinguem as sociedades avançadas daquelas que as avançadas não deixaram avançar. Aparentemente, numa lógica da estagnação, onde, quem já tinha de ter o que era para ter com ele ficou, e quem não tinha trata de o distribuir da forma mais desigual possível, o que não é crime, evidentemente, desde que não desiquilibre os défices.

Objetivamente, um russo mafioso pode acender um charuto do Fidel com uma nota de 100 dólares desde que esses 100 dólares não sejam retirados diretamente do Orçamento Americano, um orçamento de guerra, como nem Reagan, nem Bush II ousaram, e que é defendido pelo Nobel da Paz, grande organizador de bailes tribais, no seu Salão Oval do Quénia.
Sou grande apreciador de etnicidades, desde que não estejam à frente de uma das mais poderosas nações do Mundo, a comandar friamente o crime no outro extremo da Esfera, e a pedir ao Augusto Santos Silva que envie cobaias para as plantações do Ópio.

Os chamados "Americanos", na realidade, "riqueños", desesperadamente em busca de nacionalidade, alistam-se, para virem de lá sem uma perna ou duas, mas com as restantes americanizadas. Nós, Portugueses, felizmente não precisamos disso, e a história é ganhar mais uns milhares de euros, enquanto a barriga de retaguarda fica à espera de que o paizinho morra num bilhar de bombas, ou a despistar-se num caminho de cabras. O Augusto Santos Silva não pede mais, e felizmente que não, porque pouco mais temos para lhe dar.

Eu sei que os ortodoxos dirão que o Afeganistão está cheio de armas de destruição maciça, e está: basta que algumas levantem a burka, e mostrem os teclados desdentados, para imediatamente o pessoal se pôr a fugir...

Estão-me a perguntar onde é que isto encaixa no défice dos G20: encaixa e bem. Os países compradores de armas comprometem-se agora a não comprar armas nenhumas aos produtores, e os produtores de armas passarão a fazer diretamente plantações de ópio no Vale da Morte, para consumo interno e exportação, em vez de andarem a fabricar cada vez mais pernetas e mutilados, que a Michelle, a Maria de lá, costuma condecorar com um suspiro, como convem a uma ficção.
Suspíria.

(Quarteto dos G20 corridos com uma G3, no "Arrebenta-Sol", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
28
Jun10

Rendimento mínimo ou a outra treta a que lhe chamam agora para não parecer tão vulgar, injusto, desonesto e anti-economia de um país em crise

TC

Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que nunca havia reprovado um aluno antes, mas uma vez, reprovou uma turma inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que um regime igualitário realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e "justo".
O professor então disse, "Ok, vamos fazer uma experiência igualitária nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos as vossas notas de avaliação nas provas.".
Todas as notas seriam concedidas com base na média da turma, e portanto seriam "justas" porque iguais. Isso quis dizer que todos iriam receber as mesmas notas, o que significou que ninguém iria ser reprovado. Isso também quis dizer que obviamente ninguém iria receber um "20"...
Depois das primeiras avaliações saírem foi feita a média e todos receberam "13". Nesta altura quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram felizes da vida com o resultado.
Quando a segunda prova foi feita os alunos preguiçosos continuaram no seu ritmo, pois que acreditavam que a média da turma continuaria a beneficiá-los. Já os alunos aplicados, entenderam que também eles teriam direito a baixar o ritmo, agindo contra a sua própria natureza. 
Resultado, a segunda média das avaliações foi " 8". Ninguém gostou. Depois da terceira prova, a média geral acabou por descambar e voltou a descer para o "5".
As notas nunca mais voltaram aos patamares mais altos, mas inversamente, as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações e inimizades que passaram a fazer parte daquela turma. 
No final das contas, ninguém se sentia obrigado a estudar para beneficiar o resto da sala.
Resultado: Todos os alunos chumbaram naquela disciplina... porque todos eram «iguais».
O professor explicou que a experiência igualitária tinha falhado porque ela se traduziu na desmotivação dos participantes. Preguiça e mágoa foi o resultado. "Quando a recompensa é grande", disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós".
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de acções que punam os mais afortunados pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, obriga a que outra pessoa deva trabalhar sem receber. O governo não pode «dar» a alguém aquilo que tira a outro alguém. Quando metade de uma população começa a entender a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustenta-la, e quando esta outra metade entende que não vale a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a." (Adrian Rogers, 1984)
26
Jun10

O FIM ANUNCIADO DOS ESTADOS!

TC

Hoje, começou a ser ventilada a possibilidade de a Grécia vender algumas ilhas, como forma de pagar a sua dívida. Outros países, melhor, governantes activos, começaram já a equacionar o mesmo, como forma de resolver autonomias mal declaradas, bem como de resolver a continuidade da manutenção de territórios não lucrativos! Alguém disse, por brincadeira, no nosso País, que se podia vender a Madeira, que representaria um bom retorno do que lá se investiu! E talvez outros lugares, que nem usamos, como os Farilhões e talvez a ilha de Faro, que começou a ser "limpa"...!
A conspiração mundial dos accionistas das finanças, jogadores do casino bolsista, com a ajuda de políticos ingénuos, ou ignorantes, ou cúmplices, trouxe-nos até aqui!
Estamos a um passo acelerado de nos tornarmos escravos dos novos senhores do dinheiro, muitos novos ricos, que cresceram nos negócios paralelos e subterrâneos do mercado negro, alimentado pela ganância de pessoas socialmente recalcadas, egoístas, desumanas e anti-sociais, que encontraram um caminho de vazio, inundado apenas pela vontade de ser como os outros capitalistas, legalmente permitidos, mas também com o mesmo carácter de instinto animal de competição intra-específica destrutiva! O dinheiro é o explosivo e as pessoas são o detonador; tanto podem usá-lo para o bem, como para o mal, porque o rastilho pode ou não alimentá-las; o rastilho são todos quantos obedecem e se sujeitam! São todos quantos protestam, apenas por não terem o que os exploradores sonegam. São todos quantos, nos finais da década de 60, especialmente em Portugal, protestaram contra as ditaduras e vieram a instalar outras ditaduras, no regime do pós 25 de Abril, depois de se apoderarem do Estado, que partilharam entre amigos. Esventraram as reservas de ouro do nosso Banco e fizeram um crescimento, baseado em endividamento orçamental progressivo, para satisfazer a ganância dos donos do regime, que até voltaram a acolher os gananciosos de outros tempos. Hoje, ditadores antigos e protestantes deles estão geminados no mesmo interesse. O povo está mais pobre, em crise, para fazer a riqueza de mais novos milionários! Continuamos a ser uma mole passiva, obediente, prontos a sermos imolados ao canibalismo capitalista e condenados a ficarmos sem território. O neo-feudalismo vem ao nosso encontro e pagaremos a nossa vida com sangue, suor e lágrimas amargas, quando nos colocarem nas terras privadas dos senhores do mundo; para trabalharmos como escravos da sua ganância! Deixarão de haver o Bem comum e os bens comuns, que pouco são acautelados pelos nossos representantes políticos, por causa da tal corrupção, que permitimos e em que votamos! Seremos povo sem terra, sem felicidade, sem dignidade, por não termos sabido lutar contra a cobardia dos poderosos e por não termos aprendido que o Poder só existe quando há obediência. Os poderosos escudam-se atrás de militares, seguranças e polícias. Sem estas obediências não valem nada; são do mais frágil, inofensivo e cobarde que existe, em atestado da sua menoridade intelectual. Como é que as autoridades da nossa (in)segurança, protectoras dos piores interesses, vão posicionar-se? Vão estar ao lado do seu povo, de onde são extraídas, ou vão vender-nos a seres que, de humano, nada têm? Parece que até existem provas de que os extraterrestres nos visitaram e visitam, para se cruzarem connosco e produzirem uma espécie diferente da humana, que nos explora continuamente...!
É tempo de abrir olhos para realidades ocultas, mas plausíveis, para a realidade universal, que as religiões escondem!
Eu sou terrestre, sou feito do planeta que habito e vou continuar seguindo para, no fim, continuar a fazer parte desta grande casa, que é de todos os humanos; ninguém pode reclamar a propriedade exclusiva do que é de todos, por todos lhe pertencermos na mesma proporção! É aqui que começa a igualdade de direitos, deveres e garantias, que agora também querem diferenciar, em tributo aos donos das suas consciências políticas, que reclamam revisões constitucionais, apropriadas aos novos interesses das velhas mentalidades estúpidas!
É tempo de se reunirem e organizarem, cerrando fileiras contra quem não vos respeita, apesar de viver do vosso esforço e dos vossos parcos rendimentos, de que dependem em absoluto, até porque não sabem providenciar à sua sobrevivência biológica; não sabem produzir o que mandam fazer aos outros!
22
Jun10

Bagão Félix, o meu Presidente

TC




Imagem do Kaos

Andava eu desconsolado, sem saber onde votar nas Presidenciais, já que acho que, mesmo na Bancarrota, não nos devemos sujeitar a um bêbedo e a uma pessoa que sofre de... deixa-me lá ir confirmar o nome da coisa, na sms... sim, que sofre de "reflexo miotático da mandíbula... com ausência de reflexo de fecho", e que, para além disso, já está na fase de passar os serões a ver programas antigos, do tempo em que o Carlos Cruz era um garanhão, com os pés descalços, dentro de um alguidar de água morna, enquanto a sua Maria lhe cata os piolhos e lêndeas, com muito amor, que o Palácio de Belém já não sofre desinfestações desde que morreu o Marechal Carmona.

Bagão Félix é uma alternativa: conseguiu ficar a parecer razoável, depois daquilo que Sócrates fez ao Emprego, à Segurança Social e às Reformas.
Gosta de Futebol, coisa que eu odeio, mas pode ser que um bom Presidente da República, como ele, finalmente me ensine a metafísica do Esférico, que é ter gente abaixo das barracas, a correr atrás de uma coisa de borracha -- até os cães correm, e sem treinador... --, enquanto os cafres sopram numa coisa vendida nas Lojas dos Chineses, chamada "Vuvuzela", o que, etimologicamente, é um cruzamento de Winnie, uma gaja com quem o Mandela foi casado, enquanto estava preso, e era conhecida pelos crimes, escândalos públicos, e baldas que dava, enquanto o marido encornava silenciosamente no cárcere, com a "Venezuela", daquela fase do "por que no te callás?...", do gajo que subsidia o narcotráfico colombiano, e de quem Sócrates tanto gosta, e vice versa, mais magalhães, menos magalhães.

Bagão Félix é do tempo do "Casa Pia", e talvez tivesse chamado imediatamente ao Palácio Presidencial o "Chefe" do Partido daquele gajo que roubou os gravadores, para lhe perguntar se tencionava, ou não, fazer alguma coisa, ou se íamos continuar a ter "Ética" daquele calibre, como parece que vamos.

Entretanto, Manuel Alegre continua calado, porque sabe que o silêncio é de ouro, nestas ocasiões, e irá continuar calado, até por que houve uns passarinhos que me disseram que o país ia "passos coelhizar-se" mais depressa do que se pensa, e é mehor que não se agite muito, não vá rebentar-lhe alguma veia...

Eu sei que ainda não era o sonho de Sá Carneiro, mas a última vez que tivémos o Sonho de Sá Carneiro, o Sr. Sampaio deu um golpe de estado palaciano, abafou o "Casa Pia" e entregou-nos ao Polvo Internacional, alegremente, como se de um aventalinho, e não de um país, se tratasse.

Cavaco fez muito bem em ir comer cosido (?) à portuguesa para os Açores, enquanto o Saramago, que nunca passou de pó, em pó se tornava. Confesso que eu estava a comer salmão fresco, e a mudar constantemente de canal, para evitar aquela merda, com gente aos gritos de "a luta continua...", onde se provava que se tinham cerrado as cortinas sobre uma lúgubre operação de "marketing" político, muito aquém da literatura dos piores cartazes.

Felizmente, o Tempo já lhe está a apagar o nome da Literatura.

Dividida a Direita, poderemos ter uma Segunda Volta, coisa que é sempre saudável em Democracia, tanto mais que, em última instância, dá para votar em branco, e deixá-los eleger qualquer coisinha com uma base tão miserável que se possa dizer que são Presidentes, não de todos, mas de 100 a 200 000 Portugueses, assim honrando uma instituição que, à parte raras exceções, só produziu subprodutos, com especial incidência no período final.

Com sorte, o Partido Comunista avançará com Odete Santos, e toda a Esquerda, Centro e Direita se reunirão, então, em torno da Candidata da Segunda Volta -- seria a primeira vez, desde Carlota Joaquina, que teríamos uma mulher presidente... -- e será fantástico vê-la, nas Cimeiras da Nato, a Chefe Suprema das Forças Armadas, a pôr aquele ar de padeirona de aljubarrota, e a virar-se para aquelas altas patentes do Imperialismo e das máquinas de fabricar mortos e amputados, e a perguntar-lhes, naquele tom de métrica silábica martelada, que ela tem, "o sên-hôr, por à-cà-so sà-bêê que es-táá â-qui rêuni-doo, pâ-ra defen-dêer os inte-rêe-sses do Grande Câ-pi-tààl, e que por cââ-da àr-mââ que a Amééé´-ri-cââ fâ-bri-cââ há umââ criançââ que mòò-rreee de fòò-me no Uzbequistããõ?..."

Ao lado, pode estar a Ana Gomes, perdida de bêbeda, e o "Cherne", com ar de imbecil, a fazer que "sim" com  a queixola. É para isso que servem as Segundas Voltas, e os períodos terminais das... "Democracias".

(Quarteto do ó Bagão, Bagão, que vida é a tua, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
19
Jun10

Caras de pedófilos

TC
"Carlos Silva, 45 anos chamou as duas meninas, seis e nove anos, e manipulou os órgãos sexuais"
In C.M.


"Fernando Maurício responde no Tribunal de Sintra por 23 crimes de abusos sexuais... 61 anos... acusado de ter abusado sexualmente de dez crianças.... A uma menina 'passou-lhe a língua na vagina' e a outro 'tocou-lhe no pénis'.... 'Procurou crianças cujos pais têm fracos rendimentos, sem vida para outras ocupações... Apetrechou a casa com consolas de jogos."


"Francisco Oliveira cumpriu nove anos de cadeia por violar a filha, foi libertado em 2008 e voltou a abusar. Pode ser libertado dentro de dois meses porque, segundo o novo código de execução, Francisco pode sair ao fim de um quarto do tempo da condenação, ou seja 15 meses."
In C.M.



"Juiz deixou José, 52 anos, com apresentações periódicas à polícia, onde nunca apareceu... abusou da neta da companheira, menina de apenas sete anos... levou a menina para o quarto e abusou dela... O pedófilo deixou o emprego e fugiu... possuía já antecedentes criminais por crimes contra o património e burla."


"começou a abusar da menina quando aquela tinha apenas sete anos... Márcio Gomes, 32 anos... penetrado a menina e ejaculado na sua vagina enquanto a beijava... cinco anos de prisão com pena suspensa"
 
 ...
 
 Que nojo de justiça!!!!!!!!!
 
 
18
Jun10

Notícias do dia...

TC
Presos recebem rendimento mínimo
Muitos presos, que aguardam julgamento em prisão preventiva, recebem do Estado o Rendimento Mínimo de Inserção (RSI). Estão detidos por roubo, furto, tráfico de armas e até mesmo violação, a maioria até é reincidente, mas nada impede que continuem a receber.
A notícia é avançada pelo «Correio da Manhã», um dia depois de se saber que o Governo vai antecipar para 2010 o corte das prestações sociais, entre elas o RSI.
De acordo com o jornal, só quando a decisão do tribunal transita em julgado é que a Segurança Social pode retirar os subsídios. Até lá, os presos têm o direito de continuar a receber mensalmente 96 euros por cada elemento do agregado familiar. Existem mesmo casos em que os apoios chegam aos 400 euros.O caso está a chocar os tribunais de Norte a Sul. Uma das situações mais ilustrativas dos últimos meses foi a de 23 traficantes de armas detidos em Maio pela PJ do Porto. Proprietários de uma enorme fortuna, a maioria tinha direito ao rendimento mínimo. Por cada metralhadora vendida, os membros do grupo recebiam cerca de 5 mil euros.

Mário Lino nomeado para cargo na CGD
Mário Lino, ex-ministro dos Transportes, é o novo presidente do conselho fiscal das seguradoras da Caixa Geral de Depósitos (CGD). A informação foi avançada na edição de hoje do «Diário Económico» e foi confirmada junto de fonte oficial do grupo à Agência Financeira.
O responsável vai assim substituir José Saldanha Sanches, falecido a 14 de Maio deste ano, que presidia aos conselhos fiscais da Fidelidade Mundial, Império Bonança e Caixa Seguros e Saúde, esta última a holding que agrega as várias marcas de seguros da CGD.
Lino, que chegou a ser falado para chairman da Cimpor e para presidente da REN, foi nomeado no final de Maio para completar os mandatos ainda a decorrer nas várias companhias.

Comentário: 
As leis estão feitas para os criminosos. Quem faz a lei sabe o que faz e para quem. Talvez para eles próprios no futuro.
Um Engenheiro no lugar de um Fiscalista??? É só para passear e receber o dele... os escravos trabalham. E nas empresas públicas pode-se dar prejuízo...
17
Jun10

O tempo dirá...................se mente de novo.

TC
CONCLUSÃO LÓGICA - Vamos ter necessidade de recorrer ao fundo.

CONCLUSÃO LÓGICA - Lá vamos nós entrar pela madeira dentro outra vez...

CONCLUSÃO LÓGICA -Daaaaaaasssssssssssss


Espero não ter razão nos prognósticos. No fim do jogo é que devem ser feitos (já dizia o poeta) mas eu não me contenho a avisar os meus amigos para se precaverem reforçarem o mealheiro no colchão. Abraço amigo.
.

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  65. D