...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

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26
Mar
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Hoje, não viria escrever este texto, se não tivesse sido enganado, e se não tivesse, à minha maneira, visto o solzinho a dançar.
Acontece que hoje perdi quase duas horas das minhas atarefadas vidas a ver uma das maiores porcarias que a máquina de intoxicação cinematográfica ultimamente se dignou produzir, "Estado de Guerra", uma coisa de baixo orçamento e mensagem ainda mais de rodapé que a trituradora anglosaxónica resolveu premiar, em toda a linha, e esplendor.

Antigamente, e quando digo "antigamente" estou a falar no pré obamismo, toda a gente sabia que havia conteúdos subliminares, e que nada era inocente, nem gratuito.
Com o advento da Era do Caneco, as coisas passaram a ser explícitas, e do género, "ou engoles, ou levas".

"2012", uma das maiores pessegadas da Era Vulgar já se tinha dado ao luxo de oscilar entre o Imoral e o Amoral, conseguindo pôr as plateias a vibrar com a salvação dos muito ricos, e a desejar que se salvasse a fina nata do lixo mundial, ou seja, os caniches do Extermínio Global.

Quando rodarem "2012 - II", estou curioso para saber como será um Mundo onde os sobreviventes se chamavam Sócrates, Berlusconis, Sarkozys, Bin Ladens e semelhantes, a viverem numa Nova África, cheia de recursos e exterminada de pretos. Deve ser maravilhoso, e vou-me enrolar num cobertor, à porta do cinema, para ser o primeiro a comprar o bilhete.

"Estado de Guerra" usa recursos estafadíssimos, desde génios, como Riefenstahl e Eisenstein, o grande plano, a câmara ofegante, o escorço da perpetiva cinematográfica, o lavrar da pele, e o claro delimitar dos bons e dos maus. Fica por desencriptar se os marines, à noite, se comiam mesmo entre eles, no meio do álcool, e se as relações dos magalas com os autóctones metiam, ou não, pedofilia, coisa que esta muito na moda.
No fim, entre a amoralidade reinante, prova-se que a Guerra é boa, contra uns primitivos, que inventaram a Escrita, a Matemática, a Astronomia e a Lei, e que degeneraram agora em fabricantes de bombas, para matarem os hamburgueres ambulantes, do Wisconsin e do Dakota, que até tinham famílias e coisas parecida, e..., ah, sim..., sentimentos, que são propriedade exclusiva dos súbditos de Sua Majestade Obama, o novo Bokassa do séc. XXI.
No fim, a Guerra é tão boa, que há quem grite "bis", e volte para lá, conselho que não se via explícito, desde os filmes de propaganda, feitos para atrasados mentais, em meados do séc. XX.

Para quem adorou o filme, aconselho-o a que visite os estúdios AQUI, onde a Realidade reina, e o prazer é ainda mais prolongado, sem efeitos especiais, e também de baixo orçamento.

Isto, todavia, foi só a gota de água, até porque sou insuspeito, e acho muito bem que os cavalheiros que lá tinham posto o Saddam o fossem apear, à custa do que quiserem, até dos mortos todos, e mutilados que conseguirem, para não se esquecerem, mas não contem comigo, porque acho que todos as tempestades colhidas mais não serão do que fruto dos ventos semeados, e eu sou totalmente alheio a essa novela.
Assim como Sarkozy, uma das faces da obscenidade mundial, ganhou, a descer os Champs Elysées, montado num cavalo branco, também deviam pôr a maior fraude do início do séc. XXI, Barack Hussein Obama, montado num camelo, nas frentes de batalha de Bagdad, com o Prémio Nobel da Paz na ponta de um pauzinho, a dissuadir homens bomba de explodir.

Saddam Hussein foi apeado porque cometeu o erro fatal da sua existência de canalha infrahumano: queria pôr o cartel do Petróleo a negociar em Euros, e não em Dólares, e isso custou-lhe a cabeça, aliás, custou-lhe um vergonhoso ato de impiedade do Ocidente, que foi enforcá-lo da forma obscena que todos vimos. Era um sinal dos tempos, a dizer-nos que, a partir de ali, íamos ver só pior, e cumpriu-se a profecia.

O problema do Euro é um problema fulcral, e anda a pairar, sem que o queiramos, no nosso dia a dia.
A mim, pessoalmente, frequentador das excentricidades do Ebay, dá-me imensíssimo jeito que o Euro esteja a valer quase 1 Dólar e meio, mas há quem deteste isso, aliás, há quem deteste o próprio Euro, e a Europa toda, uma Superpotência civilizada e com raízes históricas, ao contrário do Continente dos McDonald's e das pretas com 250 quilos, leitoras de versículos protestantes e fazedoras de abortos semanais, nas vielas de New Orleans. Yes, they can, e vêm hoje por aí fora, mas estilo Átila, porque a América, mais as suas vizinhanças saxónicas, agora que se livraram do mito do Homem Branco, criminoso, que usava a superpotência, para escravizar o Mundo, e têm agora a ficção, do SuperHomem Caneco, que, ideologicamente, se permite continuar a fazer o mesmo, mas já sem a possibilidade de ser atacado, essa América declarou guerra subterrânea à Europa, ao Euro, e à Matriz Cristã que a tornou sólida.

Mais uma vez, me escudo no ser insuspeito: sou pagão, nada tenho a ver com a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, exceto naquilo que nela me fascina, tudo o que produziu de Artes, Esplendores e Devassidão, ao longo de 2000 anos, mas acho estranho que, subitamente, se conote a instituição com a Pedofilia. Pedofilia sempre houve por todo o lado, desde a Presidência da Assembleia da República de certos países duvidosos, às câmaras de subúrbio, e é estranho que pareça, subitamente, só ter florescido nos terrenos do Vaticano.

A explicação não é imediata, mas é elementar: quem está a minar a Zona Euro, levantando barreiras "morais", onde apenas há corrupção de sul do Continente, e falamos da Grécia, que se deu ao luxo de não fazer autoestradas, mas de refazer as suas velhas estradas, ao custo de... autoestradas, coisa a que nem o criminoso de delito comum, Cavaco Silva, se atreveu, já que poupava só na camada de desgaste, para que enriquecessem os ferreiras do amaral e os miras amarais desses tempos, a Grécia, dizia eu, para além daquela indignação de superfície, em que todos nós embarcámos agora, é o teste à coesão da Zona Euro, ou seja, o calcanhar de Aquiles de quem quer destruir a moeda mais forte do que o Dólar, do Caneco Obama, de quem quer abater a Unidade Europeia, que pode ser um perigo para Os Estados Maçónicos Unidos da América, e, finalmente, a sua própria matriz espiritual e religião, a ICAR, centrada no Vaticano, nas mãos de um Papa intelectual, fraco, cobarde e ambicioso, que pisoteou tudo e todos, para chegar ao Trono de Pedro, e está agora a comer o pão que o Diabo (ele) amassou.

Os senhores Protestantes que se desenganem, mais as suas seitas cientológicas, ou apocalípticas, como aquele antro onde Obama foi inoculado com as ideias de um pregador racista e inculto.
Nós, Europa, temos mais Cultura e História do que essa América inteira de bombas de gasolina, e não temos culpa nenhuma de que ela tenha entrado na rota da Decadência. Entretenham-se com chatear os Chineses e os Russos, mas, com esses, o Caneco Obama, e a sua sopeira, Clinton, borram-se de medo, e preferem vir chatear as condessas parisienses, os civilizados suíços e os nefelibatas monegascos.

Num breve resumo, a pretexto de Grécias e de Pedofilias Eclesiásticas, um qualquer canalha, Senhor do Mundo, um rafeiro bilderberger, deu recentemente ordem de abate à mais velha herança de São Bento, monge do séc. V, e nosso patriarca continental.
Há 60 anos, os Bárbaros Americanos bombardearam o núcleo de Montecassino, para ver se irradicavam a nossa raiz de memória profunda, assim como a Contra-Reforma era destruída na noite mais negra de Dresden, capital desse Barroco que os Protestantes odiavam, e eu tanto estimo.

Não se espante com este texto: ninguém, mais do que eu, execra o décimo sexto Bento, acha miserável a pedofilia, e pensa que, se eles, de facto, detestam mulheres, não se escudem na violação de crianças.
Também eu odeio a Corrupção, mas isso não permite que se extermine o Euro, para o Porco Americano e Inglês vir estender o seu manto de interesses num Continente devastado.
Caro leitor, pense duas vezes, antes de aplaudir este crescente descalabro com que está a ser intoxicado. O seu custo tem um nome, e esse nome é a nossa mais rica e imemorial herança: chama-se EUROPA, uma grandeza que todos temos em comum e que provoca a maior inveja nessas legiões de bárbaros comedores de bifes triturados.

(Quatro trombetas de alerta, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino"  e em "The Braganza Mothers")
publicado por TC às 01:35
05
Out
08
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Passado o seu Período Barroco, a suposta Crise Financeira Mundial está a entrar na Fase Rococó.
Eu gosto muito do Rococó, faz-me sempre lembrar Marias Antonietas e Princesas de Polignac, com penteados a bater no tecto, e navios enfiados no cabelo, enfim, as "drag-queen" da altura, todavia, quando isso é aplicado aos bancos, eu faço logo como o Goebbels e saco do revólver.
Vamos recapitular, entre a RTP-Memória, a História reescrita pela pena dos Vencedores, e o ponto de vista do Cínico, que sou eu.
Houve um tempo em que, em Portugal, uma meia-dúzia de gajos, a quem, justa ou injustamente, a voz do povo carimbava de "filhos da puta" detinha quase tudo, num país onde não havia quase nada. Não me lembro agora do resto, só daquela música que as criancinhas todas cantavam -- a Kaotika sabe disso melhor do que eu, porque era do tempo do vovô, que morreu há pouco tempo, se bem me lembro... -- da V Divisão das Forças Armadas, ou lá o que era.
De repente, apareceu o Companheiro Vasco, e eu, que, em criança, tinha andado ao colo de altas patentes, e Grão-Mestres da Maçonaria, subitamente, vejo-me também ao colo da cunhada do "Prime" do PREC, a minha querida Tia Ivone -- um kiss para ela, voltámos a encontrar-nos muito tempo depois, na A.P.E., eu, muito bonitinho, a receber um galardão, e a Tia Ivone a reencontrar-se com o seu rebento, eras passadas (olha, se não estivesse cheio de Diazepans, ia chorar agora...)
Não choro.
O Companheiro Vasco, que era meio virado dos cornos, e achava que isto ia ser um Soviete da Cauda da Europa, deu-lhe uma vez uma crise de nervos, e nacionalizou a Banca toda, o que levou a que Jorges de Mello, Britos, e o cabrão do Champalimaud, entre outros, tivessem de fazer as "vàlises de carton" e ir chular o mestiço brasileiro para São Paulo, cidade de que muito gosto, sobretudo, desde que eles deixaram de viver lá.
Diz o meu pai que começou depois a fase do Reviralho, com o Sempre Hirto e o seu Golem, D. Aníbal, o Saloio da Bomba, e, então, as Nacionalizações da Banca, sempre tratadas como "Roubos", começaram a ser revertidas.
Era a época em que Aníbal governava com três Orçamentos, o do Estado, o dos Fundos Estruturais e o das Privatizações, e mantinha-nos firmemente -- o Homem do Leme -- na Cauda da Europa. ("The Great Portuguese Disaster")
Desta parte já me lembro eu com mais clareza: votavam-se verbas indemnizatórias para os camafeus, e, enfim, eu que até sou geralmente conciliatório, pensei, faz-se um certo branqueamento de um período turbulento, e, embora seja estar a tirar aos pobres para remediar uma dívida moral para com os ricos, enfim... faça-se, acabam-se os pesos na consciência, e fez-se.
Alguns deles continuavam os mesmos filhos da puta de antanho, e relembro Champalimaud, que nunca prestou, mal se viu com o seu Banco e o dinheiro na mão, vendeu tudo aos Espanhóis, acho que, nesta altura já com o Guterres a ver, aliás, o Guterres passou-lhe tudo o que era mau debaixo dos olhos, os "Freeports", os Varas, os Pedófilos, e não viu nada, excepto naquele dia em que já só tinha as narinas de fora do Pântano, e se foi embora, como qualquer pessoa decente faria, e fez muito bem.
Vem agora a parte pior: os Anos 2000 foram os anos dos lucros extraordinários da Banca, dos salários fantásticos de maus gestores, e de uma massa enorme que nunca viu nada, excepto o direito e o DEVER de se endividar até ao pescoço, e mesmo mais além do pescoço.
De repente, em vias de ganhar o Monhé queniano dos dentes brancos americanos, os estrategas da Finança Mundial resolvem dar um coice no Sistema, e pôr tudo de pantanas, enfim, nem sei se de pantanas, mas, simplesmente, mostrando que o Rei ia Nu, e vai.
O extraordinário foi o reviver do PREC: de repente, o tal Neo, Ultra-Liberalismo, que tão bom era, recorre à bruta aos métodos gonçalvistas.
Ficam no ar três questões: 1) se as nacionalizações revolucionárias estavam erradas, porque nacionalizaram sem indemnizar, quer dizer que nestas anunciadas "segundas nacionalizações" a coisa vai ser feita correctamente, ou não?...
2) Se for feita correctamente, vamos pagar para comprar bancos que já vendemos, ou não?
3) Quer isto dizer que o contribuinte português vai ter de desembolsar do seu magro património uma segunda compra, depois de ter pago a indemnização que acompanhou a primeira venda, e ficar ainda mais pobre?...
Expliquem-me devagarinho, porque ultimamente ando a lavar o cabelo com Camomila, da "Klorane", e estou completamente louro, louro Palin...

(Pentágono completamente pasmado, no "Arrebenta-SOL", no "A Sinistra Ministra", no "Democracia em Portugal", no "KLANDESTINO", e em "The Braganza Mothers")
publicado por TC às 02:33

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