De António Balbino Caldeira a 25 de Setembro de 2008 às 08:08
Grato pela solidariedade da Democracia em Portugal.

Ainda falta o processo em, julgamento, mas é bom ver os tribunais a confirmarem a nossa razão.
De Beezz a 25 de Setembro de 2008 às 23:40
Ainda bem, que há gente que se preocupa com a liberdade de expressão, olha senão...

Parabéns ao "Portugal Profundo" tão enterrado, neste atoleiro...

Abraços do Beezz
De A. João Soares a 27 de Setembro de 2008 às 08:47
Sobre o mesmo tema:

Casa Pia: tribunal diz «não» a Pedroso
http://diario.iol.pt/tecnologia/paulo-pedroso-casa-pia-julgamento-difamcao-bibi-ultimas-noticias/948714-4069.html
080507.
Por: Patrícia Pires

Ex-deputado socialistas acusou seis jovens e Carlos Silvino de difamação, mas nenhum vai a julgamento

Paulo Pedroso apresentou queixa, por difamação, contra seis ex-alunos da Casa Pia e ainda Carlos Silvino (Bibi), por durante «a fase de inquérito» do mega-processo «não terem deposto com verdade». Esta segunda-feira, o tribunal decidiu não dar razão ao ex-deputado socialista e nenhum vai a julgamento.
Após ter sido deduzida acusação, a defesa dos jovens pediu abertura de instrução e, agora, o 4º Juízo do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa decidiu-se pela «não pronuncia dos arguidos».
Fonte ligada ao processo explicou ao PortugalDiário que a magistrada responsável pela instrução do processo entendeu que «não estavam preenchidos os requisitos para os arguidos serem pronunciados pelos crimes de difamação e injúria, nem tão pouco pelo crime de falsidade de testemunho e denuncia caluniosa».
Paulo Pedroso alegava que os arguidos «não depuseram com verdade, durante a fase de inquérito» do mega-processo da Casa Pia, mas a juíza considerou que «existia convicção dos arguidos que estavam a depor com verdade».
«Perante as autoridades policiais testemunharam com convicção, quer estivessem ou não» a dizer verdade, lê-se no acórdão de «não pronuncia». Para a magistrada não eram «os alegados actos descritos pelos arguidos que estavam em causa nos presentes autos».

NOTA: E, perante a decisão do douto tribunal, fica para sempre a dúvida: ele é ou não pedófilo? No caso de o ser, é passivo ou activo?
Como o tribunal disse que não havia provas a favor da queixa de Pedroso, ou seja que os meninos que o acusaram não o difamaram, nem injuriaram e nem praticaram falsidade de testemunho nem denuncia caluniosa, pode concluir-se que aquilo que disseram era verdade?
Será, mesmo, ou não verdade aquilo que essas testemunhas disseram??
Uma situação complicada que nada agradará ao Pedroso, para limpar a sua folha de serviço!
Como irá ele lavar a face, depois desta decisão do tribunal.
E porque não recorreu desta decisão judicial, a fim de aproveitar a oportunidade para provar que foi alvo de «difamação e injúria»?
A. João Soares (http://domirante.blogspot.com/)