De Anónimo a 18 de Maio de 2010 às 21:00
Pois é... mas as reservas de ouro de Portugal, com o aumento brutal do valor do áureo metal, ultrapassam em muito a dívida externa portuguesa. Assim, onde é que está a insolvência?

Ou será que os aumentos absurdos de impostos se destinam a financiar as obras de novos-ricos dos «amigos» da canalha?
De Força Emergente a 19 de Maio de 2010 às 12:23
Caro amigo

Antes de mais queremos apresentar os nossos agradecimentos pelo esforço e dedicação que em prol de um País mais digno e mais justo, vem fazendo.
Acontece que eu também tenho 3 filhas e aquilo que vejo é que nem sequer vejo. O futuro está comprometido.

Hoje no Blog Atributos, também está uma excelente análise sobre a situação actual e os indecorosos vencimentos da classe política, face ao nivel geral do restante País.

Aqui deixamos o comentário lá feito.

Que pena que tanta gente amorfa e embrutecida, não tenha pelo menos a lucidez para perceber como anda a ser enganada por gente mediocre e sem estatuto ou dignidade para estar á frente do País.
Tiveram no entanto a "esperteza" suficiente para se fazerem pagar a niveis indecorosos e absolutamente inadmissiveis.

TEMOS QUE NOS UNIR e fazer frente a esta ignomínia.

Contem connosco para acompanhar QUEM QUER QUE SEJA, que esteja disposto a por fim a este autêntico descalabro nacional.

Ontem e de novo, esse doente psiquiátrico que continua a dispor do poder, mais uma vez nos passou um atestado de imbecilidade.

Onde é que estão os homens lúcidos deste País?
Não acreditamos que estejam todos integrados neste Sistema de Encobrimento de Politicos Corruptos.

Obrigado pelo seu contributo esclarecido e frontal.

É necessário fazer acordar todos aqueles que não se revêem nestas gentes nem neste sistema.
A cada dia que passa maior será o buraco financeiro do País e mais dificil se tornará o futuro das próximas gerações.
De Anónimo a 19 de Maio de 2010 às 19:41
Belo texto. Melhor denúncia. Mas quanto à solução vamos ter de continuar à espera. Melhor sentados, para não nos cansarmos. Deste povo pouco se espera. Foram anos demasiados de manholices e já vão longos os dos filhos e netos, agora de turno.
Mas o mundo está todo ele a entrar em ebulição. Penso que estamos, já, a viver um momento histórico que acabará por nos arrastar na enxurrada. Não vamos de uma maneira, vamos de outra. Também foi quase sempre assim, n'é!...
E diziam-me que os outros é que me comiam depois de injecções atrás das orelhas... Quem me come, nos come, são estes, e ainda cá estaremos para ver o que resta, que isto está a andar depressa de mais.
Só espero que nem tenham para onde fugir com o papel desvalorizado a que foram deitando as mãos...