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O Jardim da Celeste

...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

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O Jardim da Celeste

26
Nov07

Dez por cento da Saúde entregue a estrangeiros

TC
Um em cada dez profissionais de Saúde no Alentejo é estrangeiro. Dos 2365 médicos e enfermeiros em funções nos hospitais e centros de saúde da região, com vínculo contratual com o Ministério da Saúde, mais de 200 não são portugueses. Dos três distritos, Évora, Beja e Portalegre, é este último o que apresenta uma maior percentagem de ‘forasteiros’.
Só neste distrito existem 106 profissionais de Saúde distribuídos pelos centros de saúde e pelos dois hospitais, o de Elvas e o de Portalegre. Mais de metade de todos os estrangeiros que exercem funções no Alentejo.
Este dado é justificado, de acordo com fonte da Administração Regional de Saúde do Alentejo, pela proximidade com o país vizinho e a falta de médicos generalizada no Interior do País.
Cidadãos naturais do Brasil e dos PALOP também estão representados, mas em número bastante inferior, não chegando à dezena de profissionais.
O segundo distrito com mais representatividade de estrangeiros é o de Évora, embora com uma percentagem de apenas 5,7 por cento. Mais uma vez predomínio de profissionais oriundos de outros países da Europa, embora em número mais equilibrado com outras nacionalidades, incluindo países extracomunitários como a Moldávia. Ao todo, na região de Évora trabalham 59 estrangeiros, num universo de 1034 profissionais entre pessoal médico e de cuidados de enfermagem.
Dos três distritos analisados, é o distrito de Beja o que apresenta um número menos elevado de estrangeiros nos cuidados de Saúde. São apenas 45 profissionais, embora em termos de percentagem seja mais significativo do que o distrito de Évora (7,6 por cento). A estes números não estão somados os profissionais de Saúde contratados por empresas externas que cedem serviços ao Ministério da Saúde.
Maria Joaquina Dominguéz, médica espanhola de 30 anos, está há alguns meses no serviço de Cirurgia do Hospital de Portalegre. “Gosto muito de aqui trabalhar. Fui influenciada por uma colega, também espanhola, que me aconselhou a vir trabalhar para Portugal”, disse a clínica, residente em Badajoz (Espanha), cidade a 70 quilómetros do local de trabalho.
NACIONALIDADES
PORTALEGRE
Nos hospitais e centros de saúde de Portalegre predominam os profissionais espanhóis. Mas também trabalham técnicos oriundos do Brasil, Ucrânia e Angola. No total, são 106 os profissionais estrangeiros no distrito.
ÉVORA
Espanhóis e angolanos estão em maioria no distrito de Évora, mas também há profissionais brasileiros, moçambicanos e moldavos.
BEJA
A maioria dos 45 médicos estrangeiros em Beja é espanhola. Existem também alemães, holandeses, cabo-verdianos e moldavos.
TODOS OS DIAS DE BADAJOZ A PORTALEGRE
Maria Joaquina Dominguéz é uma das médicas espanholas a trabalhar no Alentejo. Reside em Badajoz, a 70 quilómetros do Hospital de Portalegre, onde trabalha.
COMENTÁRIOS:
- paula franca

No centro de saúde de Albufeira está uma médica Ucraniana de nome Maria Mota que além de ser uma excelente profissional é de uma simpatia fora de série quem me dera que fosse a minha médica de família.- www.paulodarcy.com
Com as médias de acesso a cursos de medicina que temos em Portugal, esta notícia não é de espantar. As universidades espanholas estão cada vez mais cheias de estudantes portugueses. E se estes decidirem ficar por Espanha, só revelam a sua inteligência!
- josé afonso

As politicas destes governos estão à vista. Falta tudo e fecham tudo, este é o país real. O outro país é o paíszinho onde os governantes se passeiam longe das realidades.
- Leitora CM

Eis uma prova de que existem médicos a menos em Portugal, daí aceitarem os estrangeiros que, de certo, farão um excelente trabalho sem snobismos. Só no nosso país com baixo nível cultural, se vê a classe médica, com rendimentos milionários e nem sempre pagando os impostos que deveriam, pois nem todos pedem recibo e eles não os passam sem ser solicitado. É claro que há excepções. (Leiria)
- alberto

Não vejo onde está o problema. Será ainda maior o número de estrangeiros em várias profissões quando os efeitos da baixa demografia se fizerem sentir. Mas acho de salutar o país ter outras mentalidades inseridas nos serviços públicos.
- P.B.

Já era tempo de se abrir um curso de Medicina no Sul do país.Se o governo quer aumentar para 2000 as vagas de medicina,há que tomar medidas.Não me parece muito sensato sobrecarregar os cursos existentes mais do que estão.O facto é que a falta de médicos é uma realidade em Portugal.Com os contratos milionários que se fazem com médicos contratados,não me parece que se resuma a má distribuição.

2 comentários

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