...este é um espaço que revela alguns "pecados" do povo tuga. Os nossos políticos são do pior... e o povo manso releva...
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03
Jan
09
Todos nos devemos lembrar de algumas das vezes sem conta em que Paulo Portas não perde a oportunidade de, fiando-se na ignorância geral, faz discursos que se esforça por serem persuasivos, tentando impingir-nos a idiotice de que mais polícias na rua é uma necessidade por ser a medida correcta e adequada para prevenir o pequeno crime. Não o alto crime planeado dos corruptos, que escapa sempre a também corrupta justiça nacional com dois pesos e duas medidas.

Quem quer que seja que se tenha preocupado a investigar e conhecer o que se passa pelo mundo, nem precisa de ir muito longe para conhecer o que nesse âmbito se passa e tem passado em países europeus. Os exemplos não faltam, mas o PP sabendo que poucos se têm tomado esse conhecimento, atreve-se a mentir descaradamente. Com o mesmo descaramento com que engana os eleitores pelas feiras e praças, tentando convencer os mais pobres a votarem num partido da direita, ou seja, a que se prontifiquem a sacrificarem-se voluntariamente e engordar os mais ricos com as suas migalhas.

O que o PP nos encobre, por evidente conveniência, é a realidade nua e crua. Os países com maior paz social e menos crimes são precisamente aqueles onde existe maior justiça social. Quanto mais atenuada a diferença entre os mais ricos e os mais pobres, maior é a segurança e menos polícias se vêm na rua. O que ele também esconde é que o método de pôr mais polícias na rua é comparável a dar cacetada no pobre que rouba um pão por ter fome. Evidentemente, crime é sempre crime, mas reconhecer as suas causas é admitir a realidade, o que ele não faz. De certo que os que praticam crimes não nasceram criminosos; as circunstâncias, a pré disposição e as oportunidades a isso o levaram. Também aqui se pode aplicar o velho ditado de que a «ocasião faz o ladrão». Isto não pode o PP dizer, porque equivalia a confessar a existência do enorme desnível social que ele tanto se esforça por amplificar: tirar aos pobres para poder dar aos que têm mais. Reflectindo um pouco sobre as suas palavras cada vez que ele fala chegamos sempre a esta conclusão.

Entre o Natal e o Ano Novo veio o Procurador Geral da República anunciar-nos um previsível aumento do crime para o ano que agora se inicia. Baseou ele muito bem a sua previsão no mais que certo aumento da pobreza e da miséria no país. A sua explicação desmentiu assim, mais uma vez, os contínuos embustes do PP consequentes do seu eterno propósito de tirar aos que mais precisam para dar aos que mais têm, aliás dogma de base do seu partido.
publicado por TC às 01:29
12
Jun
08

No debate quinzenal na Assembleia da Republica, o nosso “pinóquio”, como sempre, fugiu ás questões fulcrais postas pela oposição. Não costumo ouvir estes debates, mas hoje derivado ao cerne da questão (Os combustíveis), fiz um esforço e lá consegui ouvir na integra, enquanto conduzia a minha viatura de serviço, pois a mim afecta-me prejudicialmente estes sucessivos aumentos, e aos demais portugueses, ouvi então a emissão em directo na Antena 1.

O PCP, através do Bernadino Soares, interpelou o Sr. Primeiro Ministro sobre o imposto a ser criado (ideia do PCP) para tributar a especulação das petrolíferas, que compram o petróleo a um preço e fazem incidir 2 meses depois os preços do mercado para se basearem no preço final, obtendo daí com especulação dividendos astronómicos, que neste 1º trimestre foi de 69 milhões de Euros, face ao período homólogo do ano anterior representa um aumento de 220% de lucros a mais, e como sempre o Escroque do Pinóquio, disfarçou a conversa para o lado que mais lhe agradou, acusando o PCP de falta de ética.

Também Os Verdes, colocaram esta questão, fintada pelo Pinóquio, e não respondendo, acusando de insultuosa as insinuações de que o “pinóquio” havia dito, que o falhanço do referendo ao Tratado de Bilderberg, conhecido como Tratado de Lisboa, seria “Mau” para a sua carreira Política.

Não respondendo a estas questões, e milindrando-se com o referendo legítimo de uma Democracia Europeia, que ainda não se sabe como irá acabar, seria bom o chumbo deste Tratado, o Pinóquio, quer é saber qual vai ser o tacho que vai lamber depois de sair daqui na UE, e por isso, por saber que chumbava aqui em Portugal o Tratado, não o submeteu, como fez a Irlanda a referendo, estando-se assim a borrifar para nós e para Portugal.

Este escroque, como digo, deu umas migalhitas aos transportadores, e poderia ter dado a todos os Portugueses muito mais, bastava que aceita-se a proposta da Esquerda, em tributar as mais valias especulativas, mas isso acarretava a que mais nenhum membro do governo arranja-se tachos e cunhas para familiares e afins, e até para eles próprios nos próximos anos.

ESCROQUES, SOMOS GOVERNADOS POR ESCROQUES…
publicado por TC às 18:11
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