De Anónimo a 8 de Setembro de 2008 às 01:40
1.º - o Pedro Póvoas não entrou em medicina, nem vai entrar, pela simples motivo de não ter feito exames nacionais. Nem o estatuto de atleta de alta competição o salva. Sem exames ninguém entra em medicina.

2.º os EFAS-Secundário, duram entre 1 a 2 anos. Informe-se.

Alexandre
De Tiago Soares Carneiro a 8 de Setembro de 2008 às 11:45
Conhece-o?

A notícia é do SÁBADO.
Se ele não vai entrar...........não sei.........mas não me parece bem.

Sou a favor dos atletas terem estatutos especiais mas daí até acumular vários benefícios......

O Problema, para mim, está em um aluno das novas oportunidades poder candidatar-se ao ensino superior sem ter que prestar nenhuma prova especial.

Fazem em meses o que deviam demorar anos....
Aprendem????
Pelo que sei......não me parece.

Estatísticas!!!!! Sabe o que é?

É para isso que se trabalha em Portugal.
De Joaquim Moreira a 8 de Setembro de 2008 às 16:27
Concordo que se devem dar benesses aos atletas de alta competiçao, mas, num ano fazer o que o comum dos mortais demora seis para completar, e demais. No meu tempo, os atletas tinham era a justificação das faltas a escola/emprego quando havia alguma competição e pouco mais, se queriam entrar na universidade tinham que prestar provas como os outros, tendo preferencia na escolha da faculdade mais perto da area de residencia.
De JP a 8 de Setembro de 2008 às 16:59
Para mim o problema não é ser um atleta de alta competição.
Esses devem ter benefícios pois abdicam de muita coisa (estudos) para poderem representar o país ao mais alto nível.
E os apoios ainda são muito poucos!!!

O problema é vir das Novas Oportunidades. Do facilitismo.
De Anónimo a 8 de Setembro de 2008 às 22:59
Este menino já tem 27 anos. Para concluir o secundário desta forma deve ter sido um aluno genial. Só espero nunca precisar deste gajo se ele vier a ser médico, fosga-se! Melhor, espero que quando o "engenheiro" primeiro-ministro precisar mesmo de um médico, lhe calhe uma coisa destas...
De Anónimo a 9 de Setembro de 2008 às 23:59
Esta das novas oportunidades deve ser um esquema de socrates para mais tarde ou mais cedo poder ter o mestrado sem trabalho.
De Anónimo a 13 de Setembro de 2008 às 22:19
Gostava de saber se o sr. Tiago Soares Carneiro por acaso estudou em Lisboa, mais concretamente na Escola Voz do Operário. Obrigado
De Anónimo a 16 de Setembro de 2008 às 18:31
Esta artimanha não é novidade.
Nos meus tempos de Faculdade, em Coimbra, era costume os filhos do professores da Faculdade de Medicina, "inventarem" estatutos de desportista de alta competição.
Depois entravam com médias ( por vezes de 10).
Devido à genética, as notas disparavam assim que começavam as cadeiras na Faculdade ......
De Tiago Soares Carneiro a 17 de Setembro de 2008 às 15:38
Caro anónimo, nunca estudei em Lisboa. Sou do Porto. Mas poderei ter lá algum primo. Há Soares Carneiros em Lisboa.

Para o último anónimo. Não me parece que o estatuto de alta competição se invente. Estou ligado ao Desporto e já fui atleta de alta competição e sei que para obter o estatuto implica muitas regras. É por objectivos: um certo nº de presenças em provas como campeonatos da europa ou do mundo, etc.
Não é com duas tretas.
Está bem enganado.
De Anónimo a 19 de Setembro de 2008 às 23:47
Caro Tiago Soares Carneiro:
Em primeiro lugar EU ESTIVE LA. Vc. pelo visto esteve no Porto.

Não falo de casos que ouvi a outros, percebe? Eu estava lá!!!

Depois, mesmo a ser verdade, o curso de medicina não é compatível com a alta competição no desporto. Excluem-se pela exigência...
Ou um, ou outro!?

Aditamento
Parece - me que desconhece que a única capacidade que este "povo" manteve, foi a da malandrice e aldrabice saloia...

("... n.º de presença em provas?.... Esta até dá para rir...."