...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...
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27
Ago
09
O PSD apresentou esta tarde o programa eleitoral para as próximas eleições legislativas, a que chamou «Compromisso de Verdade». A líder do partido, Manuel Ferreira Leite, diz que o documento é assente no «ponto de honra» de todas as suas propostas «poderem ser executadas».

Entre as promessas sociais-democratas encontra-se a suspensão do modelo de avaliação dos professores e o reforço da autoridade dos docentes. O partido liderado por Manuela Ferreira Leite pretende ainda menos 50 deputados no Parlamento e assegura que, se for eleito, suspenderá «de imediato o mega-projecto do TGV».

Como alternativa ao actual modelo de avaliação, o PSD quer um assente em estudos internacionais, «dispensando burocracias e formalismos inúteis». Além dessa medida, e ainda relativamente aos docentes, os sociais-democratas, apontando «injustiças» ao actual «regime de progressão na carreira», prometem acabar com a actual divisão em professor e professor titular.

«Alteraremos o estatuto do aluno, valorizando a assiduidade, disciplina e civismo, revogando as normas que possibilitam faltas quase permanentemente justificadas e que sobrecarregam os professores com a obrigação de repetirem sucessivamente testes a alunos faltosos», aponta o programa do PSD. Manuela Ferreira Leite disse esta tarde que é «fundamental reabilitar a respeitabilidade dos professores».

Redução de deputados e revisão constitucional

O documento social-democrata prevê um emagrecimento do Parlamento, com a redução do número de deputados de 230 para 180, o que significa o fim de 50 lugares na Assembleia da República.

«Tentaremos aprovar, como vimos fazendo há muito, a redução do número de Deputados à Assembleia da República para 180», saliento o programa social-democrata.

Existe ainda a intenção da realização de uma «revisão constitucional». «Não abdicaremos de apresentar um projecto de revisão constitucional que vise a adaptação da nossa Lei Fundamental aos desafios com que o país se confronta, mantendo a sua coesão e unidade e permitindo a criação de condições para o seu desenvolvimento», aponta o programa.


COMENTÁRIO: Não gosto da mulher. Também fez muitas asneiras anteriormente nos governos onde esteve. Reconheço-lhe uma qualidade: diz a verdade (ao contrário do outro) e por isso é impopular.
As 3 principais medidas propostas:
- Dignificar a carreira dos Professores e retornar a exigência à escola pública. CONCORDO
- Reduzir o tacho a 50 mamões que não fazem nada. CONCORDO
- Acabar com a palhaçada do TGV que iria arruinar o futuro dos nossos filhos. CONCORDO. Só espero que o Pinóquio não se ponha a aprovar medidas à pressa antes das eleições para garantir que isto avança.
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publicado por TC às 18:54
De Farto desta gentalha a 27 de Agosto de 2009 às 22:07
Redução de 50 mamões na Assembleia da República? Se fosse 150, votava nela!
Se nas autarquias apenas fosse eleito o Presidente da Câmara, sendo os funcionários Staff, também teria o meu voto. Eram uns milhões que se poupavam só em "subsídios de reintegração"...
De www.angeloochoa.net a 27 de Agosto de 2009 às 23:18
Manelita, ou Minela, Manuela F L não tem certamente boa catadura, mas o estado de coisas a que «isto» chegou não permite que passemos cartão (digo, voto) a blandícias de verniz de estudadas poses à zé 1º... Que afundados demais já nós estamos, e o mal menor -- populus o saberá bem -- é votar psd -- o que farei, sem hesitação, pela vez 1ª de minha vida, a 27 do próximo mês. Dando benefício de dúvida, mas com esperança fundada, a Alguém que devolva dignidade a esta bandalheira portuguesa.
De Mentiroso a 28 de Agosto de 2009 às 16:13
É um churro de vigarices. Só o nome que lhe deu o atesta: «Compromisso de Verdade»! Nenhum nome poderia demonstrar melhor a falsidade do marketing político. Os clãs oligárquicos (todos sem excepção) tentam aproveitar o atraso mental geral da população para os vigarizar e obter votos. A maioria nem conhece como se passa em diversos países europeus, em que notando as diferenças e relacionando-as com as respectivas populações chega a conclusões acertadas e pode comparar com o que se passa em Portugal.

Suspender obras não é revogá-las, sobretudo quando a afirmação vem dos seus próprios inventores. O aeroporto por módulos não é uma mudança. Diminuir os deputados, no contexto político, errado mas vigente, em que quase só se vota em dois partidos, é tentar excluir os partidos mais pequenos; o que se impõe é um controlo apertado desses parasitas para lhes acabar com a rambóia. Disse que modificaria o sistema da seg. soc. Já o sabemos e já nos disse e repetiu sem cessar que iria fazer um para os mais ricos e outro para os mais pobres: é a destruição do sistema de solidariedade, em que até as urgências mudarão no mesmo sentido. Tentar ludibriar e atrair os professores tem sido a mira da sua oligarquia para lhes arrancar os votos, pois que como é conhecido, muitos poucos deles são seus adeptos. A tentação de rever a constituição só pode ser para nela apagar os direitos garantidos. É fácil de compreender que quando a constituição foi aprovada, o PSD era um partido socialista e aprovou-a totalmente. Com o passar dos tempos, o nome Social permaneceu, mas o partido fugiu para a direita e por isso agora discorda do que aprovou anteriormente.

A conclusão é certamente aquela a que já nos habituámos: com um partido ou com outro estamos sempre tramados, pois que o problema não está nos partidos, todos necessários se honestos, o que não pode acontecer sem um controlo cerrado da população. Têm que ser vigiados e que prestar contas. As grandes decisões devem ser aprovadas pela população. De outro modo o partido no governo faz sempre o que quer e vê-se o estado a que isso levou o país. Acusarem-se uns aos outros é só para sacar votos e nada resolve. Os governos deviam ser formados pelos eleitos de todos os partidos, tal como o parlamento e como em países verdadeiramente democráticos. Se com o partido do Sócrates (que não é socialista como alguns acusam) estamos mal, iremos realmente melhorar com quem proclama sem cessar que a base do seu governo será o aumento do fosso entre ricos e pobres? E não foi o Cavaco quem pôs o país na tanga e sem médicos? Fez-se alguma adaptação do país, a não ser coisa matérias como estradas? Os esquecidos que façam um esforço. A burocracia também não foi desmantelada por nenhum governo. Burocracia = atraso, é conhecido.

Tudo isto prova que Portugal não é uma democracia, embora quase todos tenham emprenhado pelos ouvidos com esse palavreado. Votar não significa nada, pois que durante quase todo o tempo do Estado Novo se votou.

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