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O Jardim da Celeste

...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...

O Jardim da Celeste

04
Nov09

A revolta do repórter inconveniente que um dia pariu um filho tuga muito pouco arejado

TC



Sobrinho de Domingos oferece mil pães por cada golo do Braga - DADO!!! De borla... mesmo. Boa iniciativa. Há gente que gosta de futebol e sabe ser um verdadeiro adepto. Isto é bom para o Desporto. Chega de dar cobrimento às outras palhaçadas dos do costume.


Abraço do vosso amigo...
31
Ago09

Justiça e poderosos em Estados de Direito

TC
De Países respeitáveis chegam exemplos que não são apreciados em países como o nosso, muito bem descrito por Medina Carreira. Hoje pode ler-se aqui e aqui que «o antigo primeiro-ministro israelita Ehud Olmert foi hoje acusado de fraude, quebra de confiança e rendimentos não declarados. Olmert tinha sido obrigado a demitir-se o ano passado por estar a ser investigado em vários casos de corrupção, mas ainda não tinha sido formalmente acusado. É a primeira vez que um ex-chefe de Governo israelita é acusado de corrupção, escreve a AFP.»

Já em 24 de Maio, no post Sentido da Honra e da Responsabilidade, se referia que na Coreia do Sul, dois ex-Presidentes da República, «em Agosto de 1996, foram severamente condenados em Tribunal. Nessa data, dois antigos Presidentes, apesar de terem sido pilares muito válidos na construção económica do País que tinha sido destruído pela guerra com o vizinho do Norte, ouviram sentenças por terem cedido à tentação da corrupção, tendo o General Park Chung Hee sido condenado à morte e Roh Tae-Wu a 22 anos de prisão.»

Recentemente o antigo Presidente da Coreia do Sul Roh Moo-Hyun suicidou-se, para evitar ser julgado pelo crime de corrupção.
Entre nós, infelizmente, há uma filosofia demasiado lassista em que se considera que os políticos são independentes de qualquer tipo de ética, são imunes e impunes e podem ser colocados a escrutínio dos cidadãos mesmo que sobre eles existam fortes suspeitas ou mesmo a situação de arguidos em processo judicial e até mesmo que tenham julgamento marcado. Há «boa» gente que quer defender que a ética e a política nada têm a ver uma com a outra. Poderão estar certos se apenas se referem a casos concretos de alguns políticos nacionais. Porque a Política, com P Maiúsculo, é a ciência e a arte de governar um País, o que exige ética, dignidade, competência, dedicação e patriotismo.

Lá fora a justiça é igual para todos e, além dela há o sentimento de que à mulher de César não basta ser séria, é necessário que além de o ser o pareça, sem mácula de suspeita.

Ninguém minimamente sensato passará procuração ou delegação de poderes alguém que lhe mereça suspeitas, que não mereça total confiança. E o voto é uma procuração, uma delegação de soberania, de poderes, para gerir a causa pública.
28
Jul08

Subserviência nem sempre paga dividendos

TC
Apesar de a cimeira da CPLP ter aprovado uma importante resolução em que os oito signatários assumem o compromisso de promover e valorizar o português, ela foi ensombrada pelo desinteresse que Luanda e Maputo lhe votaram.

Angola fez questão de se sub-representar:
- Na cimeira de chefes de Estado esteve o primeiro-ministro Fernando Dias Santos em vez de José Eduardo dos Santos.
- Na reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros não participou João Miranda, o chefe da diplomacia, mas antes o seu número dois, Jorge Chicoty.
- E até, num encontro de embaixadores, o representante de Luanda em Lisboa (Assunção dos Anjos) foi substituído pelo embaixador angolano em Bissau!

Maputo somou à ausência do Presidente Guebuza a da primeira-ministra Luísa Diogo, atirando assim o acidental MNE de Moçambique para a fotografia oficial da cimeira, ao lado de Lula, Cavaco e do Nobel da Paz Ramos-Horta.

Quanto a Angola, isto faz recordar o que se passou em Lunada uns dias antes, durante a visita de José Sócrates, o qual, na sua habitual linguagem hiperbólica, manifestou uma subserviência ao homem rico do petróleo, dos diamantes, dos minérios, da agricultura e pecuária e das pescas, de uma forma exagerada, como ficou descrito no post «A todos os títulos notável». Lamber botas nem sempre paga dividendos. Neste caso, Eduardo dos Santos não teve a mínima gratidão pelas palavras que lhe foram dirigidas. Esperamos que, para a boa imagem e dignidade de Portugal, este caso sirva de exemplo e de lição para futuras relações internacionais.

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